História You belong to me, princess - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino
Tags Adrinette, Marichat
Exibições 145
Palavras 2.650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


VOLTEI CAMBADA!
Sorry a desculpa, DE NOVO!
Tive alguns problemas - feels - mas to bem ^^
Enfim, esse cap esta bem curtinho, mas o proximo vai ser maior e tb, MARICHAAAAAAAAAT.
Aproveitem!

Capítulo 4 - Feels The Love!


Fanfic / Fanfiction You belong to me, princess - Capítulo 4 - Feels The Love!

Acordou sentindo-se péssima. Aquela dor ela não desejava para ninguém, mas acabou fazendo isso com alguém. Acordou naqueles dias, de mau humor e sem animo, o que vinha acontecendo frequentemente. Quando acordou, sentiu como se o mundo estivesse caindo em suas costas, algo não muito bom de se sentir. Quando o despertador tocou, ela apenas enfiou a cabeça de volta no travesseiro. Sentiu a luz vermelha ardendo seus olhos um pouco, mesmo fechados.

— Mari? — chamou a pequena. — Não vai para a escola hoje?

Marinette sem animo respondeu com uma voz desgostosa.

— Eu tenho que ir. — ela se levantou com carranca. — Sou obrigada não é?

Tikki se impressionou com a cara e a tonalidade da voz de sua amiga, afinal ela era muito gentil, então carrancas era o que ela menos fazia. Porém, tudo aquilo vinha de uma noite perturbada e triste com seu gatinho, ela estava muito triste, pois não desejaria a dor da rejeição para ninguém.

Foi até o banheiro e decidiu tomar um banho, bem gelado. Deixou que a água relaxasse seus músculos, para que assim pudesse relaxar depois de tudo. Sentiu a água gelada batendo com força em suas costas, esse dia seria bem longo. Quando saiu, resolveu colocar uma blusa salmão de lã fina, com as mangas caídas e duas alcinhas. Um short preto com babadinhos em baixo que ficava um palmo acima do joelho. E um tênis preto sem cadarço. Quando saiu, encarou Tikki deitada em sua cama.

— Não está meio frio pra ires assim pra escola? — perguntou ela. Marinette bufou e revirou os olhos.

— Eu estou me sentindo muito bem assim. — respondeu ela.

 Pegou seus cabelos e fez um coque bagunçado, deixando vários fios soltos. Tikki a encarou, ela estava linda.

— Marinette é bom levar um casaco. — disse Tikki.

— Já te disse; não estou com frio! — ela disse praticamente brigando com a pequena.

— Está tudo bem contigo? — perguntou ela vendo a menina agitada andando pelo quarto.

— Claro, porque não estaria. — ela disse irônica. — Eu levei um fora, e prometi a mim mesma que não causaria essa dor a ninguém! Mas isso aconteceu? Não!

Tikki suspirou. Ela estava em fase de crescimento e estava passando por tantos problemas. Na verdade, ela acha surpreendente o jeito que Marinette tratava a todos com todos esses problemas emocionais. Ela era sempre carismática e gentil, escondendo suas dores e fraquezas. Suspirou vendo a menina colocar um brilho labial rosa nos lábios. Fez um coque bagunçado, depois levantou-se correndo.

— Entre na mochila. — disse ela.

— Não vai tomar café? — perguntou Tikki.

— To sem fome. — respondeu. — Entre, eu vou pegar biscoitos pra você.

 Ela enfiou a kwami a força dentro de sua mochila, mas antes que ela conseguisse fechar Tikki escapou. Buscando um pouco de ar, a pequena pronunciou:

— Mari, sei que está triste, mas não deixe que isso interfira no teu dia-a-dia. — disse Tikki. — Tome café, senão vai ficar de estômago vazio.

— Estou sem fome, já disse. — falou Marinette. — E, eu não estou me deixando levar. Agora entra na mochila! — mais uma vez, Marinette forçou a entrada da kwami na mochila, outra vez falha.

