História Yandere - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Assassinato, Japao, Tortura, Violencia, Yandere
Exibições 29
Palavras 752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Violência
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 17 - Tortura


Fiquei muito abalada pela morte da minha mãe. Agora eu estava definitivamente sozinha, por conta própria. Eu só queria saber quem a matou, e arrancar as suas tripas!

Alguns dias após o funeral, fui procurar Akari em busca de vingança. Quando cheguei a casa dela, não encontrei ninguém, só uma nota de suicídio em cima da mesa.

-Ela se suicídou?-disse eu.-Melhor assim. Facilita o meu trabalho.

Mas não era o que havia acontecido, Akari não teve coragem de se matar. Na verdade, naquele momento ela estava indo a minha casa me procurar. Como pensei que ela estivesse morta, fui para casa.

No caminho, vi ela caminhando e me assustei. Com a raiva, peguei uma pedra, cheguei por trás dela e a atingi na cabeça. Ela desmaiou. Tive uma idéia e a levei para o mesmo depósito onde ela havia tirado de mim o meu bebê.

 Arrastei ela até o local usando o carro que era de minha mãe.

 Chegando lá, tirei toda a sua roupa e a amarrei numa cadeira. Quando ela acordou, ficou muito assustada quando me viu com um bastão nas mãos.

-Eae bonitinha, quanto tempo heim?-disse eu.

-Mayu? O que é isso?-disse ela.

-Ué, não reconhece este lugar? Esta cadeira? Este bastão? Foi exatamente aqui que você tirou a vida do meu bebê, e é aqui que eu vou tirar a sua!

-Tudo bem, eu aceito as consequências, pode me matar!

-Ah, eu vou matar. Mas antes me responda, porquê você me fez tão mal, toda a minha vida?

-Por ordem da Haruka...

-Você então era a capanga que fazia tudo o que ela mandava por nada?

-Sim, mas há pouco tempo percebi o tipo de pessoa que a Haruka é. Ela mandou eu fazer você perder a criança, mas eu não queria, então ela me ameaçou e eu não tive escolha. Vendo o que eu havia feito, eu decidi me suicidar, até escrevi uma carta para os meus pais, mas depois de tudo, não consegui me matar. Eu queria ir na sua casa para você mesma me matar, mas você estava muito triste pela sua mãe, então decidi ir hoje, mas aí você me nocalteou e me trouxe para cá.

-E porquê você matou a minha mãe?

-O quê? Não fui eu!

-Mentira!!! Você não se contentou em tirar meu filho, então tirou a vida da minha mãe!!!-gritei inconformada.

-Por quê eu mentiria se já estou nessa situação!? Acredite em mim, não fui eu! Pode me punir pelo seu filho e por tudo o que aconteceu antes, mas acredite, não fui eu que matei!...

-Então foi a Haruka!?

-Também não pode ter sido ela. No mesmo dia que você nos viu na praça, ela viajou com a família para o interior.

-Então me diga, quem foi!?

-Eu não sei!!! Eu não sei...-Akari chora.

-Bom, é melhor eu te matar de uma vez. Vai ser bem simples, vou te pagar com a mesma moeda, com o mesmo bastão, e no mesmo lugar. Eu vou espancar a sua barriga até você morrer.

-Faça logo!

-Calma, por quê a pressa? Qual é a emoção de matar alguém sem ouvir alguns gritos de dor dela? Vamos começar?

Começei a bater nela, cada golpe que eu dava, os gritos dela ficavam mais altos, acho que bati na barriga dela uma 30 vezes antes de parar para descansar. Akari estava toda ensanguentada, e gemendo de dor. A expressão em seu rosto era de agonia e extrema dor A essa altura, já havia um enorme buraco em sua barriga, era possível até ver seus órgãos internos, ela já estava cuspindo sangue enquanto tossia. Ela mal conseguia falar.

-M-ma-yu... Me ma-te... Me mate lo-go!... Rapi-do...

-Olha só, implorando para morrer logo, que cena mais bonitinha!

-Ma-yu...

 Aproximei meu rosto do dela.

-Você foi um tormento em minha vida desde a primeira vez que eu te vi. Em nenhum momento sequer você pensou em se desculpar comigo, só veio agora, que está sofrendo de dor e implorando pela morte. Esse é o seu castigo! Está pagando por cada segundo de sofrimento que me fez passar!

 Dei-lhe um tapa na cara com toda a minha força. Meus cinco dedos ficaram marcados no rosto dela.

 -Ma-yu...! Me per-doe...! Me m-mate...!

 -Certo.

Dei um golpe de misericórdia em sua cabeça. Akari morreu.

A desamarrei e a envolvi em uma lona e pus no carro que era de minha mãe. Levei o corpo até a casa de Akari e o coloquei no meio da cozinha. Peguei a nota de suicídio e coloquei sobre ela, para todos pensarem que ela havia se suicidado.

-Adeus Akari. Parece que você era uma boa pessoa, mas fez escolhas ruins, e por isso está nessa situação. Adeus.



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