História Yes or No - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~LeeSamYa

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Tags Bts, Rap Monster, Soongi, Sósias, Yoon Baek Hee
Exibições 25
Palavras 2.824
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BTS no Brasil ♡

Capítulo 5 - Chapter V


 

Enquanto o garoto, conhecido como Hope - por mim, ao menos - falava coisas aleatórias, as palavras do presidente Park martelavam e vinham como flashbacks em minha mente, aquelas falas anteriores baseadas sobre o que ele talvez conhecesse da filha me trazia intrigas intensas sobre o que achar sobre a garota, o que ela era e como era, afinal.

FlashBack On.

- A escola relatou a polícia que Park Soongi se jogou do telhado da escola. - Disse o secretário Ahn que estava de bruços sobre a mesa de mármore do escritório de Park.

- Minha filha nunca faria uma coisa dessa. - Se manifestou Park. - Por que Soongi estaria à uma hora como aquela, sozinha, no telhado da escola? Há sentido?! - Disse o próprio indignado.

- A polícia disse que encontrou o corpo de Soongi às sete da manhã, sendo que, a escola se abriria às nove. - Continua Ahn.

FlashBack Off.

— Hope? — Interrompo o garoto, chamando o próprio pelo mesmo nome que NamJoon o chamou.

— Oh! Que lindo! Estou pronto para morrer, você me chamou de Hope e não de retardado mental, garotinho alegre ou a lista enorme de apelidos que você costumava usar. — Ele realmente faz um belíssimo escândalo, acompanhando de um melancólico drama enquanto me abraçava, o garoto parecia brevemente emocionado. — O próximo passo... — Ele me encarava, nos desvencilhando do abraço. — Me chame de Oppa, vamos! tente! — Ele me incentiva.

— Mas... — Tento começar mas sou interrompida.

— Vamos, tente. — Diz, ignorando plenamente minha fala anterior.

Àquele garoto realmente me assustava, ele insinua que eu — Park Soongi —, o agredia verbalmente?! Todavia mesmo assim, ele quer ser meu amigo!? O encaro, levemente confusa e Hope ainda continua com aquela face a procura do que ele havia pedido. Eu teria que chamá-lo daquela forma, teria?

— O... Oppa! — Acabo cedendo aquele olhar vago e contagiante que Hope me lançava a todo segundo. Ele sabia como ser pidão e conseguir o que queria.

— Omo! — Me assusto quando o garoto berra no momento seguinte e se levanta correndo até o parapeito do telhado e se inclina. Arregalo os olhos, indignada. Que raios ele irá... —  Sou a pessoa mais feliz do mundo! — Ele grita alto.

Arqueio a sobrancelha intrigada. O garoto estava me assustando, literalmente. Rio baixo e me aproximo do próprio, a mesma coisa que havia visto antes me chamava atenção a todo momento. Encaro Hope que sorri ao me ver ao seu lado.

— Sabe, oppa, onde.. eu cai? — Pergunto com certo jeito, temos que saber levar o papo com garotos levemente com sérios problemas psicológicos. 

— Ali. — Hope responde no mesmo segundo, apontando para um dos cantos do parapeito.

Me separo um pouco do garoto e prossigo em direção ao local apontado, ao chegar no ambiente mee inclino um pouco e vejo a altura que Park Soongi pulou ou foi jogada. Ok, uma altura consideravelmente alta.  Lá embaixo era o estacionamento dos professores - como dizia a placa em negrito na parede -. Lembro-me bem que o secretário Ahn disse que Soongi foi atirada sobre um carro, talvez de um dos professores. Obviamente.

De volta, a “coisa” que me chamava atenção no telhado, se identificava como uma CCTV (câmeras de segurança). Eu reconheceria uma daquela, claro, nos meus trabalhos de meio período anteriormente, haviam várias dessas por todos os lugares, cheguei até a ficar com elas por um tempo. Se Soongi havia caído realmente de onde Hope teria dito, com certeza a câmera havia filmado o que realmente aconteceu naquele telhado. Naquela manhã.

O problema começou quando a seguinte questão surgiu: Onde eu iria conseguir as imagens daquela câmera de segurança?

— Oppa, para onde as imagens dessa câmera vão parar? — Pergunto, aponto para a câmera, fingindo a cara de pau mais fofa do mundo, eca.

— Elas vão parar na sala do diretor, no terceiro andar. Por quê? — Hope pergunta, me encarando um pouco sério, mas ainda sem perder seu espírito alegre.

— E sabe... uhm, como posso ter acesso por lá? — Pergunto, ignorando seu questionário. Ele parece pensar um pouco.

