História Yandere Unstoppable - Capítulo 10


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Categorias Originais
Visualizações 19
Palavras 1.154
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - EP 3 - Sangue do meu sangue - Parte 3



 Ayumi estava começando a ficar paranóica. Fazia uma semana que o Tadashi estava em nossa casa, e ela não tirava os olhos dele. Realmente ela estava achando que ele nos roubaria dela.

 No meio da tarde, Tadashi e eu estavamos vendo algumas fotos no celular, sentados na minha cama. Ayumi, que acabara de entrar no quarto, se irritou:

 -Que negócio é esse aqui?!

 -Ahn?-disse eu.-Ah, Ayumi. Nem vi você entrar. O Tadashi estava me mostrando algumas fotos do trabalho dele.

 -Sei... Mayu, o que acha de eu, você e a Yumi irmos ao shopping ver aquele filme que eu te mostrei? Só nós três, como uma família!

 -Desculpe, Ayumi. Eu já vi.

 -O quê?! Quando?!

 -Hoje de manhã.

 -E você nem me chamou pra ir?!

 -É que a Yumi queria passar um tempo comigo e com o pai dela, só nós. Além do mais, você ficou acordada até muito tarde ontem e estava dormindo tão profundamente que eu nem quis incomodar. O incrível é que quando nós chegamos, você ainda estava dormindo.

 -Mas... Eu esperei tanto pra ver esse filme com vocês duas... Era o nosso programa de família...

 -Desculpe, meu amor. Prometo que vamos ver esse filme juntas nesse fim de semana!

 -Esquece... Não vai ser a mesma coisa...

 Ayumi deixa o quarto, cabisbaixa.

 -Ayumi? Ah, não é pra tanto, meu amor...-disse eu.

 Ayumi foi para a sala e se sentou no sofá, triste.

 -Não acredito que a Mayu me excluiu desse jeito... Sinto que vou morrer de desgosto... Será que ela não me ama mais...? E tudo culpa daquele viado! Ele quer roubar a Mayu de mim! A Yumi nem tem me chamado de "mãe" ultimamente...

 Uma lágrima desce pelo rosto dela, mas ela logo se recompõe.

 -Não! Não posso chorar! Eu sou mais forte que isso! É minha família e eu vou lutar por ela! Nem que eu precise matá-lo de uma vez! Preciso pegá-lo no flagra, pois se eu matá-lo sem provas, a Mayu pode surtar. Bem, preciso deixá-los a sós.

 Ayumi subiu rapidamente para o andar de cima e entrou no quarto.

 -Mayu, eu vou numa lojinha aqui perto. Eu vi uma blusinha super fofa e eu tenho que comprá-la!

 -Bom... Tudo bem, se está bem pra você.-disse eu.

 -Ótimo! Até daqui a pouco!-Ayumi sai rapidamente do quarto.

 -O que foi isso?-perguntou Tadashi.

 -Não sei, agora pouco ela estava triste...

 Ayumi foi até os fundos da casa e pegou uma escada. Ela a posicionou bem na janela do nosso quarto e começou a nos espiar.

 Uma mãe com seu filho estava passando na rua e viu a Ayumi espiando pela janela:

 -Olha mamãe, uma tarada.

 -Não olha, filho. Não olha.

 -Ei!-disse Ayumi.-Muito bem, foco!

 Lá dentro, Tadashi e eu conversávamos:

 -Fiquei sabendo que você foi condenada.-disse Tadashi.

 -É... Não é uma coisa da qual eu tenho muito orgulho...

 -Por que razão você foi presa?

 -Bem... Homicídio.

 -Uau. Nossa. Quem você matou?

 -Lembra da Sakura, da Akari, do Itou e do Hiroshi? Eu matei todos eles.

 -Nossa! Por isso que eu não os encontrei... Por que razão você os matou?

 -Foi vingança... Todos me fizeram muito mal, então eu decidi puni-los. Eu também fiz isso para vingar a sua morte.

 -Me vingar? Então você fez isso por amor?

 -Não! Bem... Um pouco...

 Nesse momento meu rosto já estava todo corado.

 -Você fica linda desse jeito, sabia?-disse Tadashi.

 -Tadashi, por favor... Eu sou uma mulher casada...

