História You are not alone... - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Emma Swan, Once Upon A Time, Regina Mills, Swan Queen
Visualizações 78
Palavras 1.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Último capítulo de hoje! Talvez eu poste o próximo amanhã... vamos ver né.
Sem mais delongas, Boa leitura!

Capítulo 19 - We Need To Find Them...


(POV Alycia)

   Por algum motivo, eu sentia que aquela não seria a última vez que eu acordaria dolorida em um local estranho. Eu não conseguia lembrar de muita coisa. Chovia e a última coisa que ouvi, foi a voz de minha mãe gritando meu nome.

   Eu comecei a achar que o universo não era um fã meu. Primeiramente que meus pais eram completos desconhecidos para mim. Pelo menos, fui criada em uma ótima família, com uma mãe amorosa e um irmão irritante que eu amava. Também tinha o fato que esses meus novos "poderes", podiam me machucar, ou pior, machucar outras pessoas.

   Agora eu estava deitada na costa de uma praia, com dores pelo meu corpo inteiro, sem nenhum sinal da minha família e sem saber onde eu estava exatamente.

   Lembro de estar em um navio... Killian

   A chuva caía violentamente... E... Sereias...

   O navio bateu em algo, me separando de minha família... Pensei, me recordando dos eventos.

   Tentei, inutilmente, me levantar. Me arrastei até o meio da praia, onde a areia era mais seca. A chuva já havia cessado. Não sei quanto tempo fiquei desacordada. Não que importe muito, já que segundos depois algo acertou a minha cabeça e eu cai desacordada novamente.

   Acordei com uma dor de cabeça infernal. Parecia que haviam me acertado com um pedaço de pedra. Olhei para o meu corpo. Havia uma faixa em meu braço esquerdo e eu sentia algum tipo de pomada em minha barriga, assim como em várias partes do meu corpo. Com todo as forças que eu tinha, tentei me levantar.

   Eu não estava sozinha.

-Calma. Tente não fazer esforço.- Disse a voz se aproximando de mim. - Você tem uns belos machucados...- Nada respondi. Me sentei na cama. Me encolhi um pouco tentando me afastar.- Hey, se eu quisesse te matar, já o teria feito...- Eu respirava com uma certa dificuldade. Ela começou a passar um pouco mais de pomada em uma das minhas feridas, aliviando a dor. A principio, recuei, mas aos poucos fui relaxando. Mesmo não gostando de contato físico, eu não estava tão assustada.- Pomada caseira feita com algumas ervas. Elas aliviam a dor.- Falou sorrindo para mim me fazendo, involuntariamente, retribuir o sorriso fracamente.- Como veio parar aqui, estranha viajante- Novamente não respondi.- Aqui, eu achei na praia. Assumi que fosse seu.- Ela entregou meus óculos e consegui respirar aliviada por poder ver mais nitidamente. Depois disso, ela ficou em silêncio por um tempo. Olhei em volta e vi um pedaço de madeira. Sorri sarcasticamente.

-Você bateu em mim com um pedaço de madeira... Não queria me matar?- Minha voz saía rouca. Me virei para ela. Ela sorriu.

-Ah, então ela fala... E eu não sabia quem você era, tive que me precaver.

-A sua precaução é um pouco dolorida...- Ela revirou os olhos sorrindo.

-Você tem um nome?- A olhei com uma sobrancelha levantada.- o que? Eu ainda não sei quem você é. Estou menos alerta porquê você é uma criança, mas até aonde eu sei, você pode ser uma assassina.-Estreitei meus olhos e continuei calada.- Okay então... O meu nome é Tinker, mas pode me chamar de Tink.

-Tiker? Como em Tinker Bell?

-Como sabe meu nome?

-Vamos só dizer que da onde eu venho, você é um pouco famosa.- Antes que ela pudesse falar qualquer outra coisa, faíscas emanaram de meu corpo, dando um leve choque em Tink.

-Como fez isso?

-Isso vem acontecendo por algum tempo.- Ela me olhou profundamente. E, aparentemente, meus olhos ficaram, novamente, azuis. Seu olhar não era assustado, mas curioso.

-Você sabe o que isso significa, não é?- Disse apontando para meus olhos. Neguei, rapidamente, com a cabeça.

-Você sabe?

-Não exatamente... Não posso ter certeza. Tem apenas uma pessoa nesta ilha que pode te dizer... Pan.- Ela espirou fundo.

-Ótimo... Vocês não são amigos?

-Sério?- Sua feição era incrédula.- Nos odiamos. Pensei que eu era famosa no lugar da onde você veio, pensei que sabia minha história.

-Bom, a história lá é um pouco diferente...- Ela levantou e me deu as costas, andando até uma parte da caverna e colocando o pote com a pomada em cima de uma rocha.

-Você era uma fada.- Ela parou, bruscamente, o que estava fazendo- O que aconteceu?- A vi respirar fundo.

