História You Are My Everything - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kendall Jenner
Tags Justin Bieber, Kendall Jenner, Psicólogo
Exibições 98
Palavras 1.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


I'M BACK! 💜

Capítulo 10 - I need a job!


Audrey Baker P.O.V:

Não era justo que as as minhas economias fossem embora mais rápido do que o tempo que demorei para tê-las, eu precisava arrumar um emprego ou teria os representantes das companhias de água e luz batendo na minha porta.

Era o milésimo site de emprego que entrava e como sempre todas as vagas ocupadas ou necessitavam de algumas qualificações que eu não tinha, aquilo já estava me deixando exausta.

- Nada ainda? - Amber apareceu na sala mastigando irritantemente uma maçã.

- Nada.

- Bem, eu peguei esse jornal na portaria. - ela disse quando o colocou em cima da mesa.

A minha cabeça latejava enquanto eu encarava o jornal em cima da mesa, não custava nada tentar.

Sentei-me no sofá e cruzei as pernas, comecei a folhear o jornal passando do caderno de esportes para as vagas de emprego, encontrar um emprego não era tudo, eu teria que arrumar algo em que eu tivesse a certeza de que não seria demitida no dia seguinte por incompetência.

Babá. De todas as vagas ali foi a única que me identifiquei, não que eu tenha extrema competência para exercer tal função mas ser a mais velha de um quarto de orfanato com mais de dez garotas é uma experiência e tanto, não?

No final do anúncio bem pequeno um número de telefone, peguei o meu celular e disquei o número do jornal, em alguns segundos alguém atendeu.

- Olá. - era uma voz feminina. - Com quem falo?

- Bem, eu li o anúncio no jornal. - definitivamente eu não tinha a menor idéia de como fazer isso.

- Oh claro, o de babá! - a voz doce me parecia familiar. - Ainda não encontramos ninguém, na verdade você foi a primeira pessoa que ligou.

- Isso é ótimo! - saber aquilo me deixou de certa forma mais esperançosa.

- Eu sou babá mas estou prestes a me aposentar e não posso deixar as crianças sem ninguém, entende? Preciso de alguém de extrema confiança e o meu patrão me encarregou disso.

- Claro, vocês fazem uma entrevista?

- Exato, e como precisamos urgente de uma babá seria ótimo se pudéssemos nos encontrar o mais rápido possível.

- Quando quiser.

- Me desculpe mas, qual o seu nome?

- Audrey, Audrey Baker.

- Amanhã pela manhã seria um bom momento para você, Audrey?

- Seria ótimo, pode me passar o endereço?

- Esse é o seu número de telefone pessoal? - assenti. - Mandarei uma mensagem com tudo o que precisa saber, tudo bem?

- Tudo bem, nos vemos amanhã!

Eu torcia para que três coisas acontececem: que eu tivesse que cuidar de doces crianças, que eu não tivesse que aturar um chefe mal-humorado e que eu conseguisse esse emprego.

Minutos depois a mensagem com o endereço e alguns telefones para contato chegou e eu já tinha uma vantagem, o lugar não me parecia tão distante de casa.

[...]

Eu tinha acordado mais cedo do que o normal, a ansiedade já tinha tomado conta de mim e eu não devia deixar isso me atrapalhar ou a minha chance de conseguir esse emprego iria por água a baixo.

Visto uma calça jeans e uma camisa cinza de mangas curtas, nos pés ponho uma sapatilha e a bolsa nos ombros, estava aceitável para uma entrevista de emprego.

- Me deseje sorte! - Amber já estava acordada.

- Esse emprego já é seu, não precisa de sorte.

- Uma vez alguém me disse que sorte nunca é demais.

Saí do apartamento e desci as escadas apressada, eu estava saindo meia hora antes do previsto e seria incrível se o trânsito não fizesse todo o meu esforço para chegar no horário ser em vão. Atravessei a rua e por sorte já tinham alguns táxis parados no ponto.

O táxi não fazia um percurso estranho, eu conhecia aquele lugar e essa já é a segunda coisa familiar desde que conversei com a moça no telefone.

[...]

