História You Are My Crush (JiKook) - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Comedy, Jae, Jae_baby, Jikook, Jikookwriters, Kookmin
Visualizações 1.019
Palavras 2.067
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hi, my babies! ❤
Siiiim, eu consegui voltar pra postar... Aaah, meu amor, sente a pressão desse cap gostosinho kkk

E pra todos que comentaram: eu n deixei o celular desbloqueado, eu tive que desbloquear pra ela ver pq se n ela ia meter a mão na minha cara kkkk

Capítulo 9 - Beijos


Jimin parecia ter perdido o medo dos assaltantes, pois me olhava como se quisesse me matar, mas eu não posso fazer nada se a mão dele é extremamente gostosa pra bater uma. 


Não me julguem! 


– Me desculpe... – falei, mas a verdade era que eu tinha adorado e nem estava afim de pedir desculpas.  


Ele revirou os olhos e sentou-se no chão do provador, fiquei com a doce visão dos seus ombros largos e seus cabelos sedosos que encostavam em sua nuca... AI QUE HOMEM MARAVILHOSO, BRASIL! 


– Só vamos esperar... – ele disse e eu concordei, sentando no chão também. 


Nossos ombros estavam colados, eu podia ver o quanto sua respiração estava acelerada e certamente ele estava muito nervoso, assim como eu... Ainda bem, pois eu já estava começando a achar que aquilo era coisa da minha cabeça, mas não, obrigado! 


Depois de mais alguns poucos minutos esperando, – e de ter broxado... É, o vacilão do Jimin não quis resolver o meu problema – percebemos que os assaltantes já haviam ido embora, então nós também saímos do provador e demos de cara com funcionários amedrontados, bebendo água para ficarem mais calmos...


Um horror! Havia uma moça que fungava a cada dois segundos, você não sabia se ela estava resfriada, se estava chorando ou se estava tentando impedir que o cérebro escorresse pelo nariz, mas no geral, ninguém havia levado um tiro. 


– Lembre-me de não confiar em seguranças de shopping... – Jimin disse e eu apenas concordei. 


– Meninos... – uma voz soou atrás de mim. 


Alerta momento micão! 


Eu juro que não queria, mas foi puro reflexo o ato de me ajoelhar e pedir piedade pela minha vida. Gente, eu sou muito novo para morrer, ainda tenho muito que dar para Park Jimin. 


Ativo. É isso que eu sou. 


– NÃO ME MATA, POR FAVOR! EU AINDA QUERO TRANSAR COM O MEU CRUSH, PELO AMOR QUE VOCÊ TEM AO SEU CACHORRINHO, TENHA PIEDADE DE MIM! – eu gritava, enquanto Jimin me puxava pela gola da camisa, dizendo-me para levantar. 


Mas meu filho, eu não iria levantar. Levantar no meio de um assalto em que os criminosos mandaram deitar no chão é desobediência e desobedecer leva à morte nesse tipo de situação. Mas se levarmos em conta os micos que eu estava pagando em um só dia, podemos dizer que talvez morrer fosse muito mais fácil que continuar vivo.


Então eu me levantei. 


– Me mata! 


– Calma, eu sou apenas o gerente da loja e queria saber se está tudo bem com vocês... – o homem disse e o encarei. 


Eu realmente não sei o que me deu, mas eu fiquei com raiva, muita raiva mesmo, porque eu não conseguia entender como alguém tinha coragem de assustar um pobre jovem daquela maneira. 


"Mas ele não fez por mal!" 


NÃO INTERESSA! 


– Você me assustou! – eu disse – EU VOU TE PROCESSAR POR MAUS TRATOS AOS ANIMAIS, VOCÊ VAI SE ARREPENDER!


E foi assim que Jimin morreu de vergonha e me segurou pela cintura, me jogando por cima de seus ombros para poder me tirar de dentro daquela loja. Acredito que queria fingir até que não me conhecia, mas não é tão fácil assim, eu sou bem reconhecido no meio popular, é só você procurar um nariz danificado e um cu arrombado. Achou Jeon Jungkook e incrivelmente, a minha mãe concorda comigo. 


Também te amo, mãe, obrigado por colocar minha auto-estima lá em cima.  


De certa forma não era tão ruim assim ficar pendurado daquele jeito, enquanto o meu crush andava. Eu estava com o rosto bem perto da bunda dele e ela se movia a cada passo, gordinha, gostosa de apertar... Falando em apertar, eu senti tanta vontade de esticar o braço e massagear aquela área. 


– Nem pense em apertar minha bunda... – ele disse e eu arregalei os olhos. 


ELE ERA UM VIDENTE. 