-Eu tentei ajudar alguém... Não deu certo...

-Sinto muito...

-Não sinta...- Disse finalmente voltando sua atenção para mim.- Quem é a culpada aqui é a Evil Queen. Ela que deve se sentir culpada...- O nome me acertou como um soco.

-Evil Queen?- Ela assentiu com a cabeça. Me desesperei.

   Por um momento, um estúpido minuto, esqueci de minha família, de minha mãe. Eles estavam sozinhos naquela ilha, quem sabe o que tinha acontecido com eles... As piores coisas passaram pela minha cabeça. Eu queria me chutar por isso.

   Me levantei em um pulo e foi aí que percebi que eu também estava com o tornozelo enfaixado. Quando pisei no chão, a dor subiu do meu pé, até as minhas costas. Era difícil me manter em pé.

 -Hey, o que pensa que esta fazendo?- Me olhou preocupada, com um olhar de dúvida.

-Eu tenho 12 anos, não vim aqui sozinha... Tenho que achar a minha família...- Tentei andar. Bom... Não foi a melhor ideia. Quase cai, mas Tink estava lá e me segurou pela cintura.

-Seu tornozelo está inchado, não vai a lugar nenhum assim...- Ela me olhou nos olhos e viu meu desespero.- Vem.- Ficou do meu lado e colocou meu braço direito em volta de seu pescoço.

-O que está fazendo?

-Te ajudando...- Começamos a andar até a saída da caverna.- Não faço muito esse tipo de coisa, mas... Você é diferente...

-Diferente como?- Ela parou por um segundo e me olhou dos pés a cabeça.

-Eu não sei... Vem, vamos achar sua família...- Falou, voltando a andar.

-Obrigada...- Ela acenou com a cabeça.- Alycia.- Me olhou sem entender.- Meu nome... É Alycia...- Ela deu um pequeno sorriso de canto e continuamos a andar. Eu precisava encontrar a minha família.

(POV Regina)

-Alycia! Emma!

-Elas não estão aqui!

-Ah, obrigada pela informação óbvia, guyliner...- Bufei alto- Ótimo! Estou presa na Terra do Nunca com um pirata que, honestamente, tem um péssimo senso de estilo...- Ele me olhou com cara de poucos amigos.- E eu não faço a mínima ideia de onde esteja minha filha, minha namorada, meus sogros ou o pai do meu filho...- Parei por um momento.- E eu ainda estou toda molhada...- Respirei fundo, segurando as lágrimas.- Eu nunca deveria ter trago Alycia para esse lugar...

-Realmente não deveria...- Eu o fuzilei com o olhar. Olha a audácia desse filho da...- O que? Até eu sei que não se deve trazer uma criança para esse lugar.- Desisti de discutir e me sentei na areia.- Por que você a trouxe? O verdadeiro motivo.- Eu olhava para o horizonte, focando na lua. Ela estava linda.

-Uma coisa que ela disse... Ela é um risco...- Disse com a voz embargada.- Eu realmente não queria que esse fosse o motivo, mas ela é um risco para todos os habitantes da cidade e para si mesma. Essa coisa está, provavelmente, a matando. Eu tinha que tirar ela de lá.

-Sinto muito...- O olhei sem compreender.- Por tudo isso com a sua filha.- O guyliner estava realmente mudando? Ele me ofereceu a mão para me ajudar a levantar. Por algum motivo, aceitei. O olhei por alguns segundos e o sequei com magia, fazendo o mesmo comigo. Ele deu um sorriso galanteador, que me fez revirar os olhos.- Vamos. Temos achar um jeito de sair daqui e achar a sua família...

(POV Emma)

-Emma! Emma!- Acordei com minha mãe gritando em cima de mim.

-Mary?- Eu disse ainda zonza.

-Você está bem?

-Acho que sim...- Ela me ajudou a sentar, me causando, imediatamente, uma tonteira- Minha cabeça dói...

-Você deve ter batido com ela nas pedras.- Na mesma hora, lembrei do ocorrido. Lembrei do navio batendo. Não consegui me segurar... Não consegui segurar Regina... Regina... Me levantei rapidamente, ignorando a dor.

-Regina! Alycia! Neal!

-Eles não estão aqui Emma. Assim como David e Hook...- Ela estava tremendo. Não só pelo medo, mas pelo frio. A água estava gelada e nós estávamos encharcadas.

-Vamos acha-los...- Eu disse a abraçando, tendo aquece-la. E um abraço maternal nunca é ruim.- Temos que acha-los...


Notas Finais


Introduzi Tinker Bell, ou como eu prefiro chama-la, Power Ranger amarela! Regina e Hook, presos juntos. Será que cabeças vão rolar? A explicação do que raios está acontecendo com a Alycia é no próximo capítulo!
Comentem!
Até a próxima!


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