História YAOI-ZÔO: Personagens gays baseados em animais. - Capítulo 219


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Coiote, Galinha, leão, Lobo, Ovelha, Papa Léguas, Raposa, Zebra
Visualizações 461
Palavras 774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Foto abaixo: Toupeira versão mais velho.

Capítulo 219 - Patinha machucada


Fanfic / Fanfiction YAOI-ZÔO: Personagens gays baseados em animais. - Capítulo 219 - Patinha machucada

Narrador Galinha 


Uma noite de sono tranquila, a temperatura estava boa, nenhum som era possível exceto o ronco baixinho do Fox contra o meu cangote. 

Sim, é óbvio que isso está errado!

Quando Toupeira fica quietinho assim, pode ser perigoso! Ele é um bebê! É lei bebês perturbarem de madrugada!

Cutuco o Fox para acorda-lo. - Amor, dá uma olhada no Toupe...

Ele balbuciou algo sobre estar num sonho muito bom e eu atrapalhei. Então dou leves palmadas em seu ombro. - Vai amor!

Fox: Tá, já tô indo! - Falou me olhando com um semblante cansado.

Essa semana ele conseguiu um emprego como caixa de supermercado, mesmo eu dizendo que não era preciso! Posso pagar nossas despesas. O bebê quase não come comida de gente, isto porque vive comendo minhoca e coisas estranhas. E ele não gosta de vestir roupas, então não tem quase nenhum gasto pra cuidar dele.

Fox levantou dificultosamente e direcionou-se para a porta logo então vejo-o passar à passos zonzos feito zumbi.


Narrador Fox 


Pego uma lanterna e uma pá antes de ir pro quarto do meu filho, pois ele pode estar enterrado em algum lugar. 

Ao entrar vejo que não estava mais no berço, e em canto nenhum do quarto então começo a cavar. 

Fiz vários furos no chão até achar um par de pernas gordinhas seguido de um bumbum rosado. Suas pernas se mechiam pra frente e pra trás como se estivesse nadando para afundar-se mais dentro da terra.

Segurei suas pernas e puxei. Nesse momento seu corpinho sai do buraco, mas veio chorando. 

Fico muito angústiado e o abraço fortemente. - T-te machuquei? - Questiono preocupado. 

O choro trouxe Gali até nós dois. - Oooo que aconteceu com o meu bebê!? - Questiona puxando o Toupe dos meus braços. 

- Fala Toupe! O que aconteceu!

Toupe: Buaaaaa Buaaaaa Gugu dada!

Gali: Dói em algum lugar, meu filho? Diz pra mamãe!

Toupe: GUGU DADA! - Retruca como se desse uma resposta válida.

Gali: Aí não! Ele machucou a patinha!

- Patinha? Você entende o que ele está falando?

Gali: Claro que sim! UMA MÃE SEMPRE SABE! - Disse me atacando com uma expressão zangada. - Você puxou ele muito forte e distendeu o calcanhar e isto causou dor nele!

- E ele disse tudo isso falando "Gugu dada"?

Gali: Não se faça de desentendido! Vai dormir no sofá hoje! - Disse enraivecido.

E então segue até nosso quarto e bate a porta fechando.

- ... Mas não temos sofá.

Miro para o berço. - Isso será muito desconfortável.


Narrador Autor 


Gali fez um curativo térmico na patinha do bebê para secar o inchaço. - Toupe, não pode cavar com a patinha assim, vai acabar piorando.

Toupe: Gugu! *Tradução: Poço!*

Gali: Não pode! - Decretou enchugando as lágrimas da bochecha do menor.

Toupeira nunca desobedeceu uma ordem de Gali, até porque a mamãe nunca o proibiu de nada antes.

Entretanto é o dia do aniversário de Cobra e Toupe precisa muito ir. 

Toupe: Gugu... Gugudada! - Diz decididamente. "Tradução: Vou fugir!"

Gali revira os olhos perante a rebeldia do seu bebê de três anos. - Pra onde quer ir? - Questiona se dando por vencido.

Toupe: Coba gugudada!

Gali: É o aniversário do seu amigo Goba?

Toupe assente e lança um par de olhos ansiosos para sua mamãe.


...


Galinha bateu na porta do seu vizinho. E tão logo é atendido. - Volto às cinco pra busca-lo! - Disse entregando um bebê peladinho para a mulher que não compreendeu o que estava acontecendo.

Seguidamente Gali se despede do nenem e vai embora para trabalhar deixando a moça que atendeu a porta com seu filho.

Toupe mira para a moça e então sorrir. - Goba gugudada! *tradução: chama o Cobra pra mim"

Cobra estava perto e então foi ver quem era na porta e então ver sua empregada segurando seu inseto.

Cobra: Dê ele pra mim! - Disse na maior tranquilidade.

A empregada levou um pequeno susto e mirou para o seu jovem mestre. - Não estou entendendo, Mestre! - Se queixa entregando o bebê à ele.

Cobra: Obrigado! - Agradeceu seguindo para seu quarto. 

Toupe se agarra ao seu amiguinho com os braços e pernas para não cair. - Veio bem a tempo, Tobe, estou me arrumando para celebrar meu aniversário.

Toupe: Gugu! *tradução: Eu sei!"

Cobra: Mas não posso celebrar se o meu inseto está sujo e nu - Disse levando o bebê para o banheiro.

Após um belo banho com bastante sabão pra desgrudar toda terra de seu corpinho. O bebê recebe uma roupa apropriada: Um vestido florido com um lacinho rosa na cintura. Esse foi o único momento que Toupe deu valor às suas roupas. Eram lindas e coloridas, bem diferente das roupas masculinas.

Cobra: Você parece uma boneca!

Toupe ficou tão feliz com o elogio que corou violentamente.

Desde esse dia, Toupe se veste de menina.


Notas Finais


Vejo vcs nos comentários 💜💜💜


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