— Não Marinette! — disse Tikki. — Eu sei que está triste, mas pare com essa teimosia! Isso não te levar a lugar nenhum.

— Ótimo. To com preguiça mesmo.

Dessa vez, a kwami entrou na mochila, sufocada e contragosto, mas entrou. Tikki suspirou e parou de lutar, quando Marinette insistia em algo, pode ter certeza que isso iria acontecer.

.x.

Marinette, – por um milagre da vida – não chegou atrasada na aula, pelo contrário, chegou 10 minutos antes. Chegou nos protões da escola, e ficou lá parada. Alya ainda não havia chegado então ela esperaria. Até que foi levemente cutucada, ela achou ser Alya então se virou com um sorriso.

— Cedo? Isso é novidade. — disse a morena escandalosa.

— O que quer dizer?

— Ué. Você quase sempre chegava no segundo horário! O que aconteceu pra chegar cedo? — Marinette riu.

— Eu comprei uma coisa chamada: despertador. — ambas riram.

— Então vai vir cedo a partir de agora? — perguntou Alya.

— Não te garanto nada.

Ambas riram, até que viram a chegadas dos meninos, que conversavam. Nino parecia muito animado enquanto Adrien carregava um semblante triste. Andando até elas, Nino sorriu.

— Oi Alya, Mari. — cumprimentou ele.

— Meu livro de matemática. — respondeu Alya exigente e severa.

— Agora? Ainda não terminei. — disse ele. Alya revirou os olhos.

— Já fiz o favor de te emprestar meu livro, agora devolve. Você teve a tarde toda livre, não fez por que não quis. Vamos.

Alya podia ser bem severa as vezes, isso deixava Mari um pouco assustada com as duras palavras da amiga. Nino fez um bico, e entregou relutante o livro para ela. Marinette teria rido, se estivesse tudo bem.

— Amiga você está bem? — perguntou Alya, mas depois ela se tocou do que perguntou. — Oh. É claro que não está bem. — disse Alya.

— E porque ela não estaria? — perguntou Nino totalmente alheio da situação. Alya bateu a mão na testa e revirou os olhos.

— Aliás, adorei seu visu. — disse Alya, Marinette riu pelas narinas. — Você fica bem de coque.

— Eu estou tentando mudar um pouco. — ela disse. — Gosto mais da minha rotina assim. — ela mandou uma indireta para Adrien, que revirou os olhos e bufou. Marinette estranhou a reação dele, mas nada disse.

— Ei! — Alya vendo o clima meio tenso, resolveu interferir. — Mari, vai haver um concurso de moda no colégio, para o novo modelo de Adrien. — Alya sorriu.

— Mas não fizeram isso ano passado? — perguntou ela.

— As pessoas gostaram tanto que decidiram fazer novamente. E também, Chloé insistiu porque disse que iria ganhar dessa vez.

Marinette riu. Até que todos ouvem o sinal da escola.

.x.

Todos foram aos seus devidos lugares, menos Adrien, o mesmo se sentou um pouco afastado de seus amigos, se isolando. Nino o convenceu a sentar-se em seu devido lugar, senão levaria um ponto a menos da professora. Ele muito relutante, se sentou em seu lugar. Todos estranhavam as reações dele, estava quieto e mais reservado que o normal. A professora chega na sala.

— Adrien você está bem? — perguntou Nino. — Algum problema com seu pai?

— O que? Eu to bem. — respondeu ele pegando seu material. — E não, tem nada haver com meu pai. — ele piscou anônimo.

— Que bom, porque daqui uns dias é o baile e você não pode perder! — disse Nino animado. — Eu to louco que chegue logo, vai ser o máximo! E você vai, não vai?

— Acho que sim. — respondeu dando de ombros. — Eu não me importo. — disse ele.

— Ah qual é cara! Eu vou ser DJ! — respondeu ele.

— E o que isso me interessa? — perguntou Adrien, Nino o encarou.

