História YAOI-ZÔO: Personagens gays baseados em animais. - Capítulo 217


Escrita por: ~ e ~yuki-ki

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Coiote, Galinha, leão, Lobo, Ovelha, Papa Léguas, Raposa, Zebra
Visualizações 937
Palavras 1.265
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hei galera a quanto tempo!!!
Tava longe por causa da minha gatinha que morreu e me deixou muito triste 😢
Se tiverem gatinhos em casa, não façam castramento! Eles podem morrer no processo 😭



Foto abaixo: Boo e Feneca

Capítulo 217 - Sinta-se em casa.


Fanfic / Fanfiction YAOI-ZÔO: Personagens gays baseados em animais. - Capítulo 217 - Sinta-se em casa.

Narrador Boo 

Mamãe segurava minha mão e a de Feneca. Pegamos um táxi e agora estamos aqui, parados, em frente à uma porta preta que Boo nunca viu na vida.

Ponho o polegar na boca coçando a gengiva por causa dos dentes que estão nascendo.

Zebra parecia refletir sobre tocar ou não a campainha, mas eu bem que queria que ele tocasse pra sairmos desse sol. Esta bastante cedo, a mamãe não nós deixou dormir o necessário.

Feneca: Ma-mamãe... - Disse com dificuldade em pronunciar.

Não entendo porque ela se faz de burra na frente da mamãe... Deve ser por querer mais atenção. Eu sou do mesmo jeito.

Assim que Zebra mirou para ela, minha irmã apontou para a campainha e faz cara de choro.

Zebra: Não vejo Wolf há meses, não sei se ele vai me receber. - Cochichou como se estivesse pensando alto. E acho que a dúvida realmente o fazia hesitar.

Aproveitando que ele estava dando atenção à Feneca, eu pego uma pedra e cálculo a amplitude perfeita para um disparo oblíquo de um projétil (pedra) atingir a campainha já que estava muito alto pra eu alcançar.

Após os resultados das operações matemáticas, arremeço a pedra e está atinge em cheio fazendo de imediato um som cantarolar alegremente avisando que há alguém na porta.

A mamãe ficou muito confusa com o que aconteceu e mirou pros lados procurando a pessoa que apertou a campainha.

Este foi o tempo de atenderem a porta e Zebra congelar sem sair do canto.

- Em que posso ajudar? - Questionou uma senhora já de idade, acho que tem a idade da mãe da minha vovó Corça... Essa senhora é muito velha!

Feneca: Wolf! - Tomou a iniciativa visto que mamãe estava sem palavras.

Nesse momento a velha forma um sorriso largo. - É amiguinha dele minha linda!? - Questiona atenciosamente.

Feneca negou com a cabeça. - É da mamãe! - Disse e depois chacoalhou a mão de Zebra fazendo-o acordar do transe.

Ele ficou cabisbaixo, acho que está constrangido. - Desculpe o incomodo, sou amigo de Wolf. - Fala de imediato.

- Ahhh, isso é muito bom! Eu nunca mais recebi algum amigo dele! - Disse liberando espaço para nós passarmos. - Entrem! Vamos conversar melhor com um bom copo de café! Acabo de pôr a mesa! - Falou com um tom carinhoso na voz. 

Zebra: N-nao quero ser inconveniente... Poderia apenas chamar o Wolf?

- Não será inconveniente, querido! Entre! - Pediu mais uma vez, dessa Zebra não podia negar, seria grosseria.

Então entramos. 

- Sou a mãe de Wolf, me chamo Abelha! - Falou toda orgulhosa.

Zebra: Prazer... Meu nome é Zebra.

Abelha: E esses bebês fofos, têm nome?

- Boo!

Feneca: Feneca!

Zebra: São meus filhos.

Abelha: São as coisas mais lindas que já vi! - Disse pegando a Feneca no colo.

Faço birra pra mamãe me pegar no colo também, então ela o faz.

Zebra: É linda a sua casa...

Abelha: Eu tento sempre deixar tudo em ordem! Tenho toque com bagunça.

Zebra: Entendo. 

Seguimos mais por uma corredor até alcançarmos a cozinha ontem tinha pessoas reunidas na mesa.

- Quem era na porta..? - Questiona um senhor que estava de costas para nós.

Abelha: Um amigo do Wolf. E trouxe dois bebês lindos S2

Ele nos encara por cima do ombro. - Amigos do Wolf... - Repetiu baixinho.

Abelha: Sim querido! Ele se chama Zebra!... - Disse e isto fez o senhor levantar para nos ver devidamente.

Antes de levantar, ele tirou uma criança de seu colo e a pós de pé no chão. 

Nesse momento vejo que a criança se tratava do menino irritante do parquinho.

Quando olha pra mim seus olhos ficam arregalados e um sorriso se faz presente em seus lábios.

Faço rabissaca e deito meu rosto no ombro da minha mamãe.

- Prazer, me chamo Urso!

Zebra: Prazer...

Abelha: E estas são minhas filhas Mico-leao, Usagi e Castor! E Saola é o meu neto! 

