História Yes... My Lady! - 1° temporada - Capítulo 38


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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Agni (Arshad), Alan Humphries, Aleister Chamber (Visconde de Druitt), Alois Trancy, Bardroy "Bard", Beast, Charles Phipps, Claude Faustus, Condessa Rachel Durless-Phantomhive, Diedrich, Doll, Earl Charles Grey, Elizabeth Midford, Eric Slingby, Finnian "Finny", Grell Sutcliff, Hannah Annafellows, Joker, Lau, Madame Red (Angelina Dalles), Mey-Rin, Personagens Originais, Pluto, Príncipe Soma Asman Kadar, Ran-Mao, Ronald Knox, Sebastian Michaelis, Sieglinde Sullivan, Snake, Sr. Tanaka, Undertaker, Vincent Phantomhive, William T. Spears, Wolfram Gelzer
Tags Kuroshitsuji
Visualizações 48
Palavras 2.341
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


SALUT!!!!!!
Personnes!
Sexta feira!!!!!
AEEEEEE
Saudades de vocês seus doidos!
💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜

Capítulo 38 - Capítulo XXXVIII


- Sebastian... Como você sabe que foi um assassinato? - Perguntei

- My Lady... Não posso te contar com palavras! Talvez você fosse duvidar de mim... Melhor você ver com seus próprios olhos... - Disse Sebastian

O cenário ao meu redor Muda outra vez, Olhei ao redor e percebi que já estávamos em um lugar diferente, Estávamos em uma estrada de barro aonde ao redor havia muitas árvores.

- Sabe aonde estamos? - Perguntou Sebastian

Reconheço esse lugar.

- Estamos perto da Minha antiga casa... - Falei

- Estamos há alguns Meses atrás... É 14:56 da Tarde em Paris... - Disse Sebastian

Sai correndo pela estrada de barro, deixando Sebastian pra trás, corri Desesperada pensando seriamente em tudo qhe ele havia me dito, Foi um Assassinato, Não foi um acidente.

- Papai!!! - Gritei enquanto via o telhado da mansão

Meu coração acelerou não pode estar pegando fogo agora, Me aproximei e vi que por pouco não estava.

- Papai! Eu estou Aqui!!! - gritei me aproximando da entrada principal e abrindo a porta

Assim que abri já tive a visão da escada e de algumas fotos de nossa família penduradas nas paredes.

- Cheguei!!!!! - Gritei tentando parecer normal 

Ninguém respondeu, subi às escadas, olhei pros lados no imenso corredor com às portas dos quartos fechadas. Porém a porta do escritório no final do corredor estava um pouco aberta, Andei com passos curtos até ela apenas escutando o som da música clássica que meu pai gostava de ouvir quando estava preocupado com alguma coisa.

Abri a porta do escritório, sentido aquele cheiro de chá que eu já havia sentido por muitos anos, Diante de uma janela enorme que iluminava bem o escritório.

- Papai... - Chamei

Ele estava de costas para a porta, segurando o seu cachimbo e apreciando sua paisagem.

Porém ao ouvir minha voz ele se vira em minha direção, Meu coração se alegrou ao ver seus cabelos pretos e seus ollhos verdes e sua pele branca e lisa, ele usava um paletó preto e sua gravata vermelha, porém o que majs chamava a atenção era seu tapa olho.

Ele olha pra mim sem demonstrar emoção alguma, Eu não me importei com isso muito pelo contrário, Ele estava vivo ainda dava tempo de me despedir.

Corri até ele e dei uma abraço apertado.

- Papai... Senti Saudades! - Falei já derramando algumas lágrimas

Ele coloca a mão às mãos na minha cintura e me impede de continuar dando o abraço que eu tanto queria.

- O que está fazendo aqui? Eu mandei você pra Londres... - Disse meu Pai sério porém demonstrando irritação No seu tom de voz

- Vim te ver.... - Falei

- Emilly... Não deveria estar Aqui! Se eu te mandei pra lá foi que para que ficasse lá... - Ele respondeu

- Mas que droga pai! Eu vim ver você será que não entende? - Falei aumentando o tom de voz

- Abaixe seu tom de voz menina! Não me desrespeite... - Ele respondeu já irritado

Que inferno... Nem assim ele reage bem.

