História Yami e Téa.... Only hope - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Yu-Gi-Oh!
Personagens Celina (Serena), Duke Devlin (Ryuji Otogi), Jaden Yuki, Joey Wheeler (Katsuya Jonouchi), Mai Valentine (Mai Kujaku), Personagens Originais, Rebecca Hawkins, Ryo Bakura, Seto Kaiba, Téa Gardner (Anzu Mazaki), Yusei Fudo
Exibições 19
Palavras 3.589
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem dessa fic...

Capítulo 1 - Um sonho...


Fanfic / Fanfiction Yami e Téa.... Only hope - Capítulo 1 - Um sonho...

Uma certa noite, em um apartamento, havia um casal que dormia tranquilamente. A garota que se chama Téa, aparentava ter dezoito anos, seus belos cabelos achocolatados caiam-lhe sobre os olhos azuis que agora estavam fechados, sua pele era clara e seu corpo era bonito pra uma garota de sua idade. Seu marido dormia abraçado a ela, sempre dormiam bem juntos. Sentiam que se assim dormissem, ficariam juntos pra sempre. Bakura, esse era o nome dele, seus belos e grandes cabelos eram cor de neve, seus olhos castanhos claro que tambem estavam fechados, seu corpo com musculos definidos estavam colado ao de sua esposa, ele aparentava ter vinte anos. Eles se conheceram quando ele tinha somente quinze anos e ela treze, em um hospital de reabilitação. E era com isso que Téa sonhava, porém tinha algo estranho pois ja era a terceira vez que ela sonhava com isso na semana e sempre tinha o mesmo fim.

— Ai que tédio, – Em seu sonho Téa falava com uma garota que estava em recuperação de depressão junto com ela. – Não tem nada pra fazer nesse bendito hospital...
— Eu conheço você?
— Fazemos terapia juntas, ficamos no mesmo quarto... esquece.

Téa olha para frente e se depara com um garoto solitário, um garoto que tinha o olhar triste e vago, ele não tinha cabelo e estava bastante magro, mas nada disso fez com que Téa deixasse de notar o quanto aquele garoto era lindo, seus olhos apesar de serem tristes e vagos carregavam uma cor linda e uma esperança enorme de que tudo poderia mudar. Resolveu então ir até ele, quando chegou lá, ele não a havia percebido.

— Olá, eu posso me sentar ao seu lado? – Ele a olhou, e ao levantar seus olhos, viu uma garota cheia de hematomas, seus olhos ainda estavam um pouco inchados e roxos e seus pulsos estavam enfaixados.
— O que você quer aqui?
— Você está sozinho e eu vim te fazer companhia, não posso?
— Não.
— Por que?
— Porque se eu estou sozinho é porque eu quero estar...
— Não seja tão ignorante. Eu só quero fazer uma nova amizade, já que tenho que ficar nesse maldito hospital.
— E por que você está aqui? – Ele perguntou mais calmo, porém não a olhava. Ele olhava pra um lugar qualquer daquele enorme jardim.
— Estou em uma terapia em conjunto.
— Terapia?
— Estava em depressão por causa de um idiota.
— Legal. – Ele olhou novamente pra ela – Não vai se sentar?
— Você quer que eu me sente?
— Se eu estou perguntando...
— Obrigada.
— Mas por que você, entrou em depressão?
— Eu ja disse, por causa de um idiota.
— Um namorado?
— Um ex-namorado.
— Entrou em depressão por que ele terminou com você?
— Não, até por que, eu que terminei com ele. – Ele fez uma cara de que quis saber – Ele me batia, não sei se... – Ela se olhou e viu vários hematomas e roxos em seus braços – É dá pra perceber sim... ele me espancou de tal jeito que eu fiquei duas semanas em coma. Então decidi terminar com ele, mas novamente ele me bateu no meio da rua. Um policial mandou ele parar, porém ele continuou me batendo, o policial atirou na sua testa e o matou na hora... tudo isso perto de mim, entrei em depressão profunda por experiência traumática. Tentei me matar três vezes e.... aqui estou eu.
— Uau. Que história... Que bom que está viva, mas não se envolva com quem te trata como um boneco. Ame quem realmente te ama, e demonstre amor pra quem demonstra pra você.
— Eu sei, obrigada pelo conselho.
— Só acho que você deveria ter mais amor por sua vida e vontade de viver.
— E você, por que está aqui?
— Tenho cancêr.
— Mas já esta se curando, não é?
— Não, estou na fase terminal. Só tenho três meses.
— E você está desistindo de sua vida tão facil assim?
— Não estou desistindo, moça. Só aceitei minha morte...
— Você tem quantos anos?
— Quinze.
— E está aceitando a morte? Não aceite isso, você é muito jovem pra morrer assim!!! Não desista de sua vida tão facil, você tem sonhos, metas e objetivos, não deve aceitar assim tão facil.
— Olha só quem fala, aquela garota que tentou se matar três vezes. Você não está com nenhuma moral pra me dizer se devo ou não desistir da minha vida.
— Tem razão... Mas eu estou aqui não estou? É verdade que tentei me matar, mas se eu estou aqui é porque minha mãe não desistiu de mim, e eu não vou desistir de você.
— O quê?
— Eu acredito que você vai superar essa doença maldita e vai conseguir realizar todos os seus sonhos, metas e objetivos.
— Acredita mesmo nisso?
— Claro, eu acredito em você e na sua vontade de viver.
— Obrigado, ninguem acreditou assim em mim!!!
— Que honra em ser a primeira.
— Qual é o seu nome? – Ele estava sorrindo pela primeira vez, porque desde que ele descobriu a doença ele nunca mais sorriu.
— Me chamo Téa!
— Prazer, me chamo Bakura! Obrigado por acreditar em mim!!!
— É pra isso que servem os amigos!
— Somos amigos?
— Amigos!
— Quantos anos você tem?
— Treze... é eu sei, nova demais pra ter um relacionamento.... mas tive!

