História Y o u - KaiSoo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Exo, Jongin, Kai, Kaisoo, Kim, Kpop, Kyungsoo
Exibições 57
Palavras 678
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sinceramente, este cap não tem nem uma partícula de KaiSoo ;-; MAS N DESISTAM PLEASE! É apenas um pequena introdução da vida do pequeno Kyungie, por isso compreendam °~°
Se por acaso gostarem, votem please~ ☆ Não custa nda *^*
Boa leitura ♡

Capítulo 1 - Part.1


O amor é algo que sempre iremos sentir, querendo ou não.


Está no nosso sangue, no nosso DNA, nos nossos instintos - teremos sempre que nos agarrar a algo para nos apoiar-mos nos momentos mais difíceis. É como se fosse o nosso apoio emocional.


Porém, o pior é quando esse apoio desaba. Pode acontecer de muitas maneiras; medo, desilusões, desgostos, morte - tudo aspetos muito negativos e deprimentes. E quando isso acontece, por vezes não queremos acreditar que tudo simplesmente acabou. É uma fase muito dura, demasiado realista. É algo que o nosso interior não pode aceitar - e por isso acaba sempre por encontrar outro apoio.


Existem casos em que isso não acontece. Algumas pessoas não podem encontrar um apoio assim tão facilmente, como se fossem ali ao supermercado da esquina e perguntassem "Olhe desculpe, ainda vendem apoios emocionais?". Não, a vida não funciona assim. Tudo tem o seu lado bom e mau, dependendo do ponto de vista da pessoa.
O que essas pessoas fazem é andarem vazias, como se fossem casúlos abandonados por borboletas. Seguem as suas vidas como se nada fosse, e quando se encontram sozinhas explodem com os sentimentos ressentidos nos seus corações - e ainda existem outras que pura e simplesmente se suicidam, tal é o desespero.


Eu era uma dessas pessoas - não das suicidas, mas das vazias.


O meu maior apoio emocional perdera-se no tempo, deixando-me para trás apenas uma casa igual a mim, isolada e silenciosa. Como um idiota, permiti-me viver no seu lugar, pois sabia que se ela estivesse viva, quereria sempre o meu bem.


Eu conhecia-a desde que nascera, e perde-la para uma doença tão injusta como um cancro fora uma grande merda - não existe outra forma de explicação.
Mas eu, como um grande imbecil, resisti e selei as minhas lágrimas à chave, continuando com a minha expressão fria no seu funeral; as minhas lágrimas eram apenas algo que ela podia ver, e mais ninguém.


Sim, a minha figura materna era o meu maior apoio emocional.


Dizem que nada bate um amor de mãe, e eu apenas descobri que isso era verdade tarde demais.
O seu sorriso brilhante, e as suas piadas mais secas atacaram a minha mente quando eu menos esperava - eu amava a minha mãe mais do que tudo e todos, sendo que fora ela quem cuidou de mim durante todo aquele tempo.


Amava-a mesmo sendo adotado.


E eu não a pude proteger; protege-la de algo que ela combatia internamente. Não havia tempo, dinheiro, nem cuidados suficientes. Claro que eu acabaria por perdê-la de qualquer das maneiras - eu era apenas um rapazinho fraco e pálido que chorava por ela todas as noites.


A minha adolescência foi toda passada assim: combatendo o cancro da minha mãe e indo à escola apenas para fazer testes e exames - os quais eu tirava sempre notas altas, para não desiludir a minha progenitora.


Com isto, eu não tive especificamente uma vida normal - tudo girava à volta da minha mãe solteira, e mais nada. Foi uma época fria e distinta da minha vida, passada sempre entre casa, hospital e escola. Não tinha amigos, mais familiares ou conhecidos; não havia tempo para essas coisas.


No entanto, isso tudo terminou. Nos meus 22 anos de idade, a minha mãe deu o seu último suspiro, logo quando eu não estava com ela.
Eu tinha de trabalhar mais uma hora extra naquele dia, e quando finalmente ia em direção ao hospital, com uma chamada no meu telemóvel foi como se me tivessem morto também a mim.


"Do Kyungsoo? Sou eu, o médico Park. Eu lamento imenso, mas... A sua mãe faleceu hoje, às 21:34h. Poderia vir rapidamente para cá?"


Já nada fazia sentido.
Ela era a minha mãe; a pessoa que supostamente deveria ver-me crescer com saúde, boas notas e sucesso. Se ela não estivesse lá, quem estaria? Eu não tinha mais ninguém. Era um solitário que só saía da cama para trabalhar, comer e viver uma vida sem emoções.


Não existia ninguém que pudesse ser o meu outro apoio emocional.



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