História Yellow Hope - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Once Upon A Time, Outlawqueen, Regina Mills, Robin Of Locksley
Exibições 96
Palavras 3.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ois gente!

Está aí o cap com muitas informações e peças...

Capítulo 7 - O tapa


Fanfic / Fanfiction Yellow Hope - Capítulo 7 - O tapa

 

Regina começou a andar de um lado para o outro enquanto observava seu marido abrir a porta; estava tão nervosa que até começou a roer suas unhas perfeitas. Robin, por sua vez, além de estar com medo, estava ansioso porque algo lhe dizia que encontraria respostas atrás daquela porta. Olhou para sua esposa e ambos respiraram fundo antes de ele dar o primeiro passo; a morena até cogitou a ideia de tocarem a campainha antes, mas a casa era abandonada, ninguém vivia ali há anos e, justamente, por isso a nova cor da porta chamou sua atenção.

Ao adentrar o local, Locksley não soube o porquê, mas fechou a porta atrás de si, tirou os olhos do chão e olhou para frente, o cômodo era imenso e escuro, apenas um fio de luz invadia o ambiente o que o permitiu enxergar uma poltrona no canto da grande sala; o guia turístico deu alguns passos e viu que a poltrona estava virada de frente para a parede e ao lado ele identificou um suporte hospitalar, correu os olhos para cima e viu um vidro de medicamento ligado a uma, fina, mangueira, sentiu um aperto no peito quando não conseguiu ver onde a mangueira terminava, mas viu que passava por cima do braço da poltrona, se perguntou quem poderia estar ali, já que não conseguia ver nada. Não notara, porém já havia atravessado a sala e estava diante da poltrona.

─ Meu Deus! ─ Sentiu seu coração parar e suas mãos tremerem ao ver um, frágil, debilitado e nu, garotinho encolhido no assento; em choque, ajoelhou-se e levou sua mão até a cabeça do menino, sentiu que ele estava febril, também pode ver que a mangueira do medicamento estava, grosseiramente, ligada ao braço direito do garoto, já não havia mais medicamento e o sangue começara a voltar pela mangueira, Robin apressou-se em arrancar aquilo do braço do menino, mas com cuidado para não machucá-lo ainda mais. ─ Que monstro teria a capacidade de fazer isso com um pobre anjo...? ─ Falou consigo mesmo enquanto tirava sua camisa para enrolar no menino que ainda estava desacordado.

─ Moça? ─ Disse o garotinho, desacordado; encolhendo-se, assustado nos braços de Robin.

─ Está tudo bem. ─ Locksley passou a mão na testa do garoto, afastando os fios que cobriam seus olhos. ─ Você está a salvo agora. ─ Abraçou-o contra seu peito e chorou, não sabia a razão, mas o choro fez seu coração bater irregular e, no mesmo instante, sentiu o miudinho relaxar em seus braços.

A morena não aguentava mais ficar do lado de fora sem notícias; soltou o ar que estava preso em seus pulmões e andou a passos firmes até a porta. Tomou um tremendo susto ao entrar na sala escura; arregalou os olhos quando viu seu marido sem camisa e ninando uma criança.

─ Robin? ─ Chamou-o andando até ele. ─ O que... Minha nossa! ─ Viu que era um menino e cobriu a boca ao perceber o estado em que ele se encontrava. ─ Quem é esse garotinho? ─ Encostou na, pequena, testa. ─ Está com febre.

─ Não sei quem é esse garoto... ─ Olhou mais uma vez para o menino em seus braços. ─ Já o encontrei desacordado... ─ Disse ele, com pesar. ─ Devemos levá-lo para o hospital.

─ Primeiro temos que falar com o David, querido. ─ Secou as últimas lágrimas que escorriam dos olhos de seu marido.

─ Você está certa. ─ Fechou os olhos aproveitando o carinho que recebia no rosto. Sentiu-se grato por não estar sozinho nesse momento. ─ Preciso ligar para ele. ─ Mantendo o garoto em seus braços, tentou pegar seu celular, porém não obteve sucesso.

─ Pode deixar que eu ligo. ─ Segurou, carinhosamente, a mão do loiro e sorriu.

