História Yandere - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Assassinato, Japao, Tortura, Violencia, Yandere
Exibições 36
Palavras 896
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Violência
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 13 - Explosão


 Chegado o dia seguinte, eu fui para a escola normalmente. Eu ainda não havia contado a minha mãe sobre a gravidez, pois eu estava com medo da reação dela.

 Cheguei perto do Hiroshi com a intenção de tentar fazer ele mudar de idéia.

 -Hiroshi!-disse eu.

 -Ah, o que você quer agora!?-disse ele.

 -Eu não irei admitir essa sua atitude! Você vai ser pai, deveria ter mais responsabilidade!

 -Responsabilidade é o caralho! Você só me preocupou. Sabia que eu não dormi essa noite só pensando nisso!?

 -E deveria pensar mesmo! Você deveria ser um bom homem e me ajudar a superar isso! Eu estou muito assustada com essa situação!

 -Já disse, não é problema meu!

 -Por favor Hiroshi, eu lhe imploro! Eu não quero que o meu bebê cresca sem um pai!

 -Não! Não insista! Não quero saber!

 -Mas você disse que me amava! E agora quer me abandonar!?

 -Amava... Tá certo. Eu só disse aquilo pra te levar pra cama.

 -Você... Não me ama?...

 -Eu? Claro que não! Não seja idiota!

 -Você não vale nada!

 -E ei por acaso estou ligando para a sua opinião?

 -Você vai me pagar!

 -Eu não tenho medo de você.

 -Pois deveria! Você não sabe do que eu sou capaz!

 -E você sabe do que eu sou capaz?

 -Não, e nem me importo! Mas que você vai me pagar, você vai!

As aulas do dia haviam acabado. Eu estava andando no corredor em direção a saída quando passei em frente a diretoria, e escutei o diretor falando no telefone sobre mim. Me escondi atrás da porta e fiquei ouvindo:

-Todos estão muito assustados com ela, ainda mais depois daquele assassinato na biblioteca. Sim, todos suspeitam dela. Escute bem, na próxima sexta-feira, o último dia de aula, faremos uma reunião na sala dos professores para decidir o que será feito. Eu conto com a presença de todos os professores. Não importa qual será a decisão, mas a matrícula da Mayu não pode ser confirmada para o proximo ano. Ela não pode ficar mais aqui. Nos livraremos dela antes que ela se livre de nós!

Fiquei com muita raiva. Decidi esquecer por um tempo o assundo de minha gravidez, e tentar bolar um plano para acabar com isso. Voltei para cas. Estava deitada em minha cama pensando:

-Eu poderia tentar esfaquear eles... Não, são muitos professores, eles iriam conseguir me deter. Talvez se eu invadisse o local e disparasse varios tiros sobre eles, talvez... Também não, o barulho dos tiros poderia chamar a atenção de alguém. O que vou fazer? Preciso de uma maneira de matar a todos sem que eu precisasse estar na frente deles. E se eu... Explodisse tudo? É isso! Matarei todos eles de uma vez, explodindo o lugar!!! Agora só preciso de algumas bombas.

Quando meu pai era vivo, ele trabalhava em uma fábrica de munição do exército. As vezes quando meus país não encontravam uma babá para cuidar de mim durante a tarde, meu pai me levava para o trabalho dele. Depois de anos observando a fabricação de minas, bombas e granadas, eu aprendi algumas coisas. Decidi que, para não levantar suspeita, eu não iria comprar as minhas próprias bombas, eu iria fábrica-las eu mesma.

Depois de conseguir o material necessário, comecei a produzir o meu armamento. Sabia que eu poderia estar indo longe demais, estava indo de assassina a terrorista, mas era necessário. Havia prometido que eu iria punir cada um que me fizesse mal.


Depois de três dias, passando tardes inteiras trabalhando duro, e ainda tendo que suportar os sintomas da gravidez, finalmente eu havia terminado. Fiz 6 bombas que podiam ser ativadas por controle remoto num raio de até 1 quilômetro. Havia chegado o dia. Eu iria matar todos os professores e o diretor.


Cheguei na escola antes de todos e implantei cinco bombas na sala. Elas estavam: uma de baixo da mesa, uma na gaveta do arquivo, uma no vaso de flores, uma de baixo do armário, e uma especialmente colocada de baixo da cadeira onde o diretor iria sentar. Por precaução, eu fiquei com uma das bombas comigo, desarmada, caso alguma coisa desse errado.


Fui para a aula e fiquei aguardando o tempo passar. Fiquei tensa, suando frio, só olhando o relógio, e cada tic tac que ele fazia, eu ficava mais e mais ansiosa.


Finalmente, as aulas terminaram, as férias haviam começado para todos, que saíram alegres da escola. Eu não, fiquei uns 30 minutos aguardando, esperando que desse tempo de todos os porfessores entrarem na sala.


Fiquei do lado de fora da escola, observando o segundo andar do prédio, onde a sala dos professores se localizava.


Com um sorriso no rosto, apertei o botão, e uma grande explosão tomou conta do segundo andar. O lugar começou a se consumir em chamas.

-Finalmente me livrei deles!-disse eu.

Eu só não esperava de uma grande reviravolta, os professores estavam todos na sala do prédio oposto.


Olhei para trás, e todos olhavam para mim. Quase fiquei louca de raiva.


Naquele exato momento, armei a bomba que estava comigo e a atirei para cima. Ela quebrou a janela e entrou na sala onde todos estavam e uma nova explosão aconteceu. Agora sim. Todos estavam mortos. Concluí minha vingança contra os funcionários da escola. Agora era só me livrar do resto dos alunos que me atormentavam.

 Eu estava numa situação sem volta, eu estava determinada a terminar o que comecei, e nem que levasse a minha vida toda, eu iria matar todos!



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