História You Are Not You - Newtmas Fic - Capítulo 29


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Categorias Dylan O'Brien, Jack O'Connell, Katherine McNamara, Kaya Scodelario, Rosa Salazar, Skins, The Maze Runner, Thomas Sangster
Personagens Alby, Aris, Ben, Brenda, Gally, Harriet, James Cook, Jonah Jeremiah "JJ" Jones, Minho, Newt, Pandora Moon, Sonya, Teresa, Thomas
Tags Bottom, Dylan O'brien, Effy, Europa, Kaya Scodelario, Ki Hong Lee, Lemon, Londres, Maze Runner, Newt, Newtmas, Otp, Paris, Skins, Thomas, Thomas Brodie-sangster, Tommy, Top
Exibições 109
Palavras 2.577
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


F o l l o w e r s,

Vou viajar na sexta-feira e ficarei um pouco ausente do site. Sei que ficarão com saudades de mim (cof cof), mas eu preciso relaxar um pouco a minha mente e curtir a viagem de maneira decente, pq estou MEGA precisando.
I'll be back!

B o a L e i t u r a!
LadyNewt

Capítulo 29 - Regrets


Fanfic / Fanfiction You Are Not You - Newtmas Fic - Capítulo 29 - Regrets

Vir para Paris e não ir no Buddha-Bar era a mesma coisa que ir no McDonalds e pedir salada: sem graça alguma, sem sentido e completamente brochante. JJ convenceu a todos que aquele era o bar mais badalado da cidade depois de ler e reler seu guia turístico umas mil vezes, relatando as maravilhas da decoração moderninha e cardápio cosmopolita.

Newt confirmou tudo, já que era o maior conhecedor da cidade luz presente ali entre os adolescentes. Ao entrar na balada, esbaldaram-se pela decoração vinho com estofados floridos, babando em cada centímetro do bar cumprido, possuidor de três barmans gatos e bombados, de olho na beleza incomum de Newt.

- Vai querer alguma coisa, gatinho? – o moreno alto perguntou quando Sangster juntou-se ao balcão ao lado de Tommy.

- Por enquanto só beijar meu namorado, obrigado – debochou, roubando um beijo delicioso de O’Brien, calando a boca do folgado.

Gally era o mais empolgado de todos, dançando e analisando cada detalhe como se nunca tivesse saído de casa na vida.

- Wow! Isso daqui é... Wow! Nunca vi algo assim... Wow... Vou dançar até me acabar... Wow!!! – repetia sem parar, irritando Harriet.

- Pare de falar tanto “Wow” numa só frase, seu nerd! – a morena pediu com vergonha alheia, afinal, os gatinhos da escola estavam lá de olho nas Barbies e andar com Gally era o maior queima filme que uma garota poderia ter na vida.

- Seu amigo é normal? – Tobby questionou após ouvir mais uma sequência de Wows vindo do loiro curioso.

- Ele tem um leve retardo mental. – Harriet zombou, dando as costas para Galileu.

- E também esteve trancado no porão da casa da avó até meia hora atrás, ganhando sua liberdade condicional pela primeira vez em anos. – Sonya arriscou entrar na brincadeira, se engraçando com Fabio.

Do outro lado da baladinha, Minho, Alby e Ben analisavam as garotas...

- Aposto 100 Euros que a Harriet pega o alemãozinho. – Alby provocou Minho.

- Eu aposto 200! – Ben abriu sua latinha de energético, debochando da aposta.

- Já sei! – Minho sorriu, dando sua total atenção aos amigos – Que tal apostarmos que finalmente Benjamin Sheffield vai sair do zero a zero com Teresa e beijá-la na boca? – provocou, pois todos ali sabiam que ele só levava toco dela.

- Quanto? – Ben questionou interessado, pensando se valia a pena levar mais um fora da morena.

- 300? – Alby fez uma careta para Minho.

- É. 300. Boa sorte, loirão! – o asiático empurrou o amigo para o meio da pista, encorajando Sheffield a tentar algo pela milésima vez com Tess.

- 500! – Ben gritou aproximando-se da morena no canto do bar. Alby e Minho assentiram erguendo o polegar e sorrindo de orelha a orelha.

Benji chegou de mansinho, segurando a cintura dela com uma mão enquanto inclinava a cabeça até o pé do ouvido da morena.

- Tess, é o seguinte: não sei porque me odeia tanto e nunca mais quis saber de mim, mas neste exato momento Minho e Alby esperam ansiosamente que te beije. Se fizer isso, divido 500 Euros com você, a grana que está rolando nessa aposta. - jogou abertamente.

