História You are my obsession - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ashley Benson, Justin Bieber
Visualizações 11
Palavras 2.135
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capitulo 1


 

Dois anos depois
Los Angeles – 30 de outubro de 2017
Chloe Torcoletti (On)


Adentrei na boate com minhas mãos dentro dos bolsos da jaqueta de couro junto com o casal a minha frente, com minhas sobrancelhas unidas eu os observava enquanto tinha meus lábios apertados. Não conseguia entender o motivo pelo qual eles estavam juntos, ambos se odiavam e brigavam mais do que ficavam em harmonia, o único momento que realmente não discutiam era quando estavam fazendo sexo e era constrangedor ouvir pelos corredores daquele lugar os gemidos deles, ao menos deveriam ser mais quietos.

Me sentando no banco a frente do bar do lugar e os segui com o olhar, neguei com a cabeça quando quase tropeçaram enquanto estavam andando agarrados, meu olhar se desviou para as outras pessoas que se encontravam sentados ali, esperando apenas aquela reunião de rotina.

A dois anos atrás havia chegado em Los Angeles, me desligando do mundo que meu pai vivia em Las Vegas, entrei em um novo mundo aqui ou melhor... Uma nova vida.

Eu tinha uma amiga que havia me dado às coordenadas de onde a encontrar, Alana é ainda uma grande amiga mas ela acabou presa na rodoviária depois da minha chegada e precisou de minha ajuda para trazer para os componheiros dela as coisas que transportava. Cheguei a pensar que ela traficava apenas, mas quando cheguei no local vi o tamanho da coisa em que estava envolvida. Eu fugi do meu pai e acabei no mesmo lugar, em uma pequena máfia com pessoas que aparentavam ter quase minha idade, eu iria apenas entregar e ir embora mas uma oferta de um lugar para ficar veio e eu não pude recusar, na verdade podia mas precisava ficar, ao menos por um tempo.

No entanto, tudo mudou. Ao longo do tempo eu acabei criando amizade com alguns dali, me aproximando mais de uns do que de outros, uns me odiavam e ainda me odeiam, não entendo o motivo. Não sou uma assassina ou nem me transformei, mas ajudo ali, trabalho ali pra eles e embora não seja um real trabalho, eu gosto e aquilo ajuda a me manter.

— É bom que todos estejam prestando atenção no que vou dizer agora e que entendam. — A voz do rapaz soou alto suficiente de cima da boate. Ele estava na área vip e recebeu atenção de todos. — Hoje à noite vai acontecer o roubo da carga daquela máfia do outro lado da cidade, e espero que não aconteça a mesma coisa que aconteceu na semana passada. — A voz dele era neutra, não demonstrava nenhum tipo de humor, seu olhar era frio sobre os de todos.

Justin pode ser o cara mais frio daquele lugar, o cara que se divertir torturando pessoas para conseguir respostas, o melhor atirador e dono daquilo tudo, mas diferente dos demais ele era alguém... Bom, mesmo que seja difícil de acreditar nisso. Eu acreditava naquilo.

— Acha que dessa vez vai da certo? — A voz de Natália soou ao meu lado e eu a olhei.

— Bom, se não houver distrações. — Ergui os ombros.

Justin ainda falava e todos o escutavam. Natália é uma das pessoas que não gosta e nem desgosta de mim, ela é legal e tem seus momentos. Tenta a todo custo ter algo sério com Justin, acho que todas tentam afinal. Ela é linda, uma morena de cabelos negros até o ombro, seu rosto redondo e traços delicados, olhos castanhos e um olhar sereno, embora fosse uma pessoa que matava a sangue frio. Quando Justin terminou ela se pronunciou.

— Tenho algo pra resolver. — Disse ela se colocando de pé. — Até mais Chloe. — Forcei um sorriso e girei meu corpo.

Um copo de uísque foi deixado a minha frente e eu sorri agradecida, embora não fosse a maior fã de uísque. Peguei o copo e levei até a boca tomando um pequeno gole.

— Achei que não gostava de uísque Chloe. — Justin disse ao meu lado.

— Tem certas coisas que somos obrigados a engolir. — Disse dando os ombros e tomei outro gole.

— Você vai cobrir a Natália e o Ryan hoje à noite. — Disse se sentando ao lado, fez um gesto com a mão pedindo uma bebida. — Ah não ser que prefira servir bebidas hoje.