Então o sonho de Téa avança dois anos na frente desde que conhece Bakura. Nessa parte do sonho, Bakura tinha dezessete anos e ela quinze. Eles estavam tomando sorvete em uma praça de alimentação de um shopping. Bakura havia se recuperado do cancêr, estava totalmente livre dele, ele e Téa se tornaram melhores amigos faziam tudo praticamente juntos... até que secretamente Bakura foi se apaixonando por aquela menina mulher que era sua melhor amiga. Téa tambem estava perdidamente apaixonada por ele, que lhe passou tanta experiência e lhe ajudava tanto. Nesse dia Bakura havia decidido que declararia que amava Téa, por isso ele escolheu um banco, não uma mesa.

— Esse sorvete é tão gostoso...
— Eu adoro esse sabor, misto de chocolate e baunilha... meu preferido.
— O meu tambem. – Bakura fica sério e encara Téa na expectativa de criar coragem e dizer o quanto a ama.
— Bak o que houve?
— Por que?
— Você ficou sério de uma hora pra outra... está tudo bem?
— Eu quero te dizer uma coisa muito séria, Téa!
— Me deu medo da sua voz... O que você quer me contar?
— Eu... Eu não sei por onde começar... eu... eu... Quer saber? Que se dane!

Bakura pegou Téa pela cintura e a beijou colando seus corpos, ela na hora passou o braço livre pelo pescoço dele e aproximou para mais perto dela. Foi um beijo que até nesse sonho de Téa, a deixou corada enquanto dormia ao lado de Bakura. O ar faltou e por mais que eles quisessem mais, tiveram de se separar por causa da vergonha de Téa. Assim que ela se afastou ficou bem vermelha e se virou para recuperar o ar, Bakura por sua vez tomou coragem e disse pra ela.

— Você é minha vida Téa!
— O quê?? – Ela estava assustada e ao mesmo tempo muito feliz.
— Eu te amo, não somente como amiga, mas como mulher.
— Eu só tenho quinze anos, e eu...
— Você é muito madura pra sua idade. Você me incentivou a viver e graças a você, por você acreditar em mim estou aqui vivo. Eu te amo, e amo como mulher, a mulher que quero que seja mãe dos meus filhos, mulher que escolhi pra envelhecer ao meu lado e que ja nos dois velhinhos e de cabelos brancos... sei que os meus já são, mas eles vão ficar mais ainda... quero morrer junto de você. Téa eu te amo!

Téa chorava de felicidade, pois pensava que seu amor nunca seria retribuido. Ela o beijou serenamente, logo depois do beijo ela sorriu pra ele, ainda vermelha e na vida real ela repetiu em voz alta fazendo Bakura acordar.

