História Xadrez - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Draco Malfoy, Harry Potter, Lílian L. Potter, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Drarry, Scorbus
Exibições 112
Palavras 3.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


NOTAS FINAIS

Capítulo 3 - The power of youth is on my mind sunsets, small town...


Fanfic / Fanfiction Xadrez - Capítulo 3 - The power of youth is on my mind sunsets, small town...

Albus adorava seus pais, eles eram o tipo de pessoas que conseguem manter o ânimo as sete da manhã de um dia nublado na cidade. Draco e Harry eram animados, apaixonados, vibrante e...único, eles tinham o tipo de relacionamento que você só encontra uma vez na vida e quando encontra sente que todos os seus outros relacionamentos nunca valeram a pena, ás vezes Albus tinha um objetivo na vida: Achar alguém que o olhe ou fale sobre ele do mesmo jeito que Draco é com seu pai. Pobre Albus, ele provavelmente nunca percebeu que alguém já sentiu esse sentimento por ele.

O café na mansão Motter (Nome que James inventou para se referir aos dois, ou melhor dizendo a família que eles construíram) não se diferencia ao de qualquer família da classe média, havia uma deliciosa torta de framboesa e alguns pães preparados com capricho pelo cozinheiro acompanhados de uma jarra de café quente que formava um vapor delicioso. A mesa não era tão grande, mas era redonda, foi por uma escolha pessoal de Draco que durante toda sua criação achava ridículo somente seu pai se sentar na ponta e porque queria se sentar ao lado do marido nas refeições.  

— Minha mãe me ligou e perguntou quando que vamos para lá – Informou Draco bebendo um gole do seu café enquanto encarrava Harry.

Como sempre foi, Harry e Draco estavam lado a lado, o primeiro estava com seu costumeiro suspensório e seu cabelo devidamente bagunçado e o segundo com uma bela camisa verde e seu cabelo devidamente arrumado em gel, ambos devidamente vestidos para o trabalho. Albus achava que Scorpius lembrava seu pai, eles tinham o mesmos olhos e os fios naturalmente platinados devidamente platinados, o mesmo nariz fino e tom de pele porém, diferente do loiro, Albus não lembrava tanto seu pai, tinham alguns detalhes parecidos como a cor do cabelo ou o contorno do ombro mas, James lembrava muito mais.  

— Para a casa mal-assombrada? Se Deus quiser o mais longe possível – Disse Scorpius fazendo com que os Potter sorrissem.

— Scorpius! – Gritou Draco - Olha o modo de como você fala do lugar que eu fui criado.

— Draco, amor...Ele tem razão, aquela casa é estranha – Defendeu Harry colocando suavemente sua mão sobre a de Draco.

— Sim, toda vez que eu vou lá tenho a impressão que talvez tenha que chamar os Warren ou talvez os irmãos Winchesters, do qual eu literalmente não vejo problemas em dividir o mesmo teto que Dean Wincherster. – Falou Albus cutucando seu pedaço de torta.

— Eu cresci naquela casa...

— E você nunca teve medo? Qual é Draco, aquela casa tem um calabouço...

— Que nunca foi usado. – Defendeu o loiro.

— Como você pode ter certeza? Aquela casa está de pé a tempos demais pai...

— 1078 – Disse Lily pela primeira vez.

— Alguém anda prestando atenção nas aulas de história – Provocou seu irmão.

— Cala a boca Albus.

— De todo jeito – Disse Scorpius rapidamente tentando evitar uma suposta briga entre os irmãos — James disse que pretende passar o natal conosco, então...

— Você fala com James? – Perguntou Albus rapidamente encarrando o loiro.

— Sim.

E naquele instante uma sensação de ciúmes bateu um Albus, James é seu irmão mais velho, dois anos para ser exato, mas, eles não mantinham contato regular. Quando eles eram crianças James costumava ser um dos seus maiores parceiros de crime por assim dizer, eles costumavam criar brincadeiras e aprontar contra seus pais de tudo quando era jeito mas, Harry e Ginny se separaram e o mais velho escolheu a mãe e em cada vez que aquela dupla se via, Albus notava algo de diferente na personalidade do irmão, palavrões que nunca haviam sido ditos, brincadeiras de mal gosto e claro, todas as outras coisas que contribuíram para que os maiores medos de Albus fossem por culpa do seu irmão. Seguindo a tradição de família, James voltou para Londres para se formar na Hogwarts School e as coisas foram bem piores do que pensou.