— Desde que você não atire em mim novamente. — Disse e o olhei. Ele revirou os olhos e olhou aí redor.

Justin três semanas atrás havia atirado em mim, diz ele que não havia sido de propósito, mas eu sabia que era. Por causa de Dylan havíamos entrado em uma discussão, segundo o moreno eu não estava ajudando em nada e Justin nem se prontificou, aquilo me deixou com raiva e eu o insultei, ele me colocou para ir com ele e com outros e houve uma troca de tiro, uma das balas me acertou de raspão, ele disse se quisesse me acertar não teria errado.

Idiota.

— Essa porra foi sem querer, supera. — Disse baixo, mas entre os dentes. Direcionou seu olhar frio em minha direção, mas não me intimidou.

— Vai se foder Justin. — Murmurei me levantando. Caminhei em direção a escada e logo a subi.

No segundo andar na boate tinha uma parte com alguns quartos, na verdade apenas com dois quartos e eles eram de Justin, mas eu sou abusada o bastante para usar eles. E depois da noite longa que eu tive eu precisava relaxar.

Ao chegar no quarto eu girei a maçaneta, mas estava trancada e eu bufei. Uma risada soou pelo corredor e chamou minha atenção. E lá estava ele mais uma vez com aquele maldito sorriso debochado nos lábios, se aproximou em passos calmos e parou perto da porta.

— Abre essa droga Justin. — Murmurei.

— Eu falei sério Chloe, você não entraria mais aí.

— Só porque eu não abri minhas pernas pra você? Nossa, que sentimental. — Bufei e passei por ele esbarrando.

— Natália deu conta. — Disse me fazendo parar.

— Isso que dizer qye você gozou? Bom pra você. — Me virei na direção dele e sorri. — Grande coisas, ela deu conta e você continua tentando se aliviar de alguma forma. Eu não vou transar com você.

— O que te faz pensar que quero transar com você? Gosto de gente experimente Chloe. — Deu um passo segurando em meu queixo. — Eu preciso mais que um rostinho bonito como o seu. — Murmurou passando o polegar em meus lábios e se afastou passando por mim.

Fechei os olhos passando a mão no meu rosto, neguei com a cabeça mantendo-me paciente.

Ele só quer me tirar do sério. Disse em mente e me mantive calma.

Naquela noite todos estavam se preparando para roubar a carga, eu estava encostada na parede do lado de fora do galpão quando uma voz soou chamando minha atenção. Fechei os olhos tentando ignorar, mas estava difícil diante do meu mal humor repentino.

— Está surda Chloe? — A voz de Dylan soou outra vez e eu o olhei. Ele se aproximava. — Espero que não seja burra e estrague tudo.

— Soube que da última vez foi você quem estragou tudo. Aliás, estava drogado demais para raciocinar, embora seja o mais incompetente de... — Recebi um tapa no rosto para ser calada.

— Cala a boca. Você é só um enfeite nisso tudo.

Ri massageando minha bochecha. O olhei com desdém e me aproximei o empurrando e depois acertando o pai dele com o joelho.

— Diferente de você eu não tenho uma dívida e ainda não fiz merda. — Disse com um sorriso nos lábios.

— Sua vadia.

— Já acabaram? — A voz de Justin soou chamando nossa atenção, seu tom era frio. — Vai colocar algo aí e se prepara. Esta na hora.

Com relutância ele se retirou. Travei o maxilar e girei meus calcanhares prestei a andar em direção a van, mas fui impedida pelo rapaz.

— Por aqui Chloe. — Disse me puxando, mas me soltei. Ele é um bruto.

— Eu tenho pernas droga. — Murmurei o seguindo. Quando chegou em seu carro ele estendeu a mão com a chave.

— Você dirige. — Disse simplesmente.

Justin não permitia que ninguém dirigisse seu carro, aquele em especial. E pra ser honesta era um dos melhores, eu tinha queda por aquele carro mas algo deveria esta estranho.

— Qual é a pegadinha? — Perguntei arqueando a sobrancelha, mas peguei a chave.

— Estão prontos? — Perguntou aos outros e logo se virando. E com um sorriso nos lábios abri a porta e deslizei para o banco atrás do volante.

Dirigia o carro calmamente, controlando s velocidade enquanto suportava o olhar de Justin ao meu lado. Ele estava com receio de eu bater com o carro dele, como se aquilo fosse o bem mais precioso dele, o que realmente era. Não consigo entender o amor que ele sente pelos carros, é como se aquilo fosse a parte dele e não um pedaço de lata.

