História Wrong Love - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Palavras 2.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi gente! Eu sei que eu demorei e peço desculpas por isso, mas espero que tenha compensado com esse capítulo. Não tem nada demais nele, mas vocês mal podem esperar para os próximos, estou programando muitas coisas e vocês irão saber no momento certo, o momento só não é nesse capítulo, mas vocês verão nos próximos!

Eu não revisei o capitulo, então me desculpem pelos erros!

Boa leitura xx

Capítulo 10 - Nervous.


Fanfic / Fanfiction Wrong Love - Capítulo 10 - Nervous.

O homem me soltou na hora e Justin se aproximou dele com os punhos fechados e maxilar travado. Seu olhar estava escuro e ele não se conformava com a cena que presenciou.

– Justin, não é nada, deixa pra lá. – Fui até ele colocando minhas mãos em seu peito tentando o acalmar, mas estava impossível.

– Não é nada?! Esse cara estava te prensando na parede e você simplesmente diz que não é nada?! – Disse exaltado.

– Fica calmo, por favor. – Passei minha mão por seu pescoço tentando abaixar seu olhar, para fazer ele me olhar, mas estava impossível, sua raiva e ciúmes estavam enormes. Ele não tirava os olhos do cara que ficava me amedrontando por mensagens e ligações.

– O que ele fez? – Perguntou e eu fiquei calada afim de evitar brigas. – Sophia, fala. – Mudou seu tom normal para um tom autoritário. 

– Vem aqui. – O puxei para seu quarto e o caminho todo ele não tirou sua pose de durão.

– Por que você não me fala o que ele fez?! Que porra, Sophia! – Se descontrola e grita.

– Você tá bravo comigo porque eu quis evitar brigas? Você sabe pelo menos quem é aquele cara pra poder querer quebrar a cara dele assim? – Tentei manter a calma.

– É exatamente isso que eu quero saber! PORRA! – Passou as mãos no cabelo, ele tentava manter a calma, mas não dava certo.

– Enquanto você não se acalmar eu não vou falar nada! Você vai matar o cara!

Por mais que eu estivesse com medo das ligações e mensagens que andava recebendo recentemente, eu não queria que Justin saísse por aí matando ninguém, apesar de saber que essa era de fato a sua "profissão".

– Sophia... – Passou a mão no rosto nervoso e respirou fundo. Sentei na cama e cruzei os braços assistindo ele tentando se acalmar.

– Respira. E agora para com isso. Isso é besteira Justin, besteira! Imagina se você sai acreditando em tudo que vê e querendo matar todo homem que vê dando em cima de mim? Você...

– ELE ESTAVA DANDO EM CIMA DE VOCÊ? – Gritou e levantou da cama nervoso novamente. Corri para a porta antes que ele chegasse lá e a tranquei, guardando a chave dentro do sutiã. – Você está me zoando? Acha que eu vou ficar com frescura de meter a mão nos seus peitos pra pegar essa chave? Sabe que eu posso pegar sem pensar duas vezes, né? – Arqueou as sobrancelhas.

– Ah é?! E se eu não permitir? Acha que pode fazer isso sem que eu queira? Se eu não quiser que você pegue, você não pega. É assim que funciona. – Lancei um olhar desafiante para ele.

– O que?!

– Isso mesmo que você ouviu, bebê. – Sussurei. Ele ainda estava de pé perto da porta enquanto eu estava sentada na cama com pernas de índio.

– Acha que as coisas funcionam do seu jeito? – Se aproximou e trilhou beijos do meu pescoço até o canto da minha boca, chegando por fim ao seu alvo principal: meus lábios. Separei nossos lábios e me aproximei de seu ouvido:

– Por que não funcionariam do meu jeito? – Falei baixinho e mordi o lóbulo da sua orelha.

– Porque... – Então ele subiu as mãos até meus seios, segurei-as na hora e o empurrei.

– Danadinho, acha que vai conseguir pegar a chave de mim? Hein, daddy? – Falei de forma sensual e vi ele morder os lábios.

– Eu sempre consigo o que eu quero.

– É, mas não vai ser dessa vez. – Levantei da cama e ele ficou me olhando com cara de taxo. Corri até o banheiro e tranquei na porta antes que ele me barrasse.

– SOPHIA. – Gritou e bateu na porta.

– O que foi, bebê? – Fui cínica.

– Quando você sair desse banheiro eu vou te matar! – Bateu mais uma vez e eu sentir em cima da tampa da privada, rindo comigo mesma.

– Não vai não. 

– Vai mesmo deixar minha mãe esperando lá? Ela não está com visitas? – Perguntou. O que me fez pensar, não queria deixar Pattie esperando, mas também não queria ver aquele homem, eu fico extremamente desconfortável com ele no mesmo lugar que eu. – Fora que os meninos também estão lá. Estão nos esperando. – Ele estava jogando sujo, sabia que eu não ia deixar o pessoal lá embaixo nos esperando por muito tempo, mesmo não tendo tanto clima para voltarmos e conversarmos como de nada tivesse acontecido.

