História Yami e Téa.... Only hope - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Yu-Gi-Oh!
Personagens Celina (Serena), Duke Devlin (Ryuji Otogi), Jaden Yuki, Joey Wheeler (Katsuya Jonouchi), Mai Valentine (Mai Kujaku), Personagens Originais, Rebecca Hawkins, Ryo Bakura, Seto Kaiba, Téa Gardner (Anzu Mazaki), Yusei Fudo
Exibições 13
Palavras 3.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um cap saido direto do forno...

Capítulo 2 - Bakura diz a Téa que está doente...


No outro dia, os dois acordam cedo porque Téa tinha ultrassom, para saber qual era o sexo do bebê. Quando chegaram no hospital, ela foi a terceira a ser chamada, lá dentro a médica a pediu para deitar e Bakura se sentou ao lado de sua esposa e segurou sua mão.

— Então como vai a mamãe e o papai de primeira viagem?
— Nervosos, né amor?
— Muito e queremos saber se ele é menino ou...
— Menina!
— É mesmo, hoje vocês vão saber se é menino ou menina... – Eduarda, era o nome da médica. Ela gostava muito de Téa, e desejava tudo de bom pra ela e sua familia, e Téa tambem gostava de Eduarda. Apesar dela ser medica, tinha apenas vinte e cinco anos de idade.

A médica ligou a maquina de ultrassom e passando o gel na barriga enorme de Téa, quando ela passou o rolinho, ja dava para ver o corpo do bebê, então ela desceu um pouco mais e viu o sexo do bebê.

— O que vocês queriam que fosse? – Ela perguntou sem tirar os olhos do computador.
— Tanto faz, eu só quero que venha com saúde.
— Ok... – Ela continuou a passar a maquina, em sua barriga e sorriu dizendo pra Téa – Bom, eu quero parabenizar vocês...
— Então é menino ou menina, Eduarda? – Perguntava Bakura ja sem paciência.
— É uma garotinha. Vocês vão ser pais de uma garotinha!!!
— Não acredito que eu vou ser pai da minha Safira... – Ele olhou pra sua esposa emocionado a beijando em seguida. Era muita emoção, para eles dois pela primeira filha deles.
— Vocês vão ter outro?
— Não, eu só quero ela... – Comentou Bakura triste.
— Bak, você me disse que queria no minimo dois... por que a repentina mudança?
— Eu só mudei de ideia, não posso?
— O quê que você tem Bakura?
— Eu estou bem. – Ele se levantou indo para a porta do consultório. – Eu vou te esperar lá fora.

Então ele saiu, deixando Téa e Eduarda sem entender nada. As duas se olham e Eduarda diz:

— Ele é bipolar?
— Não. Eu na verdade não sei porque ele esta agindo assim...
— Como ele é com você? – Ela limpa a barriga de Téa e se vira pro computador.
— Amoroso, carinhoso, companheiro, romantico e alegre... Bakura tem agido estranho tem uns dois meses....
— Ele está te escondendo alguma coisa.
— O que? Ele não mentiria pra mim!!!
— Eu não disse "esse" tipo de coisa! – Eduarda estava retirando o dvd do computador e colocando no envolope branco e dando para Téa que a olhava como se perguntasse o que era aquilo. – Isso é o filme do ultrassom da sua filha.
— Obrigada, Duda! – Téa a abraçou. – Mas o que o Bak estaria me escondendo? Ele sempre me conta tudo...!
— Deve ser uma coisa muito grave, e ele não quer te preucupar por causa da filha de vocês que ainda está no seu ventre...
— Mas ele tem que entender que se continuar assim ele vai estar me matando.... vou fazer ele me contar o que está acontecendo!
— Vá com calma. Não o precione muito, se não ele irá se assustar....
— O que eu faço?
— Se isso estiver realmente te incomodando, deixe isso a mostra. O negue algumas vezes se ele tentar algo... se é que você me entende... – Téa assente – E se ele não aguentar, Bakura irá te contar o que o esta incomodando.
— Ou eu chego e pergunto o que ele esconde, e digo que se ele não me contar irei embora de casa. Acho que vou fazer uma chantagem emocional, sempre funciona.
— E se não funcionar?
— Não converso com ele. – Ela se levantou, e foi andando até a porta. No último minuto ela se virou pra Eduarda – Eu vou indo, obrigada.
— Por nada meu bem, eu vou marcar seu ultimo ultrassom pra quando você estiver com oito meses... Em setembro, dia dez, as oito da manhã. Pode ser?
— Claro, mas pra quê serve esse ultimo ultrassom?
— Nesse ultimo ultrassom pra ver se ela vai ter alguma deficiência ou ela estará normal.
— Ela ja está normal. Eu tenho que ir pra entregar um exame... Ai essa burocracia de "faz exame, entrega exame" cansa qualquer um... – Ela se virou pra porta – Tchau Eduarda!
— Tchau Téa...

