História You are my happiness - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Clary Fairchild (Clary Fray), Elaine Lewis, Emma Carstaris, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Julian Blackthorn, Kaelie, Lilith, Lily, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Max Michael Lightwood-Bane, Personagens Originais, Rafael Lightwood-Bane, Rainha Seelie, Rebecca Lewis, Robert Lightwood, Sebastian Morgstren, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Tessa Gray
Tags Clace, Malec, Sizzy, Twins
Visualizações 140
Palavras 3.754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Magia, Mistério
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ainda tem alguém aqui?
Sei que demorei um século para postar, me desculpem, mas eu estava focando na fanfic Why My Heart? que também é Clace...
PORÉM, EU VOLTEI, BITCHES !!!
Esse capitulo é a calma antes da tempestade....
Espero que gostem...

Capítulo 7 - Família Feliz


Fanfic / Fanfiction You are my happiness - Capítulo 7 - Família Feliz

Pov. Clary

Depois daquele momento na sala de treinamento, Jace decidiu treinar comigo e confesso que estava nervosa.

- Não acho que seja uma boa ideia – Falei e ele me olhou curioso.

- Medo? – perguntou e eu ri.

- Nem um pouco, pelo contrario, quero ver como vai reagir quando eu ganhar. – Falei e ele sorriu.

- Só tem um jeito de descobrir – Falou e então escolheu uma arma – Vamos? – O olhei atentamente e assenti – Sem runas, ruiva. – Bufei.

- Clarissa – Sussurrei e minha espada apareceu em minha mão, fiquei na posição e ficamos andando em círculos ate ele vir pra cima, defendi seu golpe com rapidez, mas ele me deu um chute na perna me fazendo cambalear, me recompus e ataquei, sabia que com Jace era tudo ou nada então fui com tudo, ataquei com destreza e rapidez, ele começou a recuar ate que ficamos na parede e eu o prensei com a arma em seu pescoço, sorri vitoriosa enquanto ele me olhava surpreso – Morto.

- O que fez com a minha Clary? – Perguntou e eu ri. – É serio.

- Tive que aprender a lutar – Falei fechando a mão e fazendo Clarissa sumir, me joguei no chão e ele se sentou ao meu lado – Com tudo o que estava acontecendo eu não poderia deixar os gêmeos sem proteção, eles eram pequenos e precisavam de mim – Suspirei – Perdi noites com Lori, eles não gostavam, mas era necessário.- Passamos um tempo em silencio cada um mergulhado nos próprios pensamentos.

- Toda vez... – Jace falou com a voz falhando – Toda vez que você conta de como era e de como vocês viviam me dói o coração – Vi que aquilo era uma coisa difícil para ele confessar, me sentei e fiquei ao seu lado – Pq eu não estava la para ajuda-los, para protegê-los, vocês são minha família e eu não estava la quando precisaram. – Peguei seu rosto em minhas mãos e o fiz me encarar – Clary...

- Shiii – Falei – Foi difícil, mas já passou e infelizmente você não estava com a gente, mas tenho certeza de que se estivesse não iria ser difícil. Jace, o que aconteceu não foi sua culpa, nem minha, mas temos que superar, vai ser difícil sim, mas a gente consegue, nunca desistimos e não é agora que vamos – Ele deu um sorriso de lado e retirou gentilmente minha mão de seu rosto e a levou ate a boca, beijando-a.

- Clary, eu.. – Ele foi interrompido por Manu e Stephen entrando na sala com Maryse.

- Oh, desculpem, não queríamos atrapalhar – Falou Maryse e eu me afastei de Jace, ele levantou e me puxou junto.

- Eu queria – Disse Stephen encarando Jace.

- Papai não liga pra ele – Disse Manu indo ate Jace – Ele tem ciúme da mamãe.

- Não tenho não – Resmungou Stephen cruzando os braços.

- Aé? – Falei e então fui ate Jace e ele me abraçou, Stephen estreitou os olhos, Jace me deu um beijo no topo da cabeça e então ele correu ate nos me puxando de Jace.