Tessie disfarçadamente mirou os meninos, confirmando que eles estavam de olho neles.

- Se isso for alguma brincadeira idiota sua só para me beijar, eu conto para todo mundo que brochou na nossa primeira e única vez que nem chegou a acontecer! Quero 70%! – foi ardilosa, agarrando com força a nuca do loirão, dando um beijo de tirar o folego.

Minho engasgou e Alby balbuciou algo como uma criancinha. Thomas juntou-se aos meninos, apreciando o espetáculo entre Ben e Tess.

- Finalmente!!! – ele vibrou, fazendo Newt rir.

- Estamos 500 Euros mais pobres agora. – Minho torceu o nariz, arrependido da aposta.

Alguns minutos depois Brenda chegou desacompanhada no Buddha-Bar, procurando um rosto na multidão. Empurrou Aris, desviou de JJ, rolou os olhos para os Wows que ainda insistiam em sair pela boca de Gally, até que focalizou Toms aos beijos com Newt no canto da pista. Correu até eles, vestindo uma cara péssima na face.

- Toms! Toms! – chamou pelo moreno com os olhos cheios de lágrimas.

- O que você quer, assombração? – O’Brien zombou, sem dirigir o olhar para a menina.

- Pandora! – ela balbuciou. Thomas virou bruscamente até ela, arregalando seus olhos castanhos – Pandora está passando mal...

- Onde ela está? – o garoto desprendeu seus braços de Newt, agarrando a morena pelos ombros – Onde. Ela. Está? – ele insistiu bravo.

- Em casa... – pareceu ofegante, dando a entender que tinha corrido até lá só para avisá-lo.

Virando-se para Newt, o moreno pediu:

 - Eu preciso vê-la! Eu tenho que vê-la! Meu pai me esfola vivo se algo acontecer com ela! – murmurou desesperado.

- Mas é claro, Tommy, sem problemas. Vamos para lá agora! – o loiro sorriu desconfiado, notando que em nenhum momento havia visto Sammy por ali.

Isso cheirava confusão. Por isso, muito esperto, antes de pagar a conta e correr para casa, Newt pediu que Cook acompanhasse o grupo. Sabia que o primo no fundo nutria algo por Pandora e seria capaz de arrebentar a cara de Samuel caso alguma coisa tivesse acontecido com ela.

Literalmente correram do Buddha-Bar até a porta da casa, com Newt na lanterninha, mais ofegante que uma lesma em uma corrida acirrada com um bicho preguiça. Thomas invadiu a porta, buscando por Pandora no primeiro andar.

- Onde? – perguntou para Brenda. – Onde ela está?

- Talvez no quarto, não sei. Deixei ela no sofá quando saí... – mentiu descaradamente.

Todos subiram até o segundo andar e cada um checou um quarto, sem muito alarde. A medida que as opções iam acabando, o quarto de Newt e Sam aproximava-se, denunciando problemas na mente ativa do loirinho.

Thomas estancou o corpo na frente da porta, pronto para girar a maçaneta. Prevendo uma catástrofe sem limites pois o loiro tinha certeza de que alguma coisa muito errada estava aconetecndo, Newt puxou o namorado pelo pulso, empurrando Cook na frente, porque numa guerra sempre mandamos os peões primeiro, poupando o Rei. James Cook abriu aquilo num solavanco, flagrando Panda Pops nua, deitada sobre o peito de Sam.

- MAS QUE PORRA É ESSA? – o menino gritou totalmente chovcado, incapaz de segurar o queixo que arrastava pelo chão.

- Boa noite, primo! – Samuel apagou seu baseado, encarando todos entrando no seu quarto – Uma orgia, que beleza! Não estava nos meus planos, mas quero comer o Thomas primeiro! – articulou friamente, ajeitando seu corpo na cama.

- Panda...? – Toms deu alguns passos na direção da cama, deixando uma lágrima escapar pelos seus olhos marejados.

Pandora estava tão chapada pela maconha e pela metade da garrafa de champanhe, que não conseguiu acompanhar o raciocínio.

- Como teve coragem de fazer isso com ela? – Cook rugiu, serrando o punho.

Enquanto Sam se vestia sem o menos pudor na frente de todos, se gabava dos seus feitos.

- Pandora quis isso, não quis docinho? – mandou um beijo para ela, agora encolhida entre o lençol.

- Pandora ainda é uma menininha... – James sibilou instável, franzindo a testa, jogando o lençol sobre o corpo dela.

