História YAOI-ZÔO: Personagens gays baseados em animais. - Capítulo 218


Escrita por: ~ e ~yuki-ki

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Coiote, Galinha, leão, Lobo, Ovelha, Papa Léguas, Raposa, Zebra
Visualizações 833
Palavras 1.696
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hei galeraaaaaaaaaa desculpem a demora, eu tô meio ocupada esses dias com o lance do fim das férias!!! Faculdade não é de Deus 😱😱😱 e tbm tem o pós operatório das minhas gatinhas, tá sendo muito desgastante 😢

Foto abaixo: Zebra💜😍

Capítulo 218 - Desculpas não resolvem.


Fanfic / Fanfiction YAOI-ZÔO: Personagens gays baseados em animais. - Capítulo 218 - Desculpas não resolvem.

Narrador Lion


Acordo depois de ter um sonho no mínimo estranho onde Zebra sumia com os meus filhos e eu ia para a casa do Pantera pra ele me ajudar.

Que sonho escroto!

Abro os olhos e deparo-me numa cama cheia de ursinhos. - CAT! TIRA ESSAS MERDAS DAQUI! - Berro alto e nesse momento um corpinho se remexeu ao meu lado e veio sr acomodar melhor no meu peito.

Seu cabelo loiro é indistinguível. - Vai se atrasar pra faculdade, Zebra! - Digo fazendo cafune.

Ele soltou um gemido manhoso e rebolou a bundinha um pouco.

Dou um tapa naquela bunda e isto o fez acordar.

- Vou dar outra se não levan... 

Minha voz trava ao perceber que era Antílope ali. 

- MAS QUE PORRA...!

Empurro o pirralho da minha cama e quando cai, ele grita de medo ao cair no chão. Imediatamente vejo que tava pelado.

Será que...

Levanto o lençol da minha cintura e vejo que eu também estava sem roupas.

- Oooo que...!?

Antílope: Porque fez isso? Eu poderia ter me machucado ao cair! - Disse com uma voz chorosa.

O QUE VOCÊ FEZ COMIGO? - Rosno alto.

Levanto da cama.

Antílope: E-eu não fiz nada!

ENTÃO PORQUE EU TÔ SEM ROUPA!? - Amarro um lençol na cintura.

Antílope: Bom... É-é porque... N-nós d-dois ér...

FALA LOGO! 

Antílope: Por favor, não me faça dizer! Kyaaaaaa

- Espera... Nós dois transamos?

Ele assente com o rosto bastante corado e volta a ficar cabisbaixo.

- Isso é impossível! E-eu não sou.... 

Como isso pôde acontecer!? Ele não é o Zebra!

- Você está mentindo! Não lembro de nada! - Puxo-o pelo braço e o faço levantar.

Antílope: S-sai! Me solta! Ahhhh - pediu protegendo o rosto pensando que eu iria soca-lo... Realmente quero bater nesse mentiroso.

FALA A VERDADE!

Súbito ouço batidas na porta.

Pantera: Porque a porta está trancada, Anty? - Questiona do outro lado forçando a maçaneta para abrir.

Espera... Eu estou na casa do Pantera!? ENTÃO O MEU SONHO NÃO FOI SONHO!

Largo o moleque e ele corre até o guarda-roupa com toda pressa ele pega uma blusa grande e a veste e então pega uma cueca boxer e passa pelas pernas e sobe até a cintura.

Antílope: Se veste! - Pediu aos sussurros.

- ONDE TÁ A MINHA ROUPA? - Questiono e isto fez o Antílope ficar ainda mais histérico. Ele faz "shiiiiiu" pra mim com desespero.

E imediatamente Antílope pega minha roupa do chão e me entrega. - Por favor, ele não pode saber de nada!!!!! - Roga prendendo o choro.

- Arg! - Recebo minhas roupas e ponho-me à vesti-las.

Pantera: Anty, ainda esta dormindo? 

Antílope: SIM! - Disse na maior inocência.

Pantera: Se estivesse mesmo, não teria respondido! - Falou com um ar decepcionado.

Antílope: Ooo que eu faço?! - Questiona aos sussurros para mim.

A essa altura eu já tinha vestido minha cueca e partia para a calça. - Não é pra ele que deve explicações! Porque eu acordei nu!?