Não, espera! Me diga como é que ele sabia que eu estava pensando excessivamente em apertar aquela bunda deliciosa, obra divina, carne pecaminosa.... Ah, pecaminosa mesmo, você olha aquilo e só pensa em coisas impuras, chega a dar dó por não poder apertar. 


– Eu não vou apertar, nem pensei nisso. – afirmei e ele logo riu sarcasticamente. 


– Era a única coisa que passava pela sua cabeça, confesse!


Abusado, convencido, idiota, gostoso, tesão, maravilhoso, sexy... Esse parágrafo era para ser dedicado à fazer insultos sobre Park Jimin, mas não foi possível porque eu não sei denegrir a imagem desse deus grego.  


Então ele deu um tapa em minha bunda, mas o estalo foi mal calculado e o som ecoou pelo corredor do shopping. Todos pararam para ver uma briga e no caso era só um adolescente gostoso dando um tapa na bunda de uma lhama. 


A vergonha tomou conta da minha cara e eu pensei em enfiar o nariz no chão... É, o nariz. Ele sempre chega primeiro em qualquer lugar. Mas além da vergonha, eu senti um formigamento na área glútea, aquele tapa mexeu com os meus hormônios, eu me senti... Excitado novamente... 


– Aish, Jungkook! Você é algum tipo de ninfomaníaco? – Jimin reclamou. 


Meu membro duro estava encostando em seu ombro e aquela fricção gostosa quando o seu corpo balançava para andar estava me deixando ainda mais extasiado.  


Droga. 


Merda.


Pinto. 


Rola. 


Cu. 


Baguete.  


Como aquele ser conseguia fazer aquilo comigo? Ai, eu não aguento mais essa vida de submissão... 


– Desculpa... – e mais uma vez eu tive que me desculpar por ser tão pervertido – Mas eu não tenho culpa, foi você que bateu na minha bunda. 


– Hm... 


– Ai! – senti uma mordida em minha nádega direita. 


QUE VERGONHA, QUE VERGONHA! 


Eu espero mesmo que ninguém tenha percebido aquele momento constrangedor, onde Jimin deu uma mordiscada em minha bunda e EM PÚBLICO. 


Gente, eu sou um tarado, mas eu não tenho nenhum tipo de fetiche por transar em lugares públicos, então aquilo foi apenas vergonhoso e me fez broxar novamente. 


Aposto que Jimin deveria estar pensando que eu era um broxa. Já tinha ficado ereto duas vezes e nas duas, o meu pau desceu mais rápido do que quando havia subido. 


– Vamos, desça daí... – Jimin disse, colocando-me no chão quando chegamos do lado de fora do grande prédio. 


Depois do susto, ele me disse que nada era mais justo que um sorvete para descontrair, mas que faríamos isso em nosso bairro, numa sorveteria que havia perto da nossa casa e eu, é claro, que não reclamei... Estava doido para sair daquele lugar horroroso. 


E essa foi a história de como eu peguei trauma de shoppings. Eu fico com medo de tomar no cu só de passar perto de um... Entende a situação? É muita humilhação em um único dia, eu não aguento isso. 


Minha mãe diria que se eu aguentei 17 anos me olhando no espelho, eu aguento umas porradas da vida. 


Ela está certa. 


Chegamos na sorveteria depois de pegar um taxi e passar o trajeto inteiro em silêncio, ele apenas brincava com a pulseira de couro que estava em seu braço, enquanto eu olhava pela janela e tentava não reparar naquelas coxas deliciosas que estavam esparramadas no estofado do carro... Que delícia, Jimin, que delícia! 


Eu fiquei sentado à mesa, enquanto ele fazia o pedido, dizendo que sabia o sabor de sorvete que eu gostava, então eu comecei a pensar que o meu crush poderia ser um stalker também, mas essa hipótese foi logo jogada fora quando eu lembrei que Jimin era uma pessoa normal e não um retardado como eu.


A verdade seja dita, eu sou um doido. 


A maior surpresa foi quando Jimin trouxe exatamente o meu sorvete preferido, sabor manga, adoro aquela bagaça gente, muito bom... Dá vontade de casar com o sorvete de manga! 


– Como você sabia? – perguntei. 


Ele sentou, com o seu potinho em mãos, dentro havia sorvete de amora e deu de ombros. Ele era tão lindo comendo sorvete, passando a língua pela colher para não desperdiçar nada... 


NÃO FICA DURO, JEON, SE CONTROLA! PARK JIMIN NEM É TÃO GOSTOSO ASSIM.


MENTIRA, ELE É SIM! 


– Você sempre chegava do recreio com a boca um pouco amarela, imaginei que fosse esse sabor... – disse. 


Oooh, então ele reparava na minha boca! Estamos indo bem, continue Jimin, eu estou gostando dessa conversa. 


– Então você olhava a minha boca? – perguntei. 


