História Yandere Simulator - Lovesick - Capítulo 25


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá pessoas, como vão?
Bom... eu não tenho nada para falar aqui, então...
Boa leitura! u.u

Capítulo 25 - Getting Worse


Fanfic / Fanfiction Yandere Simulator - Lovesick - Capítulo 25 - Getting Worse

O homem a olhava irritado, seu rosto estava começando a ficar vermelho de raiva. Seu pai sabia ser intimidante quando queria.

— Anda Kizana, eu não tenho a noite toda. — falou ríspido.

Sentiu um embrulho em seu estômago, tudo aquilo parecia um pesadelo, se já não bastasse todos da escola terem visto o vídeo, seu pai também sabia sobre ele. Agora era oficial, sua vida estava arruinada.

— P-pai... eu não sei do que o senhor está falando. — fez-se de desentendida.

Isso fez com que o homem ficasse mais irritado ainda, a situação estava piorando cada vez mais.

— Não minta para mim! — gritou, socando a mesa — Eu vi aquelas fotos, eu vi... — fez uma cara de repulsa — aquele vídeo.

— E-eu posso explicar! Aquele cara me dopou e me fez...

— Eu não quero ouvir! Você parecia muito bem naquele restaurante, ganhando presentinhos e jantando com aquele sujeito! E também parecia muito feliz na cama com ele!

— Pai! — gritou indignada, enquanto lágrimas escorriam de seu rosto — Como você pode falar assim comigo?!

— Eu é que pergunto, como você pôde fazer isso comigo?! Você desonrou sua família! Eu sempre te dei de tudo! E assim que eu corto sua mesada por conta da sua suspensão, você já arranja um jeito sujo de ganhar dinheiro!

— Se você tivesse me ouvido desde o começo isso não teria acontecido! — Exclamou irritada — Eu disse para você que eu não fumo, alguém armou para mim! Assim como armaram e me seguiram, me filmaram em momentos íntimos! E o que você faz? Me culpa por desonrar seu nome! Como você acha que eu estou me sentindo? Você ao menos perguntou como eu estou? Sendo humilhada e ignorada na escola, como você acha que está sendo para mim?! — berrou em meio a soluços, já não conseguia segurar a vontade de chorar — Eu tinha sonhos, e todos eles foram destroçados! Eu nunca mais serei famosa, minha carreira como atriz acabou antes mesmo de começar!

— Calada! — gritou em tom de ameaça — Você não passa de uma garota mimada! E sabe, a culpa é minha — riu amargamente — eu te mimei a vida toda. Você não tem noção do tamanho das consequências que seus atos têm.

— Não fale comigo como se eu fosse uma menininha que fez pirraça em uma loja. — falou rancorosa, secando suas lágrimas — Eu sabia que não adiantaria argumentar com você, assim como da última vez, você não está do meu lado. — disse abrindo a porta.

— Espere. Eu não terminei de conversar com você.

— O que é? — suspirou — Vai me dar mais lições de moral? Vai cortar a mesada que eu nem ganho mais? Vai me botar de castigo?

— Não Kizana, não irei te dar lições de moral, nem cortar sua mesada e muito menos te colocar de castigo. Sabe por quê? — falou se sentando novamente — Porque você não é mais minha filha. Depois do que eu vi, você morreu para mim.

Kizana lhe olha indignada, sem acreditar no que acabara de ouvir, sua boca abria e fechava, mas não emitia som algum. Ela estava sem palavras.

— Você vai sair dessa casa. — O homem prosseguiu, ignorando a reação da garota — Eu já providenciei um apartamento para você, e agradeça por eu estar lhe dando um lugar para morar, porque depois do que você fez, eu poderia muito bem deixar você vivendo nas ruas. Então faça suas malas, eu já chamei um táxi.

— M-mas você não pode...

— Já está tudo certo, eu vou continuar pagando seu apartamento e te darei uma quantia mínima para suas necessidades básicas. Eu já estou sendo generoso demais com você, então nem tente discutir.

— Só me diga uma coisa... como você conseguiu esse vídeo?

— Aparentemente essa porcaria está em todo lugar, e como eu não costumo ter nenhum tipo de rede social, Emi trouxe isso à minha atenção. Por sorte, já que pelo visto você esconderia isso de mim, não é mesmo?!