 Tadashi começou a por a mão no meu corpo.

 -Não... Tadashi... Não pegue aí... A Ayumi pode chegar a qualquer momento, e se ela ver isso, ela vai enlouquecer...

 -Quer saber? Eu sempre quis fazer isso.

 Ele me agarrou e beijou meus lábios. Ayumi estava vendo tudo, quase surtando.

 -Não... Não! Não! Não! Não! Não!!! Eu sabia! Sabia! Preciso me acalmar, não posso chamar a atenção deles...

 Eu lutava para me soltar dele, até que consegui.

 -Tadashi, para! Você não pode fazer isso! Eu amo a Ayumi, ela é minha esposa! Você não pode me beijar assim!-disse eu.

 -Mas eu te amo há mais tempo! Eu sou o pai da sua filha!-disse Tadashi.

 -Mas se não fosse pela Ayumi, você não seria! Ela é a razão de você estar aqui agora! Foi ela que me disse quem encontrar pra te trazer de volta a vida.

 -Tudo bem, me desculpe.

 -Por favor, Tadashi, não faça isso novamente. Eu não quero pensar que você e mau!

 -Já entendi.

 Tadashi vai saindo do quarto.

 -Ei! Ainde você vai?-perguntei.

 -Vou dar uma volta.

 Tadashi caminhava pensativo pela rua deserta, até que algo o atingiu na cabeça e ele desmaia.

 Ele acorda num lugar escuro, amarrado.

 -Que lugar é esse?!-disse ele, assustado.

 -Olá, ladrão de esposa.-disse Ayumi.

 -Você! O que está fazendo?!

 -Eu te avisei que se você entrasse no meu caminho, eu te mataria. Eu te vi beijando a Mayu, e isso é imperdoável.

 -Você estava nos espionando?!

 -Não fale comigo como se eu estivesse errada!!! Seu merda! A Mayu me disse o quanto você era legal na época da escola. Vejo que mudou radicalmente.

 -O que você vai fazer comigo?

 -Oh, é simples.

 Ayumi pega uma bandeja cheia de seringas com um liquido dourado dentro.

 -Voce sabe o que é isso?-disse Ayumi.-Isso é heroína pura. Uma droga altamente viciante e mortal. Eu vou injetar no seu corpo e você morrerá de overdose. Simples assim.

 -Você não pode fazer isso comigo! Me deixe ir!!!

 -Desculpe, mas não vai ser possível. Conseguir essa droga em grande quantidade foi difícil, sabia? Tem ideia de quantas leis contra o consumo de drogas foram criadas neste país nos últimos anos? É patético. Ainda mais porquê essa droga foi alterada.

 -Alterada?

 -Sim, ela ficou mais forte. Algumas doses no seu organismo e você morre em questão de tempo.

 -Não pode fazer isso! A Yumi vai ficar arrasada se eu morrer!

 -O que você acha que ela vai deixar ela mais triste? A morte do pai dela, ou descobrir que ele era um viciado em drogas?

 -Sua monstra!!!

 -Sou mesmo. Bem, vamos andar logo com isso. Você não tem medo de injeção, não é?-risos.

 Ayumi começou a injetar a substância no corpo do Tadashi, que lutava para se libertar daquela situação mortal.

 -Pode se mexer o quanto quiser.-disse Ayumi.-Mesmo se você se soltar, daqui a pouco a droga vai fazer efeito e você vai ficar doidão.

 -Não... Não... Preciso viver... Eu amo... A Mayu... Eu amo... A Yumi... Filha...

 -Ah, cala a boca. Olha, eu preciso ir fazer xixi. Você não se importa em ficar sozinho, não é?

 -So... Corro... Socorro...

 -Pois bem.

 Assim que a Ayumi voltou, o Tadashi estava imóvel e pálido.

 -Ei. Acorda.-disse Ayumi, cutucando o corpo.-Morreu? Triste. A Mayu é minha!!! Chupa, cuzão!!! Bom, agora é só desamarrá-lo e colocar suas impressões digitais nas seringas. Acho que é justo. Ajudei a ressuscitar, ajudei a matar. Justo. Agora e só correr para os braços da Mayu e transar gostosinho a noite toda!



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