História You are mine - Camren - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, One Direction
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Normani Hamilton
Tags Camren, Larry, Norminah
Exibições 57
Palavras 1.538
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eiiii! Voltei, a longo da fic vocês vão descobrir o passado da Lauren e tals. ❤❤❤

Capítulo 2 - Um recomeço


Fanfic / Fanfiction You are mine - Camren - Capítulo 2 - Um recomeço

Pov Lauren

Sabe aquele momento em que você sabe que está ferrada, porém ainda tem esperança de dar tudo certo? Nem eu, eu pisei na bola. Fiquei tanto tempo sem ver meu amigo e quando marco de vê-lo apronto. Ótimo, Lauren! Deixe o menino plantado enquanto você divaga sobre sua vida no carro. Corro o mais rápido que as leis de trânsito me permitem e graças ao meu amigo GPS encontro o endereço que me foi passado, chego e já desço apressada logo tocando a campainha. A porta é aberta e vejo Louis com uma cara de poucos amigos.

- Sua arrombada, filha da puta. Sabe que odeio esperar e ainda faz isso no nosso reencontro? Droga, Jauregui! - o garoto fala completamente irritado

Ok, não era essa a recepção que eu esperava depois de tanto tempo. Poxa, estamos a vários anos sem nos vermos e essa é a primeira coisa que escuto. Mas acho melhor não falar nada agora. Espera, ele tá começando a sorrir. J-E-S-U-S. Foge, Lauren! Ele é louco.

- Laur, que saudades! Me desculpa pelo surto. - o garoto fala com uma carinha fofa

- Saudades de você também. E está tudo bem, eu meio que... mereci. - falo sorrindo e o puxando para um abraço meio torto e desleixado

- Nossa, você está tão gata. Pelo Skype nem dá pra analisar direito. - meu amigo fala com um leve sorriso

- Você também não está nada mal, dá até um caldo. - falo, se eu gostasse da fruta - Você mudou muito, tá mais estiloso. E essas tatuagens? Muito legal.

- Gostou mesmo? - ele pergunta dando uma voltinha e tenta fazer uma cara de sexy

- Estava muito melhor antes dessa tentativa fail de ser sexy. - falo e caio na risada logo sendo acompanhado por ela

- Vá se ferrar. - ele consegue falar entre risadas - Agora vamos de uma vez que eu não quero chegar muito tarde.

- Pois somos dois. - falo e nos dirigimos ao carro, logo entrando e pondo o cinto de segurança

Durante a primeira hora e meia tivemos assuntos sem parar e fiquei espantada ao saber que ele havia terminado com a namorada uma semana atrás, e detalhe, ela estava o chifrando. Fiz o que toda amiga normal faria e o consolei. Depois contei algumas novidades para ele, e logo ele estava cochilando com a testa na janela o que me fez rir fez rir da cena fofa. Resolvi ligar o rádio e logo a voz doce e calma do Ed Sheeran entrava pelos meus ouvidos.

Loving can hurt, loving can hurt sometimes                 But it's the only thing that I know
When it gets hard, you know it can get hard sometimes
It is the only thing that makes us feel alive

We keep this love in a photograph
We made these memories for ourselves
Where our eyes are never closing
Hearts are never broken
And time's forever frozen still

So you can keep me Inside the pocket of your ripped jeans
Holding me closer 'til our eyes meet
You won't ever be alone, wait for me to come home

É inexplicável o amor que sinto por essa música e pelo o Ed.

O resto da viagem se passou bem calma, porém eu estou com o coração à mil. Não me sinto confortável a voltar aqui, onde tudo aconteceu. Espero que dê tudo certo pois essa será minha última noite em North Miami, não quero voltar aqui tão cedo. Chego em frente a "minha" casa e estaciono, logo aviso Louis sobre nossa chegada. Descemos do carro e eu aproveito para focar toda a construção, quero guardar cada memória (boa ou ruim) e detalhes antes de ir embora. Logo Louis comenta algo me fazendo sair dos meus desvaneios, aciono o alarme do carro e nos encaminhamos até a porta e damos três batidas. Logo somos atendidos por minha mãe.

- Cadê suas chaves, garota? - minha mãe pergunta com uma cara hilária

- Estão aqui, mas achei melhor lhe fazer uma surpresinha. - falo dando um sorriso de lado e ergui uma sobrancelha

Noto minha mãe se virar e analisar Louis que até agora se mantinha calado.

- Mãe, a senhora se lembra do Louis? - pergunto, vejo minha mãe franzir a testa enquanto tentava se lembrar e logo seu rosto se ilumina com o conhecimento

- Oh meu Deus, você cresceu. Eu lembro quando você ainda era um bebê e eu te pegava no colo, a última vez em que te vi você era um menininho. Agora olhe só para você... - dona Clara começa a apertar as bochechas do meu amigo

Mães, por que sempre nos fazem passar vergonha? Parece ser uma coisa de mães mesmo.

