História Xeque-Mate. - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Segundo capítulo da fic, espero que gostem!

Capítulo 2 - O amor.


Fanfic / Fanfiction Xeque-Mate. - Capítulo 2 - O amor.

Terceiro período, eu já não aguento mais. Todos estão animados para a viagem que acontece todos os anos logo que chegamos à escola. Eu – como sempre – não estou muito animada. Ano passado me colocaram junto com o Meliodas e o Gilthunder, foi horrível. Gostaria se fosse livre, sabe? Mas enfim, não vejo a hora do intervalo chegar, quero muito conversar com o Ban sobre alguns assuntos envolvendo os riquinhos.

Finalmente o sinal tocou. A minha turma é cheinha de cobras, como Meliodas e Merlin. Falando neles, eu ainda acho que eles dão uns pegas, sei lá, é estranho. Acho que eu tenho ciúmes ainda do Meliodas, não deveríamos ter acabado daquele jeito, nós nos amávamos. Agora, eu mal consigo olhar na cara dele de novo. Talvez seja por isso que eu tenho tanto nojo da Merlin, acho até hoje que eles têm algo.

Passo por todos dos riquinhos, e não enxergo os meninos. Senti-me perdida e sozinha, e posso garantir se sentir assim é péssimo.

- BU – Diz Arthur no meu ouvido bem baixinho, confesso que me assusto um pouco.

- Ai, não faz isso. Odeio sustos, lembra?

- Lembro, mas gosto de te assustar. É sempre bem engraçada a tua reação! – Diz ele com um sorrisinho – Pensando no que?

-... – não consigo responder nenhuma palavra. Estava muito na cara que eu estava pensando em algo?

- Meliodas de novo? Elizabeth! – Ele olha pra mim e faz cara de desapontado – Como você ainda consegue pensar nesse cara depois de tudo que aconteceu?

- Não consigo controlar. É como se ele invadisse meus pensamentos. Apesar de tudo eu acho que ainda o amo, e não consigo esquecê-lo.

- Eli, você tem que parar de reparar nele. As coisas não estão boas entre ele e o Ban, você sabe disso. Tentar algo com ele a essa altura, não vai ajudar. Fique longe dele!

Eu não consigo responder, acho que ele tem razão. Não posso pensar nele, nem ama-lo. Ele tem a Merlin e todos os outros riquinhos. Sem chance de isso acontecer!

- Vamos lá com os meninos, mesmo eu não sabendo onde eles estão. – sorrio um pouco.

- Claro Eli.

Vejo o sorriso de Gowther de longe. É um pouco estranho vê-lo sorrir depois do que aconteceu, ele consegue às vezes, mas sabe quando é aquele sorriso com uma pontinha de tristeza? É isso com o Gowther. Fazemos o possível para superar tudo o que houve, mas parece impossível. Todos nós guardamos mágoas, e elas estão cada vez mais visíveis. Talvez se o Ban pensasse um pouco em o quanto foi e ainda está sendo duro pra gente, poderíamos ter um segundo de paz.

- Eli! Achei que ia morrer de saudades! – Diz o Gowther me abraçando apertado.

- Ninguém sentiu mais saudades que eu. – Eu de fato estava com muitas saudades. Passei o verão todo trancada em casa, meu pai não deixou sair nem pra encontrar meus meninos, fiquei triste mais uma vez.

- Como foi as férias de vocês, veados? – Diz o Ban com aquele tom sarcástico me abraçando devagar.

- Foi bem interessante, na verdade. Eu nunca costumo estudar durante as férias, mas essas, cara, eu estudei bastante, mais que no ano letivo.

- Ah, você estudando? Milagre! – Eu digo soltando um sorrisinho.

- Hahaha, muito engraçado hein, arrasou. – Ele diz com cara de tédio.

- O que te chamou atenção o suficiente pra você estudar as férias todas ao invés de curtir grandes festas e pegar várias garotas? – Pergunta Ban com um sorriso malicioso no final da frase, como se tivesse se referindo a algo que só os dois sabiam.

