História Wrong Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Taylor Lautner
Personagens Personagens Originais, Taylor Lautner
Tags Amizade, Drama, Faculdade, Festa, Romance, Sexo, Taylor Lautner
Exibições 30
Palavras 1.727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Está aí mais um capítulo, boa leitura! Aproveitem!

Capítulo 3 - Capítulo 3


O calor estava mais forte, me sentia quase sufocada com as janelas fechadas em respeito ao ar condicionado, mas ainda sentia o frio na barriga quando pensava em perder a virgindade logo logo, por isso estava com mais um copo, já pela metade em mãos.

Taylor me olhava toda hora, como se me esperasse passar mal a qualquer minuto,  mas não tentava me impedir de beber mais e eu já não ligava mais para quantos copos já tinha tomado, até porque o gosto ruim do álcool não me afetava mais.

-Onde é o banheiro? -Perguntei aleatoriamente, colocando o copo na mesinha de centro logo a frente, sem realmente querer usar o banheiro, apenas para não ficar tanto tempo sentada, isso me deixava mais nervosa.

-É a primeira porta no corredor. -Taylor falou. -Está bem pra ir sozinha? -Perguntou logo em seguida.

-Claro. -Ri sozinha, mas parei quando levantei e senti tudo rodar.

A primeira reação foi fechar os olhos, pensando que iria cair, e depois os abri, notando que ainda estava em pé, provavelmente balançando, sentindo a sala girar. Definitivamente eu estava bêbada.

-Você tá bem? -Taylor perguntou, provavelmente o único que notou minha situação, considerando que o resto estava tão bêbados ou mais que eu.

Apenas assenti e sai andando, indo para o corredor, tentando não cambalear. Na minha cabeça eu tinha conseguido.

Entrei na primeira porta, fechando-a atrás de mim logo depois, trancando-a. Me olhei no espelho, apoiando as mãos na pia e ri, simplesmente ri como se minha imagem fosse a coisa mais engraçada do mundo. Notando o quanto aquilo era idiota, usei minhas mãos para tapar a boca, o que me fez rir em silêncio, finalmente admitindo minha embriaguez.

-Caroline, Caroline… -Me debrucei na pia, falando com meu próprio reflexo. -É hoje que você vai dar, garota! -Ri para mim mesma, gostando de pensar aquilo sem sentir o frio na barriga ou sem o suor das mãos. -Safadinha! -Fiz uma careta pro reflexo e abri a porta, voltando para a sala, quase tropeçando na ruiva que conversava com um dos amigos de Derek. Sentei entre os dois novamente e peguei meu copo, bebendo tudo de uma vez só, colocando na mesa de volta, dessa vez vazio.

Quando o jogo acabou já era tarde, alguns já estavam até dormindo jogados no tapete, e eu já tinha bebido uma garrafa de cerveja que Derek me ofereceu, já que o drink já tinha acabado completamente.

-Vamos dormir? -Derek me olhou, desligando a TV, me fazendo assentir mordendo os lábios.

Eu tinha consciência do que ele queria dizer e adorava não me sentir envergonhada com aquilo. Demos um boa noite coletivo e fui com ele de mãos dadas, com ele me guiando, indo até a última porta do pequeno corredor.

A primeira e única coisa que reparei foi a grande cama de casal que tomava a maior parte do quarto, extremamente convidativa e aparentemente muito confortável. Derek foi direto para o ar condicionado, ligá-lo, se xingando por não ter feito isso antes. Me sentei na ponta da cama, sem me acostumar com tudo girando e ri de mim mesma, sem saber exatamente porque.

-Que bom que está aproveitando hoje. -Ele se aproximou de mim, se abaixando em minha frente.

-Aposto que sempre quis me ver bêbada, né? -Ri, fazendo-o rir junto.

-Confesso que sempre tive curiosidade, mas você não fica louca como a maioria das garotas. -Comentou, alisando minhas pernas.

-Não me importo de dançar em cima da mesa, só colocar música. -Fiz uma careta, fazendo-o rir e balançar a cabeça.

-Pelo visto você é do tipo que fica desbocada, sabe? -Comentou, baixando os olhos, observando suas mãos me alisarem.

-É bom falar o que me vem na cabeça sem ficar vermelha que nem um pimentão. -Comentei, segurando seu rosto, para tentar fazer sua imagem parar no lugar, parar de girar junto com o quarto.

-E o que está passando pela sua cabeça agora? -Ele voltou a mirar meu rosto e eu alisei sua bochecha, me esforçando para prestar atenção em cada detalhe em seu rosto. A luz só do abajur ao lado da cama e minha embriaguez não ajudava em admira-lo.

-Que eu acho que seu pau é muito grande pra caber dentro de mim. -Comentei de cenho franzido, rindo logo depois ao notar o que tinha falado. Ele riu junto, mas não me envergonhava.

-Mas você ainda nem viu ele… -Seus olhos semicerrados se aproximou de mim, mordendo de leve os lábios.

-E você vai me mostrar? -Minhas mãos desceram para seu tórax, sentindo seus músculos, com nossos narizes quase se encostando, o que me fazia fechar os olhos e procurar sua boca, mas ele não deixava, e isso me deixava mais tonta que o normal. O quarto girava mais rápido conforme o calor aumentava.