Então caminhando pelo corredor Téa fica pensando no sonho que teve, de novo. Era muito estranho que depois de quatro meses sem tê-lo, ele aparece novamente, como se fosse um aviso de “toma cuidado, algo precioso será tomado de você”. Caminhando pelo corredor, ela ficava pensando na vida e não vê por onde anda e esbarra em alguém, porém só não cai porque essa pessoa vendo que ela está grávida a segura pelo braço. Téa observa que ele estava de jaleco, ou seja, ele é um médico! "E que médico!!!" Pensou ela corando, olhando pra ele. Ele era um pouco mais alto que ela, sua pele era a
Meio marron claro, seus olhos eram roxos, assim como seu cabelo, as franjas dele eram amarelas e ele era bastante sério. Quando ele colocou Téa em pé novamente, ele sorriu... um meio sorriso. Ele achou Téa bonita, até achava que ela seria mãe solteira, mas notou sua aliança e desistiu de tentar chama-la pra sair.

— Me desculpe, moça eu deveria prestar mais atenção por onde ando... mas é tanta coisa que eu... realmente me desculpe.
— Eu que deveria pedir desculpas eu estava pensando tanto na minha vida que nem percebi o senhor vindo. Me desculpe...
— Vamos pedir desculpas juntos, ai ficaremos quites...
— Ok.

Ao mesmo tempo eles disseram "desculpa" e riram, porque foi engraçado.

— Bom, moça eu tenho que ir. Tenho uma cirurgia pra fazer... – Ele deu alguns passos e sem se virar perguntou – Qual é o seu nome?
— Téa... Téa Gardner Ryo...
— Prazer, me Chamo Yami...

Nesse momento ela se assusta, esse nome era o mesmo que aparecia em seu sonho, o homem misterioso que ela não conseguia ver o rosto, e o mais estranho que ela o conheceu do mesmo jeito do sonho. Yami ao ver que Téa havia ficado branca a chamou algumas vezes até que ela voltou a si.

— Você está bem? – Yami colocou sua mão na testa dela, pra ver se ela tinha febre e não tinha ao contrário, ela estava muito gelada ele se assustou. – Téa você está doente? Você tem uma gravidez de risco?
— Não e... Na-não... – Ela o olhava, meio abobada por tanta beleza e ao mesmo tempo com medo de seu sonho. – Eu estou bem... eu... err... te-tenho que ir adeus.

Téa passou por ele correndo. Ele a segue com o olhar e quando ela some de suas vistas ele volta a andar indo para sua cirurgia sem entender o que acaba de acontecer. Quando Téa chega a recepção vê Bakura olhando pro tempo, parecia que só tinha o corpo ali, porque o espirito estava bem longe dali. Ela se aproximou do amado, bem devagar pra não fazer barulho, chegou, se sentou, colocou sua bolsa na cadeira ao lado direito, com as duas mãos tapou-lhe os olhos assustando-o.