A morena ligou para seu compadre e explicou tudo, então só restava esperar o superintendente chegar. Enquanto isso, sentaram no chão e em nenhum momento Locksley afastou o menino dos seus braços. Estavam preocupados, pois o garoto não acordou em nenhum momento.

─ O que será que tinha naquela embalagem? ─ Disse Robin, olhando para o suporte hospitalar.

─ Provavelmente um sedativo para ele não poder pedir ajuda... ─ Aproximou-se mais e acarinhou o rosto garotinho. ─ Deve ter passado por tantas coisas. ─ Afastou a franja dele e beijou sua testa.

─ Nem me fale. Precisamos descobrir quem fez isso com ele. ─ Olhou para sua esposa. ─ Será que ele tem algo a ver com o bilhete e tudo mais?

─ Não sei... ─ Entrelaçaram as mãos sobre o menino. Regina manteve a esperança no olhar antes de continuar a falar. ─ Iremos descobrir juntos. ─ Inclinou-se e deu um selinho no loiro, fazendo-o sorrir sutilmente. Robin sentiu-se feliz por sua amada estar voltando a ser ela mesma. Agradeceu em uma prece silenciosa.

─ Robin? Regina? ─ Ouviram a voz do Nolan do lado de fora e logo viram a cabeça dele na fresta da porta.

─ David, precisamos descobrir tudo sobre esse garotinho. Nem que tenhamos que mover montanhas. ─ Robin falou em tom firme.

─ Pobre criança. ─ Disse o policial, ajoelhando-se ao lado deles. ─ Nunca vi esse garotinho por aqui...

─ Temos que ir para o hospital, rápido. ─ Regina levantou-se. ─ Ele estava sendo medicado e está febril.

─ O Graham está ali fora, ele leva vocês, pode ser? Quero dar uma olhada nessa casa antes. ─ Nolan levantou-se e começou olhar ao redor.

─ Tudo bem. Vamos logo. ─ Regina ajudou Robin a ficar em pé. ─ Você precisa de uma camiseta.

─ Estou bem. Só vamos cuidar dele agora. ─ Olhou mais uma vez para o menino e saíram porta afora.

─ Graham, nos leve para o hospital. ─ Disse a morena, abrindo a porta da viatura para o Robin.

─ Hospital? Que menino é esse? ─ O policial perguntou a eles.

─ Não sabemos ainda, mas precisamos ir o mais rápido possível. ─ Disse Robin. Os Locksley acomodaram-se no bando de trás e, sem mais perguntas, Graham dirigiu até o hospital.

─ Humm... ─ Resmungou o garotinho.

─ Acho que ele está acordando. ─ Regina massageou os, gélidos, pés dele.

─ Já estamos chegando. ─ Robin olhou para o menino, esperando ele abrir os olhos. ─ Você está a salvo agora. ─ Garantiu.

─ A moça... ─ Falou assustado e escondeu o rosto no peito do loiro.

─ Será que ele acha que eu vou fazer mal a ele? ─ A morena sussurrou.

─ Provavelmente tem alguma “moça” envolvida nisso tudo. ─ Robin olhou de sua mulher para o menino. ─ Ei? Não lhe faremos mal. ─ Passou o polegar pela bochecha do garoto. ─ Eu me chamo Robin, e essa é a minha mulher, Regina. ─ Sorriu para o pequeno par de olhos castanhos que o encarava; ficou fascinado com a semelhança daquele olhar com o de sua amada.

─ Oi, rapazinho. ─ Regina sorriu para ele enquanto passava a mão pelo bracinho frágil.

─ Você não vai me fazer chorar igual aquela moça má? ─ Perguntou, esfregando os olhos e se encolhendo ainda mais no colo do Robin; se é que era possível. O pequeno garoto estava tremendo, com certeza, passou por muitas coisas nos últimos dias.

─ Não. Nunca. ─ A morena levou a mão até o rosto do menino, que se encolheu em reflexo. ─ Posso passar a mão no seu cabelo? ─ Perguntou, observando o medo nos olhos da criança. Ele não respondeu em palavras, mas meneou a cabeça, então a morena afagou os cabelos, bagunçados, dele. ─ Você tem o cabelo muito bonito. Olha... ─ Virou seu rosto mostrando seus próprios cachos. ─ É parecido com o meu. ─ Robin estava sorridente, assistindo a cena.