— É impossível. — Ele afirma com toda certeza. Ou quase uma. — O diretor passa o dia inteiro dentro daquelas quatros paredes, vive trancado lá dentro e quando há algum tipo de milagre que ele precise sair da sala, sua secretária ocupa o lugar, mas nada passa dela.

— Mas e de noite? — Pergunto, bufando.

— Fica tudo trancado. — Ele fala sério, coando a nuca. — Esquece Soongi, você não consegue entrar lá, por que tanto interesse nas imagens do circuito? — Ele pergunta apreensivo.

— Por nada. — Respondo indiferente enquanto ajeito a enorme blusa de NamJoon em meu corpo.

— Espera! — Ele pensa por um momento e é como se algo tivesse o atingido bruscamente pois Hope muda drasticamente sua postura e o espírito alegre parece abanar do ar. Sendo tomado por algo totalmente sério. — Se você estiver atrás das imagens daquele dia, esquece isso Soongi, segue em frente. Para que remexer no passado e trazer mais dor?  — Ele termina e sai em passos longos.

Hope me deixa sozinha no telhado, sentindo a brisa fria de Seul e meus pensamentos e milhões de perguntavam borbulhando dentro da minha mente, sem respostas. Por que todo mundo escondia o que aconteceu no dia? Quem jogou Soongi lá de cima? Isso estava se tornando algo pessoal, a vontade de saber por respostas me consumia cada vez mais e mais.

~x~

 As aulas já haviam acabado há segundos atrás, secretário Ahn teria me buscado, como todas às vezes. Naquele momento, me encontrava em “em casa” , ou melhor, na casa do senhor Park.

Hoje, em particular, estava mais inquieta do que os outros dias. Normalmente, haviam perguntas mínimas sobre o que teria que fazer no dia seguinte, porém hoje, aqueles alunos e suas atitudes indiferentes e dirigidas a mim - Soongi - eram bem suspeitas. Não era como o primeiro dia de aula, era quase mas acrescentaria algo pior. Muito pior. A cada novo passo dado, um novo desafio.

Estava sentava sobre a cama do imenso quarto da mansão do presidente Park - cujo, o qual dizia estar de acordo especialmente a mim e o tempo que estivesse ali debaixo do seu teto -, eu deveria me sentir em casa. Em minhas mãos, como de costume, o caderno com nomes apenas crescia a cada dia, fiz uma nova coluna extra, pela qual, claro, Nam Joon e Hope - ou Jung Hoseok, seu verdadeiro nome que teria descoberto -, já estavam sobre eles. Sobre os motivos de Nam Joon estarem naquele lista, eram óbvios, se mostrou claramente suspeito. Suas atitudes o mostravam ser um garoto totalmente falso.

Por que, na primeira vez se torna um amigo ou um tipo de irmão mais velho? E, por um acaso, desconhecido por mim ainda, muda tragicamente sua personalidade sorridente e feliz, para alguém que se mostra suspeita e culpada?

Min Hari, com toda certeza possível foi para a lista de “inimigos da Soongi”. Paro de rabiscar algumas palavras no caderno quando ouve-se batidas na porta do quarto que me arranca dos meus devaneios, fazendo com que eu apenas peça que entre. Uma das empregadas da casa surge em seu uniforme típico, preto e branco e logo se curva, se aproximando do local em que estava.

— Senhorita Yoon, um colega da senhorita Soongi ligou. Passei a chamada para o presidente Park e ele pediu que eu te transmitisse a mensagem. — Maneei a cabeça para que ela prosseguisse. — Um colega chamado Park Jimin. Ele ligou e pediu para falar com a senhorita Park, pedindo que ela possa se encontrar com ele em uma cafeteria no centro, às 7 horas. — Por fim, ela faz sua breve reverência e sai do quarto, pedindo licença.

Então Jimin, queria ver Soongi, eu tinha que dar um  jeito dele abrir o bico sobre alguma pista a mínima que fosse. Ah, eu sei que você consegue.

~x~

Já eram seis e quinze, me arrumei e, pelo que a senhorita que me atendeu anteriormente me orientou, a cafeteria não ficava tão longe e poderia ir a pé e foi o que resolvi fazer. Queria pensar um pouco.

