História Yandere - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Assassinato, Japao, Tortura, Violencia, Yandere
Exibições 30
Palavras 1.125
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Violência
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 18 - Nova amiga


As férias de verão haviam acabado, eu me matriculei em uma nova escola, já que a antiga estava em reforma por causa da explosão causada por mim. A nova escola ficava longe da casa onde minha mãe e eu morávamos, então eu a vendi e comprei uma casa menor para mim, que ficava mais perto da escola.


Antes de partir para o primeiro dia de aula, liguei no noticiário.

-A estudande Ayumi Saito suspeita de matar seis pais adotivos continua foragida, estipula-se que ela fugiu de Quioto, se por acaso você ver está garota...

-Quem deve ser essa menina?-disse eu.

 Desliguei a TV e parti para o primeiro dia de aula. Cheguei na minha escola nova. Parecia que metade dos alunos havia vindo da minha antiga escola. Na minha nova turma, todos os alunos eram os mesmo, inclusive... Haruka. Somente uma garota era nova para mim.

 A nova professora entra na sala de aula e todos a cumprimentam.

-Todos sentados.-disse a professora.-Bom dia a todos, eu sou sua nova professora de japonês. Pelo que eu pude perceber, todos aqui se conhecem. Menos você, apresente-se por favor.

A garota nova se levantou em um só pulo e disse:

-Oi, oi, oi gente! Eu sou Aika Matsui, e vim de Quioto para estudar com vocês!

Ela era uma garota ruiva, com marias-chiquinhas enormes. Parecia que era alegre e extrovertida.


Ela se sentou na cadeira que ficava a minha direita, olhou diretamente nos meus olhos e sorriu. Eu com uma atitude fria, virei minha cara.


No intervalo, ela veio falar comigo. Ela se agachou em frente a minha cadeira e disse:

-Oi, eu sou a Aika!

-Você já disse...-respondi.

-E você é...?

-Mayu.

-Quer lanchar comigo Mayu?

-Não. Prefiro ficar sozinha.

-Ah, qual é? Vamos, deixa de ser tão fria!

-Me deixe em paz! Acredite, você não vai querer que eu passe a ser sua inimiga!

-Então vamos ser amigas!?

-Talvez depois.

Me levantei e fui ao banheiro. Aika me seguiu.

 Estávamos no corredor e Aika vinha atrás de mim. Quando percebi a presença dela, eu me virei e disse:

-O que é que você quer!?-perguntei.

-Seu amor!-respondeu ela.

-Como?

-Vamos ser amigas! Por favor! Por favor! Por favor!...

-Ah, larga do meu pé, será que não posso nem ir ao banheiro sossegada!?

-Tudo bem, depois a gente se fala!

Fui ao banheiro e lavei meu rosto.

-Ai, que garota insuportável! Espera... Estou tratando ela como a Haruka me tratava! Droga, no que estou me tornando? Ah, esquece, tenho que pensar num jeito de matar os outros. Já matei duas colegas e 21 funcionários da escola, não vou parar agora!!!

 Aika apareceu derrepente atrás de mim.

-Wow, nossa! Você matou mesmo todas essas pessoas!?-disse Aika.

-De onde você saiu!? Há quanto tempo está escutando!?-me assustei.

-Então foi você a responsavel pelos assassinatos em Mumei!? Nossa, virei sua fã!

-N-Não é verdade, o que você está dizendo!?

-Você é péssima mentirosa sabia? Pode me contar, todos nós temos segredos.

-Saia daqui!!!

-Mayu, eu não vou te julgar se você cometeu esses crimes, e nem vou te entregar. Eu também fiz coisas de que não me orgulho, e tenho meus segredos. Por exemplo, meu verdadeiro nome é, Ayumi Saito!

-Saito? Ayumi Saito!? A garota que incendiou a própria casa e matou os pais adotivos!?

-Eu mesma!

-Mas... Não pode ser! A garota que foi mostrada nos noticiários era completamente diferente de você!

-Eu te explicarei com prazer. Mas não aqui. Estamos muito expostas.