- Chega. – Falou me abraçando, o peguei no colo e ele me deu um beijo na bochecha – Você é homem, nenhum homem alem do tio B  e do tio Simon podem chegar perto dela.

- Ele pode – Disse Manu erguendo os braços para Jace segura-la, ela o abraçou pelo pescoço colando suas bochechas – Ele é o papai, e os papais ficam com as mamães.

- Quem te falou isso? – Perguntei.

- A tia Lori – Respondeu inocente.

-Vamos fazer o seguinte – Falei – Nada de ficar perto da tia Lori quando ela estiver bêbada, ok? – Eles assentiram e Maryse riu.

- Meus netos são uma figura, obrigada Clary – Sorri tímida e ela saiu da sala.

- A gente podia sair – Disse Jace – Só nos quatro, poderíamos ir aquele local que você ama no Central Park.

- Ahhhh – Falei empolgada e ele sorriu – Eu adoro aquela arvore.

- Então vamos – Falou Manu – Mas antes todo mundo vai toma bano.

- BanHo – Corrigi.

- É, banho, principalmente você – Apontou para Jace – Pai, você ta fedendo – Ri e ele me encarou com falsa raiva.

- Ela ta certa – Falou Steph me cheirando – Você também precisa – Agora Jace riu, sorri para ele e caminhei com Stephen ate os dois – Ah não – Resmungou Stephen e Manu arregalou os olhos.

- Pelo anjo, papai corre! – Gritou e Jace a olhou confuso, mas correu mesmo assim – Foge delaaaaaa. – Corri atrás dos dois com Stephen rindo.

- Mamãe pega ele – Gritou Stephen e então  o coloquei no chão, Stephen foi por um lado e eu por outro, encurralamos Jace que desistiu e abracei Manu enquanto Stephen  fugia de Jace, olhando assim parecíamos uma família feliz.

- Chegamos – Jace disse assim que chegamos a arvore que eu amava, me lembro de deitar aqui com ele depois de nossos longos treinos, de namorarmos e conversarmos. Depois da brincadeira na sala de treinamento todos foram tomar banho e colocar uma roupa de frio para sairmos, o dia já estava mais quente e a neve tinha sumido, mesmo assim estava frio. Manu e Stephen logo começaram a correr e Jace me puxou para sentar ao seu lado debaixo da arvore, ficamos observando os dois correrem e brincarem.  Eu não pude deixar de pensar que foi muito fácil, não que a luta contra os demônios tenha sido fácil, mas não achei que matar aquela feiticeira teria sido tão fácil e que os demônios e Lilith iriam para de me procurar, que a Clave me deixaria em paz e que eu poderia viver uma vida ao lado de Jace e meus filhos. Estava fácil demais e isso me deixa com medo.

Eu me sentia observada quando estava fora do instituto, por força do hábito comecei a olhar ao redor e vi algo, foi tão rápido que eu posso estar ficando louca. Era uma sombra que passou rapidamente entre as árvores.

– Ei, tudo bem? – Pediu Jace me encarando, eu sabia que não conseguiria mentir para ele, suspirei e me sentei de frente para ele.

- Você não acha que esta fácil demais? – Perguntei e ele franziu o cenho, se eu contasse que vi algo ele ficaria doido. – Tipo, de uma hora para outra Lilith parou de me procurar, a clave não vai me perturbar mais e aquela feiticeira... Se ela era tão poderosa pq mata-la foi tão simples?

-Eu acho que depois de tudo você esta achando isso fácil demais pq já sofreu demais, - Disse ele por fim- esta tão acostumada com tudo em guerra e turbulento, mas não esta mais assim, não estamos em guerra e ninguém esta atrás de você, Lilith acha que você esta morta e a Clave não se importa desde que Lilith não descubra que você esteja viva; e se a Clave tentar algo, eu vou protegê-los, não vou deixar que nada aconteça a você, Manu e Stephen – Suspirou – Agora, respire e se sinta livre, não tem o que se preocupar – Sorri, a tanto tempo não sentia essa sensação, eu não precisava estar atenta toda hora, não precisava me esconder ou ficar com medo 24 horas por dia, eu podia respirar e andar no parque sem ter medo de ser atacada ou morta.