- É tão menininha que você já quis come-la também. Ah, me poupe Cook. Não me venha com esse falso moralismo do caralho – Sammy cuspiu bravo fechando a última casa da sua camisa.

Newt segurou o corpo de Thomas após o moreno ouvir aquilo, murmurando no ouvido do moreno.

- Não vale a pena, Tommy, deixa isso pra lá.

E no fundo do coração de O’Brien a única coisa que restava naquele momento era muita raiva, ódio e arrependimento de ter deixado a irmã sozinha por ai na companhia de Brenda ou Sam. Ele devia ter ido dormir no quarto dela. Devia ter imposto aquilo, enfrentando até Newt, afinal, tinha prometido ao pai que cuidaria da caçula.

- Você é um cretino... – Thomas gemeu, desprendendo seu olhar da irmã e voltando sua total atenção a Samuel.

- Eu queria você, mas ultimamente tem dificultado as coisas entre nós. Culpe seu namoradinho Newt pela minha vontade de tirar o cabaço do O’Brien errado – Sam intimou.

E o que era cama, lençol, colchão, armário, luminária e tapete, virou pó sobre a fúria repentina que invadiu Thomas com aquelas palavras. Newt foi o primeiro a voar ao tentar conter o impulso do namorado, chocando com violência as costas sobre a escrivaninha, partindo ela em dois após Tom empurrá-lo com zanga. O segundo foi Cook, que tentou alcançar Sam antes que O’Brien, mas acabou ganhando uma cotovelada certeira no nariz, quase apagando no chão. Brenda nem mexeu um músculo, ao contrário de Panda. Essa saltou feito pipoca da cama, mas mais trôpega impossível. Ela mesma caiu de cara no chão, enrolada no lençol. Correu até Cook, abraçando o garoto com força.

Tudo aconteceu muito rápido e Thomas só se deu conta do que tinha feito quando Brenda soltou um grito agudo, ameaçando chamar a polícia.

Ao olhar a sua volta, após recobrar a consciência, Tom arrependeu-se amargamente do que tinha feito. Exceto a parte de apagar Sam, amassando a cara dele com uns três socos e espatifando o abajour da mesinha na cabeça oca dele.

- O que eu fiz? – Tommy chiou tremendo, encarando suas mãos sujas de sangue.

- Está tudo bem... – Newt pediu, tentando abraça-lo.

Thomas fitou demoradamente o namorado, chocado. Newton tinha um roxo perto dos olhos e um pouco de sangue saindo de um corte nas costas. Cook contorcia-se de dor, segurando o nariz provavelmente quebrado e Panda magicamente não estava mais bêbada.

- Newt... Eu... Me perdoe... – o moreno pediu chorado, completamente abalado.

- Já disse que tudo bem. Temos que arrumar isso antes que a Miss Moreau apareça e devolva todos nós para São Francisco. – o loirinho manteve-se estável, raciocinando – Brenda, você vai nos ajudar e eu não quero ouvir nenhum piu. – ameaçou.

Primeiro Newt pediu que Panda colocasse uma roupa e retornasse para ajuda-los. Segundo, colocou o nariz de Cook no lugar, ganhando uma porrada na costela pela falta de tato e conhecimento sobre aquilo. Terceiro, pediu que todos limpassem tudo, tentando colocar as coisas no lugar. Quarto, pegou uma toalha molhada e limpou a cara apagada de Sam, colocado o irmão gêmeo na cama. Brenda ganhou a função de colocar gelo nos hematomas dele e cuidar do idiota a noite toda. Caso Miss Moreau aparecesse ela deveria mentir, inventando alguma história cabulosa.

- A partir de hoje você dorme com ele! – Newt rosnou, impondo aquilo para a prima.

Levou Thomas para o quarto de Panda, tentando acalmá-lo. Ao entrar na suíte, encontraram Pops aos prantos.

- Toms, me desculpe! – Pandora pediu de joelhos para o corpo estático do irmão sentando na ponta da cama.

- Melhor deixar ele quieto por hoje, amiga. – Newt sabia que o garoto precisava de um tempo, ele já tinha uma ideia de como Thomas funcionava – Você dorme aqui com ele a partir de hoje! – sugeriu seguindo até a porta, sobrando para Newt ter que dividir o quarto com Teresa.

- Fica... – Thomas pediu choroso, encolhendo o corpo na cama da irmã – Ao menos até eu dormir, por favor... – chiou fraco, chorando baixinho.