O vento frio batia em meus cabelos, ou peruca. Já não sabia mais. As luzes dos prédios e postes eram lindas, brilhavam na escura e gelada noite de Seul. No céu escuro, a lua era acompanhada por milhões de estrelas. A arquitetura dos prédios de Seul me chamavam bastante a atenção, na minha cidade era totalmente diferente. Poderia me acostumar bastante com Seul e a vida por aqui, iria fazer alguns dias que estava fora de casa e nenhuma ligação da minha mãe, se é que ela era uma mãe. Tudo bem, eu esperava tudo. E aquele velho nojento muito menos se preocuparia comigo. Soongi era sortuda, tinha um pai que se preocupava com ela, tinha Jimin e Nam Joon que apesar de negar, se importava com ela. Soongi também tinha uma vida financeira estável e poderia estudar e fazer vários cursos extracurriculares sem se importar com algum tipo de trabalho depois, a menos que pensasse em querer, para poder sustentar a si própria. A vida é realmente bastante injusta.

 

Ao chegar ao tal café, ele já estava lá. Era impossível não ver o quão a cafeteria era imensa e luxuosa, eram dois maravilhosos andares, suas janelas eram gigantes, possivelmente que você visualizasse muito bem o lugar de fora. Jimin estava no segundo andar, eu o via encostado no imenso vidro encarando algo no celular em uma das mesas, ele parecia estar nervoso e ansioso ao mesmo tempo.

Não penso muito antes de entrar no local e me direcionar ao segundo andar, e quando feito, me direciono a mesa e me sento em frente a Jimin. Ele logo nota minha presença e sorri.

— Eu fiquei sabendo que você está atrás das cctv's do telhado da escola. É mesmo sério? — Ele é direto. Jimin pergunta.

— Hoseok abriu a boca? —  Tinha que ser aquele panaca.

— Ele realmente me contou, disse que tentou tirar essa ideia de sua cabeça mas ele sabia que não conseguiria — Ele fez uma cara estranha. — Ele ficou preocupado, apenas isso. Não brigue com ele. Acredite Soongi, pra ele, ser seu amigo é muito importante. — Jimin praticamente suplica. Suspiro fundo, encarando o mais velho pensativa.

— Tudo bem. Mas não pense que você também vai conseguir, porque não. Mas... por que não me conta o que aconteceu aquele dia lá em cima? — Me inclino na mesa com um ar sugestivo. 

— Por que você não esquece aquilo e segue em frente!? — Ele rebate, fazendo uma pergunta retórica.

— Esquece, Jimin! — Me levanto, para ir em direção a porta. Vejo que perdi meu tempo por aqui.

Jimin segura meu braço e me puxa, me obrigando a olhá-lo.

— Olha, é perigoso. Se você for pega na sala do diretor, você pode até ser expulsa. E, não irá importar se você for filha de seja lá quem, expulsão será concedida sem dó e sem piedade.

— Não me importo. — Claro que eu não me importava, apesar das notas que sempre tirasse por Soongi, acabasse no meu boletim verdadeiro.

— Tudo bem. — Jimin assente. Passando a língua nos lábios. — Vou te ajudar. — Ele bufa em rendição.

— Sério? — Fico surpresa. — Obrigada Jiminie-oppa.  — Ele sorri largamente logo em seguida com tais palavras ditas.

~x~ 

Jimin e eu andávamos pela rua em pleno silêncio, às vezes ele insistia em me levar pra casa, mesmo que nem fossem 9 horas ainda. Durante nosso percurso, passamos por uma quadra de basquete. Logo que Jimin a vê, algo o chama atenção, fazendo que o próprio me puxe para dentro dela. Quando adentro propriamente aquela quadra, dou-me de cara com Yoongi, Nam Joon, Hoseok, o garoto de cabelo laranja de antes e um último que desconhecia. Jimin me puxou novamente em direção aos próprios. Yoongi já começa com seus olhares sendo lançados em tom frio e mortal.

Hoseok, o de cabelo laranja e o outro fazem uma reverência, me cumprimentando, e faço o mesmo em seguida.

— O que ela faz aqui, Jimin? — Yoongi começa, ignorando completamente minha presença. — Sabe que esse é um lugar sagrado pra nós, não podem entrar pessoas como ela. — Ele esbraveja irritado.

— Ela é minha amiga, Yoongi, sempre foi, você sabe disso. — Jimin dispara.

Percebo olhares queimarem sobre mim. O encaro logo em seguida, Nam Joon possuía um semblante misterioso, já não conseguiria definir o que ele estava pensando, sentindo ou querendo fazer.

Um clima tenso se estabelece entre nós. E sabe o que é pior ainda? Aquilo era engraçado, ver Yoongi se corroer de raiva por algum motivo, porém Hoseok logo trata de espantar o clima que estava entre nós, fazendo com que pare de encarar Nam Joon para observá-lo.

— Bem, já que está aqui Soongi. Por que não joga uma partidinha de basquete conosco? — Hoseok pergunta enquanto para seu braço em meu ombro, encarando a todos.