– Claro, a sua boca é extremamente gostosa. 


Péssima hora para comer sorvete. PÉSSIMA. 


Eu me engasguei com o bendito sorvete e o infeliz foi parar no meu nariz. E O NARIZ DO JUNGKOOK ATACA NOVAMENTE. 


EU NÃO AGUENTO MAIS! 


Obrigado vias aéreas por quase me matarem sufocado na frente do crush e por fazerem sorvete sair das minhas narinas. 


Ele se assustou no início, me deu um guardanapo para me limpar, mas logo estava rindo da minha cara. É difícil ter um crush que gosta de rir das suas desgraças, você se sente um babaca, ops... Mas eu já sou um...


Depois da milionésima desgraça do dia, Jimin resolveu me levar em casa e ainda fez o favor de enumerar todas as vezes em que eu disse "oi" para o azar e ele – como a bom pessoa que é – me abraçou. 


Eu deveria matá-lo, eu deveria querer matar o Jimin, mas eu só penso em dar mesmo... 


– Pense pelo lado bom, Jungkook... – Jimin disse ao me deixar na porta de casa – Pelo menos o seu nariz brilhou mais que você em todos os micos! 


E mais uma gargalhada veio dele, eu já estava ficando com raiva daquele gostoso, queria mesmo era afundar a cara dele no asfalto quente. 


– Sério isso? – perguntei e ele concordou – Esse deveria ser o momento em que você me beija e diz que o encontro foi ótimo. 


– Mas o encontro foi um desastre. 


É, pode até ser que tenha sido um desastre, mas não custava nada me ajudar a fazer um shoujo na porta da minha casa! Gente, eu também sou um ser humano, eu também gosto de uns romances, de umas folhas de cerejeira, de uns beijos mais carinhosos, eu não sou todo pervertido. 


JEON JUNGKOOK TEM CORAÇÃO TAMBÉM, NÃO É SÓ NARIZ! 


– É um beijo que você quer? – ele sorriu. 


TRATRATRATRA 


SOLDADO FERIDO. CHAMEM O SAMU!  


Eu juro que quase morri sem ar quando Jimin me encostou na parede, bem ao lado da minha porta, com aqueles olhos escuros me analisando e a boca entreaberta que permitia sua respiração quente bater em meu rosto.Suas mãos firmes empurraram minha cintura para trás, assim eu senti minha bunda encostando na parede, assim como a minha cabeça que não se mexia por conta do desespero interno de tê-lo tão perto de mim... 


AAAAAAAAH, MEU CRUSH! 


Corri os olhos por sua clavícula que a camisa não cobria, por seus lábios grossos e avermelhados que ele havia mordido, seu nariz achatado, até chegar em seus olhos novamente...  


– J-Jimin... – eu tentei dizer, mas ele negou com a cabeça, então fiquei quieto. 


– Hum, eu também quero um beijo. – afirmou. 


E foi dessa forma que Jungkook derreteu e virou amoeba. 


Eu sinceramente preciso parar de falar de mim mesmo na terceira pessoa, é estranho, eu sei, mas eu não tinha como ficar são quando o meu homem estava tão perto, respirando o mesmo ar que eu. 


Ele se inclinou, encostando o seu corpo mais ainda no meu, até que depositou um selar em meu nariz machucado, no canto da minha boca – quase morri com essa provocação – e enfim, puxou meus lábios para um beijo calmo e cadenciado. 


Sua boca estava quente e ainda com gosto de amora, sua língua pedia passagem e explorava a minha boca, brincava com a minha e quando cansava daquele movimento, a puxava para fora e mordia meu lábio inferior, o que eu achava super excitante. 


Suas mãos apertavam a minha cintura e brincavam com o passador da minha calça, enquanto eu segurava o seu rosto delicadamente, sentindo a textura macia de sua pele e o seu peito subir e descer freneticamente.  O beijo foi ficando cada vez mais calmo, até que ele me deu um selinho para finalizar e ficou me encarando, como se não soubesse o que dizer. 


CARA, VOCÊ BEIJA MUITO BEM, PARABEINX! 


– Nossa... – eu disse. 


– Nossa... – ele disse. 


– É... – eu disse. 


– É... – ele disse.  


Um sorriso escapou de nossos lábios e eu finalmente me senti vitorioso naquele dia, finalmente eu poderia dizer que pagar mico valeu a pena! 


Obrigado todos que me apoiaram! Amo vocês! 


Senti minha bunda ser apertada novamente e o olhar de Jimin se transformar em malicioso... AH, NÃO... EU NÃO POSSO... 


– Você... – ele olhou para baixo vendo o volume em minha calça crescer. 


          – Desculpa!


Notas Finais


Até outro dia!
Comentem bastante pessoal 🍼


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...