- Mãe, vem brincar – Chamou Manu brotando do nada e me dando um susto o que a fez rir – você também – Pegou a mão de Jace e a minha e nos puxou, Jace correu atrás dela enquanto eu só os observava e então Stephen veio atrás de mim, logo Stephen começou a correr atrás da Irmã e Jace atrás de mim.

- Jace, NÃO – Berrei correndo, ele estava com aquele sorriso travesso no rosto. Tentei correr mais rápido, mas ele sempre seria mais rápido, me pegou pela cintura e me girou – Pelo anjo, eu vou cair – Resmunguei.

- Eu não vou deixar – Falou ele e então parou de me girar, ficamos nos encarando quando ele quebrou a distancia entre nós, meus pés não tocavam o chão, mas eu sabia que ele não iria me soltar. Sua língua invadiu minha boca e um arrepio percorreu meu corpo, eu amo como Jace faz eu me sentir, única, como se eu fosse a única e eu sou, pelo menos pra ele.

- Ecaaaaa – Um coro surgiu e nos separamos, Jace ainda não me soltou – Eu disse que vocês eram nojentos – Falou Stephen e Manu concordou.

- Eu acho que alguém quer um beijinho – Falei e Steph arregalou os olhos, Manu riu e pulou nele distribuído beijinhos por seu rosto.

- Manuuuuuuu, chega – Stephen pedia e ela só ria, depois de um tempo Manu parou e Stephen limpou a cara com cara de nojo.

- Mamãe, eu to com fome – Manu reclamou e meu estômago roncou.

- Vamos ao Taki´s? – Perguntei a Jace que assentiu sorrindo.

- O que é isso? – Stephen perguntou.

- Lembra aquele restaurante que a gente foi em Londres? –Perguntei, ele pareceu pensar e logo assentiu – é tipo aquilo.

- Então vamos logo – Manu saiu puxando Jace, pegamos um taxi e demos o endereço ao motorista, como nem eu e nem Jace queríamos ir na frente Manu sentou em seu colo, Stephen no meio e eu na ponta. Chegamos e logo vi que o restaurante estava cheio, a maioria era do submundo, me surpreendi ao ver Emma e Julian sentados a uma mesa  conversando. Emma estava linda, fazia anos que não à via. Ela pareceu perceber que tinha alguém a observando e olhou para mim, ela ficou branca e se levantou correndo ate mim.

- Pelo anjo! – Ela disse me dando um abraço apertado no qual eu retribui – Clary? É você mesma? Eu to ficando louca?

- Oi, Emma. – Falei sorrindo – Senti tanta saudade – Voltei a abraçar.

- Você não estava morta?! – Ela perguntou me puxando ate a mesa, eu acho que ela não percebeu três criaturinhas atrás de mim. Julian sorriu pra mim e olhou para atrás de mim, quando viu Jace eles deram um toque de homem.

- A gente não ia comer? – Pediu Stephen emburrado.

- Nós vamos – Falei, Emma me olhava com a testa franzida.

- Senta a bunda aí e desembucha – Emma mandou e eu ri, fizemos nossos pedidos e eu comecei a contar toda a história. – Calma... – Ela pediu com os olhos arregalados e espanto – Você fingiu sua morte para não te procurarem? – Assenti – Isso tudo era mentira, sua morte e tals? – Olhou para Jace que assentiu – Aí você teve dois filhos? – Assenti – E agora ta tudo lindo e maravilhoso... – Dei um meio sorriso – Eu vou te matar – Falou com raiva – Pq não me pediu ajuda? Você sabe que o instituto iria te ajudar, pq não veio atrás de mim? Clary, eu pensei que você estava morta!!

- Emma, desculpa – Falei cabisbaixa – Eu não queria colocar nenhum de vocês em perigo. Não fui atrás de você desde que voltei pq foi ontem e também achei que estivesse em Los Angeles.

