História Xtranger Things (AU) - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Val_Nosferatu

Postado
Categorias Meninas Super Poderosas (The Powerpuff Girls), Stranger Things
Personagens Ace, Docinho, Ele, Florzinha, Fuzzy Confusão, Lindinha, Mike Wheeler, Personagens Originais, Prefeito de Townsville, Princesa MaisGrana, Professor Utônio
Tags Black, Powerpuff Girls, Stranger Things
Visualizações 6
Palavras 1.716
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente! Finalmente consegui lançar mais um cap dessa fanfic e espero que gostem porque pode não ser esse horário para vocês, mas eu estou às 00:18 da manhã escrevendo isso, então, espero que tenha valido o esforço!

Capítulo 2 - Capítulo 2: Explosões do Dia a Dia...


Estados Unidos da América

Floresta de Townsville

7:16

Ult não sabia o que fazer, tinha ali, na sua frente, uma criança de cabelos negros meio para o ar como dois chifres, olheiras de dar medo que pareciam de panda e com vários hematomas no corpo, felizmente deu pelo menos uma roupa para o mesmo vestir… mas estava na altura de conseguir respostas… mesmo que essa altura fosse aquela que ele estava comendo cereal…

Ult-Ei, garoto… qual seu nome?

Essa pergunta não teve resposta, o garoto se concentrava em comer seu cereal e não em ouvir a mulher… mas ela insistiu e perguntou…

Ult-Você… fugiu de seus pais?

E nada… só mais um som de cereal sendo retirado da tijela… então Ult pensou que não iria realmente conseguir nada do moleque… a não ser… que jogasse o jogo dele… ela puxou a tijela para fora do alcance das mãos do garoto e disse…

Ult-Então é assim… vamos jogar um jogo, se você quer a tijela de volta, você vai dizer-me do seu jeito… quando eu perguntar alguma coisa, você fala sim, ou não, comendo… coma uma colherada de cereal você fala sim, com mais uma você fala não, ok?

Ela então entregou o cereal e o garoto comeu uma colherada, esperando um pouco para outra pergunta, indicando que entendeu…

Ult-Bom garoto… bem, perguntar informações pessoais não adianta, você não vai falar nada como teu nome e isso né?

Ele comeu uma colherada…

Ult-Entendo… bem… volto à outra pergunta então… você fugiu da casa dos seus pais?

Ele comeu uma vez…

Ult-Eles te tratavam mal?

O garoto ia tirar uma colherada para comer, mas travou e despejou um pouco do cereal na tijela e comeu o resto, Ult entendeu aquilo como um “mais ou menos”…

Ult-E… você caminhou muito desde… sua casa até aqui?

Ele respondeu com uma colherada…

Ult-Ok… bem… você pode comer o quanto quiser, eu… vou ver se consigo ligar para alguém…

O garoto respondeu com uma colherada, como um “ok” e Ult foi até seu celular e ligou para algum serviço que a pudesse ajudar…

Estados Unidos da América

Townsville (Casa de Francesca)

8:00

O despertador tocava… essa era a pior coisa existente para Francesca, mesmo sendo uma aluna aplicada e que gostava de estudar, ela ainda assim odiava ter de se levantar cedo, quando levantou-se da cama, ela notou que hoje o dia estava nublado, iria chover? Quem sabe…? Ela se arrumou retirando seu pijama e colocando sua roupa habitual…  ela desceu e… ninguém… não havia ninguém… Francesca foi até a geladeira e olhou para um papel que estava escrito: “Tivemos de sair mais cedo, tem o seu lanche em cima da mesa, te amamos, com amor… Mãe e Pai”

Francesca-He… porque eu pensei que teria aqui alguém? Bem, vamos ver o que eles deixaram…

Francesca foi até a mesa e olhou dentro do saco que tinha lá e demonstrou repulsão perante o que vira, era só uma sandes com geleia e um suco, não tinha nada que mante-se sua saúde impecável, então ela foi até a geladeira e pego algo que ela própria fez, salada de frutas junto de um suco de néctar de pêssego… após os colocar no saco, a jovem ruiva pôde finalmente ir para a escola… a ida até a paragem de ônibus foi bem curta, nem levou 5 minutos para lá chegar, o que incomodava a jovem era quem estava lá… Eliza… a garota mais durona da escola sempre apanhava o ônibus com Francesca, isso nunca fez diferença para a garota, mas hoje, depois daquela cena vergonhosa na escola, a ruiva estava receosa de tentar se aproximar…

Os seus passos foram longos e retos, não se desviara do caminho nem por um segundo, ela chegou até à morena e se sentou na paragem de ônibus com a boca fechada como se tivesse um zip… Eliza estranhou aquele comportamento, mas nem ligou, já que nem se lembrava mais de Francesca e do que aconteceu ontem… o suor da ruiva pôde, então, escorrer com serenidade, afinal, ela estava aguentando as gotas de agua em sua testa para não mostrar nervosismo, mas essa forma de agir de Eliza, que foi de quem não tava entendendo nada e nem estava se importando, conseguiu trazer a calma ao coração de Francesca…

O ônibus chegou e as duas subiram, primeiro Eliza e depois Francesca, já que a mesma estava com medo de Eliza a reconhecer a qualquer momento e, nessa hora, a garota quase correu bem para o fundo, mas não ficou de verdade no fundão, só uns 3 assentos à frente… ao colocar seu corpo sobreposto ao assento, o coração de Francesca finalmente estourou e deixou todo aquele ar comprimido sair dele com um enorme suspiro…

