História Yandere Simulator - Lovesick - Capítulo 32


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá pessoas, como vão?

Quando estava escrevendo esse capítulo, lembrei de uma pergunta que fiz para vocês há algum tempo atrás, sobre os capítulos bônus, se lembram? Então, eu ainda não tenho data certa para eles, já que precisam se encaixar na história, então não posso simplesmente jogá-los no ar, mas enfim, o assunto é mais ou menos sobre isso...
Minhas férias estão chegando - ainda bem, já não estava mais me aguentado em pé - e isso, obviamente, significa que terei um tempo livre, inclusive para escrever mais capítulos. Então, eu pretendo não postar apenas de sexta-feira, mas sim de quarta e sexta! Porém isso não é uma promessa, talvez tenham quartas com capítulos e quartas sem, só estou lhes avisando para que fiquem ligados, já que capítulos no meio da semana podem aparecer no final do ano ;3

Bom, então é isso, boa leitura!

Capítulo 32 - Suitor and Tasks


Fanfic / Fanfiction Yandere Simulator - Lovesick - Capítulo 32 - Suitor and Tasks

Ayano encarava o garoto à sua frente, que continuava com o mesmo semblante tristonho, mas ao mesmo tempo envergonhado. Os membros do clube de ocultismos não costumavam ser “notados”, e era raro alguém se direcionar a eles.

— É... acho que sim. — respondeu depois de alguns segundos, olhando-a, confuso.

A garota sorri, se ajeitando na cadeira.

— Seu some é Shin, certo? — perguntou curiosa, como se já não soubesse o nome do garoto, que lhe foi dito por Info-chan há algumas horas por mensagem. — Pois bem, Shin, — prosseguiu, vendo o garoto assentir — reparei que você anda sempre tão... cabisbaixo, está precisando de algum favor? Perdeu algo? Eu posso ajudar?

— Essa é minha cara de sempre... — pigarreou, afundando na cadeira.

— Não precisa ficar acanhado, eu só quero te ajudar.  

— Na verdade, tem algo que estou precisando, mas acho que você não pode me ajudar.

— Eu só vou saber se posso ajudar ou não depois que você me contar.

— Eu...

 

Depois de muito conversarem, Ayano finalmente conseguiu convencer Shin de que queria ajudar, e ele, por sua vez, disse do que precisava: um velho punhal usado por povos muito antigos, para realizar rituais. De acordo com Shin, a faca seria um complemento para o clube, visto que poderiam aperfeiçoar suas pesquisas sobre o oculto com ela. O objeto estava exposto em uma loja de artigos mágicos no centro da cidade, mas a senhora que administrava o local se recusou a vendê-la para o garoto.

— Posso tentar conseguir para você. — sorriu, dando de ombros.

— É sério? Eu ficaria eternamente agradecido de você conseguisse isso para mim. Muito obrigado. — sorriu de canto, corando.

— Que isso, eu... — para o que estava falando, ao perceber alguém colocando a mão em seus ombros.

Olha para trás, confusa. Ficou indignada ao ver o garoto, ainda com a mão em seu ombro, olhando para os dois com um semblante irritado.

— Budo, o que está fazendo aqui? — perguntou em um tom monótono, olhando-o de cima a baixo.

— Algum problema? — indaga ironicamente, cerrando os olhos enquanto encarava Shin — Eu estou atrapalhando os dois?

— Na verdade, sim. — respondeu friamente.

— Não, já tínhamos acabado! — Shin retrucou assustado, quando percebeu o olhar irritado de Budo. Preferia não se meter em confusões, principalmente quando se trata do garoto mais forte da escola.

Observam-no levantar, pegando seus livros e saindo dali rapidamente. Shin não sabia o que fez Budo ficar irritado daquela forma, e nem gostaria de saber.

Ayano olha para Budo friamente, se levantando. Provavelmente a única que não tinha medo da força do garoto naquele colégio era ela. Cruzou os braços, encarando-o, enquanto esperava por uma resposta.

— E então? — perguntou irritada, batendo os pés. — O que está fazendo aqui?

— Bem... — coçou a nuca, nervoso — Eu estava indo para o clube, e te vi conversando com aquele garoto...

— E o que tem isso?

— Eu vim saber o motivo de não estar no clube treinando! — respondeu irritado, cruzando os braços.

— Budo, são quatro e meia. As atividades do clube começam apenas às cinco. — disse, arqueando as sobrancelhas, com um olhar repreensivo.

— É que... eu... — gaguejou nervoso, desviando o olhar.

— Você gosta de me provocar e fica me interrompendo até mesmo quando estou conversando, por pura diversão.

