História Yes Sir! (AU! BDSM) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Death Note
Tags Bbxnear
Visualizações 189
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então.... Volteeeeei.!
Sim, espero que não tenha me abandonado, estava com muitas saudades dessa fic.
Vou postar regulamente acho que em 15 em 15 ou antes, vai depender dos trabalhos da faculdade.
Sim eu to na faculdade finalmente!

Amo vocês, estava com muitas saudades, espero que você gostem e nessa historia vou aprofundar o BDSM.
P.S: Eu acho que essa doença do near nao existe, mas aqui tudo pode.
P.S²: Obrigado minha beta Sofia<3
P.s³: Comentem, e me digam o que falta e criticas please.. para eu melhorar essa historia para vocês.

Capítulo 1 - O inicio.


Como posso dizer? Minha vida na instituição de submissos é maravilhosa, não tem do que reclamar. Todos me tratam bem, são gentis uns com os outros com as exceções na hora da punição, mas também não tem como ser gentil nessas horas. Sabemos que  temos que ser castigados na hora que aprontamos, ou, fazemos algo que não deviam ser feito.

Já tinha 18 anos e ainda não havia sido escolhido, apesar de que em algumas escolas de submissos só pode ser escolhido com 18, aqui com 16 já pode ter um dominante. A escola permite, pois somos todos órfãos e sempre chegam mais e os contratos são mais rígidos e tudo.
 

- Near, já está pronto? – Pergunta umas das monitoras do corredor, novamente. Eu demoro de me arrumar e ela tinha a maior paciência de me esperar.

 

- Agora sim. – Digo e me encaminho até a porta.

 

- Então vamos! – Após dizer isso a mesma me conduz até o local.

 

Só escutava os nossos passos, pelo vistos todos já estavam lá. Estou com medo, primeiro pela negação, segundo por ele não gostar de mim. Porém tinha que ter esperanças, mas como já estávamos mesmo sendo selecionado, fiquei muito feliz só por esse ato, pelo menos é uma chance. Pois aqui tem um padrão, eles dizem do jeito que querem seus submissos e a diretora seleciona os mais compatíveis.

Eu tinha me arrumado como sempre, mas queria caprichar hoje então coloquei um short branco afogado mesmo e uma blusa preta meia manga que combina com minha pele, da minha banda preferida Death Note. Meu cabelo estava ondulado normal e ajeitado, estava de meia, porque não gosto de sandálias nem sapatos. Sempre reclamam comigo por causa disso, mas se acostumaram.

 

- Boa sorte, pequeno. – a monitora diz e me dar um beijinho na bochecha e me deixa na sala.

 

Estava ansioso não vou mentir, mas quando a mesma me deu um beijinho eu me acalmei. Era incrível, tudo daria certo. Tinha fé.

 

- Nate, vamos! Está atrasado. – Escuto a voz da senhora Ellen a responsável por cada seleção. A mesma me coloca numa cadeira e manda-me aguardar, pois ela irá apresentar o dominante que irá escolher um de nós.

 

 – Esse aqui é o Hideki Ide, possui 28 anos. Ele escolherá um de vocês e fará um contrato por um ano, porém se gostar ele pode renovar ou casa-se com um de vocês, caso vocês desobedecerem além do limite ou infligirem qualquer lei, serão devolvidos e receberam uma punição por mau comportamento.  – explica para nós os critérios que o mesmo solicitou.

 

Escuto-os falando, na verdade escuto mais ela apresentado um por um dos alunos enquanto ele falava bem baixo só que não entedia muito bem, e cada vez chegava mais perto de mim sua voz.
 

- Esse aqui é o Nate River que havia falado, ele possui os problemas dos olhos. – ela diz explicando ao Sr. Hideki. Assim que a mesma chega me levanto e continuo com minha cabeça baixa na posição de submisso. Todos sabem que não se deve encara um dom, ao não ser que ele deixe ou mande.

 

- Rapaz, olhe para mim! – o mesmo dita forte, ele tinha uma voz estridente bem alta e grossa, dava arrepio. Levanto a cabeça, torcendo para ser onde o mesmo está, para não desobedece-lo. Porque pegaria muito mal desobedece - ló mesmo antes de ser escolhido.