James as vezes machucava Albus, não, o mais velho nunca levantou a mão par ao mais novo mas ele o machucava...ele o machucava com as palavra, as mais duras, as mais grossas, as que faziam com que Albus duvidasse de si mesmo, James deixava Albus na defensiva mas ao mesmo ele era bom; ele era alegre, ele era um bom conselheiro, ele defendia seus queridos...ele era único e como todo mundo, James não era perfeito e Albus o amava exatamente por isso e para o dos olhos azuis, saber que seu irmão costumava ter contato frequente com o agregado em vez dele minimamente o machucou.

O café não durou por muito tempo até porque logo os três jovens tiveram que subir para pegar suas coisas para poderem ir e os dois adultos não tinham muito tempo até sua longa jornada de trabalho começasse.

 

Delphi a deitou na cama e continuou a beijando, Rose estava atônita, mas ao mesmo sentia que seu corpo iria explodir em chamas, havia uma parte de si que não acreditava que a futura rainha estava preste a lhe dar um orgasmo mas havia outa que sentia como se todos seus sonhos selvagens estavam se tornando realidade.

Automaticamente sua mão se moveu para o couro cabeludo da morena que sorriu entre o beijo e lentamente passou sua mão pelas curvas da ruiva parando entre suas pernas lhe tirando um suspiro.

— Você é tão gostosa, Rose – ela sussurrou começando a abri sua blusa.

E então Rose acordou assustada. Os detalhes do seu sonho passaram claramente por sua cabeça e ela esfregou a mão pelo rosto se levantando rapidamente e correndo para o banheiro.

— Droga – murmurou encarrando seu reflexo.

 

— Eu só queria saber quando vou ganhar meu próprio carro – Resmungou Scorpius se encostando no vidro da 4x4 observando a cidade caminhar no caminho para a escola.

— Talvez quando você tirar a carteira, teu pai te compre um – Disse Albus prestando atenção na avenida — Mas eu não entendo o porquê você não gostar de andar comigo – O moreno tirou a mão do volante e colocou sobre a coxa do irmão — Eu sou um ótimo motorista e você é um ótimo DJ

Scorpius o encarrou confuso e seu olhar se abaixou para a mão do irmão rapidamente a tirando. Lily, que estava no banco de trás rapidamente mudou sua atenção para os dois.

— Você odeia as músicas que eu ouço. – “ E eu coloco para te provar” Ele completou mentalmente.

— Mas é legal, você sabe, se você ganhar um carro eu provavelmente vou ter que ir para a escola sozinha já provavelmente Lily vai...

— Talvez se você tentasse ser um pouco mais legal você não teria esse problema com as pessoas te largando – Disse Lily deixando seu irmão desconfortável e o silenciando imediatamente.

— Então, a mesma hora de tarde? – Perguntou Albus assim que os três saíram do carro

Lily deu os ombros e entrou pelo portão da escola enquanto Scorpius não respondeu e muito menos saiu do lugar, ele olhou ao redor como se procurasse por alguém e então encarrou seu irmão

— Scorpius? – Chamou Albus

Ele abriu a boca, mas antes que as palavras saíssem seu celular tocou avisando que havia chegado uma nova mensagem, a mensagem que fez com que o loiro sorrisse discretamente.

— Claro – Ele respondeu – A mesma hora.

 

Lily caminhava firme pelo corredor notando alguns olhares em si, ela nunca entendeu toda aquela atenção, mas tinha certeza que maioria deles eram por causa do seu irmão. Muitas garotas haviam tentado se aproximar somente para poder interagir com o grande Albus Potter, outras sussurravam por suas costas sem contar, que seu irmão era o assunto número um do vestiário.

Não que Albus não fosse bonito ou “gostoso” porque qualquer pessoa com bons olhos veria que ele era, mas, para Lily, Albus era um idiota. Não um completo idiota, mas um idiota que tinha um ego elevado e ás vezes fazia brincadeiras sem graça e as vezes era um completo esquecido viajado que não conseguia perceber o que estava na sua frente, a ruiva nunca vai esquecer do dia que sem querer pegou o menino enfiando o peru em uma qualquer na sua cama.

E muitas garotas queriam a famosa chance com Albus, principalmente as do seu ano mas de jeito nenhuma daquelas garotas teriam chance com Albus...ela o bateria antes dele chegar a esse ponto.