– Promete que não vai me matar. – Falei.

– Achou mesmo que eu ia te matar? – Ouvi sua risada abafada.

– Não desse jeito, mas você vai fazer alguma coisa comigo quando eu sair daqui, eu te conheço, Bieber. – Mordi o lábio inferior nervosa.

– Prometo. – Disse por fim e eu peguei a chave, abrindo a porta em seguida e vendo que Justin não estava mais ali. 

– Justin? – Chamei, mas ele não respondeu. – Justin Bieber! Eu sei que você está se escondendo. – Rodei os olhos pelo lugar, não vendo nada.

– Estou aqui, amor. – Olhei para trás e vi seu sorrisinho malicioso. Tentei correr, mas ele segurou minha cintura com força e me jogou na cama me fazendo cócegas.

– Vo-você prome... Você prometeu. – Gaguejei por conta das risadas. Ele fazia muitas cócegas na minha barriga enquanto tinha uma perna de cada lado do meu corpo. Eu não tinha forças mais nem para falar e minha barriga e bochechas doíam de tanto rir. Ele então mostrou os dedos fazendo figuinhas, mostrando que sua promessa não tinha valido. – Idiota! Eu acreditei em você. – Tentei dar um tapa nele, mas ele não parava com as cócegas.

– Calma. – Acalmou e me beijou, repousando suas mãos em minha cintura. Respirei fundo quando parei de rir e senti minhas bochechas doloridas.

– Minhas bochechas estão doloridas. – Falei massageando as mesmas e senti ele as mordendo. – Não faz isso! – Dei um tapa nele. – Vamos descer.

Levantamos e saímos do quarto, descemos as escadas vendo a sala vazia. Fomos até a cozinha e vimos apenas os garotos lá comendo o resto da comida que comemos com a mãe de Justin e seu novo padrasto. 

– Só vem aqui pra comer. – Justin resmungou se sentando em uma cadeira vazia ali. Os garotos apenas ignoraram revirando os olhos e continuaram a comer. Me encostei na mesa apoiando meus cotovelos na mesma e assim fiquei. O silêncio permaneceu por um bom tempo até Chaz abrir a boca.

– Essa posição dá dinheiro, viu. – Disse me olhando e Justin levantou dando um soco em seu braço na brincadeira.

– Tá chamando ela de puta? – Falou alto fingindo estar nervoso.

– Eu sempre vejo ela lá no puteiro, anjo, sempre vou lá bater ponto e nos vemos. – Fez uma voz afeminada ao pronunciar as palavras.

– Chaz, você é um idiota. – Dei risada e eles me acompanharam. Não tinha um porque de ficar brava com aquilo, era apenas uma brincadeira e se você não tinha humor, era melhor não ter uma amizade com esses garotos.

Eles não tocaram no assunto do novo namorado de Pattie, Carlos, o que eu dei graças a Deus, já que não queria falar sobre aquilo, poderia ser apenas uma coincidência como também poderia ser quem eu estava pensando. Eu não posso tirar conclusões precipitadas e preciso de provas. Se eu estiver certa, ele é um cafajeste e filho da puta.

Ouvimos um barulho de celular tocando e Justin o tirou de seu bolso, logo atendendo.

Justin Bieber P.O.V

– Fala. – Me afastei um pouco do pessoal da cozinha e fui para a área da piscina, que era o cômodo ao lado.

Chefe, acabaram de morrer mais de cinquenta dos nossos homens. – Falou e eu fechei as mãos em punho na hora.

– Onde? – Perguntei seco. Eric era o chefe dos seguranças e era responsável pela organização deles e por tudo que os relaciona quando eu não estou, é óbvio. Ninguém tem uma ordem maior que a minha.

No galpão. Acabei de chegar aqui e encontrei todos mortos. O galpão também está todo revirado. – Suspirei aliviado ao lembrar que não deixamos nossos dados nos computadores, sempre num pen drive que não sai de perto de nós. Sempre num chaveiro, em algum lugar do nosso quarto ou algo do género.

– Certo, estamos indo aí agora. Não saia daí e se ver alguma coisa, vá atras. Se for alguém, não mate, eu vou querer tirar satisfações com essa..

Tem alguém aqui atrás dos arbustos. – Sussurrou.

– Ótimo, se você não estiver com essa pessoa quando eu chegar aí, se considere morto. – Falei e desliguei o celular.

Voltei até a cozinha e eles estavam rindo de alguma coisa, mas ficaram sérios ao me ver entrando de pressa no cômodo.

– O que aconteceu? – Sophia perguntou.

– Entraram no galpão, mataram mais de cinquenta homens e reviraram o lugar todo. – Travei o maxilar nervoso e soquei a parede ao meu lado.

Eu odeio que alguém esteja me enganando.