- A gente forçou um feiticeiro a fazer um portal ate aqui – Julian explicou – Precisávamos fugir do instituto e dos meus irmãos... – Ele suspirou e eu ri, a garçonete chegou e nós entregou os pedidos.

—Sei como é – Falei olhando para os gêmeos que conversavam/ brigavam.

- Que loucura... – Emma comentou e eu assenti, começamos a comer e a conversar, ela me contou como as crianças estavam, eu contei sobre esses 6 anos fora e ficamos horas conversando, quando estava ficando tarde e os gêmeos quase dormindo, nos despedimos e eu fiz um portal para eles. Jace levou Manu que estava dormindo no colo e eu fui com Stephen atrás, como não queríamos pegar um táxi eu mesma fiz um portal e caímos no meu quarto. Jace deitou Manu em minha cama e eu mandei Stephen trocar de roupa.

- Ei, - Jace me chamou, me puxando de encontro a ele – dorme comigo hoje? – Sem querer eu hesitei, mas logo dei um sorriso e assenti.

- Senti sua falta – Disse o abraçando, Jace me apertou mais contra si e Stephen entrou bocejando, veio ate nós.

- Te amo, mamãe – Ele falou com a vozinha de sono me dando um beijo na bochecha, com os olhos quase fechando ele deu um beijo em Jace – Te amo, papai. – Vi o rosto de Jace se iluminar, Stephen andou, ou melhor, virou um zumbi e foi ate a cama, se deitou ao lado de Manu e os cobriu.

- Também te amamos – Eu e Jace respondemos ao mesmo tempo, demos beijos na testas dos dois e fomos ao quarto de Jace.

- Não trouxe meu pijama – Comentei alto e ele sorriu, foi ate o armário, vasculhou algumas coisas e voltou com uma camisola minha, bem antiga por sinal  - Você ainda tem... – Pensei alto e ele assentiu andando ate mim, segurou meu rosto e me beijou, finalmente. Com as crianças a gente mal se tocou e isso me matava, eu queria toca-lo, beija-lo e me sentir segura de novo, sentir que estava tudo bem e que nada poderia estragar isso.

O beijo foi ficando mais intenso e eu soltei involuntariamente a roupa de minha mão e as coloquei em seu pescoço e sua nuca, o puxei para mais perto e ele arfou, me deu impulso para eu subir em seu colo e assim o fiz, enrolei minhas pernas em sua cintura e Jace apertou minha bunda, essa foi a minha hora de arfar. Jace me levou ate a cama extremamente arrumada e me deitou, suas mãos foram direto para minha blusa e eu levantei os braços para ele retira-la, Jace se afastou um pouco para me olhar e seus olhos escureceram, ele deu um sorriso e então olhou em meus olhos, claro que eu estava corada.

- Izzy estava certa – Sussurrou – Você esta mais bonita que antes... – Sorri corada  e ele riu, Jace começou a distribuir beijos e mordidas em meu pescoço. Tirei sua blusa e ele voltou a distribuir beijos ate minha calça, Jace olhou pra mim e eu assenti, em segundos minha calça voou e foi parar no chão. Voltei a beija-lo e ele retirou a calça, tirou meu sutiã e atacou meus seios, eu me segurava para não gemer alto para os gêmeos não acordarem, então tive a brilhante ideia de fazer uma runa de silencio em nós dois, Jace voltou a atacar meus seios.

- Jace... – Pedi quando não aguentava mais, isso o fez sorrir satisfeito e a tirar minha calçinha com uma rapidez absurda, ele retirou sua Box e se inclinou sobre mim para pegar uma camisinha na cômoda, colocou e logo penetrou. Fazia TANTO tempo que eu não fazia isso, depois que tudo aconteceu, eu não podia me relacionar com outro alguém, tanto por segurança quanto por causa dos gêmeos, não que eu não tivesse tido NENHUM tipo de relacionamento, mas não era algo sério, só prazeroso.