─ É. ─ Com receio, o menino passou o indicador nas pontas do cabelo dela. ─ A outra moça tem o cabelo...

─ Robin, chegamos. ─ Disse Graham, desligando a viatura.

─ Vamos. ─ Robin abriu a porta e nem esperou o menino terminar de falar sobre a tal moça; nesse momento ele só queria cuidar do garoto.

─ Não quero ir. Não quero ir com essas pessoas. ─ O garotinho começou a chorar e se agarrou ao pescoço do guia turístico quando viu alguns enfermeiros se aproximando.

─ Está tudo bem. Eles vão cuidar de você. ─ Robin o abraçou. ─ Quer que eu fique junto contigo? ─ Segurou o rostinho do menino.

─ Sim. Não me deixa sozinho. ─ Disse ele, com os olhos vermelhos.

─ Querido, estarei aqui para qualquer coisa. Vou esperar o David vir até aqui para vermos o que podemos fazer. ─ Regina acarinhou as costas de seu marido.

─ Obrigado. ─ Inclinou-se e beijou a testa de sua amada; a morena sorriu com o gesto.

─ Vou falar com o Dr. Whale para ele dar uma olhadinha nesse garoto. ─ Brincou mais uma vez com os cabelos do menino, que parecia um pouco mais calmo.

Robin falou com os enfermeiros e certificou-se de que iria acompanhar tudo. David já havia ligado para o hospital e explicado a situação, então sem muitas perguntas, eles arrumaram uma roupa para o Robin e deixaram-no ficar com o garoto.

Regina seguiu-os pelo corredor e encontrou Whale no meio do caminho, pediu que examinasse o menino e contou que quando o encontraram ele estava sedado; no mesmo instante, David se juntou a eles e, por sorte, lembrou-se de trazer a embalagem do medicamento.

─ Vou examiná-lo e logo trago notícias. ─ Disse aos dois. ─ E já posso dizer... ─ Cheirou a embalagem. ─ Usaram sedativos fortes, não sei como essa criança ainda está viva...

─ Graças a Deus, Robin o encontrou. ─ A morena levou as mãos sobre o coração, respirando aliviada.

─ Ainda bem que vocês o encontraram, isso sim. ─ Nolan apertou o ombro dela.

─ Daqui a pouco volto com os resultados dos exames. ─ O doutor acenou e entrou na sala em que Robin estava. David ajudou Regina a sentar em uma das poltronas no corredor e sentou-se ao lado dela.

─ Alguma novidade sobre as filmagens? ─ A Sra. Locksley perguntou ao compadre.

─ Pedi para o Graham voltar lá para o departamento agora, porque o meu amigo vai entregar o resultado da análise daqui a pouco. ─ Disse ele. ─ Mas e vocês, se acertaram ontem?

─ Sim... ─ Ficou corada. ─ Estamos bem. ─ Sorriu, arrumando o cabelo atrás da orelha.

─ Ih! Toda corada. ─ Bateu seu ombro no dela. ─ Não precisa falar mais nada... A menos que queria. ─ Riu da cara dela.

─ Fica quieto. ─ Bateu nele.

─ Falando sério, já estava na hora de vocês se acertarem. Fico feliz que estejam bem... E também não aguentava mais a choradeira. ─ Gargalhou. ─ Senti falta do meu casal de compadres favorito.

─ Você só tem nós de compadres. ─ Gargalhou também.

─ Shiu! ─ Uma enfermeira pediu silêncio a eles.

─ Desculpa. ─ Os dois encolheram os ombros e tentaram conter o riso.

Não demorou muito para que Robin saísse da pequena sala, ainda carregando o menino em seus braços.

─ Regina? ─ Dr. Whale a chamou. Os dois afastaram-se dos outros.

─ Sim? ─ Falou, apreensiva com o que ouviria.

─ Esse menino é muito forte, porque se fosse outra pessoa não teria resistido. ─ Whale começou a falar. ─ Ele tem algumas marcas de beliscões pelo corpo, está sem comer há alguns dias, só não aconteceu nada pior porque recebeu soro, creio eu, que ontem à noite...

