História Yes or No - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~LeeSamYa

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Tags Bts, Rap Monster, Soongi, Sósias, Yoon Baek Hee
Exibições 48
Palavras 1.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora




Capítulo por: LeeSamYa.
Espero que gostem e se tornem curiosa o bastante para saber de tudo!

Capítulo 2 - Chapter ll


 

Após a descida, do que se esperava do carro luxuoso, proposto pela família Park. Vislumbrei à escola que frequentaria daqui por diante, os portões eram incríveis – Diferente da minha escola –, flores eram enfeitadas e decoradas por todo o jardim principal que dava em direção a uma enorme escada. Não só eu, mas outros carros luxuosos adentravam aquele local.

 Claro, todos mimadinhos. E sem dúvidas, filhinhos de papai. Argh

Ao ir em direção as escadas, subindo uma a uma, pude notar todos os alunos presentes naquele ambiente me encarando, seus olhos eram penetrantes e exclusivamente vindo em minha direção. Eu não era boba, eu notava caras fechadas e olhares obscuros, sabia que naquele olhar consumia ódio. Era pra mim mesmo? Quer dizer, para Soongi? Talvez, Soongi seja bem conhecida.

Como proposto, secretário Ahn pediu que, assim que chegasse ao colégio, procurasse imediatamente pela sala dos professores, onde, estaria à procura da professora Jung, à qual podia-se dizer ser uma “aliada minha”, senhor Park com sua influência e dinheiro conseguiu colocar até mesmo uma professora “falsa” na escola para se caso precisasse, ela estaria lá.

– Aluna Park Soongi? – Professora Jung perguntou ao me ver entrar na sala em que estava. Sim, ela me conhecia perfeitamente mas não dispensou o teatrinho como havíamos ensaiado na frente dos professores que ali estavam presentes. Alguns professores pareciam assustados com o que viam. Em me ver ali. – Siga-me, vou-lhe acompanhar até sua sala.

Com os professores ainda me olhando, perplexos. Curvei-me em sinal de respeito antes de dar meia-volta da sala e acompanhar “minha” professora. 

Seguimos por um imenso corredor, até chegar no que, supostamente, poderia ser minha sala de aula. Poderia acrescentar que era o oposto e 99% diferente da minha antiga escola? Bem, é claro. O único 1% que sobrava, em partes, é por serem escolas situadas no mesmo bairro em que morava. Professora Jung pediu que eu pudesse esperar ali, até que ela pudesse chamar-me de volta. E assim, após ter dito, entrou no ambiente. De fora, com a porta ainda aberta, pude ouvir seu discurso.

– Olá alunos, sou a professora Jung, nova encarregada  de cuidar de vocês, espero nos dar bem. Cuidem de mim! – da janela, pude ver o sorriso falso que ela dera perante aos alunos presentes na sala de aula enquanto os alunos aplaudiam a vinda da nova professora  – Bom, hoje para o iniciamento do próximo e mais novo bimestre, além de uma nova professora, temos uma nova aluna, quero dizer, não tão nova  – Os alunos pareciam estar confusos com o resmungo que ouvi dali ao observar Jung gesticular com as mãos para que na hora exata, pudesse entrar. – Ela é uma velha conhecida de vocês, por favor – Direcionou seu olhar pra mim e, então pediu. – Entre.

Eu congelei.

Minha pulsação parecia estar a mil, não pensei que seria tanta pressão “encarnar” Soongi e entrar naquela sala, porém algo mais forte voltou em minha mente; o dinheiro voltou a aparecer em meus pensamentos. Então a coragem voltou.

De primeira, entrei na sala de aula com a cabeça baixa, enquanto alguns fios negros da peruca, insistiam em cair em meus olhos. Me aproximei então da professora, virei-me e finalmente minha coragem à 100%. Abri o “maior sorriso do mundo”, poderia soar psicopata, mas havia apenas duas interpretações: Poderia ser compreendido como um sorriso fofo, de uma garota extremamente tímida - o que não combinava comigo - mas, também poderia ser visto como um sorriso sarcástico e cheio de rancor de uma garota fria atrás de vingança.

Meus coleguinhas de classe – se é que posso dizer tais palavras – me olhavam assustados em silêncio, ninguém ousava dizer qualquer mísera palavra. Uns me encaravam mais do que os outros em si, mas ali eu sentia que todos me odiavam, particularmente odiavam Soongi.  O silêncio foi quebrado por loiro oxigenado, tão branco que poderia sumir em seu próprio cabelo. É sério, seria incrível alguém encontrá-lo se perdesse-o em meio aos seus fios mais brancos que sua pele. Isso era mesmo loiro? Pensei.

– Soon-Soongi? Park Soongi?

Abri um sorriso maior, afinal, pensei, Soongi era mesmo conhecida.

– Annyeong – Falei enquanto fazia uma breve referência aos meus colegas. – Espero que cuidem de mim! – Continuei com uma voz suave e fofa, o que parecia novamente ser terrível vindo de mim, Yoon Baek Hee, mas era necessário.

Ao questionar senhor Park e o secretário Ahn e como Soongi era e como deveria me comportar. Eles me descrevam algo. E o que me descreveram? Ah, bem... Soongi é uma garota fofa e simpática, pode-se dizer que um anjo de pessoa. 

Assim, os alunos murmuravam abafados sobre mim, cochichos atrás de cochichos. Era saudade de Soongi?, quis questioná-los, mas em minha situação, poderiam dizer que estava me achando, por pensar que sentiram falta de "mim".  Principalmente começaram a falar sobre meu comportamento, a situação estava caótica.