Saiba que tenho medo de ser escolhido por um dom mal, sempre a rumores na instituição de dom que espanca seu sub, que o trata que nem um pet e os mesmos com medo não denunciam. Essas coisas todas.

 

- Ele não enxerga? Não parece. – Ele comenta com a Dona Ellen.

 

- É complicado, podemos dizer que como mencionei é um problema que precisa de uma cirurgia e o custo é alto e não temos condições às vezes ele vê temporariamente algo e volta a ficar tudo preto de novo.  – A mesma explica para ele num tom baixo.

 

-Ah sim, mas é muito complicado mesmo. Não estou interessado em algo assim! – O mesmo aumenta o pouco a voz e sinto os passos passando para outros submissos selecionados, e a dona Ellen suspira e vai atrás do mesmo, continuando apresentando.

O cara nem se importou com o que disse em minha frente. Ele pensa que também sou surdo? Dominantes se acha o dono do mundo, como ele pode mencionar algo assim? Não sabia falar depois ou não falar nada? Ah que raiva eu estou, ainda bem que não fui pego por um cara como esses.

Eu quero ser selecionado sim. Contudo não por alguém assim, eu vou conseguir meu dinheiro para fazer minha cirurgia e esses dominantes vão se arrastar aos meus pés.

 

Quem me ensinou a pensar assim foi o Mello, antes eu ficava me lamentando visto que ninguém me queria por causa da minha deficiência, mas não. Se eles não me querem é problema deles. Eu sou demais! 

Mello Me ensinou a usar as facas, tenho até uma coleção de algumas que o mesmo quando era selecionado comprava e me mandava. Da vontade de usar neles tudo que me rejeitou dessa maneira fria sem se importar com os sentimentos de um submisso.

 

- Hey, como me atrasei aqui com esse Hideki não dar para te levar de volta ao seu dormitório agora, então você ficará aqui comigo, mas fique quietinho. Olha não fique chateado ok? – Ela diz e me da um beijinho na bochecha.

 

- Tudo bem. – Digo sorrindo.  Ela tinha interrompido meu discurso mentalmente de ódio contra dominantes daquele tipo, mas como ela me deu um beijinho está perdoada.

 

- Você encontrará alguém logo! – Ela me tentado me incentivar, claro que não cai mais nessa. Só ia encontrar quando finalmente fizesse minha cirurgia.

A mesma foi receber alguns submissos e colocar nos seus devidos lugares e dar algumas instruções, eu estava entediado enquanto isso e estava jogado na cadeira... Tinha pegado do meu bolso um cubo magico para deficientes visuais e estava brincando enquanto a mesma fazia o mesmo processo tudo de novo.

 

- Esse aqui é o Beyond Birthday, ele tem 26 anos e como todos o conhecem sabe como ele é exigente, o contrato dele é de um mês e caso ele goste podemos renovar. E como já sabem caso desobedeçam além do limite ou infligirem alguma lei, serão devolvidos e receberam uma punição por mau comportamento.  – A mesma diz e sai mais uma vez apresentando a todos.

 

Continuo lá brincando e por momento não presto atenção em nada só quando a voz está na minha frente.  Questionando- a.
 

- Quem é esse? – o mesmo pergunta a voz dele era calma, mais gostosa de ouvir. Entretanto num tom dele continha algo que me arrepiava. Interessante.  

 

- Nate River, sente certo! – a dona Ellen me ordena. Faço o que ela manda e espero. – Então como ia dizendo, ele não é de seu agrado, ainda é virgem. – A mesma explica.  

 

- Não perguntei se ele é virgem, estou perguntando quem é. – O mesmo fala firme. Não sabia o que pensar.

 

- O nome dele é Nate River, tem 18 anos, tem um metro e sessenta, nunca foi submisso de ninguém, é virgem e está aqui há dezoito anos, possui um problema na vista serio e como ver é um pouco indisciplinado. – escuto a dizer e continuo com minha cabeça abaixada e sentada.

 

Sinto uma mão tocando o meu queixo e erguendo, acho que devia ser ele. Sinto que passaram alguns segundo enquanto o mesmo continua com a mão sobre meu queixo.

 

- Eu o quero! – Escuto dizer. É  pelo visto encontrei alguém.

 


Notas Finais


o que vocês acharam?

Obrigado por não me abandonar.


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