Antílope deu vários pulinhos sem sair do lugar enquanto mirava para a porta. Ele realmente tinha pressa em abrir pra ver o Pantera.

Pantera: Anty! Abre logo! Acabei de chegar de viagem, quero te ver.

Antílope: S-so estou me maqueando! - Disse totalmente falido de idéias mais convincentes. 

Pantera: Você se maqueia?

Termino de por a calça e vou até a porta.

Antílope me impede de imediato. - Por favor, se esconde! - Implora pondo as mãos contra o meu peito.

Será que eu e ele realmente transamos? Ele está muito nervoso. 

Antílope não é o Zebra pra me convencer a transar, talvez eu tenha bebido bastante e me confundi. Vendo-o um pouco mais de perto, vejo que é bem parecido com ele. 

- Caí fora moleque! - O empurro pro lado e alcanço a porta. Destranco a maçaneta e a abro.

Deparo-me com Pantera. Ele logo arregala os olhos ao ver-me.

Pantera: O que está fazendo aqui? Onde está o Anty!?

- Eu quero sua ajuda pra encontrar o Zebra. - Digo de imediato.

Pantera franzi o cenho ao ouvir meu pedido. - O que aconteceu com ele?

- Fugiu de casa. 

Pantera: Vou ver o que posso fazer. 

- Quero que encontre ele!

Pantera: Posso encontra-lo, mas se ele fugiu por conta própria isso significa que não quer mais estar com você. 

ISSO NÃO É VERDADE! - Falo puxando-o pela gola de sua blusa.

Ele não me permitiu imprensa-lo contra a parede por muito tempo, me desvencilhou, e sou empurrado contra a parede.

Pantera: ZEBRA TAMBÉM FUGIU DE MIM! - Rosnou e a essa altura eu o encarava com fogo nos olhos.

- EU NÃO SOU IGUAL A VOCÊ! DIFERENTE DE VOCE, ZEBRA ME AMA! TÁ OUVINDO!? ELE ME QUER! Nunca pensei que... ele fosse fazer isso...

Antílope: Na-nao machuque ele Pant! - Disse vindo até seu tio e o abraçando na cintura. - Juro que pensei em você o tempo todo! - Falou com tom de desculpa.

Nesse momento Pantera me lançou um olhar puto. Nunca vi este sentimento tão forte em seus olhos pardos. Rapidamente deposita uma joelhada no meu abdômen, algo que não esperava. 

Me ajoelho no chão sentindo o impacto nos meus órgãos.

Pantera: SAIA DA MINHA CASA ANTES QUE EU FAÇA ALGO PIOR! 

Antílope: Por favor... Aquilo não significou nada! Eu te amo! Juro! - Disse e acho que piorou tudo porque agora caiu a ficha de que eu realmente transei com outro homem.

Esse tempo todo pensei que era Zebra quem me afetava, mas eu realmente posso fazer com qualquer um. 

Pantera: Estou muito decepcionado, Antílope...- Disse dando puxando o menor pelo braço fortemente. - Não é justo ver outros homens te tocando e você deixar.

Antílope: É porque eu te quero tanto é acabo fazer idiotices... Eu não consigo mais pensar, em nada, além de pensar em você!

Pantera: Se pensasse mesmo em mim, teria se conservado por causa do amor que sente por mim.

Antílope: É justamente por causa dele que não consigo! - Retruca numa seriedade sincera.

Nesse momento tenho alguns flash back's da noite passada e lembro de pensar que o Antílope era o Zebra.

- Mesmo com outro homem... Eu escolhi o Zebra! - Falo levantando do chão.

Algo em mim queimou. Era uma chama boa de sentir, como o calor quando um dia amanhece e o sol acorda no horizonte afastando a noite fria pra bem longe.

Me lembro de uma vez que eu e Zebra fizemos sexo até amanhecer e a aurora invadiu a janela iluminando nosso quarto. Daí eu vi seu rosto cansado, mas ele não parava de sorrir e sua boca ofegante me pedir por mais.

Antílope: Por favor... Acredita em mim! - Disse já com os olhos lotados de água.

Pantera: O que devo fazer... Esta dizendo que é minha culpa você estar tão carente.

Antílope: Desculpa por ser assim...

Deixo os dois sozinhos e sigo até a saída.

Sinto que sei onde Zebra está escondido! 