Justin Bieber P.O.V:

As crianças brincavam na sala e eu tentava ser o mais positivo o possível, eu precisava de uma babá e torcia para que a moça que estava prestes a chegar fosse perfeita. Jazmyn e Jaxon já tiveram um número de babás consideravelmente grande e todas elas eram muito boas, o meu pai era responsável pelas entrevistas e agora, além de ter me passado esse cargo, não faço a menor idéia de como exercê-lo e nem me sinto confortável para isso.

Quando a campainha tocou eu me levantei num pulo e fui até a porta, as crianças me encaravam atentas. Arrumei a gola da camisa jeans e abri a porta.

- Olá. - ela disse enquanto conferia o número do apartamento na porta. - Justin?

- Audrey? - eu podia esperar qualquer outra pessoa aqui. - Mas...como?

- Eu juro que todos esses encontros frequentes não estão sendo planejados.

- Eu juro também. - ela tinha um sorriso tímido nos lábios. - Vamos, entre!

- Audrey! - as crianças acenaram para ela que retribuiu. - Será nossa babá! - eles estavam animados.

- Vamos ao escritório, podemos conversar melhor lá. - estranho seria se um apartamento imenso como este não tivesse um escritório.

Driblando alguns brinquedos espalhados no chão, caminhamos por um corredor até chegarmos na última porta onde seria seu escritório, ele destrancou a porta e eu tive que controlar a minha vontade de fazer um tour pelo lugar. Era lindo, a decoração mesclada em tons marroms e preto deixava lugar com um ar sofisticado, as prateleiras lotadas de livros perfeitamente organizados e uma janela com uma vista incrível.

- Pode se sentar. - ele disse dando meia volta na mesa e sentando-se numa cadeira á minha frente. - Se isso lhe deixar mais confortável eu posso dizer que é a primeira vez que faço isso então, fique tranquila.

Pedir a minha tranquilidade era a coisa mais inútil que ele poderia fazer.

- Tudo bem, você não me parece ter uma ficha criminal. - ele disse eu arregalei os meus olhos, eu nem conseguia me imaginar numa situação dessas. - Mas mesmo assim eu preciso ter a certeza de que nunca matou ninguém, roubou ou tentou tortura.

- Não, eu nunca fiz essas coisas.

- Alguma experiência com crianças?

- Quase semprei fui a mais velha no quarto em que ficava no orfanato, então eu tinha que de certa forma cuidar de algumas garotas.

- Isso é ótimo. - ele tinha uma caderneta em casa também e as anotações começaram. - Porque precisa desse emprego?

- Tenho contas a pagar e tudo está prestes a virar uma bola de neve. - ele não parava de batucar os dedos na mesa.

- Estado civil? - essa pergunta era realmente necessária?

- Solteira. - ele apenas assentiu.

- Audrey, acho que já sabe da minha situação mas vou tentar deixar as coisas mais claras para você. Jenna está conosco já faz um tempo porém ela vai se aposentar e eu realmente preciso de uma ajuda com os meus irmãos, o meu pai está numa viagem de negócios e por enquanto eu sou o responsável por eles, preciso de alguém de confiança, alguém que realmente possa me ajudar até que eu me estabilize e consiga conciliar o tempo que passo no consultório com o tempo que passo com eles.

- Pelo pouco que conheço dos seus irmãos posso dizer que eles são uns doces e eu iria adorar cuidar deles.

- Eles não são doces o tempo todo.

- Errado seria se eles fossem. - ele me encarava atento. - Nenhuma criança é um doce sempre, até nós mesmos temos nossos momentos de rebeldia, porque eles não teriam?

Ele não se pronunciou, apenas me olhava, nada de anotações nem dedos batucando a mesa.

- Então... - falei.

- Bem. - ele coçou a garganta. - Você... você quer beber alguma coisa? Uma água, um suco...

- Não, obrigada! - ele assentiu e voltou a batucar os dedos na mesa.

- Audrey, eu posso dizer que você me deixou com uma ótima primeira impressão.

- Isso é ótimo!

- Se incomodaria em fazer um teste, digo, cuidaria deles até o resto do dia para que eu possa tirar mais algumas conclusões?

- Claro, sem problemas. 


Notas Finais


O QUE ACHARAM BABYSSS? 💜


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