– Silêncio alunos! – Jung começou, interrompeu-os – Park Soongi sofreu alguns problemas de saúde enquanto esteve fora do colégio e, infelizmente perdeu sua memória, então não se chateiem se nossa colega não se lembrar de vocês. – Terminou Jung com a voz de cadela fofa.

– Eu que preferia esquecer dela! – Disse com desdém uma garota. Ao lado dela havia um garoto bonito, bonito mesmo, ele sorria, porém havia uma ótima porcentagem em ser daqueles, os tipos esnobes.

– Pelo visto, acho que encontrei minha melhor amiga  – Disse ironicamente, matando o bom senso. Além de matar o pobre sorriso da garota junto ao garoto que apelidei-o de esnobe.

Professora Jung pigarreou, limpando a garganta e voltando a aula, terminando com aquele clima tenso se formando entre todos nós. E logo se apressou em mostrar meu lugar, ao lado de um garoto alto, com um cabelo meado ao loiro. Ele dormia calmamente e parecia não ter me visto entrar na sala, mesmo após a discussão intensa que houve há alguns segundos atrás. Parece que ele estava em um sono profundo.... quer dizer, ele estava em um sono profundo. Pois, mesmo arrastando a cadeira ao seu lado, ele não se movimentou, continuou dormindo.

Na fileira ao lado, o mesmo garoto do cabelo loiro-oxigenado me encarava de modo esquisito. Seu olhar sobre mim, prosseguiu assim por horas, estavam me incomodando intensamente aquilo. Já faziam-se duas aulas acabadas e lá continuava o oxigenado me encarando feio e na carteira ao lado, meu companheiro de mesa ainda dormia serenamente. Com o soar do sinal do intervalo, os alunos começaram a se desvincilhar de suas mesas ocas e saírem da sala – suponho que indo em direção ao refeitório ou algo do tipo.

No momento em que tive a intenção de me levantar e sair também daquele local entediante – Estudar nunca foi meu forte, ainda mais com o pouco tempo eficiente que nunca obtive –, fui drasticamente empurrada até se chocar contra os armários no fundo da sala, por minha mesa ser a última das fileiras, a distância em que o garoto teve por me levar até lá, não fora nem um pouco difícil. Portanto, a violência em que ele continha em seus braços teve o grande problema de ter chocado minhas costas com tanta força a ponto de doe-las o suficiente para perguntar-me se haveria ferimentos na região distinta.  Com a dor perfurando cada vez minha carne, afinal os armários não eram pontiagudos mas eram de um metal suficiente duro para ossos que, poderiam ser caracterizados como fracos à certo ponto, escorreguei ali mesmo e me permiti ficar sentada no chão do ambiente.

O garoto ameaçou a ir pra cima de mim novamente, mas o garoto que antes dormia o segurou no exato momento – parece que a bela adormecida acordou – Ainda gritando e tentando se soltar. O garoto esnobe, ao lado da bela adormecida e o garoto inquieto tentou acalmá-lo.

– Para Yoongi, Calma! – O garoto gritava com as mãos em seu tórax.

Não sentia medo do garoto loiro-oxigenado, ou Yoongi, como preferir, pelo contrário, se não fosse pelas minhas costas e o ardimento impecável, eu seria capaz o suficiente por me levantar dali e dar na cara daquele imprestável. Eu era faixa preta em Karatê, tinha os meus hábitos, afinal quando uma garota é sozinha na vida, ela tem que arrumar um modo de auto-defesa.

O garoto, ainda exaltado gritava.

– Parar?! Como quer que eu pare? Essa vadia destruiu minha vida, Jimin! – Ele dizia entre as lágrimas e o soluço não percebido antes para o garoto esnobe - que agora eu sabia chamar Jimin. 

– Eu sei hyung, mas calma! – Ele disse e logo após puxou Yoongi para fora da sala, me deixando a sós com a bela adormecida, ou o meu companheiro de sala.

Eu ainda permanecia no chão, com as costas parecendo entrar em chamas pela dor constante. Da próxima vez me permitiria ser mais astuta do que negligente como fiz agora.  O garoto dorminhoco ainda me encarava e isso também me gerava um certo desconforto. Me assustei quando ele tomou a iniciativa de se abaixar próximo um pouco. Vendo o garoto agora, após sua sessão soneca, pude vê-lo melhor, ele era bonito, realmente jovial. Eles pareciam com aqueles adolescentes que atraiam bastante a atenção de todas as meninas pelo lugar onde passava. Seus detalhes, todos em geral, eram bastantes perfeitos. Ele abriu um sorriso doce nos lábios, me apeguei apreciando-o por tempo indeterminado, fazendo-me acordar dos meus devaneios com o que ele disse logo após.

– Sempre se metendo em confusões, Soongi. – Ainda abaixado, ele me estendeu sua mão. Fiquei receosa sobre aquela mão estendida, seria falta de educação recusá-la, correto? Mas pude aceitar. Contudo, percebi meu grande erro quando o garoto doce mudou seu sorriso fofo para um sorriso de lado e diferente do outro, completamente o oposto. Ele logo puxou-me para perto de si, me levantando as pressas e fui obrigada a ouvir, seu sussurro ao meu ouvido. – Bem vinda de volta, Soongi! E bem vinda mais uma vez ao inferno que acaba de começar na sua vida... O inferno do Rap Monster! – Dito isso, ele jogou-me ferozmente no armário novamente e me deixou ali, sozinha naquela sala. Lamentando-me cruelmente da dor e pela primeira vez pelo medo. 

Sim, medo do que estava por vir.

Parece que Soongi não era tão anjinho como o pai dizia.


Notas Finais


Espero que tenham gostado *♡*


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