Narrador Ovelha


Nesse momento estou na sede do UFC, isto porque resolvi me envolver em uma luta.

No meu camarim, há roupas que minha mãe escolheu especialmente para hoje porque são de alta tecnologia.

Miro-me no espelho. 

Eu via um Ovelha diferente. Alguém que não conheço. Esse Ovelha no espelho parece saber exatamente o que faz, parece alguém confiante e perigoso, mas por dentro eu tô um caus.

Geralmente as pessoas evitam lutas desnecessárias, mas eu resolvi ir contra o instinto de sobrevivência.

Porque estou fazendo isso...?

Negra nunca concordaria, ainda mais sendo algo para livrar o Coiote-oni-chan de apanhar. Negra é muito sádico.


Narrador Wolf 


Hoje é minha primeira vez numa luta televisionada para milhares de pessoas, não posso falhar!

Será que meus pais iram assistir? 

Nesse momento penso naquele bebezinho de olhos carmim, tão intensos quanto sangue. 

A essa altura ele já deve ter crescido bastante. Será que vai me ver lutar?

- O que estou pensando!? Que droga! 

Vou até meu armário e dou uns socos e só paro quando marco meus punhos no aço.

Aquele bebê foi meu maior erro! ODEIO ELE! 


Narrador Autor


Wolf e Ovelha se encontram no torneio. Eles são os primeiros a lutar. 

Ambos têm uma grande surpresa, pois não tinham conhecimento que tal reencontro fosse acontecer desse modo.

Ovelha é o primeiro a tentar conversar algo, mas não passou de uma tentativa, pois as palavras se recusavam à sair.

Até que o congo para o início da luta soou, isso faz Wolf despertar do transe.

Wolf avança para bater em Ovelha com seus dedos fechados em punhos, ele mira um soco, mas Ovelha foi rápido e se defendeu.

A luta começa a esquentar o corpo de ambos, era difícil para Wolf tanto quanto Ovelha se consentrar. 

Wolf não aguentou, e lacrimeja algumas lágrimas. 

Ovelha: Senpai... - Clama preocupadamente para seu adversário.

Wolf: COMO TEVE CORAGEM DE FUGIR?! - Rosnou entredentes relembrando a última vez que havia visto o loiro.

Ovelha: Por favor, Senpai... Não pergunte sobre isso. - Roga desviando os olhos dos seus. 

Wolf: Ahhhh é mesmo... COIOTE ME FALOU TUDO! foi por causa do Negra!

Ovelha: ELE É O MEU AMIGO! ELE FARIA O MESMO POR MIM! 

Wolf: VOCÊ É DOIDO! - Diz depositando uma joelhada na barriga de Ovelha, tão forte que o faz cuspir sangue.

Ovelha: Sen-senpai...

- VOU TE MATAR! - Avisou antes de depositar um soco no rosto de Ovelha que o faz cair no chão.

Wolf senta na cintura de Ovelha e volta a depositar mais socos. Ovelha apenas se defendia, mas não bateu em Wolf em nenhum momento, embora tivesse a oportunidade - VAMOS! PORQUE NÃO ESTÁ REVIDANDO?!

Ovelha: N-nao posso lutar contra você! - Falou com muita dificuldade sendo bombardeado por socos ininterruptamente.

Wolf se irritou e então levantou de cima de Ovelha. - Nesse caso saia do ringue e dê a vez a alguém que realmente queira! Não vou perder meu tempo com um inútil feito você!

Ovelha: Não... Não Senpai! Eles vão te machucar! - Disse bastante assustado só em pensar na idéia de ter seu Senpai sendo agredido ele se desesperou. 

Wolf: Não importa! - Falou.

Ovelha realmente queria proteger seu Senpai. Era um sentimento tão forte que o faz sugar a alma de Wolf para si. Este poder foi o mesmo que aprisionou Papá em sua mente por anos. E agora fez com Wolf sem conseguir se controlar. 

O corpo de Wolf cai no chão. Era apenas uma casca vazia.

Ovelha também desmaia, pois tal poder exigia muita energia.

A platéia que assistia à luta ficaram confusos com o motivo dos dois desmaiarem, mas nada podiam fazer. 

Dois paramédicos entraram no ringue para pegar os corpos do chão. 


Notas Finais


Vejo vcs nos comentários 💜💜💜


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