— Como assim? — perguntou ele.

— Você fica ai se exibindo que vai ser o DJ dessa merda de festa. E se eu não for? Eu não to nem ai que você tá feliz e que vai ser o máximo. Sinceramente Nino, eu não to nem ai pra você nem pra essa festa!

Nino encarou Adrien, piscando, anônimo com o que ouviu. Ele ficou bem magoado.

— Cara, qual é o seu problema?! — perguntou Nino sussurrando para não ser pego pela professora.

— Sabe qual é o problema? — Adrien se exaltou. — Eu não me importo com você, com sua carreira de DJ ou o caralho a quatro! Me deixa em paz seu idiota, não me venha falar da sua felicidade eu estou com problemas! E o que te deixa feliz, eu não to nem ai. — respondeu Adrien.

Ele bateu com as duas mãos na mesa, gritando essas últimas palavras, chamando assim a atenção de todos.

— Adrien, algum problema? — perguntou a professora.

— Não, eu to bem, só vou ir um pouco ao banheiro. — respondeu ele.

A professora não tentou contraria-lo. Ela apenas suspirou.

.x.

Depois de um tempo, Adrien voltara para sala. Mas ele não parecia envergonhado ou arrependido, parecia triste. Nino, incomodado com sua presença, tinha se mudado de lugar e sentou-se no fundo da classe, ao lado de Nathaniel. Adrien deu de ombros e sentou-se em seu devido lugar.

Marinette não estava gostando nada daquilo, mas ela resolveu conversar a sós com ele, mas depois. Até que então, eles ouvem uma explosão. Adrien é o primeiro a sair enquanto os outros ficam em pânico.

— Enfim, minhas preces foram ouvidas! — gritou Alya com seu celular na mão.

— O que quer dizer? — perguntou Marinette.

— Eu rezei para vir um akuma, afinal o Hawk Moth tirou umas férias pelo visto! — disse ela.

— Alya isso é cruel. — respondeu Marinette.

— Oras, me poupe! — disse ela. — Fique ai se escondendo enquanto eu, a corajosa Alya Césaire, combaterei o meu blog com o celular! — disse Alya. — Siga-me os bons!

Marinette ficava impressionada como Alya podia ser corajosa. Ela era apenas uma simples civil, mas tinha uma grande coragem. Ela poderia ter um Miraculous.

— Vamos Mari! — Tikki saiu da bolsa.

— Espere Tikki, preciso ver esse akuma direito. — disse Marinette. — Vamos.

Pegou a kwami na palma da mão e saiu andando pelos corredores, quando chegou lá, viu o que estava acontecendo.

Várias pessoas corriam, Alya filmava, e nem sinal do Chat Noir. Suspirou e prestou mais a atenção no akuma.

— Feels The Love! — gritou o akuma em direção às pessoas.

Marinette observou, que ela jogava um feitiço de amor nas pessoas. Viu alguns alunos se declarando enquanto seus olhos estavam vermelhos. Bufou, ela não estava em seus melhores dias e aparece isso. Pesou se Hawk Moth não podia ficar mais dizes e vezes, de férias.

Ignorando esse fato, ela foi para de baixo da escada, para se esconder se algo pior acontecesse, e também para se transformar. Porém, quando ela abriu a bolsa, Tikki pensou em sair, mas não saiu. Marinette estranhou esse ato.

— Marinette? — Marinette se assustou com a voz repentina e se virou para trás, dando assim de cara com o gato preto. — O que minha princesa faz aqui? É perigoso. — disse ele.

A última vez que Marinette tinha o encontrado em sua forma civil foi no dia em que Nathaniel foi akumatizado. Depois disso, somente em forma se Ladybug. Ela ficou um tempo parada, sem saber o que responder.

— C-Chat Noir! — exclamou — E-Eu estava me escondendo... — disse ela sorrindo, nem sabia o porquê do gaguejo.

— Aqui? Não é seguro, você deve sair! — disse ele, segurando sua mão com delicadeza.