Ela parou na frente do seu armário e o abriu. Ele estava devidamente organizado, de causar orgulho a qualquer virginiano, os livros organizados por altura, seu segundo estojo de maquiagem na frente e claro, fotos dos seus amigos na porta abaixo de um espelho redondo.

— Hey Liz -  ela escutou uma famosa voz conhecida se aproximar e debruçou o corpo para confirmar sua teoria

— Hey Hugo.

Hugo Ronald Weasley era mais um dos seus nove primos. Assim como ela, o menino tinha uma irmã dois anos mais velha, Rose, e era de longe seu parente mais próximo. Se fosse descrever Hugo em algumas palavras, ela provavelmente usaria inteligente e introvertido, porque era exatamente o que ele era, um dos melhores alunos de T.I da escola e que trocaria qualquer contato social para se dedicar a desmontar seu telefone.

— Novidades? – Ele perguntou a encarrando

—Não, nenhuma e você?

Hugo abriu a boca para responder, porém outra voz foi ouvida

— Ora Ora Ora! Lily Luna Potter

Connor Schreave era o maior youtuber do Reino Unido, ele fazia milhões, tinha pessoas babando em seus pés onde quer que fosse - mas ela não podia culpa-lo por isso já que Connor realmente era bom no que fazia e era dono de uma beleza considerável- tinha um ego enorme e era de longe a pessoa mais popular do segundo ano e para a infelicidade de Lily, eles estudavam sobre o mesmo teto. Eles amavam se provocar, ás vezes se sabotavam, gritavam um com o outro quando se encontravam fazendo com que todos na escola soubessem que Connor e Lily eram os maiores inimigos do segundo ano.

— Schreave – Respondeu a loira em deboche cruzando os braços

— Oh! Você sabe o quão fico ofendido quando me chamam pelo sobrenome – Ele disse a fazendo revirar os olhos

— Saia do meu caminho...Schreave – Ela provocou dando um sorriso.

— Eu acho que foi você que cruzou meu caminho Potter – Ele disse ficando frente a frente com a menina franzindo os lábios.

Eles tinham exatamente o mesmo tamanho, fazendo com que toda vez que se encontrassem o castanho encontrasse o azul, a pele morena contrariasse as sardas, o loiro ignorasse o castanho e vários outros contras que eles compartilhavam.

— Meu deus, como você é ridículo Connor – Ela revirou os olhos

— Você não fica atrás Potter agora sai o meu caminho.

— Eu estava aqui primeiro querido, então sugiro que você saia do meu caminho e quem sabe da minha vida

Connor riu irritando profundamente Lily

— Da sua vida? Acredite, você não gostaria que eu saísse da sua vida – Ele disse se aproximando da garota, precisamente, quase no seu ouvido impedindo que os outros escutassem sua conversa.

— Ora seu – Ela gritou e no momento seguinte sua mão encontrou o rosto do moreno fazendo um grande estralo, Connor a encarrou atônito e uma pequena multidão observava a cena do mesmo jeito. Lily pareceu surpresa, porém, rapidamente sua cara mudou para um pequeno sorriso sarcástico enquanto Connor se virava bufando voltando par ao lugar de onde sairá.

— Belo tapa – elogiou Hugo encarrando a prima

— Obrigado – Ela disse

 

Lorcan entrou correndo no banheiro do segundo andar e encarrou o espelho. Ele ativou o jato da torneira e se abaixou lavando o rosto, começou a desabotoar sua blusa até que todos os machucados do seu peito estivessem visíveis.

Lorcan Scamander era uma dessas típicas pessoas ricas que tinham tudo, mas ao mesmo não tinham nada. Ele se sentia vazio, ou melhor dizendo, ele vinha de uma família rica e tradicional pra porra, todo mundo conhecia a história do seu avó, Newt Scamander, sua famosa teoria da evolução e seu catálogo de anatomia de espécies e depois de todos esses anos sua família ainda é influente nesse ramo e ele, gostava de pensar que talvez seria a famosa ovelha negra.

Ele gostava de brigar, conhecia os mais distintos tipos de luta e já havia se envolvido em lutas ilegais com caras bem maiores do que ele. Ele gostava da dor, ele gostava do gosto do seu próprio sangue na sua língua, do roxo colorindo seu corpo e isso o fazia lembrar do qual diferente do seu irmão ele era.

Lyssander era seu irmão gêmeo, ele tinha boas notas, ele era gentil, ele era o tipo ideal de filho, era como se Lyssander fosse o polo positivo e Lorcan o negativo e nenhum dos dois haviam achando um modo de se neutralizar.