 -Então... Onde podemos conversar.

 -De preferência em um lugar vazio.

-Tudo bem, você pode vir a minha casa depois das aulas?

-Claro, ficarei honrada.

Após as aulas, eu levei a Aika, ou melhor, a Ayumi para a minha casa. Ajoelhamos uma em frente da outra.

-Tá bom, me conte.-disse eu.

-A foto que foi divulgada na TV, na verdade é da minha irmã morta Chinatsu.

-Como tudo isso foi acontecer com você?

-Bom, eu morava em um orfanato com a minha irmã em Quioto. Um dia uma família resolveu nos adotar. Eles pareciam gentis e carinhosos quando os conhecemos, mas depois de um tempo, eles começaram a nos maltratar. Faziam a gente limpar a casa e trabalhar na loja deles, eles nos batiam quase todos os dias, e nos davam pouca comida. Éramos praticamente escravas deles. Um dia tentei acabar com tudo para salvar a minha irmã, coloquei remédio para dormir no jantar dos nossos pais, e então coloquei fogo na casa. Eu só não contava que Chinatsu estava trancada no quarto de castigo, e ela acabou morrendo junto com eles. Eu fiquei desolada, pois havia matado a minha única família. Os investigadores descobriram que uma das filhas do casal havia sumido repentinamente, e então suspeitaram dela, ou seja, eu. Quando eles foram ao orfanato buscar a minha foto, eles acabaram pegando a da minha irmã, e então divulgaram a foto dela com o meu nome. Me aproveitei da situação e peguei o dinheiro dos meus pais adotivos que estava no banco, e fuji para esta cidade, me matriculei naquela escola para tentar recomeçar, e agora estou aqui, contando tudo para você.

-Que triste.

-Pois é. Eu já confessei meu crime, agora sua vez!

-Eu?

-Sim!

-Tudo bem, já que você confiou em mim...

Contei para ela tudo o que aconteceu comigo do começo ao fim, tudo o que eu fiz, e tudo o que me obrigou a cometer aqueles crimes.

-Nossa que história!-disse ela.-Mas foi meio idiota da sua parte...

-Como é que é!?

-Com todo o respeito, mas você não pensou direito. Você não deveria ter matado essa tal de Sakura no mesmo dia que você voltou, é claro que iriam suspeitar de você. Quanto a morte dos professores, você deveria ter se certificado de que eles realmente estavam na sala onde as bombas estavam. Você teve sorte, mas já pensou se um professor tivesse escapado?

-E quanto a Akari? Foi muito inteligente fazer todos pensaram que ela se suicidou.

-Quase... Pelo que eu pude perceber, você arrastou ela até em casa. Muito perigoso. Alguém poderia ter visto você. O depósito onde você a matou fica próximo as docas. Voce deveria ter amarrado uma pedra bem grande no corpo dela e jogado no mar, e com um tempo, os peixes iriam devorar o corpo dela.

-Nossa, você pensa em tudo! Eu ainda preciso matar algumas pessoas, será que você pode me ajudar?

-Claro!!!

-Onde você mora?

-Bem... Eu... Num contêiner nas docas.

-Sério?

-Eu estou tentando arranjar um emprego para alugar uma casa, e por enquanto estou vivendo por lá.

-Então nesse caso, você irá morar aqui comigo!

-Sério? Mas eu não serei um estorvo?

-Claro que não, fique tranquila. Eu vendi minha antiga casa por um bom preço, então tenho bastante dinheiro. Podemos juntar com o seu, e então teremos o suficiente para viver por um tempo.

Ayumi pulou em cima de mim e me abraçou.

-Obrigada! Muito obrigada!-disse ela.-Você é a primeira pessoa que faz isso por mim! Ouça, será que eu posso gostar um pouquinho de você?

 -Quanto é esse pouquinho...?

-O suficiente para beijar essa sua boca!

-Bem, vamos discutir isso mais tarde...-fiquei envergonhada.-Então... Amigas!?

 -Namoradas!

 -Amigas Ayumi...

 -Tudo bem... Amigas.



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