- Pai eu vim te ver... Porque eu estou com saudades e porque o senhor vai morrer... - Falei 

Talvez isso faça com que ele se comova.

- Eu sei... - Ele respondeu

- Então... Porque não faz alguma coisa! A casa vai ser queimada! - Falei tentando fazer com que ele se manifestasse

- Não há nada que eu possa fazer... - Ele respondeu

- Mas... Você pode fugir! - Falei

Ele se senta na poltrona dele e observa a paisagem diante da janela.

- Não há Como fugir... - Ele respondeu

- Pai! Você pode viver! E assim vamos poder continuar nos vendo... - Falei

- Emilly... Aceite um conselho do seu pai.... Volte pra Londres e coloque uma bandeira da França em cima do meu caixão... - Ele respondeu observando a macieira que ficava perto do Rio no quintal da nossa casa

- Não... Eu não vou voltar... - Falei

- Vai voltar sim... - Ele responde se levantando e me encarando irritado

- NÃO VOU!!! - Gritei

- MENINA REBELDE! - Ele gritou

Ficamos em silêncio encarando um ao outro, fazíamos isso quando não queríamos brigar um com o outro.

- Escute! A minha hora está chegando! Então saía daqui! Volte pra Londres e me deixe cumprir o que têm que ser feito... -  Meu pai Respondeu 

Abaixei a cabeça já frustada.

- Pai... Porque você me odeia? - Perguntei completamente frustada

Ollhei pro chão tendo a visão dos meus pés descalços, saí correndo com um desespero completo e nem pensei em vestir minhas pantufas, percebi a sombra dele se aproximando.

Olhei em seus olhos e ficamos frente a frente, Esperava que ele dissesse que não me odiava, porém recebi uma bofetada.

Senti meu rosto arder, Coloquei a mão.

- PORQUÊ VOCÊ BATEU NA MINHA CARA?! - Perguntei gritando e já chorando de novo

- Silêncio.... - Ele respondeu

Pai? Porque você está agindo assim comigo?

- Nunca mais diga isso Perto de mim... Ouviu? Jamais me faça essa pergunta idiota outra vez... - Ele respondeu

Ele está brigando comigo como quando eu era criança, ele sempre me mandava não fazer perguntas bobas, mas só comecei a levar tapas aos 14 anos de idade.

- Se não é verdade porquê você está sendo tão frio? Sou sua filha não um animal... - Respondi

- E é por isso que estou te educando! Posso até estar morto daqui algumas horas... Mas ainda mereço respeito... - Ele respondeu

- Porque você tem que ser tão frio? - Perguntei

Ele pareceu surpreso com a minha pergunta.

- Pai... Eu vim aqui te ver! Porque quero me despedir! Passei muito tempo sem te ver! E... -  Às lágrimas Descem e eu não consigo controlar a fala - E eu só queria dizer que eu te amo pai apesar de tudo - Respondi fazendo força pra não chorar tanto

Ele ficou em silêncio já não sendo frio.

- Pai! Não negue sua filha Assim... Você já me negou seu carinho me mandando para àquela Mansão... Não me negue seu carinho até mesmo nos momentos finais... - Falei

Ele tremeu os lábios, Ele fazia isso quando queria falar algo mas não conseguia.

- Emilly... Se eu te mandei pra lá! Foi pra te proteger! Não seja criança de ficar magoada com isso... - Ele Respondeu

- Você me abandonou! - Falei

- Não te abandonei... - Ele respondeu

- Então porque me deixou lá? Sozinha! Você disse que ia voltar... - Respondi

- Disse que seria por tempo indeterminado..- Respondeu meu pai

- VOCÊ DISSE QUE IA VOLTAR! - Gritei

- Era para ser Alguns Meses... - Ele respondeu

- ADMITE! VOCÊ ME DEIXOU LÁ PORQUE ME ODEIA!!! - Gritei

- QUER LEVAR OUTRO TAPA?! - Ele respondeu gritando

Me calei de novo, eu queira explodir dizer tudo que eu guardei por anos.