Newt sentou com as costas apoiadas na cabeceira, puxando a cabeça do moreno até seu colo. Correu os dedos pelos cabelos do namorado, fazendo um cafuné bem gostoso. Aos poucos os olhos de Tommy foram ficando pesados e sua respiração mais lenta, até que ele finalmente apagou no colo que tanto queria.

- Vou dar uma olhada no Cook. – Pandora sussurrou, fechando a porta com cuidado.

A garota vasculhou todos os quartos e nem sinal do loiro. Desceu até o primeiro andar e o encontrou sentado sozinho no jardim, entre garrafas de cerveja, tragos e lágrimas.

- Você está chorando? – ela perguntou curiosa ao observar o rosto dele cheio de sangue e aparentemente molhado.

- Não, estou mijando pelos olhos! – disse - Não é óbvio? – Cook retornou grosseiramente.

- Eu posso cuidar de você... – Panda ergueu a mão até o rosto dele, tentando limpar a sujeira da cara.

Cook torceu o nariz, retirando a mão dela de cima dele.

- Por que fez isso, Panda? – sua voz pareceu chateada.

- Você se refere ao Sam? – James concordou com a cabeça, visivelmente chateado. Era uma dor nova no peito, algo que Cook nunca havia sentido antes – Bom... – suspirou devagar – Eu não sei. Pareceu certo naquela hora. Cansei de ser a menininha idiota da escola que todo mundo fala mal pelas costas e faz pouco caso. Eu sou uma droga, Cook. Ninguém nunca vai olhar pra mim.

- Você sabe que isso é mentira, Panda. – ele balançou a cabeça, desviando o olhar dela.

Insistente, ela pediu mais uma vez – Deixa eu cuidar de você?

Cook não respondeu. Pandora ignorou a falta de palavras do menino, interpretando que aquilo devia ser um sim na língua dele. Entrou rapidamente na casa, separou uma toalha e um copo com água e voltou a sentar-se lá fora bem ao lado do garoto. Molhou a pontinha do tecido e esfregou com cuidado o rosto dele, limpando os resquícios de sangue. Cook fitou a loirinha durante todo o trabalho, tentando se lembrar quando foi a última vez que alguém fez algo assim por ele.

- Panda? – ele chamou por ela, ganhando agora suas turquesas.

- Hm?

- Não faça mais isso. Digo, dormir com o Sam. Ele não é homem pra você.

- E quem seria? Você? – ela questionou, expandindo suas pupilas.

- Eu ia dizer o JJ...

Panda enrugou a testa, visivelmente abalada. No fundo ela desejar ouvir o nome de Cook saindo da própria boca dele. Antes que a garota pudesse responder, James continuou.

- Eu também não sirvo pra você, Panda. Você precisa se afastar de mim.

- Quem deve decidir isso sou eu!!! – sua voz estava instável, pronta para chorar. Sentia a garganta travando e os olhos pesados.

- Panda... – Cook chiou inclinando a cabeça. Sua face revelava dor e tristeza, porém ou notar o mesmo nos olhos da menina, foi impulsivo, roubando um selinho dela.

- Por que fez isso? – ela questionou ao afastar seus lábios dos dele.

- Eu disse que você devia se afastar de mim, mas não sei se eu consigo.

- Então não tente!

Pops segurou o rosto dele com firmeza, voltando a colidir suas bocas. Cook agarrou a cintura dela, puxando-a para seu colo. Ajeitou o corpo da garota a sua volta, sem desgrudar as línguas. Era apenas mais um beijo. O milésimo oitavo na vida de James e o quinto para Pandora, mas para ambos era como se fosse a primeira vez.

O toque. A delicadeza. O gosto. O tesão. O frio na barriga. Absolutamente tudo era novo para ambos.

Empolgada e excitada, Pandora segurou a barra do seu vestido, tentando retirá-lo.

- Panda, não! – Cook brecou a ação dela, afastando seu corpo e devolvendo o vestido no lugar – Não me leve a mal. Eu quero você, acredite. – disse pegando na ponta do queixo dela – Mas não dessa maneira. É melhor você voltar para o quarto antes que o Thomas acorde e me castre. Você já viveu muitas emoções por hoje.

Pops deu um longo abraço em Cook suspirado alto e saiu saltitando feliz como sempre.

- Fuck! – Cook gemeu alto ao esfregar a cara e observar a menina sumir diante de sua vista – Eu preciso ir pra balada, essa porra já deu pra mim por hoje! – levantou sua carcaça e saiu pela porta dos fundos na noite escura de Paris.


Notas Finais


See ya!


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