História Yandere Eren - Capítulo 21


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Grisha Yeager, Hange Zoë, Jean Kirschtein, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Personagens Originais, Reiner Braun
Exibições 59
Palavras 2.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


MAH OII !! Estou aqui de novo ! Mas é sexta ! Sim mudei as postagens para sexta ! Tá meio bosta, tá, mas to meio sem idéias, pelo menos tem capítulo não podemos reclamar né ? Boa leitura meus queridos leitores !

Capítulo 21 - Lembranças... Pai... ?



  — Eren ?
  Levi me olhava com um olhar de dúvida, talvez esperando um resposta, e percebo que como sempre eu estava perdido nos meus pensamentos, olho para os dois seriamente.
  — Ah, sim, quando eu posso ir ?
  — Bem, a qualquer hora, não é uma festa com hora marcada.
  — Ok, ok...
  — Eren está tudo bem com você ? — Mikasa se aproxima e fica na minha frente, eu sentia sua respiração, e eu estava bem nervoso e corado, eu desvio o olhar.
  — S-sim, não precisa se p-preocupar.
  — Eren...
  Levi solta um pigarro, chamando a nossa atenção.
  — Então Eren, você pode aparecer hoje ? É meio urgente. — Levi disse tirando Mikasa da minha frente.
  — Tá, eu... eu vou ir... tchau...
  — Boa noite. — Levi faz um aceno com a cabeça e Mikasa acena com a mão. Fecho a porta e fico ali parado, fazendo absulutamente nada, pensando no meu pai e... tudo o que ele fez por mim... vou no meu quarto e deito na cama, mesmo sendo de tarde eu vou dormir e coincidentemente, meu sonho foi apenas uma grande lembrança do passado...
 
  ...Lembrança...
  Uma lembrança de 7 anos atrás, quando eu tinha apenas 10 e eu conhecia Mikasa apenas um ano, eu estava no carro do meu pai, voltávamos para casa após ele ter me buscado do colégio.
  — Me diga como foi seu dia Eren, você se confessou a garota que você gosta ?
  — Eu não consigo ! E eu fiquei muito bravo hoje !
  Ele, com um sorriso me olhou.
  — Por o quê ?
  — Um garoto de outra sala também gosta dela... Eu... eu não sei o que eu faço...
  Ele começa a rir.
  — Porque, sei lá, briga com ele ?
  — Acho que, vou fazer isso...
  Finalmente chegamos em casa, fomos rapidamente para dentro de casa, meu pai odiava ficar saindo...
  Era talvez umas 1h30 da manhã, acordo com meu pai andando pela casa, me levanto e vou direção a porta e a abro lentamente para não ser percebido, vou em direção ao quarto de meu pai e o vejo mexendo em uma grande maleta preta, fico parado na porta e o chamo.
  — Pai ?
  Ele me olha assustado mas depois respira fundo de alívio, ele se aproxima de mim e se ajoelha.
  — Eren, é tarde, vá para sua cama.
  — Eu... eu perdi o sono... o que tem naquela maleta ?
  Tento ver a maleta atrás dele, e vejo algo brilhante dentro dela.
  — Nada importante, agora vá para seu quarto dormir.
  — Não consigo dormir, eu te disse ant...
  — VÁ PARA SEU QUARTO !!
  Me assusto pelo seu grito e dou um passo atrás, ele coloca a mão no rosto e sua respiração estava pesada.
  — Me desculpe Eren, eu estou... estou resolvendo alguns assuntos meio estressantes... por favor, vai dormir.
  — Tá bem...
  Ele se levanta e vai no armário, me aproximo daquela misteriosa maleta antes de ir embora e vejo dentro... armas de fogo ? Pistolas, um rifle ? Porque meu pai tinha aquilo ?
  — São de verdade pai ?
  Ele me encara, e abaixa um pouco a cabeça.
  — Ahh... bem...
  Eu percebo que ele segurava um faca na mão, a faca estava suja de... sangue ? Assustado, dou mais passos para trás.
  — P-pai... o q-que o senhor... vai fazer com esta f-faca ?
  — Eu... eu nunca te machucaria meu filho...
  Escuto gritos abafados vindo do porão, esses gritos pediam... ajuda ? Vou correndo em direção ao porão e escuto meu pai gritando.
  — Eren !
  Não paro de correr e finalmente chego na porta que fica embaixo da escada, que ia ao porão, eu abro a porta e desço lentamente as escadas e vejo aquela terrível cena, um prisão embaixo da minha casa, com vários cadáveres e apenas uma pessoa viva, a que tinha gritado antes, era um rapaz de talvez 20 anos, tinha cabelos pretos e olhos azuis, usava trapos como roupas e estava sujo de sangue e sujeira e repleto de machucados e hematomas, ele me encarou, talvez com uma pontada de esperança de eu ser a salvação.
  — Q-quem é você m-moço ?
  — Você ! Você deve ser o filho do Dr. Jeager que ele tanto se orgulha !
  — É... a-acho...
  Ele me olhava, esperançoso e com um sorriso no rosto.
  — Me ajude garoto ! Me tire dessa carnifiçina ! Por favor !
  — E-eu...
  Começo a andar para trás e me esbarro em alguém, olho para trás e vejo meu pai com uma cara assustadora.
  — Se afaste Eren.
  O sorriso do homem se desfez, ele agora estava com muito medo e pedia para meu pai parar, eu não sabia o que estava acontecendo naquele exato momento, e a única coisa foi ficar ali, em estado de choque.
  — Por favor dr. Jeager ! Eu não lhe fiz nada !
  — Filho, saia daqui.
  — Ah... — Eu estava com lágrimas em meus olhos, começei a tremer e me ajoelhei no chão — Eu...
  Meu pai se aproximou de mim e me deu uma pistola, seu olhar era assustador.
  — Mate-o e... — Ele faz um pequeno sorriso — Vai ver a incrível boa sensação de tirar uma vida...
  Aponto a pistola em direção ao rapaz.
  — Garoto ! Por favor ! Não faça is...
  E atiro, vejo apenas o homem cair no chão, morto...
  — E então ? — Meu pai me encarava com um sorriso medonho — O que achou ?
  — Eu... eu achei legal... e... — Sinto uma estranha sensação percorrer o meu corpo — Eu quero... eu quero fazer isso novamente...
  Meu pai solta um longo sorriso...
 