- Não importa! Volte pra mansão e me obedeça... - Disse meu pai

- Não vou voltar... Vou ficar Aqui até você ouvir o que eu tenho pra dizer... - Falei

- Já chega não Quero ouvir mais nada... - Falou meu pai

Segurei ele pelo braço.

- NÃO! VOCÊ VAI FICAR E OUVIR O QUE EU TENHO PRA DIZER...- Gritei

Desta vez ele se Calou e arregalou os olhos.

- Pai... Você é um Monstro! Apesar de tudo você me despreza! Você pode achar que não mas me abandonou naquela maldita mansão pra morrer com aqueles assassinos que estavam atrás de você pra poupar sua vida e sacrificar a minha... - Falei

Ele fica em silêncio.

- Você é um pai horrível... Você traiu a minha mãe quando quando eu era pequena! E ainda amou mais a minha irmã do que a mim... - Falei

- Emilly isso não é verdade... - Ele responde

- CALA BOCA!!! - Gritei

Respirei.

- Mas apesar de tudo... Eu não tenho Ódio! Eu amo você! Agora eu entendi tudo... Você não fez isso por vontade própria.. Tudo estava contra você! Você perdeu a mesma coisa que eu perdi quando aceitei a aliança com o Sebastian...  O nosso lado humano... - Falei

Ele arregalou os olhos.

- Você sabe que lá no fundo... Não era assim que queria agir! Porém às coisas ruins que foram te dominando e seu lado humano não conseguia lutar contra isso..  - Falei

Ele permaneceu em silêncio.

- Eu sei... Que quando fazemos um pacto nosso lado humano parece não existir... Às coisas ruins sobem em nossa cabeça e parece que não existe outra jeito de fazer justiça a não ser fazendo algo de ruim pra quem nos fere... Eu digo isso porquê quando aceitei a aliança me veio uma vontade de matar àquelas pessoas que me cometeram injustiça... - Falei

Ele se aproxima de mim e me abraça, às lágrimas Descem e ele acaricia minha cabeça, eu sinto àquele abraço já tentando saborear porque eu sei que vai ser o último, por um minuto tive a impressão de que meu pai também pareceu derramar uma lágrima.

- Papai... Você me ama apesar do pacto? - Perguntei

Ele suspira.

- De todas às coisas que foram tiradas de mim após àquele pacto... A capacidade de amar um filho não foi tirada... Eu amo você! Você não sabe o quanto você é importante... - Respondeu meu pai

Ele disse que me ama, Eu... Não ouvia isso desde que eu era uma criança....

- Você não sabe quantas vezes eu me tranquei nesse escritório... Planejando o dia que eu fosse te salvar daqueles que querem me matar! Porém não nego que de um certo modo te deixei de lado... - Disse meu pai

Fiquei... Alegre em ouvir isso.

- Me Perdoe! Não importa o quanto você cresça... Jamais deixarei de ver você como Minha Menina... Minha pequena Emilly! Minha menina de vestidinho de Boneca... - Disse Meu pai colocando a mão no meu rosto ao dizer isso

Sorri pra ele independentemente das minhas lágrimas.

- Você é minha filha! A minha herdeira e primogênita! Não admitirei que àqueles imundos! Matem você... - Disse meu pai

- Foi por isso... Que me mandou pra lá? - Perguntei

- Foi... Emilly! A verdade é que entre o líder e o herdeiro... Sempre vão querer mais o herdeiro... Eles podem me matar mas não deixe que eles matem você! Afinal de contas... Eles não estão de brincadeira... - Disse meu pai

- Quem são eles? - Perguntei

- Emilly! Escute! Pessoas do mundo todo vão tentar matar você... Tanto humanos quanto qualquer criatura... Seja inimigo ou amigo! Familiar ou desconhecido... Não dê esse prazer a eles.... - Disse meu pai

- Pai... Isso tudo é por mim? - Perguntei 

- Em partes sim... Te Mandei pra àquela Mansão pra não morrer! Porém... Eu morrerei... - Disse meu pai