— Adivinha quem é que te ama, e vai te amar pro resto da vida...? Além de ser extremamente linda, sexy e carinhosa?
— Para com isso Téa, eu sei que é você. – Ele dizia sem mudar sua expressão, sem alterar a voz e tirando as mãos dela de seus olhos. – Eu quero ir embora daqui, não aguento hospitais.
— Sem graça... – Ela acariaciou os cabelos dele, tirando uma mecha de seu rosto e lhe dando um beijo carinhoso em seu rosto.
— O que você quer, Téa?
— Como assim, o que eu quero?
— Eu te conheço... você quer que eu faça alguma coisa pra você, por isso você me beijou assim. – Ele disse isso com ar de pensador, até os olhos ele fechou.
— Eu não quero que você faça nada. – Bakura a olha desconfiado – Tudo bem, vamos almoçar juntos...
— Por que?
— Não podemos?
— Claro, mas é que hoje eu...
— Hoje você o quê?
— Nada, vamos almoçar então...
— O que você ia dizer, Bak?
— Já disse que não é nada, vamos?
— Ok.

Bakura se levantou ajudando Téa a se levantar tambem. Os dois saem do hospital de mãos dadas, porém tinha uma coisa que Téa notava em seu marido, ele estava muito calado, pensativo e estranho esses meses e hoje ela estava determinada a saber o que ele tinha e não aceitaria um “não te interessa” como resposta. Como ela imaginava, o caminho até o restaurante foi tão silencioso que lhe dava agonia, então ela tentou conversar com Bakura que estava bastante focado na estrada.

— O dia está estranho hoje não é amor?
— Sim.
— Você é uma gracinha Bak...
— Obrigado.
— Para esse carro agora!!!
— Por que?
— Eu não quero mais comer com você.
— Mas por que?
— Você está muito frio comigo, calado e muito estranho... o que eu fiz com você pra me tratar desse jeito? – Téa estava se segurando pra não chorar, estava cansada de chorar na frente de Bakura.
— Você não fez nada, Téa... eu só estou de mau humor hoje. Não estou com um pingo de paciência pra conversar, e não quero ficar de "mimi" com ninguém! – Ele continuava concentrado na estrada, não tirava os olhos frios dela. Ele estava dizendo a verdade, estava de mau humor mesmo, porém havia uma mentira. Ele estava doente e não queria dizer a Téa por que ele não quer ver ela sofrer por causa dele, até porque ele prometeu a si mesmo, que jamais a faria sofrer ainda mais por sua causa. Preferia morrer do que vê-la sofrer.
— Mentira.
— Pense o que você quiser!
— Eu te odeio!!! – Ela virou os olhos pra janela e em silencio deixou as lagrimas cairem. Estava sofrendo por Bakura, ele a estava tratando mal, a estava matando com esse jeito frio e indiferente. Mas quando ela se esqueceu que ele estava com ela, soltou um gemido e no mesmo instante ele estacionou  o carro na frente de um prédio comercial, ele tocou no cabelo dela a fazendo abaixar a cabeça. Logo ele abaixou os olhos, pois o que ele não queria estava acontecendo, sua amada estava sofrendo e nem era por causa da sua doença, porque ela não sabia, mas pelo jeito que ele a tratava. Então ele se aproximou dela e beijou seu rosto com muito carinho.