— Eu sempre te amei, amo e sempre vou amar. Bak, aquele dia que te vi sentado no banco sozinho e triste naquele enorme hospital eu ja sabia, que você era o homem que me curaria da depressão e que eu amaria pro resto da minha vida. Eu tambem te amo, e saber que você retribui é a melhor noticia do mundo. Aliás hoje é o melhor dia de todos.
— Namora comigo?
— Pra você sera sempre sim, eu te amo.
— Eu tambem te amo.

Téa o abraçou no sonho. Na vida real Bakura deu um beijo na testa dela e disse baixinho em seu ouvido:

— Eu sempre a amarei, porque você me devolveu a esperança de viver. Obrigado meu amor!

No sonho, se avança três anos e os dois sairam de um restaurante discutindo feio.

— Não dá mais pra aguentar esse seu ciúme idiota!!!
— Mas aquele cara estava cantando você na maior cara de pau!!! E você gostando! Téa as vezes eu me pergunto se realmente eu estava certo em dizer que te amava!!!!!!!!!
— Eu odeio você!!!!! Quero que você morra, não vai fazer falta nenhuma!!!!
— Eu na...

Nessa hora passava uma pessoa drogada e armada, viu que eles eram o único casal que passava pela rua, levantou a arma e anunciou o assalto.

— Me dê todo seu dinheiro, e tudo o que você tem, – Ele olhou pra Téa e a fez de refém, ficou-a segurando com uma gravata e com a arma em sua cabeça. Na vida real Téa começa a se contorcer acordando Bakura mais uma vez. – se não ela morre!!!
— Ca-calma, por favor deixe ela em paz.
— Me dê seu dinheiro e tudo de valor agora!
— Tudo bem, mas deixa ela viva por favor...
— Bak, me deixa aqui e se salva.
— Não, eu não vou deixa-la aqui, sozinha!
— Bak, por favor eu...

O bandido deu uma coronhada nela a fazendo desmaiar. Logo Téa da vida real gritou de dor, mas não conseguia acordar. Bakura preucupado, se levantou e se sentou perto de sua esposa sem entender nada, somente pegou em sua mão e viu que estava gelada. Mas continuou vigiando-a. No sonho, quando Bakura viu que Téa foi agredida ele não se conteve e avançou pra cima do bandido, porém levou um tiro no coração e quando ele caiu, o bandido largou Téa que havia caído desmaiada no chão. Bakura se arrastou pra perto de Téa e tentando mais que tudo a fazer acordar.

— Amor acorda.... Eu não...... vou aguentar muito tempo..... eu quero me despedir de você...... – Bakura vendo que Téa não acordava, disse mesmo assim. Ele estava perto do rosto dela, mais perto do ouvido pra ser exata. – Me perdoe pelo que eu disse não deveria ter falado tanta bobagem... mas esse era seu noivo, um idiota ciúmento. Meu tempo está acabando, então........ – Bakura tosse sangue, e ele tem dificuldade de respirar, não tinha muito tempo então ele foi direto ao ponto – Eu amo você, sempre irei amar...... não se sinta presa a mim, porque eu te libero pra você amar quem você quizer. Amor eu preciso que você seja feliz, e que você nunca se esqueça que eu amo muito.... muito você. Eu queria mais tempo e ver novamente esses seus belos olhos azuis que eu tanto amo, mas eu estou sentindo que a minha morte esta cada vez mais perto..... Eu sempre irei ficar perto de você e cuidarei de você de onde quer que eu esteja, serei seu anjo da guarda, e mesmo que você não me veje sempre estarei perto de você minha vida. Conversaremos nos seus sonhos, prometo aparecer em todos e te incomodar bastante, e se precisar de conselhos ou de ajuda eu vou estar nos seus sonhos pra isso. Sempre que precisar de qualquer coisa minha vida, eu estarei em seus sonhos, e nem adianta vir mentindo pra mim, porque eu vou estar te vigiando do seu coração. – Ele olhou por cima de Téa e sorriu, com lagrimas nos olhos – Chegou minha hora, minha Téa... eu amo você pra sempre e não quero que você se sinta culpada por isso, porque eu quis avançar, a culpa foi minha. Adeus, meu sonho....