- Olá, sra. Jauregui. Tudo bem? - Louis pergunta um pouco tímido pelo discurso de minha mãe

- Oh querido, me chame de Clara. E sim, eu estou bem. - dona Clara fala com um daqueles  sorrisos maternos enorme

Pigarreio de leve querendo a atenção de minha mãe.

- Se a senhora ainda não reparou... estamos na porta. - falo a encarando

Compreensão pareceu lhe atingir e ela desvia nos dando passagem, entramos logo sendo acolhidos pelo calor reconfortante da lareira.

- Eu acabei de fazer o jantar, venham comer. - dona Clara fala sorridente

Lhe seguimos sem exitar, estamos com fome depois de viajar tanto tempo. Comemos em meio a risadas e conversas, e logo meus irmãos chegam da sorveteria e engatamos numa conversa agitada. Ajudamos minha mãe a lavar a louça e logo subimos para mostrar o quarto de hóspedes à Louis, me despeço de todos e vou para o meu quarto.

Vou terminando de guardar minhas coisas e me lembrando de toda a minha vida aqui, e os últimos acontecimentos que me levaram a tomar a decisão de me mudar. Não quero me prender muito a isso, me sinto culpada por estar deixando minha mãe e meus irmãos sozinhos pois meu pai quase não para em casa por causa do seu trabalho e quando está... só sabe reclamar, ele vive para o trabalho desde que me entendo por gente, eu não posso reclamar muito pois graças a isso temos a vida que temos hoje. Eu e meus irmãos crescemos basicamente com minha mãe, um apoiando o outro. Um sorriso começa a se formar em meu rosto quando vejo uma fotografia nossa no criado mudo. Termino de organizar minhas coisas e vou tomar um banho para dormir, faço minha higiene e coloco somente uma boxer feminina e uma camiseta larga. Me deito em seguida, logo sou vencida pelo cansaço e o sono.

Pov Camila

Após um bom tempo na casa da Dinah fomos para casa. Cheguei, tomei um banho e vim para minha cama logo recapitulando todo o meu dia, inclusive a garota do elevador. Quanta beleza em uma pessoa só, e aquele sorriso, meu Deus. Amanhã tenho um dia cheio, melhor dormir logo. Fecho meus olhos e a primeira coisa que vejo é aquele par de olhos verdes, um sorriso involuntário se formou em meu rosto e assim adormeci... 

Pov Lauren

Acordei novamente com o mesmo pesadelo de sempre, não sei quanto tempo aguentarei isso, espero que isso acabe logo. Olho pela janela e vejo que o sol já nasceu, decido me levantar assim posso aproveitar mais tempo com minha família. Me dirijo ao banheiro e faço minha higiene matinal, tomo um banho e arrumo meu tão amado cabelo. Dou um sorriso satisfeita e desço encontrando minha mãe na cozinha preparando o café da manhã. 

- Bom dia, flor do dia. - falo já imaginando sua reação

- Bom dia, sunshine. - ela responde sorrindo, reviro os olhos pelo apelido que por acaso detesto

- Não precisava pegar pesado, ok? - falo emburrada, caímos na risada e logo dona Clara está com um sorriso tristonho - Eeei, não fica assim. Eu não estou morrendo, mãe! Prometo que te ligo todos os dias.

- Eu sei disso, meu bebê. Mas eu queria você aqui comigo, onde eu posso te ver, te abraçar e ter certeza que você está se alimentando direito, que você está bem. - ela fala enquanto passa a mão na minha bochecha

- Vai dar tudo certo, a senhora vai ver. - falo dando meu melhor sorriso reconfortante

A verdade é que isso está acabando comigo, não gosto de ver pessoas chorando, ainda mais pessoas que amo.

- Bom dia, pessoas! - Louis logo aparece na cozinha e sinto um alívio me invadir

- Bom dia, querido. Sentem-se vocês dois, logo eu irei servir o café da manhã. - dona Clara fala, assentimos e nos sentamos à mesa

- Como foi sua noite, Lou? - pergunto sendo educada

- Foi ótima! E aliás, eu me senti flutuando com aquele colchão. - ele responde em meio a caretas com demonstração de prazer o que causou muitas gargalhadas

Isso provavelmente acordou meus irmãos que logo desceram as escadas e se juntaram a nós. Comemos e logo levamos minhas coisas para o carro, e quando terminamos começou o ritual de despedidas e o choro... e após todo aquele protocolo nós partimos, saio com uma idéia fixa em meu pensamento.

- Um recomeço. - murmuro baixinho


Notas Finais


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