 

Jace e eu gemíamos em sincronia,passei as pernas por sua cintura e o puxei para mais perto, ele entendeu que eu queria mais contato e aumentou a velocidade me levando a loucura, sorte a nossa que eu tinha feito uma runa de silencio se não eu acho que o instituto inteiro teria escutado.

- Eu  vou... – Falei quando estava chegando no ápice.

- Juntos. – Ele disse e então uma onda de prazer nos atingiu e gememos juntos. Ficamos um tempo recuperando o fôlego ate Jace sair cuidadosamente de dentro de mim e caminhar ate o banheiro, ele volta segundos depois sem a camisinha e se deita ao meu lado, me puxando para seus braços, os dois estavam suados e vermelhos. – Ei – Ele me chamou e eu olhei para cima, para ele – Eu te amo. – Sorri, senti tanta falta de ouvi-lo dizendo isso...

- Também te amo – Respondi e tomei coragem para levantar, Jace resmungou, mas eu disse que precisava de um banho, ele me olhou sorrindo safado e eu ri caminhando ate o banheiro e fechando a porta. Tomei um banho quente e comecei a pensar no que vi no parque, eu acho que com tudo o que estava acontecendo eu deveria estar ficando paranoica, uma hora a gente tem que ser feliz e essa era minha, nossa hora.

Sai do chuveiro, coloquei a camisola que Jace tinha guardado e uma calçinha que ele também tinha e sai do banheiro, Jace estava sentado a cama sorrindo para uma foto.

- Eu amo essas fotos – Ele disse ao perceber que eu o estava observando, fui ate ele e vi que eram três fotos, uma minha e com os gêmeos fazendo caretas em nossa casa no Brasil, a outra era uma minha tirada por Lori em um de nossos treinos de resistência e outra era uma que eu e ele tínhamos tirado a alguns anos atrás.

- Onde consegui essas?- Apontei para a dos gêmeos e a minha.

- Manu me deu – Ele disse.

- Vai tomar um banho – Falei ao ver que ele estava com sono, ele riu e levantou, guardou as fotos em uma caixa dentro do armário e caminhou ate o banheiro, tentei espera-lo, mas eu estava morrendo de sono e acabei dormindo, não sei quanto tempo depois sinto os braços de Jace a minha volta.

Pov. Jace

Acordei com alguém pulando em minhas costas e senti Clary ser separada de mim, abri os olhos e vi Stephen deitado entre nós e Manu sentada em meu colo.

- Bom dia – Ela disse com cabelo bagunçado e rindo, ela e Stephen estavam de pijama e com os cabelos bagunçados, Clary abriu os olhos e piscou algumas vezes antes de sorrir para Manu.

- Bom dia – Falou se sentando na cama e eu fiz o mesmo ajeitando Manu em meu colo. Clary também estava com os cabelos bagunçados e com cara de sono. Linda.

- Pai, hoje eu posso treinar com você? – Stephen pediu com os olhos brilhando e eu sorri ao ouvir ele me chamando de pai, olhei para Clary e ela estava sorrindo pra mim.

- Sim, podemos – Falei e ele sorriu animado.

- Quero comer – Manu falou e Clary.

- E quando que você não quer – Disse e se levantou da cama – Vamos trocar de roupa pra descermos – Os dois assentiram e correram para fora do quarto, Clary veio ate mim e me deu um beijo – Vou trocar de roupa – Assenti e ela saiu do quarto, me levantei e fui ao banheiro, fiz o que tinha que fazer e troquei de roupa, sai do quarto e entrei no de Clary, ela estava sentada a cama arrumando os cabelos de Manu enquanto Stephen estava deitado a cama com cara de tédio. Clary terminou de arrumar Manu e descemos, Maryse e Alec já estavam na cozinha e tomavam café pacificamente, sentamos a mesa e começamos a comer.

- Alec, sei que não gosta de ser o comandante do instituto – Falei – Por isso estou te livrando dessa – Ele sorriu – Obrigado pela ajuda, mas a Clary vai voltar ao comando. – Ele se  virou para Clary, que assentiu.