- Filosofia. Talvez pareça bobo pra vocês, mas eu não consigo mais viver sem filosofia. É como se eu estivesse por inteiro quando estudo sobre isso, acho que vou cursar filosofia. E sobre as garotas... Bom, hehe! – Responde Arthur um pouco contente.

- De que garotas vocês estão falando? – Entra Gowther no assunto.

- Eu também gostaria de saber, assim, sem pressão. – Eu digo.

- Esse é assunto para outros intervalos. Bem, já que ninguém além do nosso queridinho Arthur contou as férias, eu conto. – Ban responde, mas me deixou com muitas dúvidas, quero muito saber o que ele tem para falar comigo. – Eu passei praticamente todas as férias bêbado. E isso foi demais. Vocês tinham que experimentar ficar bêbados mais de 24 horas seguidas, é sensacional.

Nós todos rimos, mas na verdade eu achei deprimente. Tanto quanto as minhas férias. Eu preciso confessar que sinto falta de todos nós juntos, nós e os riquinhos. Mesmo com tudo que aconteceu, acho que poderíamos tentar resolver as coisas e voltar a ser como éramos, talvez não igual, mas tentar nunca é errado. Se Ban e Meliodas parassem com essa criancice de fazer a cabeça uns dos outros para usar de desculpa para não se resolverem, nós não teríamos nos tornado isso tudo.

- Fiquei sabendo que a viagem de “boas vindas” desse ano vai ser diferente. Não sei exatamente o que vai ser, mas estão querendo inovar. – Diz Arthur, baixinho.

- Graças a Deus, né?! Porque vamos combinar que aquela viagem repetitiva estava terrível, ninguém aguenta mais. – Comentou Gowther

- Espero que seja algo mais livre, que possamos escolher com quem ficar por lá. Ano passado me colocaram com Meliodas e Gil, lembram? – Digo

- Ô se lembro, isso rendeu muitas e muitas tretas. – Diz Ban. – Bem, eu e a Eli temos que conversar um pouco. Voltamos antes de tocar o sinal. Não chorem de saudades, viu?! – Eles riram e a gente foi pra longe, próximo do jardim.

- O que você quer dizer, Ban? Eu estive pensando sobre isso, mas nem teorias consegui criar então me diga logo. 

- Calma, estás muito tensa e ansiosa. Tem pensado no Meliodas de novo, não é?

- O Arthur te contou?

- Ninguém precisa me contar. Eu vejo isso nos seus olhos. Você ainda o ama! Eu entendo isso, esse lance de amor é meio complicado e incontrolável, não te culpo por amar ele. Mas sei lá, nós não estamos vivendo uma “época” boa, eu e ele, então fica meio difícil de eu te apoiar com isso.

- Que bom que pensas assim, pelo menos a mente aberta tens, não é? E tens razão. O amor é bem complicado e incontrolável, mas não quero piorar as coisas. Ainda acredito que um dia poderemos andar todos juntos como antes. Por que vocês dois não se resolvem logo? Coloquem uma pedra nisso. Apaguem com uma borracha. Sei lá, eu sinto saudades de todos os meus amigos juntos.

- É muito delicado isso, Eli. Nós dois somos incapazes de resolver as coisas assim do nada. Foi difícil acordar hoje e não ter aquela reunião de reencontro como antes, mas eu levantei e estou aqui. Eu não consigo parar de levantar e continuar a vida. É mais difícil pra mim do que você e os outros pensam. – Ele diz quase chorando.

- Ban, desculpe. Não queria te deixar assim, nem falar dos meus problemas. O assunto não era esse, por favor, me desculpe. Fale o que tinha para me dizer.

 


Notas Finais


Trabalhei bastante nesse capítulo, espero que tenham gostado. Se gostaram, deixem aquele famoso comentário que me incentiva sempre a escrever maia, e favoritem a história!


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