História YoonSeok: "Oh Baby" - Capítulo 18


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Amor, Bangtan, Bts, Homossexualidade, Kpop, Namjin, Romance, Yaoi, Yoonseok
Exibições 260
Palavras 971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - "Você é especial, então?"


 

 Depois de ouvir uma hora de conselhos sobre relações de parte de SeokJin eu decidi ir para casa. Só queria dormir para fazer aquela maldita dor de cabeça passar. Eu tinha de pensar sobre o assunto, mas não tinha forças para o fazer.

 Estava a chover então SeokJin emprestou-me um guarda-chuva o que não impediu que eu chegasse a casa com as calças todas molhadas mas isso não era nada comparado com o estado que o garoto sentado à frente da porta da minha casa.

 Eu não poderia fugir então apenas cheguei perto dele e observei o seu rosto molhado levantar me olhar.

 -Que porra você está fazendo à chuva? - Perguntei.

 -Estava à sua espera quando começou a chover. Não ia ser chuva que me ia mandar embora. - Respondeu frio.

 Eu olhei para cima desesperado. Porquê que ele era assim?

 -Porque não entrou em casa? Você sabe onde está a chave extra.

 -Não me senti confortável, para o fazer... - Admitiu e eu fechei a boca abrindo a porta de casa.

 Ele entrou atrás de mim e fechou a porta antes de tirar os sapatos. Seguiu-me até o meu quarto e eu senti-me a morrer com cada passo. Até me esqueci de como andar, para ser honesto. 

 Olhei para trás quando parei no centro do quarto e vi a roupa dele, colada ao seu corpo.

 -É melhor você tomar banho antes de trocar de roupa, antes que você fique doente. - Abri uma gaveta onde estava uma sweat preta que lhe pertencia mas que eu lhe roubara numa noite qualquer - As minhas calças não servem a você, por isso é melhor você despi-las agora e eu seco elas enquanto você toma um duche.

 Hoseok abriu as calças e tirou as com cuidado para me entregar. Não olhei para ele, e sim para as mãos dele. Virei costas tentando manter me calmo, mas isso não estava a ser fácil porque ele agarrou no meu pulso sem me puxar. Fez aquilo apenas para me obrigar a olhar para ele.

 -Pare.

 -Com o quê? - Murmurei olhando-o surpreendido e sério.

 -De fingir que já acabou. Que não há nada entre nós. Essa barreira que você está criando não incomoda você?

 Eu olhei para os lábios dele e depois para os olhos negros dele.

 -Eu não estou fingindo nada. -Virei costas de novo para pousar as calças molhadas dele na cadeira junto à secretária.

 -Hyung, porque é que você é assim? Porquê que você se tornou inseguro?

 Tive de respirar fundo para aquela.

 -Porquê? - Olhei para ele quase de lado - Porque você me mente.

 -Quando é que eu menti a você?

 -Não sei. Já não sei quando você mente ou quando você me diz a verdade, Hoseok. - Puxei os lençóis da minha cama para cima - Só diga a verdade de uma vez e pode aca-bar...- A última palavra falhou na minha garganta tornando-se inaudível. 

 Ouvi ele respirar fundo e vi ele virar costas antes de se virar de novo bruscamente antes de agarrar-me pelos braços para junto dele:

 -Você não quer isso. Você é importante, então porque é que deixa tudo à nossa volta nos afetar? Ás vezes parece é que você já não me ama como me amava antes de estarmos juntos. Pare de ser infantil, você não é assim. O YoonGi que eu amo sabe que eu gosto dele, verdadeiramente e sabe o quão cego eu me tornei por ele. Você está chateado porque eu não disse que me ia encontrar com o Taehyung? Eu entendo que você esteja chateado, mas há um limite, YoonGi. E duvidar dos meus sentimentos é realmente cruel. Você não quer terminar nada comigo, eu sei, é óbvio, então como é que consegue...? - Nem acabou a frase do nervosismo.

 Eu tentei falar mas gaguejei e ele abraçou-me, mas não foi um abraço para me consolar a mim, como na noite passada. Era para se consolar a si próprio. Eu abracei ele de volta sentindo os lábios dele no meu pescoço a tremer. Talvez eu tivesse sido egoísta mas a verdade é que eu não conseguiria controlar aquele ataque mesmo que tentasse.

 -É demasiado tarde para te dizer que te amo? - Perguntei baixo e inseguro com alguma esperança que ele risse, o que consegui, ironicamente.

 -Não.

 -Hum... Eu te amo. Muito. - Falei e ele riu do meu desespero o que me fez mais ansioso - Desculpe por ser um idiota inseguro, mas... Hobi esses sentimentos também são horríveis para mim, sabe? Eu não consigo me controlar ao pensar que alguém te pode roubar de mim. Eu perderia tudo... - Engasguei-me com um soluço de choro a rebentar na minha garganta.

 Hoseok levantou o rosto e sorriu com as lágrimas no seu rosto a caírem:

 -Era suposto você me fazer sentir melhor, não era suposto ser você o bebé. - Riu fazendo-me rir enquanto me secava as lágrimas.

 -Acho que já deu para perceber que eu sou um namorado terrível, Hoseok.

 -Não é tão mão quanto pensa. Você é ótimo na verdade. É por isso que eu te amo. - Sorriu antes de selar os seus lábios nos meus num pequeno presente.

 -Você tem mesmo de ir tomar banho, antes que fique doente. - penteei os cabelos da sua franja que estavam colados à sua testa para trás.

 -Você não quer me fazer companhia?

 -Não... - Respondi honesto mas tentei ser sensível - Mas você poderia ficar cá essa noite? - Olhem em seus olhos - Por favor?

 -Porquê?

 Eu não queria responder e acho que os meus olhos diziam tudo.

 -Hum... Eu só... Gostava de te ter perto. Mas entendo se você quiser ir para casa e respirar um pouco.

 Hoseok sorriu e abraçou-me de novo, dessa vez para me consolar a mim:

 -Eu respiro melhor consigo de perto.

 



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