- Que bom! – Alec parecia aliviado e feliz ao mesmo tempo, Clary sorriu para ele, Izzy e Simon apareceram e se juntaram a nós.

- Claryta, precisamos fazer compras – Izzy disse e Clary resmungou. – Nem vem. – Ela se virou para Manu – Quer vir também? – Ela fez uma careta e Clary riu.

- Não, obrigada – Manu respondeu educadamente – Compras são chatas.

- É, você é mesmo filha da Clary – Comentou Alec e todos riram.

- Filha, você não esta precisando de roupa?- Clary perguntou e Manu assentiu – Então pq não vamos nós três?

- Ta bom – Manu se deu por vencida - O Stephen também precisa, pq ele não vai?

- Pq ele é menino e vamos passar um dia de meninas – Izzy respondeu – Sempre quis ter uma sobrinha.

- Que tal uma filha? – Clary comentou olhando para Simon, Simon engasgou e ela riu.

- Filhos dão trabalho – Ele disse com a testa franzida e Izzy a olhou duramente – Clarissa, olha o que você fez! – Clary deu de omros.

- Quero uma sobrinha. – Falou, Maryse que observava tudo animadamente se levantou.

- Vou atrás de Magnus e meus sobrinhos, quer vir Stephen? – Perguntou e Stephen negou.

- Eu e o papai vamos treinar – Ele disse e Maryse sorriu saindo da cozinha, terminamos  de comer e Clary saiu com Izzy e Manu, pedi para Alec cuidar de umas coisas no instituto enquanto eu treinava com Stephen. Stephen tinha de tudo para ser um grande guerreiro, agilidade, técnicas de luta, forte e atento.

- Uau – Disse quando ele acertou o alvo no centro, eu ensinei a ele uma vez e ele já acertou. – Tem certeza que tem 6 anos? – Ele sorriu de lado e arrumou o cabelo.

- Pelo menos é o que a minha mãe diz – Ele respondeu, me senti no chão e ele me segui.

- Você é muito bom – Falei.

- Claro que sou – Se gabou – mas isso vem do sangue de anjo. – Franzi o cenho e ele riu – Você sabia que como você e a mamãe tem mais sangue de anjo que o comum eu e Manu também temos, né?

- Então vocês tem, poderes? – Perguntei e ele deu de ombros.

- Acho que sim, mas ainda nada apareceu – Ele pareceu pensar – Na verdade... eu e Manu temos uma grande resistência e nos curamos muito rápido sem usar a iratze e uma vez... – Ele parou de falar e me encarou – Se eu te falar uma coisa você jura que não vai contar a ninguém? – Assenti – Uma vez mamãe se machucou bem feio, ela ia morrer e as iratzes não estavam funcionando, eu e Manu tínhamos 4 anos e eu a abraçamos, não sei como, mas a mamãe melhorou – Ele suspirou – Foi a primeira e única vez que ela falou de você, ela disse que nosso pai tinha mais sangue de anjo assim como ela e que eu e Manu também tínhamos.

- Vocês são especiais – Falei depois de um tempo – Assim como eu e sua mãe. É um grande fardo a se levar, temos que tomar cuidado pq tem muita gente que chega perto de nós só para desfrutar de nossos poderes. – O encarei – Isso aconteceu de novo? – Ele negou.

- Só daquela vez. – Falou – Acho que só acontece quando alguem que amamaos esta em perigo.

- Então não irá mais acontecer – Toquei seu rosto infantil – Pq todos os que vocês amam estão seguros e nada irá acontecer a vocês, ok? – Ele assentiu – Que tal eu te ensinar a lutar?- Ele sorriu e nos levantamos.

- Só se você prometer não chorar quando eu ficar melhor que você – Ele respondeu e eu ri.

- Boa sorte com isso. 


Notas Finais


Pai e filho tendo um momento, gostaram ????
Clary parque: http://www.polyvore.com/m/set?.embedder=22151473&.svc=copypaste-and&id=226551240


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