Dizendo essas palavras ele fechou os olhos e deitou a cabeça perto da de Téa e morreu ali, perto de quem ele ama. Na vida real, Téa chorava e virava a cabeça de forma negativa dizendo "não, não me deixe, eu te amo...." entre outras coisas. Porém nada dela acordar, mas no sonho ela despertou assim que Bakura morreu, quando Téa abriu os olhos viu o amado com a blusa manchada pelo sangue, no lugar do coração e a mancha ia se espalhando. Téa deitou a cabeça no peito dele, não sabia que ele havia morrido... porém não conseguia escutar as batidas do coração dele. Ali caiu a ficha que ele havia partido, Téa se sentia culpada, tanto pelo o que havia acontecido quanto pelo que ela disse antes daquilo acontecer.

— Bak..... Você tinha me jurado que não me deixaria nunca.... você é um mentiroso, descarado.... você jurou..... – Téa estava chorando e suas lagrimas caiam sobre os olhos fechados de Bakura, fazendo como se ele estivesse chorando tambem – Eu te odeio!!!!

Se passaram dois minutos e nada da ambulância chegar, ela então resolveu abraçar Bakura até ela chegar. Chorava silenciosamente.

— Meu amor.... me perdoa pelo que eu disse antes daquele bandido chegar, eu estava com raiva e....... você vai nos fazer tanta falta... eu estava tão feliz hoje de manhã, iria realizar seu sonho.... você seria pai! – Téa acariciava o rosto gelado e sem expressão de Bakura – Você havia me dito que queria ser pai, e que queria formar uma familia comigo.... mas por causa de uma briga idiota você morreu sem nem ao menos saber que seria pai.... Bak eu te amo.... Eu só estava feliz, aquele homem que conversou comigo era o garçom do restaurante eu.... Eu vou sentir sua falta, de sua voz, sorriso e de como você me fazia sentir muito especial, seu olhar, seu calor.... Bak....

Ela chorou. Alguns minutos depois a ambulância chegou, pegou o corpo dele e colocou dentro de um saco pra pessoas mortas. Téa então gritou. O sonho dela avança mais cinco anos e na vida real ela volta a dormir normalmente, porém as lagrimas não paravam de descer deixando Bakura preucupado. Nesses cinco anos no sonho Téa havia perdido o bebê por falta de tratamento e interesse dela. Pra ela não fazia sentido ter um filho sem o pai. Um certo dia ela estava indo pra faculdade ainda triste, quando tropeça em alguém. Ela cai e quando olha pra cima não consegue ver seu rosto, mas ouve sua voz e é tudo que ela se lembra antes de acordar.

— Me desculpe, você está bem?
— Sim. Me chamo Téa, e você?
— Yami....

Ela acorda assustada e assusta Bakura. Quando ela olha pra ele sentado em sua frente, o abraça chorando muito.

— Amor, eu sei que você está nervosa, mas eu não consigo respirar...
— Me jure, jure que nunca vai morrer!

Bakura se afastou, e a olhou tipo “eu estou ouvindo mesmo isso?” e a olhou estranho.

— Jura!!! Por favor... – Téa encostou a cabeça no peito de Bakura e com as duas mãos segurou a camisa dele, enquanto chorava. Bakura acariciou o cabelo de sua esposa e abraçando deixou-a chorar até ela se acalmar. O que demorou, mas quando aconteceu ela adormeceu novamente.
— Ai Téa.... o que eu faço com, você em? – Ele a deitou na cama e em seguida deitou-se ao seu lado, a abraçando de modo que todo o corpo dela se encaixasse perfeitamente no dele e ele a protegesse. – Eu te amo.

Alguns meses se passaram e Téa nunca mais teve esse sonho. Mas sempre ficava meio pensativa de vez em quando, então em uma tarde ela e Bakura estavam conversando sobre como se chamaria o bebê, na sala de casa. Como era feriado Bakura não tinha que ir trabalhar e nem ir pra faculdade, a mesma coisa Téa, então eles aproveitaram esse dia pra ficarem juntos. Eles estavam sentados no sofá da sala de estar, completamente abraçados, Téa estava com a cabeça no peito dele, sorria de felicidade pois finalmente seu sonho se realizava.