Ele levantou a cabeça e encarrou seu reflexo, havias várias marcas no seu corpo resultantes da luta de onde e o curativo do seu machucado felizmente ainda se mantinha intacto. Ele havia tomado analgésico antes de sair, um comprido a mais do que deveria e muitos a menos de lhe provocar uma overdose, e seu corpo estava anestesiado lhe permitindo tocar o curativo sem maiores problemas. Sue devaneio foi interrompido por um soluço de, foi baixo, mas o suficiente para que o menino percebesse que não estava sozinho naquele banheiro

— Olá? – Ele chamou sem resposta

Ele olhou as cabines e todas elas estavam com a porta fechada e então ele se abaixou percebendo um par de pés na cabine do meio. Naquele momento, Lorcan tinha duas opções, sair do banheiro ou descobrir de quem era o barulho e claro, ele escolheu o segundo.

Ele se aproximou da porta e ateou seus bolsos procurando a tampa de caneta que usava para abrir seu armário, ele era bom nisso de abrir fechaduras com objetos e rapidamente abriu a cabine se assustando

— Longa bunda? – Ele disse encarrando o menino no chão.

Frank Longbottom estava uma bagunça, seus olhos estavam vermelhos e seu óculos embaçado, seu corpo estava encolhido num dos cantos do banheiro e uma expressão de puro medo tomou conta da sua cara quando viu Scamander.

— Eu...eu

— Você está bem? – Ele perguntou se abaixando

“Não, eu não estou” O menino ao chão queria gritar. Ele estava uma bagunça, ele queria que o mundo desparece ou mesmo que a sua hora chegasse mais cedo, na verdade, ele sabia naquele momento que nada dos que as relatassem se compararia a verdadeira crueldade...a verdadeira crueldade do ensino médio.

— Sim, eu estou – Ele mentiu limpando suas lágrimas

“Quem está bem não chora” Pensou Lorca na frase que ouviu da sua mãe durante toda sua infância, porém seus lábios continuaram mortos.

— Você pode me dar licença? Eu preciso ir – Ele pediu e Lorcan se afastou dando espaço para que o menino rapidamente saísse do espaço.

Ele ficou encarrando a porta por alguns segundos até que resolveu se levantar e então percebeu o cheiro de vômito que pairava pelo ar.

 

No intervalo, a primeira coisa que Lily fez depois de almoçar foi chamar um táxi em direção a farmácia, ela precisava comprar algo...o mais rápido possível. Ela entrou no comércio o mais rápido possível e correu para a estante onde seu objeto de desejo se encontrava.

Eram várias opções e ele ficou receosa na hora de escolher, porém acabou optando pelo menos mais caro com o pensamento de que aquele teria a melhor qualidade. Caminhou para o caixa e a atendente a olhou a torto passando o produto na máquina

— São trinta e sete euros – Ela informou fazendo com que Lily estendesse seu cartão de débito.

 

Delphi encarrou o longo canteiro de grama aos seus pés. Ela estava pensativa, mais do que deveria e menos do que queria.

A semana de moda era semana que vem e como todo ano a coleção da sua mãe era uma das mais aguardadas, sim, a rainha tinha uma famosa grife onde boa parte dos lucros iam para os serviços públicos do país...amável. Como todo ano sua mãe a pedia para desfilar, mas ela preferia garantir sua presença na primeira fila ao lado de Jake ou ao lado de alguma personalidade importante, mas esse ao, havia algo lhe incomodando profundamente sobre o desfile desse ano e ela não fazia ideia do que.

Ela levantou a cabeça e avistou uma longa cabelereira ruiva sentada numa das mesas e seu corpo se arrepiou ficando em estado de alerta. Rose Weasley lhe causava esse sentimento, esse medo e arrepio frio, uma histeria hormonal e uma arritmia horrível onde o único pensamento em sua cabeça era sobre sair daquele ambiente.

E enquanto ela corria para o lado contrário, sua mente revivia os momentos que passou ao lado da ruiva naquela festa, onde ambas já estavam um pouco bêbadas e ficaram sozinhas no quarto.

 

 

James estava deitado na grama encarrando o céu nublado que se punha sobre a universidade, suas mãos estavam sobre seu corpo e um cigarro recém acesso beijava seus lábios.

— Hey panaca – Ele escutou e virou a cabeça notando Dominique se preparando.

