História You Are Trapped {Adaptação Narry} - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Harry, Lilo, Narry, Narry Storan, Niall, One Direction
Exibições 85
Palavras 1.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Alguns avisos importantes:

* A fic não é minha, apenas estou adaptando com a autorização da autora.

* Minha primeira vez adaptando/escrevendo Narry, antes eu só lia haha

* Niall, como todas sabemos é irlandês, mas nessa fic, Shawn e Josh tbm serão irlandeses.

* Harry terá 28 anos e Niall 19.

Por enquanto é só, se eu lembrar de mais alguma coisa aviso a vocês.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction You Are Trapped {Adaptação Narry} - Capítulo 1 - Prólogo


Harry estava sentado e entediado no Palaccium Club, um dos bares mais populares de Londres, frequentado apenas por uma pequena parte da população coreana, seus frequentadores fixos, como o Harry, eram da High Society.

Localizado na rua dos alugueis mais caros de Londres, o bairro mais rico de toda Grã-Bretanha, ficava na cobertura de um dos prédios mais altos da quadra, sua arquitetura interior fora inspirada na elegância do século XVII, com lustres franceses, desse clássico século, sua pintura e móveis, e obras de arte espalhados por todos os ambientes, davam a aparência se estarem em dentro de alguma sala do Palácio de Versalhes. O bar também seguia essa tendência aristocrata, o único ambiente moderno era onde ficava a pista de dança.

Harry chegara cedo para beber, sentou sozinho no ainda vazio espaço, e agradeceu por isso, sua semana tinha sido tão corrida e barulhenta, que agradeceu o silêncio que duraria pelo menos mais umas duas horas, porque depois de certo horário, seria impossível conseguir paz, não que lotasse tanto, já que o local possuía várias salas gigantescas, mas o fluxo de pessoas circulando pelo local era grande, todos queriam ser vistos, mostrar que também fazia parte do seleto grupo de frequentadores.

Aiden e Joshua eram os proprietários, desse bar de luxo mais que bem sucedidos, ambos lindos, eles arrancavam suspiros por onde passavam, mas todos sabiam que era um casal, o casal mais invejado de toda Londres, homens e mulheres os invejavam, pois tinha de tudo, dinheiro, sucesso, amor e paixão, até mesmo Harry os invejava, e eles sabiam disso, já que para ele, sinceridade era algo que não guardava para si, e o casal, como eram amigos, não se importavam com isso, sabiam que eram perfeitos e sabiam as consequências disso, e também sabiam que o que Harry sentia não era inveja, era apenas desejo, desejava ter uma vida amorosa assim também, apesar de não assumir.

Harry era um famoso estilista e consultor de moda, conseguiu o topo no que se dizia respeito a esse universo, morou em Nova York, França, Milão e Japão, até que há dois anos teve a oportunidade de voltar para casa.

Mas chegou em um reino que já tinha dono, um irlandês que chegou três anos antes que ele, e desde a mudança de Harry, eles eram rivais, disputando o topo fashion de Londres, já tiveram brigas públicas, em locais fechados, vários processos pelos mais diversos motivos. E por último, Josh venceu uma batalha mais que profissional, mas o cacheado seguiu em frente, apesar do orgulho ferido, porque agora Josh fazia questão de jogar na cara dele a derrota.

Harry nunca esteve sozinho, odiava a solidão, não a solidão de sua casa, que isso ele idolatrava, poder chegar e ter apenas ele e seu gato Cupcake, no imenso apartamento era restaurador, mas odiava o fato de não ter alguém para sair sempre que quisesse, alguém a sua disposição.

Usava sua profissão para sua caçada, sempre tinha um modelo querendo favores, aspirantes a modelos, atores e cantores, que se aproximavam dele por uma chance de aparecer em campanhas publicitárias, ou qualquer outra coisa que facilitasse o caminho até a fama, era uma troca, cada um oferecia o que tinha.

Ele amou, nesses 28 anos de vida, apenas uma pessoa, um irlandês, outro maldito irlandês, que o abandonou em Nova York para trabalhar em uma grande firma de advocacia.

Shawn...

Foi a melhor e a pior coisa que lhe aconteceu, ambos em uma cidade que inspirava arte, tentando o melhor para ter sucesso, Harry como estilista e ele como dançarino de balé da melhor escola de Londres.

A movimentada capital americana era calma para ele, o minúsculo quarto/sala/cozinha que moravam era um palácio, ambos descobrindo o amor e a luxúria. Mas um ano depois de perfeição, Harry chegou em casa procurando o namorado para falar que conseguira o tão sonhado estágio, após um ano apenas costurando, sem oportunidade de crescer, até que um dos sócios o viu sozinho altas horas madrugada costurando, usando os tecidos que sobraram para dar vida aos seus croquis, e nesse dia sua sorte mudou, o sócio disse que queria vê-lo no dia seguinte para uma conversa, temeu pelo emprego, já que estava usando tecidos da empresa.

