História You Are My Everything - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Kendall Jenner
Tags Justin Bieber, Kendall Jenner, Psicólogo
Exibições 84
Palavras 985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI OI OI!
Tenham uma ótima leitura! 💜

Capítulo 11 - I got the job!


Audrey Baker P.O.V:

Justin já havia chegado e o seu humor não me pareceu um dos melhores. Estava na sala terminando de arrumar a bagunça consequente do jantar que preparei para as crianças quando ele chegou e nos cumprimentou rapidamente com um meio sorriso e seguiu para o seu quarto.

- Justin está bravo. - a voz doce de Jazmyn me chamou a atenção e eu a fitei.

- Ele só está cansado. - eu disse buscando o mínimo de positivismo.

Eu precisava falar com ele, precisava saber quais as conclusões que ele tinha tirado de mim e se eu tinha o emprego mas não podia e nem queria arriscar ser chutada.

Quando acabei tudo me sentei um segundo na cadeira alta do balcão sustentando o meu rosto com as mãos, o dia tinha sido mais longo do que eu podia prever, as minhas costas doíam e eu mal conseguia sentir os meus pés mas me conforta saber que todas as partes adormecidas do meu corpo são resultados do trabalho concluído com sucesso.

- Nós podemos conversar? - a voz grave de Justin fez arrepiar todos os pêlos do meu corpo. Assenti com um sorriso forçado e o segui.

Justin se sentou novamente a minha frente enquanto do outro lado da mesa eu tentava não deixar transparecer o fato de não saber agir diante dele.

- Me desculpe por ter chegado daquele jeito. - sua expressão era realmente de alguém cansado. - Acho que no quesito "exausto" estamos empatados.

- A minha parte não foi tão exaustiva assim.

- A expressão do seu rosto e o seu cabelo não costumam estar assim sempre. - automaticamente minhas mãos foram até os meus cabelos onde os soltei rapidamente e voltei a prendê-los. - Fez um bom trabalho hoje!

- Não tive tanto trabalho, apenas alguns brinquedos para arrumar e uma sopa de letrinhas para fazer. - ele tinha um sorriso singelo no rosto.

- As últimas babás antes de Jenna não conseguiam convencê-los tão facilmente a tirarem todos os brinquedos da sala, acredite, a minha maior dificuldade era atravessar aquela sala sem que uma peça de lego perfurasse o meu pé. - sorri fraco me recordando das inúmeras peças de lego presas ao meu pé.

- Empatados outra vez.

- Audrey. - ele coçou a nuca e me fitou. - O emprego é seu. - ele disse depois de batucar freneticamente seus dedos na mesa.

- Está falando sério? Eu consegui? - ele assentiu sorridente.

- Os meus critérios avaliativos foram além da conquista com as peças de lego.

- Preciso saber quais os critérios?

- Não necessariamente. - ele deu de ombros.

- Muito obrigada! - e as minhas dores nas costas incrivelmente desapareceram.

- Sabe que não precisa fazer isso. - ele disse e se levantou apoiando suas mãos na grande mesa de madeira. - Podemos estabelecer algumas poucas regras antes?

- Claro.

- Não precisa me ver como um daqueles patrões chatos, pode não parecer mas eu sou uma pessoa ótima.

E modesta.

- Não precisamos estabelecer uma relação de patrão e "funcionária". - ele fez aspas com as mãos.  - Quero que sejamos amigos sem todas aquelas formalidades chatas, entende?

- Mais alguma coisa? - ele negou.

- Bem-vinda ao lar, Audrey.

[...]

Eu não via a hora de chegar em casa, gritar para Los Angeles toda ouvir que agora eu tinha um emprego e que as companhias de água e luz não se preocupassem, todas as contas vão continuar em dia.

- Tudo bem, temos uma novidade. - Justin tentou chamar a atenção das crianças que aproveitaram a nossa ausência e agora pulavam no sofá enquanto cantavam uma música de um programa de TV.

- Nós já sabemos o que é. - eles disseram juntos enquanto ainda pulavam.

- Estavam atrás da porta? - agora eles nos encaravam reprimindo um riso. - Sabem que isso não se faz.

- Só queríamos saber se a Audrey continuará conosco, nos desculpe. - Jaxon disse descendo do sofá e parando a nossa frente. - Foi sem querer.

- Sem querer? - Justin carregou o garotinho e o virou de cabeça para baixo lhe arrancando altas gargalhadas. - Suas pernas automaticamente lhe levaram até a porta do escritório e o vento estava tão forte que empurrou seu ouvido para lá?

- Usamos um copo para ouvir melhor. - Justin me encarou abismado, era impossível não rir daquela situação.

[...]

Eu podia dizer que estava realmente esgotada, o meu corpo tinha voltado a doer e agora eu mal conseguia manter os meus olhos abertos, depois de ajudar no banho das crianças as coloquei para dormir com direito a leitura dos vários livros na prateleira. No banheiro arrumei os meus cabelos me livrando dos fios espetados, vesti o meu casaco e caminhei para a sala.

Justin vestia uma calça de moletom que deixava parte da sua cueca a mostra, ele não usava uma camisa o que me fez pensar seriamente em evitar uma aproximação, talvez eu não conseguisse recuperar o ar tão facilmente quando ele me notasse ali.

- Ei, você está aí. - ele me encarou com os olhos cansados.

- É, estou. - cocei a garganta. - Bem, eu já terminei tudo, nos vemos amanhã!

- Onde pensa que vai às... - ele tirou seu celular do bolso. - Nove da noite?

- Direto para o ponto de táxi. - ele sorriu enquanto balançava sua cabeça negativamente. - Precisamos estabelecer outra regra.

- Claro. - dei de ombros.

- Não precisa sair tão tarde desse jeito, tudo bem? - assenti. - E quando acontecer, terá a minha companhia até a sua casa.

- Não, realmente não precisa. - eu disse pondo a minha bolsa no ombro. - Está cansado, já estava se preparando para dormir e...

- E eu vou vestir uma camisa e pegar as chaves. - ele disse quando passou correndo em minha frente.


Notas Finais


Me desculpem pela demora pra postar e pelo capítulo pequeno, estou em semana de testes e é complicado postar com tanta frequência mas prometo fazer o possível, beijos! 😘


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