— Me desculpe, não quero ver você sofrendo por minha causa, eu... eu amo você meu amor.
— Então – Ela o encarou com os olhos vermelhos – Por que me faz sofrer assim Bakura?
— Eu ja disse que estou de mau humor hoje...!
— Você está de mau humor a dois meses?
— Co-como assim?
— Você está agindo assim a dois meses!!! O que você não sabe é que por você agir assim comigo, está me matando por dentro, acaba comigo e eu não aguento mais, Bakura, não aguento mais.... – Ela abaixa a cabeça e volta a chorar, fazendo Bakura se sentir mais culpado do que já se sentia. – Além do mais, você está me escondendo algo!
— Téa eu... me desculpe amor eu... eu te amo!
— O que você está escondendo de mim?
— Na-Nada.
— Me fala, por favor eu.... quero te ajudar, quero saber o que te faz sofrer!!!
— Ja disse que não é nada!!!
— Como não é nada? Bakura a dois meses eu tenho visto que você está bastante pensativo, mau humorado e frio comigo e com qualquer outra pessoa... eu conto tudo pra você, me abro com você, não tenho segredo para com você... e eu sei que você está sofrendo, mas você não me conta!
— Eu estou bem....
— Não minta pra mim... Por favor...
— Não estou mentindo, é sério!
— Divida sua dor comigo, seu sofrimento, angústia... Acima de qualquer coisa – Ele estava de cabeça baixa, ela levantou seu rosto e o beijou, um beijo que a muito eles não davam um no outro. Necessitado, repleto de saudade de ambas as partes, e nesse beijo Téa teve a certeza de que ele estava guardando uma coisa dela e que estava sofrendo por causa disso. Ela se afastou e por ver Bakura chorar, ela teve certeza de que isso o estava matando tambem. – Acima de qualquer coisa meu amor, qualquer coisa... Eu vou estar sempre ao seu lado, e vou estar sempre te dando meu amor e te apoiarei... Bak, eu sou sua esposa tenho todo o direito de exigir que você me conte o que está acontecendo. – Ela acaricia o rosto dele com muito carinho – Formaremos uma familia, você será pai e será de uma linda garotinha... E ficaremos nós três juntos até que a morte nos separe... Foi os nossos votos, eu prometo te amar e respeitar, na saúde e na doença, na riqueza e pobreza, na alegria e na tristeza até que a morte nos separe...
— Para com isso por favor, eu não aguento mais....
— Não estou dizendo nada de mais... Só repeti nossos votos de casamento! – Ela enxugou as lagrimas dele e sorriu – Eu te amo acima de tudo e todos!
— Téa... Obrigado por me amar tanto assim... as vezes eu olho pra você e me pergunto o que será que eu fiz de tão bom na minha vida pra Deus te trazer pra mim, ai me vem o pensamento que eu não mereço você. Mas sabe o que me trouxe você? Deus e o destino. Se eles me deram você, é por que sabiam que seria a única que me faria curar do cancêr e me amaria ficando comigo até o dia da minha morte!!! – Ele se virou pra porta e a abriu saindo, em seguida deu a volta no carro enxugando as lagrimas e abriu a porta do passageiro pra tirar Téa de lá e foi com ela até a praça que tinha perto do prédio. Quando os dois chegaram lá, se sentaram em um banco e Bakura segurou as duas mãos dela e a encarando disse – Eu vou te dizer o que está acontecendo comigo, amor...
— Até que em fim, o que é? – Ela estava empolgada pensava que era coisa boa.
— Eu estou doente...
— Era isso? O que você tem?
— De novo...
— Se-seu cancêr vo-voltou?
— Sim, estou tentando a todo custo me curar dele, de novo, mas eu não estou conseguindo resultados... meus glóbulos brancos estão diminuindo muito rápido, e por mais que eu faça quimioterapia não adianta...e deram quatro meses!

Téa se assustou e se desesperou gritando e chorando. Isso chamou a atenção de todos que passava ali, Bakura nada fez só que quando ela começou a exagerar ele a abraçou e beijou sua testa.

— Era por isso que eu não queria te contar eu não queria ver você sofrer assim por minha causa.– Ela tentava se acalmar, mas nada adiantava. Bakura se calou e esperou ela se acalmar sozinha o que aconteceu depois de alguns minutos, porém Bakura não a  soltou do abraço. – Está tudo bem, amor.
— Por que não me contou quando descobriu?
— Ja disse, que não queria ver você sofrer por minha causa!
— E você achou que nunca iria descobrir? Eu ia ver você definhar, seus cabelos cairem, você sangrar como sangrava no hospital... Bak eu ia descobrir!
— Eu sei, mas eu... Me perdoe, eu cuidei tanto da minha saúde e ele voltou mesmo estando saudavel e não tendo como ele voltar.
— Você só tem quatro meses?
— Sim, é o maximo....
— Quando que o medico te disse isso?
— A dois meses.
— Então você só tem dois meses....
— Me perdoa Téa....
— Cala a boca, para de pedir perdão!!! Eu não vou ter você o tempo que eu queria, eu não aceito isso e... eu não vou ter você....
Ela voltou a chorar, dessa vez Bakura nada fez, apenas deixou-a chorar. Era necessário que ela aliviasse tudo o que sentia, ela tinha que por pra fora. Passase os meses, logo Téa estava com quase oito meses de gestação, estava feliz pois logo daria a luz a Safira, sua primôgenta. Porem uma parte sua estava descontente porque em dois meses não veria Bakura nunca mais em vida e por mais que ela quisesse aproveitar o tempo com seu marido, não podia se esforçar muito por causa de seu bebê. Então ficou decidido que enquanto ela descansa, e enquanto Bakura conseguisse aguentar a jornada de trabalho e faculdade assim o faria. Quando Téa completou oito meses, Bakura havia acabado de chegar da faculdade, estava mais cansado que o normal. Ele entrou em casa, com muita dificuldade e tossindo enquanto seu nariz sangrava, com bastante dificuldade, subiu a escada de seu apartamento até seu quarto. Quando abriu a porta
Viu Téa dormir tranquilamente, ele aproveitou e andou até o banheiro e vomitou sangue puro. Ele fez um barulho quando o sangue passou por sua boca, mas quando percebeu o barulho na cama dele, se levantou e trancou a porta do banheiro do quarto e novamente volta a vontade de vomitar. Téa vai para a porta do banheiro e bate três vezes, quando escuta Bakura vomitar novamente.

