História You Are My DETERMINATION - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Harem, Shoujo, Undertale
Exibições 2
Palavras 1.636
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ecchi, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OIAA QUEEEM VOLTOOUU ^.^
Dscp gnt, dscp msm. Eu avisei q voltaria né? Acho q s.
Bom, aki estou eu, com uma nova fanfic dahuhduas. "KRALHO ANA, c nem terminou a do LBP e ja vai criar outra", vou msm. Criarei mais se reclamarem dhaushdus. Enfim, espero msm q vcs acolham essa fic, assim como acolheram a do FNAF ^.^,
Amo vcs muito <3<3<3, AAAHH, ia me esquecendo. Semana q vem volto de viagem ^.^. E sim, hj é dia de PSC (to fudida dhauhsdu ;-;), e eu ainda to de recu só pra vcs saberem. "q exemplo hein". Me dscp ;=; Bom, com vcs, a fanfic shuashuas (adiciono uma capa dps okay ;))

Capítulo 1 - Where All Begin


Amy POV

Todos se perguntam qual o objetivo de si aqui na Terra. Porém, quando é descoberto a resposta, eles continuam suas vidas inúteis de sempre, como se nada tivesse acontecido. Qual o sentido de aprendermos a viver de aparência para encontrar apenas o "caminho automático"? Isso é tão...normal. As pessoas de hoje em dia não tem mais o interesse em procurar se diferenciar das outras, eles querem sempre ser iguais. Não é assim que se vive! A única coisa que os diferencia são as suas características faciais e corporais. É como se elas tivessem perdido seu real objetivo, como se elas não houvessem mais... determinação.

- Amy? - uma voz masculina ecoou sobre meus ouvidos, mas eu não conseguia ver de quem era e estava tudo escuro - Amy? Consegue me ouvir? - (eu reconheço essa voz de algum lugar, mas...onde?) - Amy, nunca se esqueça, você sempre será minha determinação - (sua...determinação?).

De repente sinto meu corpo sacudir desesperadamente.

- Amy! - dessa vez ouço uma voz feminina. Era de Jessy, minha amiga de infância - Você estava dormindo de novo - olhou-me preocupada.

- Me desculpe, eu acabei capotando - olhei ao redor para voltar a triste realidade.

Lembrei que estávamos na aula de "história dos gráficos", da minha faculdade. Atualmente estou cursando  a faculdade de Design, de Animação para ser mais específica.

- De novo? Já é a quinta vez essa semana Amy. Você anda dormindo no horário?

- Jessy, se eu dormir em cima do meu despertador ele irá quebrar.

- Amy! - irritou-se com a minha ironia.

- Haha. Ah...talvez - ri da cara dela e depois voltei-me a deitar na mesa.

- "Talvez"? Amy! Você nem está prestando atenção na aula.

- Não tem nada de bom passando nessa aula Jessy. Até os meus sonhos estão mais interessantes que ela - defendi-me - Aulas normais não me interessam.

- Você e esse seu papo de "normalidade". Amy, você precisa entender que o mundo funciona assim. Quanto mais rápido você aceitar, mais rápido será mais fácil.

- Exatamente! - aumentei minha voz sem querer.

- Senhorita Laurent - todos os alunos olhavam para mim - Já que você se pronunciou, poderia nos dizer quem é ou quem foi o melhor desenhista do mundo? - perguntou o professor, ajeitando seu óculos logo em seguida.

- Na minha opinião, Masashi Kishimoto - o respondi normalmente.

- Pode nos contar um pouco de sua história? - levantou sua sobrancelha

- Além de ser sido consideravelmente jovem quando começou a desenhar, também nasceu no distrito de Katsuta na província de Okayama e tem um irmão gêmeo, Seishi Kishimoto. Nasceu em 8 de novembro de 1974 e no seu segundo ano de faculdade percebeu que Seinen não era o seu tipo de gênero, então se voltou ao Shounen. Devo continuar professor Davis? - gabei-me (Eu sei da história completa do Kishimoto, não tem como ele me pegar nessa).

Todos me olhavam com uma certa estranheza, como se tivessem visto algum fantasma ou algo do tipo. Bom, eu só respondi a pergunta dele, nada demais. E isso só era o começo, ainda tinha a história com a mulher dele, como e onde ele se inspirou, etc.

- Ah... n-não, obrigado senhorita Laurent - ele parecia o tanto quanto impressionado, e assustado também - P-Por favor, só preste atenção na aula - olhou-me tristemente.

- Ah, me desculpe - bufei.

- Mas...isso foi realmente impressionante - ajeitou seu óculos novamente, depois se voltou para o quadro.

- Como? - perguntou Jessy boquiaberta.

- Simples. Eu pesquiso o que me interessa, diferente de vocês - voltei-me a sentar na cadeira - Hm, onde estávamos? Ah, sim. Exatamente - falei um pouco baixo dessa vez - Jessy, o jeito fácil não é uma opção para mim, você sabe muito bem disso.

Jessy, novamente, ficou com raiva de mim, bufando impacientemente e em seguida se concentrou nas escritas aleatórias que o professor copiava no quadro.
            Às vezes, eu realmente não a entendo! Por que ela quer que eu mude a forma de como eu vejo o mundo? Eu tento, de várias formas, compreender o lado dela, mas PORRA! Assim não dá! Enquanto eu discutia comigo mesma, o barulho do sinal da campa ecoava sobre meus ouvidos. Arrumei minhas coisas rapidamente e acelerei meus passos até a saída, sem olhar, em um momento se quer, para trás. Eu efetivamente não estava com cabeça para ouvir ou até mesmo pedir desculpas, apenas quero ir para casa. Mesmo que eu tenha que fazer essa maldita rotina todos os dias até o dia da minha morte, eu...só consigo pensar em ir para casa.
           Meus pensamentos estavam frustrados demais para eu perceber que eu tinha tropeçado em uma calçada um pouco mais elevada que a rua. Por sorte, alguém foi mais rápido que a força gravitacional da Terra, que, por acaso, é 10m/s².