Kizana sai batendo a porta, sem responder. Estava a ponto de explodir. Andava impacientemente pelo corredor, quando finalmente encontrou quem procurava. Sua empregada, que estava distraidamente tirando o pó de um vaso.

Agarra a mulher pelos seus curtos cabelos castanhos, e a joga contra o chão, fazendo com que a mesma gritasse pelo susto e pela dor. Antes que percebesse estava em cima dela, dando tapas, arranhando, puxando seus cabelos.

— Sua vadia! Como você pôde! — berrou, enquanto socava a cabeça da mulher contra o chão — Eu vou te matar!

— Me solta sua maluca!

— Já chega! — Escutam uma voz grave atrás delas, que fez com que paralisassem.

— Senhor Sunobu! Sua filha quer me matar! — grita desesperada, saindo debaixo da garota.

— Kizana! Vá para seu quarto agora! Eu mandei você fazer as malas!

— M-mas...

— Agora! — berrou impaciente, fazendo a garota se assustar.

Kizana levanta rapidamente e sai correndo para seu quarto, tentado segurar a vontade de chorar. Pegou uma grande mala e começou a colocar várias roupas lá dentro, sem o mínimo cuidado. Não conseguia raciocinar direito, sua mente estava a mil, uma mistura de tristeza, raiva e arrependimento. Sentia ódio de si mesma por deixar algo assim acontecer.

Fechou a mala com dificuldade, todas as roupas lá dentro estavam amassadas, juntas com outros objetos, joias, maquiagens e produtos de beleza. Normalmente teria cuidado com suas coisas, mas agora estava sem cabeça para isso. Sentou em sua cama e pegou seu celular, na expectativa de esvaziar sua mente por um tempo.

Arrependeu-se por ter feito aquilo, tinha recebido várias mensagens, a maioria de pessoas que nem sequer conhecia lhe insultando, mandando as fotos de seu encontro e rindo de sua cara ou de alguns garotos, perguntando quanto ela cobrava por hora. Joga o celular na cama, sentindo um nó na garganta, estava prestes a desabar, quando escuta alguém bater na porta.

— Kizana, — escuta a voz de seu pai — O táxi chegou — diz friamente, abrindo a porta — acho melhor você se apressar.

Saiu dali sem dizer mais nada, sem despedidas, abraços, tapinhas no ombro, nem ao menos um “adeus”. Aquilo a deixou pior do que antes. Levantou da cama, pegando suas coisas e saindo dali.

Encontrou sua empregada - ou ex-empregada, não sabia ao certo, a única coisa que sabia é que tinha vontade de pular no pescoço da mulher – colocando um curativo em seu rosto, no lugar onde Kizana havia arranhado. A mulher se encolheu quando percebeu que ela estava ali, com medo de ser agredida novamente.

— Não pense que acabou Emi... — falou friamente — vai ter volta.

Saiu pela porta da sala, fazendo a mulher suspirar aliviada, ainda estava se recobrando dos tapas de Kizana.

 

 

 

Chegou em seu novo apartamento exausta, o lugar era pequeno, mas aconchegante. Suspirou frustrada, aquele cubículo era menor que seu antigo quarto.

Pensou em nunca mais aparecer na escola, mas seu pai havia lhe avisado por mensagem que se por acaso faltasse à aula, cortaria parte de seu pagamento mensal, que já considerava uma miséria. Caiu na cama cansada, mesmo com todas suas preocupações conseguiu dormir, aquele dia foi cansativo demais.

 

 

 

                        [...]

 

 

 

Ayano entra no colégio apressada, tinha assuntos a tratar com Musume, marcou por mensagem para que se encontrassem no banheiro feminino. Estava irritada, tinha dito para a garota não deixar que Kizana lhe visse, mas não foi bem o que aconteceu, já que quando estava saindo de seu clube a viu saindo da sala da orientadora, junto com as outras duas. Não avisou o motivo da “reunião” para Musume, sabia que não apareceria se soubesse que estava ciente da incompetência dela.

 

 

Entra no banheiro, Musume já estava lá, mexendo distraidamente em seu celular.

— O que eu avisei sobre fazer o que eu mando direito? — diz friamente, de braços cruzados.

Musume acaba soltando um grito pelo susto. Engole em seco, indo para trás. Estava com medo do olhar de Ayano, a garota era assustadora. Bate as costas contra a parede fria do banheiro, estava encurralada.

