História You Are My Everything - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kendall Jenner
Tags Justin Bieber, Kendall Jenner, Psicólogo
Exibições 84
Palavras 1.324
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI OI OI!
Tenham uma ótima leitura! 😘
Visitem: bieberbrasil.com

Capítulo 18 - I need to drink!


Justin me encarava sem expressão alguma, eu tentava decifrar o que estaria passando em sua cabeça enquanto na minha, aquelas palavras que acabaram de sair de sua boca se repetiam várias e várias vezes.

- Eu preciso ir embora. - foi ali que eu finalmente consegui ver algo em seu rosto, frustração. - Tenho que ir a faculdade amanhã... você sabe, eu realmente preciso.

E então ele se levantou sem me dizer uma sequer palavra, ele mal me encarava e eu tinha certeza que tinha conseguido a proeza de terminar a noite da pior forma possível.

Enquanto caminhávamos de volta para o carro e em silêncio absoluto, eu olhava de relance para o seu rosto, seu maxilar travado, o que eu diria estar daquele jeito por estar... bravo? Ele não podia agir daquela forma, aquilo era quase a mesma reação de uma criança ao não conseguir o que queria. Entramos no carro e colocamos nossos cintos de segurança, Justin deu partida e nós saímos dali.

Aquela situação havia ficado ainda mais desconfortável do que eu poderia imaginar, caramba, eu me sentia culpada e eu nem tinha um motivo para me sentir assim. Eu tenho vontade de socar o rosto daquele homem extremamente maravilhoso a centímetros de mim, mas eu não poderia arriscar perder o meu emprego e de bônus receber um diagnóstico de que eu estaria louca.

Já devíamos estar parados ali a quase cinco minutos e eu só me dei conta de que estávamos na frente do meu prédio quando Justin coçou a garganta e o barulho distanciou meus pensamentos.

- Justin, eu... - ele me interrompeu.

- Está tudo bem. - ele forçou o sorriso mais forçadamente forçado que ele podia, os seus dentes nem apareceram.

- Obrigada pela noite. - ele assentiu e destravou as portas do carro. Eu ainda procurava alguma coisa para falar mas eu simplesmente não conseguia evitar olhar para aqueles olhos extremamente brilhantes logo ali na minha frente, eu precisava sair daquele carro, imediatamente.

Abrindo uma das portas do carro eu saio do mesmo e ponho a bolsa no ombro, Justin esperou que eu chegasse a portaria para dar partida no seu carro e sair dali me deixando feito um ser irracional, incapaz de pensar ou sequer organizar as idéias.

Caminhando em passos preguiçosos até a minha casa, cumprimento alguns vizinhos até finalmente chegar no meu apartamento. As luzes da sala estavam apagadas, quando liguei o interruptor quase tive um ataque cardíaco quando encontrei Amber plantada na minha frente.

- O que pensa que está fazendo? - o meu coração estava acelerado, ele parecia que a qualquer momento sairia pela minha boca.

- Eu ouvi o barulho das chaves então resolvi te assustar. - ela disse simples. - Como foi o jantar?

[...]

Justin Bieber P.O.V:

Idiota! Era tudo o que eu conseguia pensar, estava tudo indo tão bem, nem um cara maluco conseguiu estragar a nossa noite mas eu precisei abrir a boca e acabar com tudo.

Abri a porta de casa e encontrei Ryan esparramado no meu sofá, fechei a porta atrás de mim e peguei as almofadas espalhadas no chão, abaixei o volume da TV e chutei sua perna fazendo ele despertar assustado.

- Caralho, quer me matar!? - ele dizia.

- E as crianças? - me joguei na poltrona e tirei os meus sapatos.

- Dormiram, depois de milhares de tentativas. - ele se arrumou no sofá. - Cara, esses pestinhas me deram trabalho!

- Vou ficar devendo essa!

- Essa? Qualquer coisa que eu te pedir tu vai ter que fazer! - lhe encarei com as sobrancelhas arqueadas. - Como foi o jantar, pegou a garota?

- Qual é!? - joguei uma almofada nele que me encarou estranho. - Você não precisa falar assim, pegou.

- Ih... - eu já podia imaginar a sequência de merda que sairia da sua boca. - Tá apaixonadinho!