Zebra: Sua família é linda.

Usagi: Não quer se juntar à gente pra merendar!?

Zebra: Quero sim! - fala indo sentar e me sentou numa cadeira ao seu lado que por azar era ao lado de Saola.

Feneca: AHHHHH EU CONHEÇO VOCHE! - Falou mirando pro Saola.

Saola: Rsrsrsrs eu sempre brinco com vocês no parquinho, não é mesmo Boo?

- É. - Falo brevemente pra evitar que puxe assuntos.

Zebra: Não sabia disso... 

Saola: Somos amigos!

Urso: Tem os amigos mais fofos que já vi então!

Depois do cafe-da-manha o senhor Urso saiu pra trabalhar e Abelha e a minha mamãe foram conversar algo enquanto eu e Feneca ficamos sozinhos num quarto de hóspedes junto de Saola que resolveu nos acompanhar.

Fico deitado na cama enquanto escuto as gargalhadas de Feneca correndo atrás de Saola no jogo pega-pega.

Saola: N-nao quer brincar também? - Questiona cutucando o meu pé.

- Não se for com você! - Falei e nesse momento o sinto sentar na minha cama.

Feneca: Vou trocar a fralda! - Falou seguindo até o banheiro.

Saola: Como você tá?

- Não te interessa.

Saola: E-eu tive um pesadelo hoje, aí eu acordei o meu vovó com meu cholo.

- E daí?

Saola: Sonhei que a minha mamãe não me ama... - Disse com uma voz de choro.

Eu sento ao seu lado.

Miro para ele e vejo que estava chorando todo encolhido contra a cabeceira da cama.

Eu não gosto dele, mas...

Faço cafune na sua cabeça. - Quer um abraço?

Saola aceitou de imediato e se jogou em cima de mim igual um cachorro.

Saola: Eu nunca vi minha mamãe, mas tem fotos dela pela casa... Ela é muito linda! 

- A minha é mais!

Súbito a porta abre e dela passa minha mamãe.

Desfaço o abraço de imediato e fui até ela. 

Zebra: Agora não bebe, a mamãe tá cansada. - Disse indo até a cama e deitando. Saola levantou também pra dar espaço pra mamãe - Que saudade daquele desgraçado do seu pai! - Disse num arfar.

Feneca saiu do banheiro de fralda nova e mirou para Zebra. - Mamãe... - Clama direcionando seus bracinhos.

A essa altura escuto roncar entregando que já havia dormido.

 Saola: Vem, deixa ela descansar. - Falou segurando minha mão.

Feneca veio junto e saímos do quarto.


Narrador Antílope 


Voltei pra casa após a sorveteira.

E então deparo-me com Lion deitado no chão. Haviam várias garrafas várias na mesinha de centro.

Coma alcoólico!?

Fico muito assustado, mas tinha que verificar se estava bem.

Corro até ele e checo seu pulso. - Tá vivo! - Falo com alívio na voz.

Bato de levinho em seu rosto tentando ressuscitar. - Lion... Lion por favor, acorda. - Peço. Sento no chão e ponho sua cabeça no meu colo. 

Lion abre os olhos de repente e me encara. 

- Vo-voce está bem!? - Questiono mirando-o também. 

Ele tem olhos verdes muito lindos... 

- Pela quantidade de garrafas vazias, já deve estar embriagado... Alucinando e tal.

Súbito ele põe a mão atrás da minha cabeça.

Lion: Zebra! - Clama puxando minha cabeça para baixo. Curvo um pouco as costas e ele sobe sua cabeça um pouco e então nos beijamos.

Nossos lábios chocam sem nenhuma delicadeza, foi tudo muito brutal e sedento.

Sequer sei como reagir. Estava totalmente congelado.

Ele desfaz o beijo e me empurra pra deitar.

Lion: Zebra! Zebra! ZEBRA! - Clama várias vezes e a cada vez sua voz fica mais intensa me fazendo tremer.

Ele deita em cima de mim. Sua boca avança contra a minha novamente e isso foi mais uma vez violento.

Ele pede passagem com a língua e eu dou. Sinto gosto de sangue, acho que machucou meu lábio. 

Nã-não... O que estou fazendo!? Isso é errado! Estou traindo o Pant novamente!

Começo a lacrimejar.

Alguém me ajude, por favor.

Tento empurra-lo, mas ele me imobiliza totalmente com sua força agressiva.

Sinto sua mão até alcançar o meu... O-ooo meu... ér... tão bom.

Como é possível ele ser tão gentil e malvado ao mesmo tempo...?

Sua saliva me preenche. Ela é deliciosa.

Kyaaaaaaaaaaaa kyaaaaaaaaaaaa kyaaaaaaaaaaaa


To be continued...


Notas Finais


Hei galera!!!
Acho que não sabem ainda qual o "poder" do Antílope! Então vou dizer e esse capítulo será mais esclarecedor.
O poder dele é sedução, por mais ingênuo que seja, ele arrasa corações. E vai ter muita traição pela frente então preparem seus corações.


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