— F-foi sem querer, eu juro! — gaguejou, se encolhendo — Tipo, eu não vi que elas estavam ali, e...

— Ah, não viu? — perguntou ironicamente — Você acha que é simples assim? — agarra a camisa de Musume, puxando-a para perto, deixando seus rostos muito próximos — Sua incompetência está começando a me irritar. Eu juro que se você contou alguma coisa eu...

— Eu não contei nada! Eu assumi a culpa, disse que fui eu quem filmou, eu que espalhei o vídeo, eu que fiz tudo! Tipo, eu nem citei seu nome! — gritou assustada, enquanto tremia de medo. — Por favor... não me machuque, eu faço qualquer coisa que você quiser! Tem como, tipo, você parar de me agarrar pela gola da blusa?

— Qualquer coisa, eim? — sorriu maleficamente, soltando a garota. — Bem, tem uma coisinha que eu quero que faça...

— Pode falar, eu faço tipo, qualquer coisa!

— Você vai sair pela escola falando mal da Kizana para todos os alunos, vai deixar a reputação dela destruída.

— Mas... a reputação dela já está péssima. — Musume diz confusa.

— Você não entende, não é? Isso não é o suficiente, eu quero que ela seja odiada, que ela nunca mais apareça em público, que ela fique tão perturbada que não tenha mais vontade de viver. E é isso que você vai fazer! — olha para ela, sorrindo — Vai acabar com a vida dela, destruir qualquer possibilidade de ela ser feliz de novo, saia por aí, invente boatos, faça qualquer coisa, mas eu quero ela fora do meu caminho até sexta.

Musume estava estática, aquilo a deixou com peso na consciência, ela queria apenas provocar Kizana, fazer que não fosse mais popular, mas aquilo já estava passando dos limites. Uma coisa era espalhar um vídeo constrangedor, outra totalmente diferente era fazer com que eu pessoa fosse tão odiada a ponto de querer cometer suicídio.

— Por que você quer tanto acabar com a vida dela Yan-chan? — perguntou assustada — Ela já está sofrendo.

— Eu já disse, e vou repetir. Não é o suficiente. — A olha friamente, fazendo com que se arrepiasse — Agora vai e faça o que eu mandei. E é bom que não falhe dessa vez, me ouviu?

Musume assente, saindo do banheiro ainda em choque.

“Acho que fiz um pacto com o diabo sem saber...” Pensou indo para o pátio, tinha rumores para espalhar.

 

 

 

                        [...]

 

 

 

Ayano sai de sua sala rapidamente, tinha recebido uma mensagem de Info-chan, e já sabia sobre o que era.

 

 

                        INFO-CHAN

Info-chan: Devo lhe dar os parabéns?

Ayano: Pelo quê?

Info-chan: Não se faça de desentendida, você conseguiu a “façanha” de deixar a reputação da Kizana em -213, em um único dia a reputação dela abaixou significativamente, e continua a cair... Estou impressionada.

Ayano: Eu faço o impossível por ele...

Info-chan: Ah, que linda! Lutando pelo amor do seu amado com mortes, tortura e manipulação! Tem história de amor mais bonita?! Eu acho que não...

Ayano: Eu tenho mais o que fazer, se me der licença, eu sou uma pessoa ocupada, diferente de você...

Info-chan: Claro, claro, vá resolver seus assuntos... Até mais, Yandere-chan.

 

 

 

                        [...]

 

 

 

Musume estava exausta, tinha passado o dia todo espalhando boatos de Kizana pela escola, tinha feito exatamente como Ayano mandou, e tinha certeza que estava com fama de fofoqueira.

Vai até a cafeteria, tinha falado tanto que sua garganta estava seca, pegou um suco e se sentou junto de algumas garotas que estavam ali, para continuar seu trabalho.

— Olá Ronshaku-san, precisa de alguma coisa? — pergunta uma das garotas.

— Tipo, O.M.G, vocês viram o vídeo da Kizana?

— Vimos sim, quem diria que ela faria uma coisa dessas?

— E vocês sabiam que tipo, ela vendeu uma de suas calcinhas para uns garotos de outras escolas?

— Minha nossa! Disso eu não sabia, que coisa horrível! Eu nunca pensei que a Kizana-chan fosse capaz de uma coisa assim!