— Isso, é isso mesmo... — disse aliviado — Mas então... posso saber o que estava falando com ele?

— Nada demais. — deu de ombros — Só perguntei se ele precisava de alguma coisa.

— Para mim você não pergunta esse tipo de coisa... — murmurou em um tom inaudível.

— Enfim, eu só estou querendo ajudá-lo.

— Você... tipo... — questionou nervoso, gesticulando — gosta dele?

— Não! — respondeu rapidamente, nunca passou por sua cabeça esse tipo de coisa, a única pessoa que amava e continuaria amando para sempre era Taro, tinha certeza absoluta disso. — Não, eu definitivamente não sinto nada por ele.

— Isso é bom... — respondeu aliviado. — Quero dizer, não que você... digo... Ah, deixa pra lá, desculpa se eu interrompi sua conversa, não queria ser uma pessoa rude.

— Não tem problema. — deu de ombros — Nós já tínhamos terminado. Agora, eu acho melhor ir para o clube, não quero chegar atrasada.

— Você tem razão. — riu nervoso — E, aliás, você precisa treinar muito se quiser me vencer na luta, Aya-chan. Mas eu duvido muito que consiga. — disse convencido, provocando a garota.

— Faça-me um favor... — revirou os olhos.

 

 

                        [...]

 

 

Ao final das aulas, se dirige diretamente para as lojas que precisaria ir para cumprir com os favores de Oka e Shin. Não seria fácil fazer com que os dois se apaixonassem em apenas uma semana, mas tinha um plano em mente: amanhã iria renovar a aparência do garoto, para que ele aumentasse seus pontos com Oka.

A livraria ficava mais próxima, então esse foi o primeiro lugar em que passou. Adentrou o local, buscando pelo livro que Oka queria, e acabou encontrando-o, junto de outros livros sobre fenômenos paranormais. Ele tinha capa dura e muitas páginas, além do preço ser absurdamente caro. Com toda certeza não pagaria aquele valor por ele, resolveria as coisas de seu modo.

Foi até o caixa, onde um senhor se encontrava lendo um jornal distraidamente, que tinha como manchete a recente morte de Kizana.

— Posso ajudá-la?

— Eu gostaria de comprar esse livro. — disse colocando-o sobre a mesa, enquanto o homem escaneava o código, para ver o valor — Esse preço está bem salgado, não acha?

— Mas esse é o preço solicitado por ele, se não tem dinheiro para pagar, nada feito.

— Bem, você poderia me dar um desconto.

— Desculpe, como eu disse, sem dinheiro, sem livro.

“Velho maldito” – pensou irritada, tentando se segurar para não matá-lo e sair com o livro de graça.

— Nós poderíamos fazer um acordo. — sorriu maleficamente, observando o semblante confuso do homem — O que sua esposa diria se recebesse fotos de você e sua amante?

— Mas do que é que você está falando menina?! — respondeu nervoso, suando frio — Eu... eu não tenho uma amante!

— Ah, não tem? — perguntou irônica, virando o rosto — Será mesmo?

— V-você está mentindo! Não tem fotos minhas, coisa nenhuma!

— Quer pagar para ver? — arqueou as sobrancelhas, desafiando-o.

— Escuta aqui... — apontou para o rosto de Ayano, mas logo suspirou frustrado, entregando o livro nas mãos dela — Pegue esse livro e nunca mais volte aqui.

— Foi um prazer fechar negócio com o senhor, até mais ver. — riu ironicamente, saindo da loja.

 

Assim que passou pela porta, suspirou aliviada, sentindo-se mais leve. Foi arriscado ameaçar o homem sem realmente ter provas de que ele realmente tinha uma amante, mas foi o que conseguiu pensar na hora, ao ver a aliança em seu dedo. Ayano não tinha apenas herdado a aparência da mãe, mas a inteligência para raciocinar rápido em momentos complicados como aquele, e uma coisa que ela sabia muito bem fazer era manipular alguém, assim como Ryoba.

O próximo lugar que precisava ir era a loja de artigos místicos que Shin havia mencionado. O local pertencia a uma velha senhora, boatos diziam que ela possuía mais de duzentos anos e que podia prever o futuro. Mas como sempre, apenas tolos acreditariam em tal coisa.

 

 

A loja ficava em um beco no centro, assim como Shin havia lhe explicado. Entrou pela porta, que mais parecia com uma cortina de miçangas, observando a loja peculiar: havia vários livros e objetos estranhos por todo lado, velas acesas e algumas estátuas. Um aroma agradável se impregnava pelo local, provavelmente por causa de algum aromatizante. Ficou tão distraída com os objetos, que não percebeu uma figura muito baixa se aproximar.