  Se passou mais ou menos um ano e meio, era uma noite de final de semana, eu e meu pai íamos de carro para uma festa formal que irira ter em um bairro chique de Shinganshina, estavamos em silêncio, meu pai não parecia estar bem.
  — Algum problema pai ?
  — Huh ? Ah, não é nada, não se preocupe.
  — Ok então.
  Durante o resto do trajeto o silêncio permaneceu predominante...
  Na volta, meu pai parecia estar mais preocupado que antes, desconfiava de todos que estavam na festa, ele estava diferente... Meu pai não seguia o trajeto para nossa casa, e enrolava dando voltas e voltas pela cidade.
  — Onde estamos indo ?
  — Quieto, Eren.
  Ele estava assustado, conseguia ver suas mão tremendo enquanto segurava o volante, isso estava estranho, meu pai não sente medo. Olho para trás e vejo uma caminhonete preta nos seguindo, ignorei isso de primeira, depois de alguns minutos vejo que a mesma caminhonete continuava nos seguindo, acho que por isso ele estava assustado, mas ele não sente medo disso então... o que seria ? Depois de algum tempo, a mesma caminhonete preta ficou na nossa frente.
  — Tsc ! — Meu pai murmura.
  Vejo algo brilahnte saindo pela janela dos bancos de trás da caminhonete.
  — Eren !
  Meu pai me empurra com força para a porta.
  — Pai ! O que está acontece...
  -BANG!-
  Um disparo de pistola, vejo meu pai indo para o lado e, antes dele cair no chão, olho um pequeno buraco no meio da testa dele... ele foi baleado na cabeça... O carro descontrolado bate em um poste...
  Ninguém naquela época sabia a indentidade do Dr., a versão psicopata do meu pai, e nós dois fomos ao hospital como pessoas comuns que sofreram um grave acidente, eu sofri fraturas leves e meu pai... morreu pelo disparo da arma, me faziam perguntas mas eu não sabia como respondê-las e na maioria delas eu permanecia em silêncio, eles não conseguiram nada comigo, então, o caso do assassinato foi engavetado e nunca resolvido. O enterro dele foi dois dias depois... Eu fiquei depressivo por meses, me ofereçam me colocar em um orfanato mas, resolvi morar sozinho... Após uns tempos, descobriram que ele era o psicopatamais perigoso do país...
 
 
  Eu havia dormido por horas mas ainda estava claro lá fora, eu acordo cansado e vou me arrumar para ir na delegacia, assim que fico pronto vou saindo de casa, estava trancando o portão quando vejo Armin se aproximar.
  — E aí Eren ! Tudo legal ? Onde está indo ?
  — Sim, estou legal, eu vou na delegacia.
  Armin se aproxima de mim e fala baixo, quase sussurrando.
  — O que você fez ?
  — Nada. — Eu falo no mesmo tom de voz, depois começo a falar normal novamente — Eles encontraram alguém... tenho quer ir vê-lo.
  — E quem seria ?
  — Ãnn... você quer ir comigo ?
  — Tá, pode ser.
  Íamos de carro, e Armin me dizendo o que teve na sala assim que eu saí, Maria não falou e permaneceu em silêncio até o final da aula, e outras coisas aleatórias.
 