— Nem pensar! Não... ela não vai jogar com a gente, nunca. — Yoongi começa, já se descontrolando. 

Minha paciência tem uma cota com esse garoto e, em breve, está prestes a explodir.

— Está com medo de perder pra mim, Yoongi? — Pergunto, debochando do oxigenado, enrolando uma mecha do meu “cabelo” no dedo. Ele bufa e ataca a bola em minha direção, mas Nam Joon a pega antes.

— Ela fica no meu time, estou com dó de fazer ela sofrer junto ao Yoongi. — Nam Joon diz, dando aquele maldito sorrisinho de lado.

No meu time, acaba ficando Nam Joon, Hoseok e eu. Agora, no time de Yoongi, estão ele e os outros dois que descobri se chamarem Taehyung - o de cabelo laranja - e o outro JungKook.  Já Jimin, apenas opta por observar a partida.

O jogo prossegue diversas vezes, mesmo que Yoongi tente acertar a bola propositalmente em mim, diversas e variadas vezes. A paciência tem limite! Soltei um grunhido de raiva, pela milésima vez e, de raiva apanhei a bola de Taehyung e revidei, tocando a bola com toda a minha raiva existente - que, claro, não era pouco - em seu rosto. A pancada soou tão forte que Yoongi caiu no segundo seguinte que a bola voltou ao chão, levantando-se junto a ele. Ok, apesar de ter feito àquilo com gosto, minha consciência pesava, só não entendia o porquê. Corro em sua direção sem pensar duas vezes e me abaixo, tentando ver sua face que sangrava - não era muito, mas sangrava.

Toco em seu rosto com as pontas do dedo e ele estremece em seguida. Seu olhar dirigido a mim possui o rancor e ódio de sempre, mas ele estava o triplico do normal naquele momento. Parecia um breve ressentimento de anos guardados sobre... Soongi!?

— Me solta! — Yoongi diz, batendo em minhas mãos para que solte-o. Ele tenta se desvencilhar, mas eu continuo o segurando com uma mão e a outra segura uma de seus braços que tenta me impedir de manter contato com o próprio.

— Pare de frescura, você está sangrando! — Esbravejo com o mesmo. Os meninos apenas observavam aquela cena surpresos, mas não fazem absolutamente nada. — Erga sua cabeça. — Yoongi não o faz, empurro sua cabeça com força, fazendo com que a mesma fique erguida, para que o sangue pare de escorrer. 

Ainda segurando sua cabeça, me levanto devagar e me encosto por trás das costas de Yoongi, após isso, deixo que o próprio encoste em mim. Ele parecia nervoso com nossa aproximação, eu sentia isso pelo seu olhar, eu sabia o que era nervosismo... eu pressentia isso à  todo momento. Aquilo não era desejo de me matar, diga-se de passagem que àquele modo nervoso se referia ao momento tenso, novamente.

Ele continua encostado em mim, um pouco menos tenso, ou assim eu acho que se permanecia depois de míseros segundos passados. O sangue parecia se amenizar aos poucos, já os garotos todos pareciam estéticos de pé nos encarando, sem dizer absolutamente nada, apenas sem expressões.

— Você está bem? — Pergunto a Yoongi.

— Uhnm? — Ele parece acordar de um transe e se levanta rapidamente, me assustando com a velocidade obtida. — Tô... Tô... — Ele diz afobado, pega a bola da mão de Nam Joon e sai correndo da quadra.

Franzi a testa no momento seguinte, estranhando a situação mas não questiono. Levanto-me do chão e ajeito minha roupa, indo em direção aos garotos que ainda se encontravam quietos.

— Wow! Acho que ele ficou surpreso. — Disse Taehyung, se manifestando.

— Estou... Estou surpreso, dongsaeng. — Comenta Hope.

— Cheguei a ficar arrepiado. — Diz Jungkook também, mostrando seus braços que se diz arrepiados. Ele riu. 

— Não entendo vocês — Revirei os olhos, confusa. 

— Min Yoongi precisou muito de um carinho fraternal. Isso foi bastante chocante, não só pra ele, mas pra todos nós. Quem diria... — Taehyung diz. — Apesar daquela casca dura por fora, ele no fundo é apenas um garoto carente.

O... Q-quê?! Não, não pode ser.  Eu estava pensando em... Espera. Não pode ser! Não mesmo! Sem chances.

— O que quer dizer? Não está insinuando que...  Yoongi... e-ele... — Paralisei no mesmo instante quando Nam Joon prosseguiu, me interrompendo.

— Isso mesmo, Soongi. O Min Yoongi é seu irmão.


Notas Finais


Fraternal*: relativo a ou próprio de irmão; fraterno <3


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