Após uma viagem de ônibus…

Finalmente! Townsville High estava a vista! Pareceu uma eternidade, Francesca nem queria acreditar no tanto de aluno que havia ali, mas era quase toda a escola… o ônibus parou e todos foram saindo lentamente, a ruiva também saiu o mais rápido que pôde e correu para não se atrasar, enquanto corria, Francesca nem percebera as pessoas que ficavam para trás e ficavam furiosas com a mesma por ter quase as atropelado, até que o inevitável aconteceu… Francesca esbarrou com alguém… … … ela sentia sua cabeça latejar por momentos, teria caído tão mal assim? Ela se ajoelhou e tentou encontrar seus óculos, mas nada, o chão estava limpo e não havia nenhum óculos nele… a ruiva se desesperava, será que teria de ficar “cega” durante todo o dia e nem poderia ir em suas tão preciosas aulas? Era o que ela pensava… até que um milagre aconteceu…

-Ahhh… desculpa, não vi por onde andava…

Ao seguir o som da voz, Francesca encontrou seus óculos, os puxou e os colocou na cara olhando para quem tinha esbarrado e… explodiu! Essa era a única palavra para descrever o coração da ruiva agora! Tinha explodido! Tamanha beleza, gentileza e compaixão a deixou louca por segundos, era Mike… com todo seu resplendor e seus lindos olhos fitando Francesca… ela corou feito um tomate e tentou esconder seu rosto, se levantando e correndo para uma direção aleatória…

Mike-Mas… o que será que deu nela? Será que ela ter fobia a sujidade…? Minhas mão nem cheiram e nem estão sujas né?

Perguntava para si mesmo enquanto aproximava suas mãos de seu nariz e logo um sentimento de repulsa o atingiu, obrigando-o a virar a cara para o outro lado e abanar suas mãos de forma a tirar o cheiro, inutilmente… já Francesca se concentrava em se tirar do mundo que vivia, estava tudo uma bagunça! Toda a sua vida tinha sido tão fácil até então e agora estava nesse tipo de situação, só havia um lugar onde ela poderia descansar e pensar nas coisas… o porão de seu avô…

Devem estar perguntando, porque uma garota tão bela, tão certinha e tão organizada iria para um porão velho e empoeirado? Fácil, porque o seu porão não estava nem velho, nem empoeirado, ele tinha virado sua “bat-caverna” onde ela ia sempre que precisava estar sozinha sem ouvir nada e nem ninguém… ela chegou em casa, fechou a porta, as janelas e tudo o que havia para ninguém entrar e foi para sua bat-caverna…

Lá ela se deitou no sofá e começou lendo um gibi que ela tinha guardado da Mulher-Maravilha, mesmo tendo já 16 anos, ela gostava de ler às vezes essas histórias surreais, mas bem trabalhadas… e se imaginava como ela… poderosa, justiceira e confiante… nenhuma dessas características estava em Francesca… ela não era poderosa, justiceira e muito menos confiante… mas… a esperança era a ultima a morrer né?

Estados Unidos da América

Floresta de Townsville

13:50

Ult já estava se habituando à presença dessa criança em seu pequeno “reino” ela era tão sossegada e não reclamava, ou ficava fazendo pirraça por tudo e por nada, só ficava ali no sofá sentado e assistindo TV… mas ela tinha que fazer alguma coisa… e se tivesse alguém o procurando? Ela tinha de chamar a policia, ou alguém com cargo autoritário grande o suficiente para cuidar do assunto! Foi nesse pensamento que Ult ligou para a Agência de Proteção de Menores (A.P.M) ela poderia resolver o problema…

-Estou sim?

Ult-Olá… meu nome é Ult Yoland Bunny e eu tenho aqui em minha casa um garoto que apareceu na minha porta, cheio de fome e quase sem  roupa no corpo… eu não sei se há alguém atrás dele, ou se alguém lhe fez mal, mas ele não fala nada e eu estou com muito medo e preocupada com o garoto, é que… sabe? Eu não tenho condições de criar uma criança como ele e ainda por mais isso não seria legal por lei né?

-Pois minha senhora, não seria… bem, enviaremos alguém para a ajudar e para saber o que fazer com essa criança, só aguarde, não demorará nada…

Ult-Ok… huh?

E no mesmo momento que desligou a chamada, Ult ouviu um bater em sua porta, ficando surpresa com a eficiência do serviço, ela foi até à porta, mas antes de a abrir ela se virou e disse…

Ult-Ei pivete, vai se esconder no banheiro… ok?

O garoto ficou meio apreensivo sobre o pedido de Ult, mas fez o que ela fez e esperou algum sinal para sair e só pôde ouvir uma voz dizendo…

-Olá, somos dos serviços da A.P.M, Agência de Proteção de Menores, gostaria de fazer umas perguntas sobre a criança que disse que encontrou…

Enquanto essa pessoa falava, ela parecia dar passos pesados enquanto andava… como se estivesse carregando algo pesado, mas o garoto não tinha certeza do que era… e logo ouviu Ult… talvez por uma ultima vez…

Ult-Ah sim, uau! Vocês são rápidos, bem, eu disse a ele para ir no banheiro e… Agh!

Nessa hora só se pôde ouvir um som de uma arma disparando alguma espécie de raio e isso exaltou o coração do garoto, ele estava encurralado, sem saída e talvez a única pessoa que foi gentil para ele agora estivesse morta, dentre todos esses pensamentos, o garoto viu a porta do banheiro sendo aberta… estava acabado, era ali que acabava… a porta se abriu e no mesmo momento uma explosão negra ocorreu, desintegrando a van por completo e tudo dentro dela…

Continua…


Notas Finais


E aí? Gostaram? No próximo capítulo já teremos o encontro de uma das garotas e desse desconhecido tão poderoso, podem esperar! Comentem para ajudar e até o próximo capítulo!


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