- Você está bem? - preocupou-se um homem um pouco suspeito.

Ele era alto e seus cabelos de cor preta, que quase batiam na altura de seu queixo, balançavam no ritmo do vento. Eu não conseguia enxergar seu rosto direito por causa da sombra, mas certamente havia duas cicatrizes em seus respectivos olhos. Ele vestia uma blusa de lã de gola alta, cor cinza, quase preto. Por fora um peacoat aberto de cor preta, com calças jeans azul escura e um sapato social. Para um suspeito, ele parecia bem elegante...

- A-Ah! Me desculpe por isso... - respondo rapidamente.

Lentamente eu afastava suas mãos dos meus pulsos, as mesmas que me seguraram quando quase caí. Ele sorriu, parecendo estar se divertindo com a situação atual.

- Não se preocupe - respondeu gentilmente - Garotas como você não devem se perder em seus pensamentos desse jeito. Principalmente quando estão andando nas ruas.

- Ah... - (eu fiquei meio envergonhada por ele ter estranhamente adivinhado) - D-De qualquer forma, obrigada.

- Você poderia me fazer um pequeno favor? - ele pôs a mão dentro do bolso de sua peacoat.

Eu rapidamente olhei para trás e, como suspeitava, via Jessy correndo em minha direção. Como eu não desejava conversar com ela agora, não hesitei em respondê-lo.

- Por favor, seja rápido.

Quando virei-me para fixá-lo novamente, ele estava a 10 centímetros de distância. Nós estávamos tão perto um do outro que seu coração poderia ser ouvido. Eu comecei a ficar um pouca nervosa com essa situação...

- Só quero que me prometa uma coisa - ele retirou uma flor de pétalas amarelas que estava em suas mãos, dentro do bolso - Tenha sempre determinação - prendeu a flor delicadamente em meus cabelos e seguiu seu caminho normalmente.

Após eu ter ouvido essas palavras, logo me lembrei do sonho que tive na aula. E antes que eu pudesse dizer algo ao meu favor, ele já tinha desaparecido. Literalmente. Quando havia olhado para trás só havia pessoas aleatórias indo e vindo, além da Jessy que ainda está atrás de mim. "Garotas como você"? "Tenha sempre determinação"? O que isso quer dizer? Depois de questionar-me essas mesmas perguntas por alguns segundos, apertei meus passos e fui para casa.
            Sorte que Jessy não sabe onde eu moro. Minha família já se mudou tantas vezes que ela já perdeu as contas. O por quê das mudanças eu não sei, e na verdade procuro a resposta até hoje. Mas tudo isso mudou, porque eu comprei um apartamento só para mim, por basicamente não conseguir aturar mais a minha família. Enquanto caminhava em direção a minha casa, as palavras daquele sujeito estranho começaram a rodear em meus pensamentos. Será que ele tem alguma coisa haver com o meu sonho de hoje cedo? "Determinação". O que as pessoas não tem mais hoje em dia..
                 Chegando em casa, tirei a chave de dentro da minha mochila e abrir a porta sonolentamente. Jogando as minhas coisas no chão, fui escolher uma roupa bem fresquinha e arremessei-me diretamente na cama.

- Por que tudo tem que ser assim Sif? Por que as pessoas querem ser iguais as outras? - resmunguei meus pensamentos para o meu cão, que deitou-se juntamente comigo.

Sei que é inútil fazer isso, pois ele não fará nada à respeito, mas eu me sinto um pouco melhor. Adotei Sif quando ele era apenas um filhote que sofria nas garras do seu antigo dono. Ele apanhava praticamente todos os dias em seu jardim, e isso me deixava indignada, na verdade até hoje deixa. Até que uma certo dia eu fui para a justiça denunciá-lo, com provas e tudo. Eu só não o denunciei no primeiro dia que vi a violência porque não tinha provas suficientes, então tive que me segurar até obter-las o suficiente. Quando levei Sif ao veterinário o médico disse que , graças à Deus, não havia ferimentos graves. Desde então prometi a mim mesma ser a fiél protetora desse lindo huscky siberiano. Batizado, por mim, de Sif. O seu antigo dono? Atualmente está preso e, pelo que eu me lembre, até em que o dia da sua morte chegar.
            Depois de ter esvaziado todos os pensamentos negativos da minha mente, acariciei lentamente os pelos de Sif e pus-me a dormir. 

- Ah! - estusiasmei-me.

Quase me esqueci da flor que estava presa em meus cabelos. Suas pétalas eram tão amarelas que chegavam a brilhar e seu cheiro era muito diferente das outras que eu já tinha visto. Era como se ela fosse de outro mundo... Acho que não vou aguentar mais por muito tempo...
            "Tenha sempre determinação"... Acordei com essas exatas palavras em mente. Hm...estranho, eu não me sinto nem um pouco cansada. Olhei diretamente para o meu telefone, que não parava de vibrar em cima da mesa. Talvez seja a Jessy me mandando mensagem, ou me ligando... Ah, de um jeito ou de outro sou obrigada a atender o telefone.


Notas Finais


Até o próximo cap pessoal ^.^


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