— Pois é, vocês sabiam que... — antes que terminasse, sente uma mão em seu ombro.

— Olá Musume-chan! — olha para trás, e vê Ayano, lhe encarando sorridente — Eu gostaria de conversar com você sobre aquele livro que eu te emprestei.

— Claro! — sorriu de volta, mesmo suando frio — Tipo, eu já terminei de ler, vem comigo — se levantou — vou te devolver.

 

 

As duas caminham para longe dali, e vão até a sala de aula, que agora estava vazia.

— Muito bem, — diz Ayano — você fez tudo do jeito que eu mandei, a reputação dela já está arruinada. Você está livre...

Musume solta um gritinho de felicidade, enquanto sorria. Sentia-se mais leve por dentro, finalmente estava livre de Ayano.

— Por hora. — terminou, fazendo o sorriso de Musume sumir.

 

 

                        [...]

 

 

Kizana andava pelos corredores do colégio, sem prestar atenção às pessoas ao seu redor. Se ontem seu dia foi ruim, esse tinha conseguido se superar, e muito. Estava de cabeça baixa, com um olhar triste, direcionado para seus pés, que caminhavam involuntariamente em direção a seu armário. Ouvia murmúrios e conversas atravessadas por onde ia. Todos falavam sobre ela na escola, sobre verdades e mentiras que tinham surgido, principalmente por conta de Musume.

A aula de natação tinha sido uma das piores, principalmente no final. Kizana foi se trocar, porém alguma das garotas roubou seu uniforme, deixando-a apenas com duas opções: o maiô molhado ou a roupa de educação física, que estava suada e suja, já que a garota tinha sido o alvo na queimada.

Foi até seu armário, e quando abriu viu que lá tinham várias cartas, a maioria lhe ofendendo e “solicitando” serviços que envolviam seu corpo nu. Aquilo estava lhe quebrando cada vez mais. Cada insulto, cada ofensa, cada empurrão e cada brincadeira de mau gosto estavam lhe fazendo pensar que suicídio não era uma ideia tão ruim.

Suspirou frustrada e caminhou até as escadas, tinha esquecido sua bolsa em sua carteira.

Pensou em Taro e em como o tinha evitado nesses dois últimos dias, ela não tinha visto o garoto desde que seu vídeo viralizou, estava envergonhada de encará-lo novamente. O evitava de qualquer forma, estava praticamente fugindo dele, não iria aguentar se fosse humilhada pelo o garoto que mais amava. Também pensou em como a atenção das pessoas direcionada a ela havia mudado. Dias atrás estariam lhe encarando por admiração, porém agora lhe encaravam por repulsa. Isso era insuportável, sentia que seus sonhos tinham sido massacrados.

Chegou em sua sala praticamente se arrastando, seu corpo já se movia sozinho, não pensava mais em nada, apenas em como sua vida estava uma completa desgraça. Foi pegar sua bolsa, porém, quando chegou em sua carteira, se deparou com uma cena que lhe deixou completamente sem chão.

Sente um nó em sua garganta, enquanto lágrimas escorriam de seus olhos, controlar a vontade de chorar era praticamente impossível, começa a andar para trás, descrente no que estava vendo. Coloca a mão sobre sua boca, enquanto a mesma se abria e fechava, sem emitir som algum.

Só depois de alguns minutos a ficha caiu, aquilo realmente estava acontecendo.

Em sua carteira, estava escrito com caneta permanente, vários insultos e xingamentos.

 

 

NÓS NÃO PRECISAMOS DE VADIAS AQUI!

 

            PROSTITUTA!                               VADIA!

 

DÁ O FORA!                        SE MATA!

           

É MELHOR TER CUIDADO!

                                                                      

EU TE DESAFIO A PULAR DO TELHADO!

 

                                                                                  MORRA!

DE: TODA A SALA


Notas Finais


Pelo o que eu prevejo (até pareço cartomante falando assim) só mais um capítulo e a Kizana já é eliminada! Ufa! Finalmente, acho que essa foi a rival que mais apareceu em capítulos - até agora...

Daqui a pouco a próxima rival chega! >.< Vocês sabem quem é? Dããr, óbvio que sabem, está na ordem do jogo :p

Espero que tenham gostado! Kissus!!!


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