- Vai se foder, Ryan!

- Fala aí, qual foi?

- Fomos ao restaurante que falei. - ele assentiu. - Um cara louco apareceu e quis dar em cima dela, tivemos que sair de lá e acabamos num trailer com dois cachorros-quentes.

- E ela não ficou puta?

- Não. - ele parecia surpreso. - Cara, ela é diferente! Não é qualquer mulher que acha legal sair a noite para comer um cachorro-quente num parque quase vazio.

- Está afim?

[...]

Audrey Baker P.O.V:

Dei um último gole no chocolate quente e peguei algumas barrinhas de cereais jogando todas dentro da bolsa. Amber apareceu na cozinha ainda de pijama, sonolenta, quase se arrastando.

- Eu ainda não acredito que beijou o psicólogo. - ela disse enchendo sua xícara. - Não entendo porque não está feliz.

- Estou atrasada! - eu estava quase conseguindo esquecer o que havia acontecido, mas ela precisou me lembrar.

- Você sabe que isso que está fazendo é só uma tentativa prestes a falhar.

- Eu não sei do que está falando. - me aproximei dela e beijei sua testa. - E se eu não sair nesse exato momento posso considerar perdida a minha vaga na universidade.

Amber revirou os olhos e eu soltei alguns beijinhos no ar para ela antes de sair pela porta. Tudo bem, concentração, era o que eu iria precisar daqui pra frente.

[...]

Justin Bieber P.O.V:

- Até a próxima consulta, princesa. - cumprimentei uma garotinha que acabara de ser atendida por mim.

A minha agenda não estava tão cheia o que me deixava um pouco mais tranquilo já que eu não iria conseguir exercer o meu trabalho com a perfeição que eu precisava para ter a sensação de dever cumprido. Ela sempre estava em meus pensamentos, na verdade ela era a responsável por embaralhar os meus pensamentos.

Eu sentia a necessidade de tê-la aqui e com a maior sinceridade do mundo, eu não queria sentir isso. Amanhã ela teria uma consulta, eu não conseguia evitar a ansiedade.

- Doutor... digo, Justin. - Maria apareceu na porta com seu sorriso grande e engraçado. - Uma de suas consultas foi desmarcada, preciso remarcá-la para semana que vem posso colocar na agenda?

- Claro! - eu disse. - A propósito, você pode mandar pro meu e-mail a lista atualizada dos pacientes da semana?

- Pra ontem! - e então ela saiu dali.

Depois de atender mais alguns pacientes eu finalmente havia cumprido a minha agenda. Tirei o jaleco que hoje em especial me parecia estar mais pesado, peguei algumas pastas e fui para o estacionamento onde entrei no carro e saí dali.

Eu precisava beber!

Tudo bem, eu era um psicólogo e aconselharia qualquer paciente que estivesse passando pela mesma situação que o álcool não seria a melhor solução mas o que eu posso fazer além de errar um pouco? Eu precisava de um pouco de distração ou iria ficar louco.

Vocês já viram um psicólogo louco!?

Estacionei o carro em frente a uma boate pouco movimentada, era início de noite então aquilo só iria começar a ter movimento mais tarde. Quando entrei algumas pessoas dançavam na pista, outras bebiam no bar e outras apenas conversavam sentadas no sofá.

Me sentei no bar e pedi uma dose de whisky. Bebi o primeiro copo com uma certa urgência fazendo o líquido quente descer rasgando a minha garganta. Outro copo cheio já estava pronto no balcão, o barman me encarava com certa surpresa no olhar, peguei o copo e em segundos o mesmo já estava vazio.

- Uma vodka. - a loira de cabelos longos e ondulados se sentou ao meu lado, não pude deixar de notar o quão bonito era o seu corpo naquele vestido pouco comprido. - Não acha que está indo rápido demais? - ela disse alternando seu olhar do meu copo vazio para o meu rosto.

Neguei e ela soltou um riso abafado dando um gole na sua vodka logo em seguida.

- Está esperando alguém!? - neguei outra vez fazendo ela semicerrar os olhos, aquilo iria ficar divertido.


Notas Finais


Esse casal...
O que estão achando da fanfic? Me contem tudo!
💜


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