História You are going me crazy! - Jikook - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Yugyeom
Tags Bangtan Boys, Got7, Jikook, Jingyeom, Kookmin, Namjin, Taeyoonseok
Visualizações 116
Palavras 1.065
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEEEEEIIIII!!!!! Eu deveria postar só depois, mas eu estava ansiosa e com saudades de vocês, acho que esse cap ta meio curtinho e parado, mas eu demorei muito pra conseguir terminar ele, foi feito com muito amor e carinho.

Capítulo 4 - I will kill you, Park Jimin!!


 P.O.V JUNGKOOK

— Ciúmes? — A vontade de rir foi enorme e eu deixei que ela me tomasse. — Você ta achando que a vida é uma comédia romântica?

— É, você tem razão. — O ruivo falou calmamente. — Porque, se fosse uma comédia romântica, eu não teria que te aturar. Isso está mais pra um filme de terror.

— Olha aqui, seu filho da p-

— Senhores Jeon e Park. — Sook nos chamou a atenção. — podem, por favor, parar com essa briga besta e voltar a realizar suas respectivas tarefas!

Ambos concordamos com ela e voltamos ao nosso trabalho, mas eu adoraria enforcar aquele otário.

Me distraí com os últimos detalhes do julgamento de Oh MinHe, uma mulher acusada de matar o próprio marido e esconder o corpo, tudo por uma uma suposta traição que envolve uma das madrinhas do casal. Fui tirado de meu trabalho por Namjoon, que no momento estava extremamente animado.

— Hey, cara! — Namjoon chamou minha atenção. — Que tal a gente sair pra beber um pouco hoje? Sabe, pra relaxar um pouco.

— Não dá. — Respondi. — Amanhã eu vou ao julgamento de Do BongJi junto com o estagiário. Deus me livre estar de ressaca nesse dia!

— Ok. — Namjoon desanimou na hora. — Da próxima vez a gente vai.

Concordei com a cabeça e vi Namjoon ir, de cabeça baixa, até sua mesa.

[...]

O dia passou normalmente e eu apenas mandei um e-mail lembrando ao estagiário do compromisso que teremos amanhã, porque, sinceramente, se eu falar com ele vai dar em merda.

Agora está na hora se irmos pra casa e vejo ele saindo da editoria junto com aquele Don Juan de araque da editoria de esportes. Me senti um pouco incomodado, mesmo depois de eu tentar ajudar aquele pamonha ruivo desengonçado, ele não me deu ouvidos.

E se, por acaso, amanhã ele estiver de ressaca e praticamente dormindo no julgamento, eu vou dar na cara daquele palhaço. Eu não irei tolerar um boicote desse tamanho.

— Não esqueça do julgamento de Do BongJi que terá amanhã. — Gritei e ele me olhou. — Não quero você ressacado ou com sono amanhã, se isso acontecer terão consequências.

— Ok. — Ele me respondeu, enquanto o Kim estava com cara de cu ao seu lado. — Não vai embora?

— Só depois. — Respondi. — Tenho algumas coisas pra fazer aqui.

— Então tá.

O ruivo parecia um pouco confuso, até soltar uma frase que, por algum motivo, me surpreendeu.

— Não passe muito tempo aí. — Ele falou. — Sabe como o mundo está perigoso. Não quero que se machuque ou seja roubado.

A última parte foi sussurrada baixinho e de maneira apreensiva.

É isso mesmo produção? Ele se importa comigo? O estagiário se importa comigo? Acho que eu deveria ser mais legal com ele, não? Mas por que ele começou a se importar comigo tão de repente?

Os questionamentos enchiam minha mente. Quando me dei conta, percebi que tinha passado uns 15 minutos pensando naquela frase e já era hora de ir embora.

Saí do prédio do jornal e fui até o estacionamento, encontrando meu carro e destravando o mesmo rapidamente. Ao chegar em casa fui recebido com latidos e lambidelas de Percy. Infelizmente, devido à correria do trabalho, não poderei caminhar com ele hoje novamente, o avisei disso, vendo sua cara de desapontamento com a notícia.

Comi um sanduíche e fui tomar um banho. Enquanto sentia a água quente molhar meu cabelo e descer pelas minhas costas, pensei na grande oportunidade que seria para o estagiário amanhã. Poxa, acompanhar o julgamento do ano ao vivo e à cores não é algo fácil de se conseguir.

Até agora ele só editou textos e toda essa papelada, ele precisa ganhar alguma experiência, se continuar assim não irá longe. Então, diante desses pensamentos, me veio uma idéia brilhante. Um bom jornalista sabe improvisar, então seguindo esse pressuposto, irei testar amanhã mesmo se esse estagiário tem futuro ou se ele vai ser mais um a morrer na praia.

[...]

Já são 8:32 da manhã e estou esperando aquele projeto de anão de cabelo laranja. Ele já deveria estar aqui, já tentei ligar pra aquele energúmeno, mas ele não atende. Puta que pariu, em pleno sábado, nós temos a porra de um compromisso importante em uma hora e meia e esse desgraçado filho da puta vem se atrasar. Ah, vá se foder!

Nesse momento, meu celular começou a tocar, e adivinha quem estava me ligando?! Se você chutou o senhor escroto Park Jimin acertou.

— Onde você está? — Perguntei assim que atendi.

— Estou em casa, acabei acordando atrasado. Me desculpe. — Ele se apressou em falar.

— Isso é um absurdo. — Exclamei, irritado. — Você deveria estar, junto comigo, na porra do julgamento, lembra?

— Olha, eu sei que vacilei. — Ele começou. — Mas, como vvocê mesmo falou, temos a porra de um julgamento pra ir, então você poderia, por favor, deixar nossa rixa besta de lado e vir me buscar, pra a gente não se atrasar.

— Ok. — Concordei, por fim. — Me passa logo o seu endereço, seu estorvo ruivo filho da puta.

— Do que você me chamou? — Ele perguntou, ofendido.

— Dá pra falar logo o seu endereço? — Perguntei, estressado e ele me passou o seu endereço.

Informei sobre a situação à Sook sobre a situação e corri até o carro, cheguei no endereço que estava anotado no papel com uma letra bem feia, já que escrevi na pressa. Parei em frente à uma casa azul bebê. O ruivo estava parado na entrada da casa e, assim que me viu, entrou no carro.

— Eu devia te espancar pelas merdas que você faz. — Falei estressado.

— Para com isso, eu sei que tu me ama. — Ele falou rindo. — Agora vamos logo, estamos atrasados.

Não me lembro de ter dado tanta intimidade ao senhor Park Jimin, mas estamos atrasados e eu tenho pressa. Pisei fundo no acelerador e dirigi até o fórum o mais rápido possível. Quando chegamos eu deixei o carro em uma das vagas no estacionamento e corri em direção à portaria.

O ruivo estava logo atrás de mim, estava tudo "bem", até o momento em que pressenti que uma merda ia rolar, pelo visto eu estava correto. Me virei e me deparei com Jimin, logo atrás de mim, quase caindo no chão.

 A partir daí tudo ocorreu muito rápido.


Notas Finais


Gente, eu consegui estruturar e criar um roteiro legal pra a fic, esse tempo em que eu não postei nenhum cap de verdade eu li bastante e tive ideias boas, acho que agora vai. Espero que tenham gostado e um beijo no kokoro!!
(Esse cap tá parado, mas os próximos terão altos tiros, se você é cardíaco cuidado!!)


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