— Bak, abre a porta... eu quero ver se você está bem se precisa de al...
— Me... M-me de-deixe so-sozinho Téa!
— Mas eu...
— Volta pra ca-cama... eu estou... – Ele vomita novamente e dessa vez fica tonto. – Eu estou bem!
— Ja falei pra não mentir pra mim!
— Me espera na cama, eu ja estou indo...
— Bak...
— Me espera lá!!! – Ele se desequilibra e cai lá dentro.
— Bak você está bem? – Seus olhos estavam úmidos, não aguentava ver seu marido sofrer daquele jeito e aguentar tudo sozinho tendo de ir trabalhar doente pra não expulsarem os dois do apartamento. – Me deixa entrar, amor eu quero te ajudar... por favor...! – A dor de Téa era tanta que ela acabou por deixar suas lagrimas caírem.
— Eu estou bem, con... confie em mim.
— Eu quero vê-lo, te abraçar e te ajudar...
— Téa...!
— Eu amo você, não importa como você está. Agora me deixe vê-lo.
— Não posso, não nesse estado...
— Não me importo se você está sujo, limpo, feio ou bonito... eu te amo Bak, amo muito e estou sofrendo porque você está  sofrendo... me desculpe, mas não vou sair daqui enquanto você não abrir essa maldita porta!!!
— Eu não posso....
— Por que?
— Eu não tenho forças pra levantar, eu estou muito... muito fraco.
— Eu acredito em você, vai conseguir...
— Foi o que você me disse quando eu pensei em desistir da quimioterapia... hum... Amor eu... obrigado por... não desistir de... mim...
— Amor, eu nunca vou desistir de você!
— Obrigado... – Ele se segurou no vaso sanitário e se apoiando no vidro do box pra se levantar. Ao se levantar com muita dificuldade, se apoiou na pia e depois na porta  ao destranca-la a abriu. Téa viu que Bakura estava acabado, muito magro, seus olhos estavam fundos e sua expressão facial era de muita dor e sofrimento, nos dois cantos de seus lábios saiam sangue porque ele havia vomitado sangue puro ela havia visto dentro da pia.

— Você está...
— Horrivel eu sei!
— Lindo! – Suas lágrimas caiam de seus olhos, e ele sorriu enquanto Téa lhe abraçava chorando. Bakura desmaia por causa da fraqueza, caindo em cima de Téa que o leva pra cama com muita dificuldade. Quando ela o deita, tira seus sapatos e sua blusa que estava suja de sangue, ela então se deitou ao seu lado e o abraçou esperando que ele acordasse o que não aconteceu tão cedo. Três horas se passaran e ele foi acordar as três da manhã e sentindo seu peito molhado pelas lagrimas de Téa que ainda estava acordada. Ela sentiu Bakura se mexer na cama então se virou pra cima, para olhar nos olhos dele nisso ela sorriu pra ele que retribuiu.


Notas Finais


Obrigada por lerem... até mais...
Logo logo saira outro cap


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