─ Meu Deus! ─ Regina juntou as mãos.

─ Fora isso, acredito que ele ainda esteja traumatizado e precisa comer algo leve... Robin disse que o levará para casa...

─ Sim. Claro. Vamos cuidar dele. ─ A morena afirmou, balançando a cabeça.

─ Ele está bem assustado e não queria falar comigo, quem sabe vocês consigam alguma informação. ─ Entregou os exames para Regina. ─ Ah, ele deve ter 4 anos, ou quase isso.

─ Coitadinho. Quem seria capaz de fazer isso? ─ Ela olhou para seu marido que estava abraçado ao menino.

─ Com certeza tem uma mulher envolvida nisso, e acho que é ruiva...

─ O quê? ─ Ela encarou o médico. ─ Ruiva?

─ É. Acho que sim, porque quando uma enfermeira ruiva entrou na sala ele ficou desesperado, começou a se debater e pedir para sair dali.

─ Ruiva... ─ Regina pensou, tentando lembrar-se de alguma mulher com essa característica.

─ Querida, podemos ir? ─ Robin se aproximou.

─ Sim. ─ Sorriu para os dois. ─ Whale, obrigada por tudo. ─ Estendeu a mão.

─ Imagina. Qualquer coisa podem me procurar. ─ Apertou a mão dela.

─ Ele te contou? ─ Disse ela ao marido.

─ Sim, ainda estou pensando, mas não consegui pensar em ninguém. ─ Segurou o menino em um braço e entrelaçou sua mão livre a da sua esposa. ─ David, podemos ficar com ele hoje? ─ Perguntou ao compadre.

─ Bom, não é o certo... Mas acho que é o melhor para ele enquanto investigo. ─ Saiu do hospital na frente dos amigos e abriu a porta da viatura. ─ Levo vocês para casa.

─ Acho que precisamos providenciar uma roupa para esse pequeno. ─ Ela encostou o dedo na ponta do nariz dele.

─ Quer a sua camiseta de volta? ─ O menino perguntou ao Robin; o loiro ainda usava a roupa do hospital.

─ Pode ficar com ela. ─ Sorriu. ─ Fica melhor em você.

─ Parece um vestido. ─ Riu, segurando a barra da camiseta branca. ─ Mas eu gosto dela. ─ Soltou o tecido e se segurou com os dois braços em volta do pescoço do guia turístico.

─ Então, me esperem em casa que logo apareço com uma roupa para você. ─ Fez cócegas no garoto, que já estava mais tranquilo. ─ Ah, já estava me esquecendo, será que você pode nos contar qual é o seu nome?

─ Ele não quis falar lá dentro. ─ O loiro apertou os dedos de sua esposa.

─ Mas acho que agora quero falar, porque você é legal, Robin, e a moça... A Regina também. ─ Sorriu para o casal. ─ É Roland. ─ Falou orgulhoso e com um sorriso ainda maior no rosto; os Locksley puderam ver as covinhas dele pela primeira vez; dessa vez foi a morena que ficou fascinada com a semelhança daquele sorriso com o do seu marido.

─ Que nome lindo. Muito prazer, Roland. ─ Regina segurou a mão dele, cumprimentando-o.

─ É um nome muito bonito mesmo. Você já conhece algumas letras, Roland? ─ O loiro perguntou.

─ Aham. ─ Balançou a cabeça. ─ Minha mamãe me ensinou.

─ É? Então você percebeu com que letra começa os nossos nomes? ─ Robin arqueou as sobrancelhas sorrindo.

─ Robin... Regina... E eu... ─ Roland pensou por alguns segundos. ─ Ei! Todos começam com R de rato. ─ Sorriu com sua descoberta.

─ Isso mesmo. ─ Robin soltou a mão da Regina e trocou o menino de braço.

─ Pode me colocar no chão.

─ Não, você está descalço. ─ Bagunçou os cabelos dele.

─ Então, meninos que começam com R de rato, vou indo e encontro vocês em casa. ─ A morena fez graça.

─ Tá, moça bonita que começa com R. ─ O garoto riu. Regina atreveu-se a dar um beijo na bochecha de Roland, o qual aceitou de bom grado e se encolheu sorrindo.