  Finalmente chegamos na delegacia de polícia, eu suava frio, assim que entramos, vejo Levi vir em nossa direção.
  — Finalmente chegou Eren !
  — Não tem problema eu ter trazido o Armin, não é ?
  — Não, não, — Seu tom animado se torna mais sério — Agora me acompanhe
  Ele me leva até uma pequena sala de interrogatório, quando entramos, vejo um homem aljemado sentado em uma cadeira.
  — Me tira daqui ! Seu delegado viado !
  — Olha cara, não vou te tirar daqui, e me xingar de viado não adianta nada porque eu sou ! E Eren — Ele aponta outra cadeira da sala. — Sente-se.
  — Ele é alguem que você conhece Eren ? — Armin estava com uma expressão de dúvida.
  — Talvez...
  O encaro bem nos olhos, ele tem uma leve barba e um bigode, usava óculos escuros, olhos cinzas e cabelos pretos, nos primeiros segundos que o vejo começo novamente a suar frio, ele é exatamente igual a meu pai.
  — Ãn, qual é o seu nome.
  — Eu ? Eu não lembro... acho que... graxa ?
  — Quê ? — Armin me olhou em sinal de indagação, e depois ao Levi — Sr. Ackerman, você pegou um louco da rua.
  — Eu não sou louco ! — Gritou o homem.
  — Você... — O olhava com um pouco de tristeza — Você me conhece ?
  Ele me olha bem...
  — Não... acho.
  Não podia ser meu pai, mesmo assim, tento tirar mais informações dele, graxa ? Pode ser algo relacionado a Grisha ? Acho ? Será que talvez ele tenha perdido a memória ?
  — Você já teve família ?
  — Rapaz, estou sozinho a anos, mas que eu me lembre, eu tinha sim.
  — E um filho de dez a onze anos ?
  — Acho que sim.
  — Espera, — Armin me encara surpreso, — Filho ? Você acha que... ele seja seu pai ?
  — Ele é idêntico ! Mas nenhum de vocês viu me pai em uma foto ou pessoalmente, ele odiava tirar fotos e... está morto... ou estava...
  Me levanto e coloco minha mãos na mesa para poder me apoiar nela, eu começo a o fitar com meus olhos.
  — Como pode... ser igual a ele ?
  — A quem rapaz ?
  — Igual ao... igual ao meu pai... que morreu a seis anos...
  — Seu... pai ?
  Paro de me apoir na mesa e fico normal de pé, sinto os olhares de Armin e Levi sobre mim.
  — Eren, tente tirar mais informações, ele pode ser o...
  — Eu... eu vou tentar — Eu estava perdendo a calma — Tente lembrar seu nome.
  — Eu não sei !
  — Eu acho que ele perdeu a memória, Levi. — Armin dissse, meio desanimado.
  — Fale coisas para ele tentar se lembrar.
  — Seu nome... — Eu tinha um olhar sério sobre ele — é Grisha Jaeger, não é ?
  Ele abaixa sua cabeça.
  — Talvez...
  — Você se lembra de mim ? Eu sou... Eren Jaeger... seu filho.
  Ele continuava imóvel, me aproximo dele e tiro seus óculos, olhos totalmente brancos, ele é um fantasma, daqueles que me atormentaram tempos atrás. Sinto ele olhando para mim.
  — Mas o que...
  Assustado, Levi me tira de perto dele e levanta a sua cabeça, Levi tinha uma expressão assustada ao ver os olhos totalmente brancos, encaro Armin que tinha a e expressão.
  — Eren, — Levi leva seu olhar a mim — O que fazemos, ele... ele não é humano, acho...
  — Eu vou levá-lo para casa e tentar recuperar sua memória...
  — Você está louco, Eren ? — Armin segura meu braço, ele me olhava, incrédulo. — Quer levar isto para sua casa ? — Apontou para meu pai — E se ele te matar ! Ou algo pior !
  — Ele é meu pai ! Eu tenho certeza ! Não quero perdê-lo novamente !
  Me solto do Armin e vou em direção ao meu pai e o tiro da cadeira, ele ainda estava aljemado, apenas um olhar a Levi e ele tirou as aljemas, Armin tentava me impedir várias vezes mas não teve sucesso, entro no carro com meu pai dentro do carro e vou embora...
...


Notas Finais


Já acabou ! A fic vai demorar mais um pouco para acabar ! Porque tenho meu celular agora então não se preocupem ! Tava pensando o que eu poderia colocar nos próximos capítulos... idéias ? Além de desenvolver mais o romance do Eren e da Mikasa e mais coisas... mas bem chega de conversa ! Falou meus leitores !
Matta ne !


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