– Vamos para lá agora. – Não dei tempo deles terminarem de falar e subi as escadas até meu quarto.

– Eu vou poder ir junto? – Sophia veio atrás de mim me questionando.

– Não.

– Por que não?! – Disse parecendo estar indignada com a minha resposta.

– Porque você não vai, se eu digo que não, é não. Pega suas coisas, vou te deixar em casa. – Troquei de roupa rápido e desci as escadas novamente com ela ainda atrás de mim.

– Não vai mesmo deixar eu ir? Eu queria saber como é lá, poxa. – Fez cara de triste e bufei. Estava jogando comigo.

– Você não me engana, não vai me ganhar com essa cara, então pode desfazer ela. – Sophia fechou a cara na hora. – Quer saber como é ver vários caras mortos? – Ela negou. – Ótimo, então não vai, a não ser que queira ficar traumatizada com a cena de mais de cinquenta homens mortos na sua cabeça por dias. 

– Tudo bem. – Suspirou.

– Não vai me dizer que tá brava comigo.

– Não...

É, ela está brava comigo.

– Você esta brava, e sem razão. Não tem um porque de você ir nesse lugar, não quero você metida nisso e ainda mais não conseguindo dormir por ver aqueles caras mortos, te conheço e sei não aguentaria ver. – Cheguei perto dela e a abracei, beijando sua testa.

– Acabou? – Ouvi a voz de Ryan e Chris e Chaz estavam ao seu lado.

– Vai se foder. – Resmunguei.

– Por que não vai você com a Sophia? – Chris perguntou.

– Porque não é da sua conta, agora vamos. – Sophia respondeu. Ela ainda estava meio nervosa, mas nada que não passasse depois. Eu não tinha tempo pra isso agora.

Fomos até o carro, os três foram nos bancos de atrás e Sophia ao meu lado. Não tinha precisão de ir com vários carros. O caminho até a casa dela não foi muito demorado. Parei o carro em frente ao seu apartamento e a olhei, vendo que ela estava imersa em seus pensamentos.

– Soph? – Chamei com uma voz mais calma que o normal. Ela pareceu acordar e se virou para mim. 

– Oi... – Tirou seu cinto e pegou suas coisas no chão do carro. – Eu vou indo, então... – O clima estava tenso e todos podiam ver isso. Ela se aproximou de mim, selando meus lábios com calma e deu um último beijo no canto da minha boca. – Tchau, meninos. Tchau, Justin. – Deu um meio sorriso e por fim, ela saiu do carro, entrando no apartamento em seguida e sumindo de vista.

– Só eu que percebi o clima tenso? – Chaz se pronunciou.

– Chaz, cala a boca. – O repreendi e voltei a dirigir a caminho do galpão.

Eu não deveria ficar preocupado com ela. Eu não fiz nada demais, apenas reconheci que estaria comentando um erro ao levar ela no galpão, não queria que ela presenciasse tais cenas que seriam fortes para ela, já que sei que ficaria espantada e quis evitar isso, apenas. Não queria a levar para esse mundo, ela estava bem longe dele e era assim que deveria ficar, ou pelo menos, era assim que eu queria que ela ficasse.

Chegamos ao galpão e de longe pude ver os vários corpos espalhados pelo chão e todos ensanguentamos, com marcas de tiros pelo corpo. Provavelmente algum idiota invadiu o lugar querendo coletar informações nossas, o que sabemos que não tinha conseguido. Nossos dados estavam muito bem guardado se ninguém sabia onde deixávamos, apenas eu, Ryan, Christian e Charles. Passamos pelos corpos e entramos no galpão, vendo ele todo revirado e computadores jogados no chão, assim como gavetas dos armários. 

Seja lá quem fosse, era um burro que tinha invadido aqui, deixou tudo jogado e não fez questão de colocar de volta no lugar, o que dava na cara que alguém tinha entrado aqui. Deveria ser algum contratado de gangue nova, achando que poderia me passar a perna sendo que era um filho da puta de um burro.

– Chefe, conseguimos pegar a pessoa. – Eric apareceu e eu me virei para o olhar. – Está no porão.

– Ótimo. – Descemos até o porão e vi um cara sentado numa cadeira lá, ele estava com cabeça baixa e descia sangue por sua testa.

– Tive que dar uns socos nele para se acalmar e podermos trazer ele até aqui. – O segurança justificou.

– Ótimo. – Repeti minha última palavra e olhei para o homem.

Aquilo daria uma bela tortura. Eu iria descobrir quem era o desgraçado que achava que podia me passar a perna mais cedo ou mais tarde.


Notas Finais


Tentei focar também um pouco na parte do trabalho do Justin, já que ele não vive só de Sophia, então pode ficar um pouco chato para algumas pessoas. Me desculpem novamente pela demora!

Eu amo vocês e comentem o que acharam amores, vai me deixar muito feliz. Até o próximo, amo vocês demais!


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