— Em que está pensando? — A voz dele soou ao meu lado e eu o olhei. — Olhe pra frente Chloe. — Ordenou e eu rolei os olhos.

— É apenas um carro Justin. Lata, sabe? — Perguntei, mordi o lábio inferior e aumentei um pouco mais a velocidade. Pelo retrovisor enxerguei o carro de Dylan.

— Não é apenas um carro Chloe.

— Sei. — Murmurei pegando a estrada da esquerda.

O celular tocou e Justin atendeu o colocando no viva voz.

— Dylan? — Murmurou relaxando no carro.

— Estamos pra esta de encontro com os dois caminhões. Espero que a sua amiguinha faça direito a parte dela. — Rolei os olhos e apertei o volante.

Queria entender qual é o problema dele comigo, desde que cheguei na máfia ele fazia aquele tipo de comentário, desde o começo não gostava de mim.

— Cuide de sua parte Dylan. — Irritado Justin desligou a ligação. E o silêncio não demorou muito. — Eu também espero que você faça sua parte direito Chloe.

Ah porra! Qual era o problemas deles.

— Só porque sou uma mulher não significa que sou péssima no volante Justin. — Murmurei irritada. — Se não confia em mim porque me chamou.

— Só dirige. — Murmurou, como sempre sem paciência.

E o silêncio se instalou por minutos até que chegássemos no nosso destino. Dylan ligou novamente e eu ignorei a voz dele, como seguia enxergar o caminhou, estavam em uma distância razoável, o primeiro estava distante do segundo e como era noite tínhamos aquela pista vazia, na verdade ela era sempre com pouca movimentação.

Me mexi no banco reduzindo a velocidade do carro, dois carros passaram por mim e eu má tive minha atenção no que ocorria no caminhão de trás.

— Chloe?

— O que? — Perguntei o olhando pelo canto do olho.

— Você só precisa ajudar a fechar o caminhão da frente. — Murmurou e eu assenti.

Observei o caminhão ser tomada tão facilmente que meu nervosismo dispersou, o sinal foi dado e outro carro passou por mim, acelerando eu segui o carro de Dylan até a frente do caminhão, ele iria passar a frente para fechar o carro, eu tive que diminuir a velocidade já que o carro dele também estava reduzindo, confusa eu olhei Justin que tinha o maxilar travado.

— Passa você. — Disse e foi o que fiz.

Olhando o retrovisor eu olhei em seguida para a frente e depois pisei no acelerador, passei o carro de Dylan no mesmo instante em que ele iria passar e depois o caminhão, fechando ele eu reduzi a velocidade do carro fazendo com que o caminhão diminuísse a dele também, a pessoa que dirigia jogou o caminhão para o lado tentando passar mas o carro de Dylan estava do lado, e um sorriso se formou em meus lábios. E então esperamos, esperamos até recebermos a ligação e diferente do que esperávamos o caminhão não tinha sido tomado.

No carro ao lado estava Dylan, eu mantinha o carro de Justin na linha e permaneceria assim se não fosse o rapaz do outro lado jogar o carro para cima de mim me fazendo ir para o lado, o caminhão atingiu o outro carro e eu acelerei o deixando bater sozinho. Justin ao meu lado estava relaxado, como se já soubesse o que estaria acontecendo, e eu nervosa sendo que teria que lidar sozinha com o caminhão.

Engoli a seco aumentando a velocidade, tomei distante e virei o carro, o parei. Deslizando minhas mãos pelo volante apertei os lábios e tomei forma, pisei no acelerador e segui em direção ao caminhão.

— Que porra você está fazendo Chloe? CHLOE?! — A voz de Justin soou, mas eu não dei importância.

Travando o maxilar eu continuei, queria provar que poderia fazer aquilo, que poderia provar que era boa o suficiente para fazer aquilo como qualquer um, que ninguém era melhor que eu. Estava dirigindo na direção do caminhão, e quando estava quase próximo a pessoa jogou o carro para o lado e eu joguei junto, quando voltou para o lado novamente ele foi tombada para o lado e eu então parei o carro. O caminhão já havia tombado como o planejado.

— Mas que... Porra CHLOE!



 


Notas Finais


Nome diferente? Exatamente. Só percebi depois que o nome não havia salvo correto nos rascunhos. Kkkk


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