- Não!.... - falei negando com a cabeça E chorando outra vez

- Sim Emilly! - Disse meu pai

- Não! Não não! - Falei chorando

- Linda do pai é assim que têm que ser.... - Disse meu pai tentando me acalmar

- NÃO! - Gritei chorando muito

- Shhh! Emilly! Não tente lutar! Contra isso... Já está feito.. - Disse meu pai

- Eu posso salvar sua vida... - Falei

- Não não pode... - Ele respondeu dando um sorriso

- Pai... Não! - Falei chorando

- Emilly... Você sempre vai ser a menina dos meus olhos... E eu Sempre vou te amar! Independentemente de estar longe de você... - Ele respondeu

- Papai... Eu não sou Nada! Você não pode morrer por mim... - Falei

- Não... Você é tudo! Por isso estou dando minha vida por você...- Disse meu Pai

- Papai.... Eu te amo! - Falei

- Eu também... Te amo minha pequena menina... - disse meu pai

Ele me abraçou Fortemente, eu retribuo não querendo soltar.

- Emilly! Sabe porque nosso lado humano é tirado de nós? -  Ele perguntou

- Porque?- Respondi

- Para conseguirmos matar pessoas como essas que estão vindo... Nosso lado humano é tirado e nós ficamos sem sentimentos de misericórdia algum! Porque lá no fundo sabemos que às pessoas que nos fazem mal merecem morrer... Porque há pessoas nesse mundo que realmente merecem queimar no inferno! Porque não há esperança de salvação... - Disse meu pai

Continuei escutando suas palavras.

- Não importa quem seja... Jamais deixem que te mate... - Disse meu pai

Eu abracei ele Fortemente, Ficamos ali parados imóveis quando ele finalmente parou e olhou pra mim novamente e acariciou meu rosto.

- Minha pequena Bonequinha de Porcelana... Meu bebezinho! Minha menina... Você mudou muito! - Disse meu pai

Chorei de novo, Escutei a porta abrir.

- Vicente. Eu...... Filha? - Disse minha mãe supresa ao me ver

- Mamãe... - Falei ainda chorando

Ela olha pro meu pai que está muito mal, Ela pareceu enfraquecer e começou a chorar.

- Filha saiba que eu nunca fui a Favor disso... - disse minha mãe derramando algumas lágrimas

- Mãe tá tudo bem... Eu te perdôo.. - Falei

Ela anda até mim e assim como meu pai eles me abraçam forte, minha mãe chora e meu pai fica em silêncio, eu apenas fico no meio deles chorando também.

Nós estávamos em família pela última vez, estávamos felizes e tristes ao mesmo tempo, meus pais eu os amava muito, me dói saber que irão partir... Mas em minha mente eu tentava pensar.

A Família Stuarts Phantomhive Está junta

- O que foi isso? - Perguntei assustada ao ouvir um Barulho

Eles param de me abraçar.

- Eles chegaram... - Disse meu pai

Minha mãe pareceu preocupada.

- Valentina... Vá pra cozinhar! - Disse meu pai

- Tudo Bem... - Respondeu minha mãe Obedecendo ao meu pai

- Papai! O que está acontecendo? - Perguntei entrando em desespero

- Emilly... Fuja! Não vai querer ver isso... - Falei

- Não... Papai não! - Falei

- Vá filha... Salve sua vida... - Disse meu pai

- My Lord... - Disse Sebastian aparecendo do nada

- Sebastian... Leve Emilly pra Longe daqui... Quando isso tudo acabar! Esqueça às minhas ordens e siga às ordens dela... - Disse Vicente

- Yes My Lord... - Disse Sebastian

- Pai... Eu tenho que ficar... - falei

- Não meu amor... Você precisa ir..  Salve sua vida... - Disse meu pai

- My Lady Precisamos ir eles estão se aproximando... - Disee Sebastian

- Te amo papai... - Falei dando um abraço apertado

- Também... - Ele respondeu

Após nos abraçarmos, Sebastian pega na minha mão e sai correndo comigo até o corredor, tive tempo de olhar pro meu pai que parecia triste mas disfarçava  com um sorriso.

- Adeus! Filha! - Disse meu pai

Tive tempo de ouvir essas palavras dele, Sebastian continua me puxando e nós dois saímos correndo de mãos dadas, Saímos pelos fundos.

Naquele momento eu tive certeza jamais iria ver meus pais outra vez....

Aquele foi nosso último encontro....







Notas Finais


Continua....


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