-Já que você quer… -Ele disse levantando, ficando bem perto de mim, com seu moletom bem na direção do meu rosto. Ele levantou um pouco a blusa, mostrando parte de seu tanquinho definido, enquanto puxava o cadarço se sua calça, afrouxando-a. Ele abaixou a calça junto com a cueca, me fazendo afastar o rosto por impulso quando seu membro se ergueu em minha direção, como se fosse bater um mim, embora eu não estivesse tão perto assim. Ele terminou de tirar a calça e aproveitou para tirar a blusa. Depois pegou o próprio membro e me olhou enquanto o acariciava.

Pela primeira vez senti o frio na barriga, mas não o suficiente para me fazer sair correndo, na verdade sentia a região entre minhas pernas esquentar e sentia a necessidade de tocar. Era bem grande, e extremamente duro, apontando pra mim como se fosse me atacar. Por alguns segundos eu fiquei observando ele acariciar, sem saber o que fazer, mas vendo como uma criança que vê um brinquedo novo jamais visto antes. Até porque eu nunca tinha visto mesmo, ainda mais de tão perto.

-Eu disse que era grande, viu. -Comentei por impulso, quebrando o silêncio,fazendo-o sorrir de lado.

-Vem cá, vem. -Ele se inclinou um pouquinho, até afundar os dedos em meus cabelos, me puxando de leve, me fazendo notar o que ele queria.

-Eu não sei chupar não, Derek. -Eu o olhei, realmente sem saber o que fazer. Se eu não sabia sóbria, imagina bêbada, com seu membro girando junto com o quarto. Difícil.

-É na prática que se aprende. Abre essa boca gostosa. -Ele apertou de leve meu cabelo, me fazendo fazer uma careta de leve com o apertão no cabelo, mas obedeci e abri a boca.

Sem perder tempo ele colocou seu membro dentro da minha boca, o que me fez fazer uma leve careta com o gosto estranho, mas que logo passou. Ele puxava minha cabeça e tentava forçar mais para dentro, mas não entrava mais que a metade. Tentei começar a chupar, sem jeito, mas era o melhor que podia fazer, segurando suas pernas para tentar evitar que ele forçasse demais em minha garganta. Conforme eu chupava, o sentia relaxar, ouvia sua respiração ficar mais rápida e já começava a gostar, de olhos fechados, sentindo tudo rodar, mas tentando não parar o movimento.

Mas quando eu estava começando a gostar, ele puxou meu cabelo, tirando seu membro de minha boca, me fazendo-o olha-lo sem entender. Antes que eu pudesse questionar, ele me deitou na cama, passando  o braço em minha cintura e me fazendo subir um pouco na cama. Sua boca foi direto para minha, me fazendo esquecer tudo e me agarrar em seu corpo nu sobre o meu. Ele se afastou por um segundo, tirando minha blusa e meu sutiã junto, começando a tirar minha saia e minha calcinha de uma vez só, mas eu lembrei da camisinha no bolso de trás da saia, que eu peguei antes dele jogar minhas roupas longe.

-Veio preparada, heim. -Comentou pegando a camisinha em minha mão, abrindo-a com a ajuda do dente, usando uma mão só ele a colocou, com habilidade, ainda com seu corpo em cima do meu, usando a outra mão para se apoiar no colchão.

Ele terminou de colocar e sua boca voltou pra minha, podia sentir seu membro roçar entre minhas pernas, e mais uma vez senti o frio na barriga novamente, sabendo apenas retribuir o beijo. Quando pensei que ele iria, fui surpreendida com ele me empurrando para o lado, me fazendo ficar de barriga pra baixo, o que me deixou completamente tonta. Senti seu corpo sobre o meu, sua boca em meu ombro, mas antes que eu pudesse me recuperar da tontura, senti ele puxar minha cintura para cima e então ele entrou e foi impossível não sair um grito de minha garganta.

-Devagar! -Foi o que eu consegui falar, sentindo uma dor que me fazia agarrar no lençol, enquanto o quarto ainda girava.

-Ainda falta a outra metade. -Ele beijou minha orelha, parado por um momento, como se me deixasse acostumar. -Relaxa que entra tudinho.. -Completou e forçou um pouco mais, me fazendo apertar os olhos, lutando para não soltar mais nenhum grito, aguentando a dor até entrar tudo. -Viu. -Comentou.

Ele começou a se movimentar, me fazendo gemer baixo, tentando me conter, sentindo queimar, mas sabia que tinha que aguentar, a dor maior já tinha passado. Ele se movimentava cada vez mais rápido e mais forte, me fazendo me agarrar no lençol, mas ele interrompeu, me puxando para cima ,me deixando de quatro e colocando tudo dentro de uma vez só, me fazendo soltar outro grito inesperado, mas que o fez bombar ainda mais, me tirando gemidos de mais dor do que prazer. Poucos minutos se passaram e a dor começou a diminuir, estava dormente, começava a ficar gostoso e ele aumentou de vez o movimento e gemeu, colocando tudo o mais fundo possível e depois soltou minha cintura, me fazendo cair na cama novamente e ele se jogou para o lado, ofegante como eu, mas com uma nítida expressão de prazer e relaxamento. E eu estava ofegante e confusa, um pouco suada, tentando acalmar minha respiração.

Então era assim? Só isso? Mal conseguia me mexer, a região entre minhas pernas latejava. Fiquei o olhando, esperando que dissesse ou fizesse alguma coisa, mas mal tinha se dado o trabalho de tirar a camisinha, suja de sangue, o que não me assustou já que eu sabia que eu sangraria da primeira vez, mas eu não imaginava que doesse tanto.


Notas Finais


Gostaram? Me diga! Críticas são bem vindas!


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