— Então se for menina....
— Se chamará Sofia...
— Eu não quero esse nome, é feio e... – Téa tirou a cabeça do peito dele pra encara-lo, e fechou a cara pra ele fazendo-o sentir medo dela. Bakura sorri nervoso, e se rende. – Mas se você gosta, eu não vou me meter nisso.
— Vamos fazer o seguinte... – Ela se encostou no peito dele de novo e ele passou os braços por ela a envolvendo. – Se for menina, você dará o nome, se for menino eu darei. Pode ser pra você, senhor mandão?
— Geralmente é ao contrário, mas sim aceito... e eu não sou mandão!!!
— Tudo bem, Bak. – Ela deita no colo dele e Bakura faz cafuné nela – Se for menino, se chamará... Christian.
— Gostei desse... Se for menina.... Safira.
— Que lindo amor!!!
— Esse nome é de uma pedra preciosa, a mais rara do mundo inteiro...
— Que fofo...
— E sabe por que eu escolhi esse nome?
— Por que ela será preciosa pra nós?
— Tambem, mas eu escolhi esse nome porque ela terá seus olhos tão azuis quanto a pedra safira.
— Amor eu... – Ela se sentou e o beijou, foi um beijo terno e repleto de amor de ambas as partes. Eles só se afastaram pela falta de ar, o que Fez com que Téa saisse e corresse para o banheiro e vomitasse. Ele achou isso estranho, porque era pro enjoo ter acabado a dois meses, ja que Téa estava com quase seis meses e novamente veio o sonho, só que o final foi meio diferente. Bakura morre nesse, como nos outros, porém o cancêr dele havia voltado e não tinha como ele se curar dessa vez. Ela acorda assustada e chorando, Bakura a consola.

— Amor, foi só um pesadelo, eu estou aqui pra você sempre!
— Estou com medo, por você. – Ela o olha assustada. – Você sabe que se ele voltar, não tem como você se curar novamente, não sabe?
— Sei. Mas ele não irá voltar, e você tem que parar de se assustar desse jeito, faz mal pra você e pro bebê.
— Mas eu não controlo o que sonho!
— Eu sei disso, só te peço que não se assuste tanto com coisas que não vão acontecer!
— Como você sabe?
—....
— Bak....
— Eu estou cuidando da minha saúde e... faço exames de sangue todos os meses... – Bakura não olhava pra Téa, abaixava a cabeça – Ela está perfeita, eu juro que estou bem!
— Posso confiar que não está mentindo pra mim?
— Não só pode,como deve. Vamos dormir agora ok?
— Obrigada, por me tranquilizar e não mentir pra mim.... Eu te amo.
— Eu tambem amo vocês.

Ele deu um selinho nela e um beijo na barriga dela.

— Boa noite meus amores...
— Boa noite e.... – Sua barriga mexeu e por sua pele dava pra ver a mãozinha do bebê, e seu pezinho. Téa se emocionou, e colocou a mão por cima de sua barriga e novamente o bebê chuta a barriga e dessa vez ela chora. – Você viu?
— O quê?
— Acende essa luz Bak!!!

Bakura acendeu a luz e viu o filho(a) se mexendo e se emocionou.

— Não dá pra acreditar, eu fiz uma vida eu...
— Você ajudou. Quem está carregando e alimentando sou eu, quem vai sofrer a dor do parto sou eu, quem vai acordar a noite para amamenta-la soy yo... então você apenas contribuiu com uma pequeninissíma parte.
— Tudo bem... mandona... – Ele revirou os olhos e disse isso em voz baixa.
— O que foi que você disse amor?
— Nada. – Ele colocou a mão na barriga dela e novamente sentiu o bebê se mexer e sorriu ja com lagrimas em seu belo rosto. Mas Téa percebeu que essas lagrimas eram misto de tristeza e alegria. – Eu amo vocês, sempre amarei.
— Nós tambem sempre amaremos você....

Téa segurou seu rosto e o levantou, já com a mão livre enxuga as lagrimas dele e lhe beija serenamente. Logo que se separaram, ela o encara e o examina.

— Que foi, meu bem?
— Tem algo que você quer me contar?
— Não, eu não... te-tenho na-nada.
— Tem certeza, eu...

Bakura se levanta e se vira de costas, nervoso.

— Ja disse que não tenho nada pra te falar, e se tivesse... não contaria!!!!
— Por que você está gritando, eu não fiz nada de mais?!
— Tem razão, me desculpe amor... eu não sei o que deu em mim e... vamos dormir!

Ele se deitou ao lado de sua esposa e chorou calado, não queria que Téa descobrisse que a leucemia havia voltado, e que ele só tinha quatro meses de vida.


Notas Finais


Irei postar outro cap em breve...


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