Dominique Weasley era a única garota que intimidava James Sirius Potter. Dominique era linda, sempre foi, na verdade ela e sua irmã, Victorie, eram de longe as garotas mais bonitas entre suas primas, eram do tipo que sabiam que tinham o mundo aos seus pés e usavam isso como podiam, confiantes e sempre com a cabeça levantada, Domi nunca levou desaforo para casa e no momento, estudava para ser uma grande estilista. “ Um dia, eu vou ter meu nome na semana de Moda de Paris” Dizia.

Ela nasceu e cresceu na França numa enorme casa com os lírios mais bonitos no jardim cuidados a mão pela própria Fleur, uma das maiores bailarinas francesas que já teve a honra de dançar no Royal Opera House e foi numa dessas que conheceu Bill, seu tio, ele estava lá, na primeira fileira e ficou encantado com a jovem que interpretava com delicadeza o Cisne Branco no famoso Lago dos Cisnes, eles se casaram um ano depois. Dominique sempre pegava o trem para o pais da rainha e quando ele se mudou para Munique continuou a visitá-lo.

Foi quando James estava no segundo ano que as coisas aconteceram. Era de tarde e ele havia cabulado aula para poder aproveitar a tarde com a prima, eles estavam sozinhos na enorme mansão, Albus e Scorpius ainda estavam na escola e seu pai trabalhando, assistiam algum filme que James não se lembra agora, ele se lembra que num momento teve uma cena de sexo e aquilo fez com que o assunto surgisse e naquela tarde, James Potter perdeu sua virgindade com Dominique Weasley.

Ela não era virgem, mas James era, e mesmo com toda sua confiança ele ficou nervoso e no fim acabou sendo um pouco engraçando. James havia jogado fora a camisinha que seu pai havia lhe dado depois da temida conversa alguns dias antes de Dominique chegar e ele nunca imaginou que perderia a virgindade poucos das antes, então naquela tarde, vestindo somente uma cueca e deixando a menina esperando de lingerie na cama, James Potter invadiu o quarto do seu pai a procura de um preservativo deixando uma bagunça de roupas limpas para trás e como toda ação tem uma reação, no dia seguinte Draco não conseguia olhar para o menino sem cair na gargalhada e seu pai o confrontou antes de ir para a escola sobre...estranhamente constrangedor.

Eles nunca mais transaram e muito menos se envolveram romanticamente, porém Dominique se tornou uma amizade que o Potter levaria para o resto da sua vida e para ele, a maior surpresa/alegria foi quando a loira decidiu acompanhá-lo na faculdade.

— Hey loira! Como vai?

—Bem e você? – Dominique pegou o cigarro de sua boca e deu uma tragada

— Bem – Ele disse se inclinando e naquele momento ele viu a mesma garota loira do dia da janela passando.

Ela era mais bonita de perto, seus cabelos loiros estavam presos num belo coque e seus olhos eram claros, ela era alta, pouco mais que James e usava um suéter bege com uma skinny e uns colares que fez com que o desejo de Potter pela garota só aumentasse. Ela acenou para sua prima.

— Não – Ela disse encarrando ferozmente o menino — Mil vezes não James Sirius Potter.

— O que? – Ele perguntou confuso

— Você e Amélia...

— O nome dela é Amélia? – Ele mordeu o lábio — Interessante

— Você não vai ousar se aproximar dela James, você....

— Você está gostando dela? – Ele perguntou encarrando a loira

— Meu deus não e você pode por favor parar de me interromper. Continuando, você vai ficar o mais longe possível da Amélia – James abriu a boca para falar algo porém Dominique cobriu sua boca com a mão — E eu juro James que se eu souber que você teve algo com ela, eu juro que eu te castro com minhas próprias mãos James Potter. 


Notas Finais


Hey hey gente,
Primeiramente, obrigado por todos os comentários e tudo mais, eu posso não responder mais cada um deles está guardado no meu coração <3
Então vamos lá, recadinhos
Primeiro, eu fiz uma playlist para Xadrez ( e eh bem capaz de eu ainda adicionar musicas pq sou dessas)
https://open.spotify.com/user/marinae10/playlist/5VeFl8PQU2sC2TaN7BZbvI
Segundamente, lembra o que eu falei de dreamcast??
Então, uma parte deles saiu
http://petropouloschilds.tumblr.com/post/151900289972/
E sim, esse é meio que meu blog de fics e eu vou edita-lo mais para frente para adicionar sobre as outras...e quem sabe não rola monstagems de certa fic do musico com o estudante lahklhfla parei,
Até


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...