— Olá senhorita, estava esperando por você. — olhou pelas costas, e não vendo ninguém, virou-se para trás. Havia uma senhora logo à sua frente, ela possuía cabelos brancos e ralos, presos para baixo. Seus olhos eram praticamente cerrados, lembrando uma típica velhinha japonesa.

“Claro que estava.” – pensou revirando os olhos, observando a senhora sorrir.

— Sabe, só porque você não acredita em algo, não significa que não exista. — segurou as mãos de Ayano, direcionando-a para o fim da loja — Acho que sei o que a senhorita deseja.

— E o que é?

— Saber sobre o seu futuro.

— Não. — respondeu ironicamente, soltando-se da mulher — Eu vim conseguiu algo que você tem em sua loja.

— Então quer dizer que você não deseja saber sobre seu futuro com ele? — enfatizou a última palavra, deixando Ayano curiosa.

— O que você quer dizer com “ele”?

— Você sabe muito bem o que eu quero dizer. — abriu um sorriso, encarando-a com um semblante cômico — Mas como você mesma disse, não é sobre o futuro que quer saber, e sim conseguir algo...

— Espera, primeiro me diga sobre meu futuro, por favor, eu quero saber se eu e meu senpai ficaremos juntos. — implorou ansiosa, encarando a mulher.

— Sente-se ali. — apontou para uma mesa de madeira redonda, junto de duas cadeiras — Vamos ver o que o futuro lhe reserva.

 

 

— Então senhorita, me parece que você anda fazendo algumas... coisas arriscadas por certa pessoa muito especial. — questionou enquanto encarava Ayano, do outro lado da mesa. — O que tem a me dizer sobre isso?

— Eu faço tudo por ele.

— Você acha que isso realmente é o certo? Sente que ele vale toda essa dedicação.

— Ele é tudo para mim. Eu vivo para e por ele. — respondeu friamente — Mas, por favor, me diga, nós ficaremos juntos?

— O “nós” do presente pode não ser o “nós” do futuro.

— O que isso significa?

— Apenas o tempo pode revelar suas perguntas. Tem coisas que apenas o futuro pode nos responder. Só espero que você enxergue as coisas antes que seja tarde demais. Existem pessoas que realmente gostam de você, dê valor a isso.

— Eu não entendo... estou fazendo tudo certo. — aquela senhora dizia apenas coisas sem sentido para Ayano, e aquilo estava lhe irritando — Você não pode me responder isso porque não sabe do que está falando, tenho certeza de que está me enrolando.

— Não peço para que acredite em mim senhorita, mas não deixe para enxergar o óbvio quando for muito tarde. E pense duas vezes se o que está fazendo vale realmente a pena.

— Se eu fizer por ele, tudo vale a pena.

— Eu acho que terminamos por aqui. — suspirou, se levantando. — Acho que é isso que você deseja... — tirou um punhal trabalhado do bolso de seu vestido, levantando-o.

— É isso... — ficou de pé, analisando a lâmina. — Quanto eu preciso para tê-lo?

— É seu. — Se espantou com a resposta da mulher. Pelo que Shin havia dito, ela não lhe deu o punhal de forma alguma, por que estaria entregando para ela, visto que nem possuía muitos conhecimentos sobre o ocultismo?

Observou a mulher lhe estender cuidadosamente o punhal, sorrindo de forma doce.

— O seu destino depende de suas escolhas. Apenas lembre-se disso — escutou a senhora dizer, enquanto tocava nos detalhes do cabo.

— Tenho certeza de que estou tomando as decisões cert... para onde ela foi? — perguntou assustada, olhando pelo local que estava vazio. Ficou confusa, aquela senhora estava ali há alguns segundos atrás e agora havia sumido, muito estranho. Resolveu sair dali, já tinha tudo o que precisava.

 

 

“Já tenho tudo o que preciso para continuar, agora o próximo passo é o mais importante: fazer com que os dois se apaixonem em uma semana...”


Notas Finais


Isso é o que estou pensando Budo? Ciúmes da Ayano?

Bem, agora que a Ayano já "tem" a confiança dos dois, ela pode finalmente juntá-los! Yay!!

Ah, e durante a semana da Ayano pagando de cupido, terão algumas surpresas que sei que alguns de vocês vão gostar :3

Bem, eu cumpri com o que vocês pediram: Não matar a Oka, então tratem de comentar e me deixar sabendo o que vocês acharam... E os leitores fantasmas também! Deixem de ser tímidos...

Um recadinho para os que desfavoritaram a fic: espero que recebam um visita da Fun Girl durante a noite...
~Brincadeirinha hehe~
~Ou talvez não~

Brincadeiras a parte, espero que tenham gostado! Kissus!!


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