 

 

Birds flying high

You know how I feel

Sun in the sky

You know how I feel

Reeds driftin' on by

You know how I feel

 

It's a new dawn

It's a new day

It's a new life

For me

And I'm feeling good

I'm feeling good

 

Fish in the sea

You know how I feel

River running free

You know how I feel

Blossom on the tree

You know how I feel

[...]

(Feeling Good – Michael Bublé ♪♪)

 

 

Regina voltou para casa com algumas sacolas de roupas e calçados, não conseguiu comprar só uma. Entrou em casa e viu Robin preparando uma sopa.

─ E o Roland? ─ Perguntou, olhando ao redor.

─ Está no banho. Ele quis ficar sozinho. ─ Sorriu. ─ Estou fazendo uma sopa.

─ Comprei algumas roupas para ele. Foi um pouco difícil porque não sei certo o tamanho dele e nunca comprei roupa para criança... ─ Ergueu as sacolas. ─ Mas acho que acertei na maioria. ─ Soltou as sacolas no sofá.

─ Rooobin, terminei. ─ O garoto gritou lá do banheiro. ─ Não consigo desligar o chuveiro.

─ Estou indo. ─ Robin respondeu sorrindo. ─ Vem, amor. ─ Puxou sua esposa.

─ Roland, já voltei e comprei algumas roupas. ─ Regina falou do lado de fora. ─ Quer que o Robin o vista? ─ Antes que ele respondesse, Robin saiu com ele enrolado em uma toalha.

─ Posso me vestir sozinho. ─ Sorriu, passando outra toalha no cabelo.

─ Tá legal. Vou pegar suas roupas. ─ Foi até a sala e pegou as sacolas. ─ Pode escolher a que mais gosta, só vista uma blusa porque está frio. ─ Falou enquanto Robin e ele entravam no quarto do casal, seguiu os dois e soltou as sacolas sobre a cama.

─ Estaremos na cozinha. ─ Robin o soltou na cama.

─ Tá. ─ Cruzou os braços para manter a toalha no lugar. Os Locksley se entreolharam e saíram de mãos dadas.

Estavam arrumando a mesa quando ouviram a campainha.

─ Eu abro. ─ Regina foi até a porta. ─ Oi, Graham.

─ Regina, David mandou que eu lhe entregasse esse envelope. ─ Entregou-lhe um envelope lacrado. ─ Ele disse que já está vindo pra cá.

─ Certo. ─ Regina abriu o envelope, mas não tirou nada de dentro, olhou para frente e viu uma mulher escodara na viatura, de costas para eles. ─ Quem é aquela? ─ Indagou, retirando o conteúdo do envelope.

─ Ah, é a Zelena, minha namorada. ─ O policial sorriu, olhando para a mulher.

─ Hum. ─ Regina olhou para os papéis que tirou de dentro do envelope e viu que eram fotos mais nítidas das gravações.

─ O que tem aí? ─ Robin surgiu atrás dela.

─ Olha. ─ Os dois começaram a olhar as fotos e puderam ver, com clareza, o rosto do Gold e da, misteriosa, mulher. ─ Querido, ela é...

─ Ruiva. ─ O loiro completou. Os dois se entreolharam.

─ Posso ver? ─ Disse Graham. Regina apenas abaixou as mãos, mostrando-lhe a foto da mulher; o policial empalideceu. A morena olhou para frente, pensando onde já havia visto aquele rosto e, naquele momento, viu a namorada do Graham tirar o gorro que estava usando e revelar seus longos cabelos cor de fogo.

─ É ela! ─ Gritou a morena, soltando tudo que estava em suas mãos.

─ Já era hora de vocês se tocarem, queridinhos. ─ A ruiva gargalhou de forma estridente.

─ Sua... ─ Regina correu até Zelena. ─ Sua...

─ Perdeu a língua, linda? ─ Gargalhou outra vez, porém não conseguiu ver de onde veio, só sentiu seu rosto arder e sua cabeça virar para o outro lado. Regina havia lhe dado um belo tapa. 


Notas Finais


Minha nossa! :O

E aí?

Só queria dizer que, ao que tudo indica, a história está acabando...


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