Por isso nem contou ao Shawn quando saiu para trabalhar naquela manhã chuvosa, mas o que ouviu foi a melhor notícia que recebera desde que esteve em Nova York, foi chamado para ser o mais novo estagiário dessa gigantesca marca de roupas de grife. Antes de chegar em casa comprou vinho, comida chinesa e sorvete, e quando não o encontrou em casa, apenas uma carta em cima da cama, que mesmo sem abrir ele já previu o que seria, sentiu toda a felicidade de minutos atrás desaparecer, tomou o vinho, o sorvete, e comeu sozinho, e até hoje era assim.

Desde que Shawn o abandonou, tomou raiva de irlandeses e relacionamentos, seus relacionamentos não duravam mais que um mês, e estava bem com isso, não queria mais se apaixonar, não queria lidar nunca mais com a dor de um término, perder alguém era como perder parte de si, e ele se tornou egoísta com o corpo.

Estava entediado, pois seu atual affair estava em Paris, seus amigos todos envolvidos com as próprias coisas e interesses, até Zayn, sócio e amigo de longa data, o abandonou, mas não quis morrer de tédio em casa em plena sexta-feira, preferiu morrer de tédio ao som de jazz, blues e soul, que sempre tocava antes do local se encher, gostava de ouvir essas músicas bebendo seu whisky, ou algum coquetel preparado pelo barman do club.

Pediu outra dose de whisky com gelo ao barman, que balançou a cabeça confirmando, e em um minuto já vinha um garçom trazendo sua bebida, nem se deu ao trabalho de levantar os olhos, já conhecia todos os empregados de lá.

- Senhor Styles, sua bebida. _ Harry se surpreendeu ao ouvir aquela voz nova, num coreano falado com um sotaque  irlandês , e só assim ele levantou a cabeça.

Ficou abismado por dois motivos: primeiro, a beleza e juventude do rapaz, branco, dos cabelos descoloridos, porte levemente atlético e intensos olhos azuis. E o segundo motivo, o sorriso dele, não pela beleza inegável, mas a ousadia em sorrir tão abertamente para um cliente. Os funcionários ali era quase parte da decoração, calados, silenciosos, mudos, surdos e principalmente, sem expressões.

Já que sempre estavam em contatos com as pessoas mais influentes e poderosas, a presença deles não poderia influenciar no ambiente, mesmo que fossem convidados a fazer, tanto os clientes, como os funcionários sabiam dessa regra, os clientes não deveriam avançar no ponto com eles, e vice versa.

Por isso Harry aceitou o whisky sem devolver o sorriso, nem uma palavra, o garçom desfez o sorriso e se curvou desculpando-se, e assim que Harry colocou os olhos nele, já sério, o reconheceu, nunca esquecia um rosto bonito, e esse com toda a certeza era mais que um rosto bonito, era lindo.

- Eu te conheço. _ Harry disse, quebrando as regras também.

- Conhece? _ perguntou divertido.

- Sim o conheço, pena que é irlandês. _ murmurou mais para si.

- E o que tem de mau em ser irlandês? Você por acaso é adepto da xenofobia? Por que se for é uma tremenda filha da putagem, já que foi estrangeiro em vários países.

Harry ficou sem palavras, fora insultado por esse ser mais novo, desbocado e sem respeito com a sua maioridade e posição social.

- Primeiro seu bastardo medonho, não sou adepto a xenofobia, nem da palavra adepto eu gosto. Segundo, como um mero garçom se atreve a falar da minha vida particular? Pelo que eu saiba vocês são muito bem pagos para serem robôs, e terceiro e mais importante, cuidado com a boca suja e sem respeito, não sei de onde veio, mas aqui  as pessoas são tradicionais, levam o respeito aos mais velhos em consideração, então se quiser ser um desbocado, volte para  a Irlanda ou ou o buraco negro de onde nunca deveria ter saído.

- Me desculpe senhor Styles, mas foi você, digo, o senhor quem começou a falar. _ disse com uma expressão triste, apertando os lábios com força para não chorar.

- Se eu cometi esse erro, você como funcionário estava no direto em não responder. Agora leve essa droga de whisky que por sua causa ficou aguado, e me traga outro, e esse vai para a sua conta. _ disse empurrando o copo para longe, o garçom ia falar alguma coisa, mas o estilista olhou para a janela de vidro na sua frente, ignorando a presença do outro, que por fim saiu cabisbaixo.

Niall Horan... Niall... Nome bonito, rosto bonito, futuro bonito se continuasse por esse caminho, sendo pupilo do Josh, bastardos espertos!

Mas que sorte a minha, e eu achando que iria ter um começo de noite apático. A vida realmente é uma caixinha de surpresas.

Niall, sinto muito, mas eu vou precisar te usar, ou talvez eu nem sinta tanto assim, não é nada pessoal, mas esse bastardo do Josh  precisa de uma lição, prometo que no final você será bem recompensado.



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