Nessa hora ambos sentiram um choque elétrico inexplicável. Ambos se encararam com os corações na mão, sem reações, até que Marinette sentiu o akuma se aproximar.

“— O que eu faço? O que eu faço?” — perguntou assustada. Ela sentiu e akumatizada se aproximar cada vez mais, até que num momento de desespero, ela fez algo inesperado.

Sem nenhum aviso breve, ela segurou no sino que havia na roupa do gato e o puxou, fazendo o garoto ir pra cima de si, e assim selar seus lábios. Chat Noir ficou sem reação ao sentir os lábios macios e intensos nos seus. Mas o beijo, parecia mais um selinho, por conta da suavidade e a preensão nos lábios. O pavor e desespero dele, foram sendo engolidos por aquilo, ele sempre achou que seu primeiro beijo iria ser com sua lady, mas parece que estava enganado. Marinette vendo que o akuma tinha saído, parou de o beijo calmamente. Encarou aqueles olhos felinos, que agora pareciam de uma onça faminta, e ela era sua caça. Chat Noir não aguentou a tentação, e acabou por tomar aqueles lábios para si novamente, a beijando, dessa vez de verdade.

Sempre pensou em como seu primeiro beijo iria ser romântico, com uma pessoa que amasse. Porém beijar sua amiga enquanto a escola está sendo atacada, não estava em seus planos. Mas, aquilo não parecia ser ruim, muito pelo contrário, ele jamais se sentirá desse jeito. Sentiu seu coração acelerar e seu corpo tremer quando a espremeu em seu peito, seu corpo se movimentava sozinho, enquanto sua mente lhe dizia para parar. Ainda movido pelo momento, ele acabou “invadindo” o espaço dela, introduzindo lentamente sua língua.

Marinette se assustou com o movimento repentino dele, mas ela gostou, ela adorou. Rodeou o seu pescoço, o puxando pela nuca, para mais perto de si, ela não queria se afastar e ele muito menos. Sentiu ele sessar o beijo, o que a deixou confusa, mas arfou e soltou um pequeno gemido ao sentir os lábios quentes e macios dele em seu pescoço. Sentia seu coração a mil, ela já tinha sentido isso antes, mas dessa vez, parecia mais real do que antes. O sentiu subir e novamente selar seus lábios com desejo, aquilo estava sendo uma tortura, até então, foram separados por conta do ar.

Respirações pesadas, corações acelerados, e iludidos. Eles combinavam? Sim. Será esse o motivo de toda aquela emoção? Nenhum deles sabia. Chat Noir adorou aquela sensação, queria mais, mais daquilo. Antes que Marinette se afastasse, ele segurou sua cintura e a puxou, para mais um beijo. Aquilo foi uma das melhores coisas que ele já sentiu, e daria tudo para sentir de novo, porém sentiu algo sobre seus lábios, e não eram os lábios dela. Abriu os olhos a viu com o rosto corado e o dedo indicador em sua boca.

— Eu acho que tenho que ir gatinho. — disse ela, segurou o rosto dele delicadamente e deixou um selinho. Sabia que não podia o beijar mais, o ver mais, mas ela não resistiu. — Até mais!

Ela acenou e saiu correndo. Então Chat Noir corou intensamente e pôs a mão sobre a boca, sentindo o gosto dos lábios macios gravado ali.

“— Ai meu Deus! Ai meu Deus! Ai meu Deus! Ai meu Deus! AI MEU DEUS!” — Marinette gritava em sua mente, descontroladamente.

Até que ela viu Alya e Nino afetados pelo efeito do akuma, eles se beijavam, assim como todos naquela escola. Marinette riu, foi ai que ela reparou que ela não ria há semanas.

.x.

Marinette estava sentada em sua cama, ouvindo sermões da pequena.

— Marinette Dupain-Cheng! — gritou. — Você sabe o que fez?! — perguntou ela.

— Foi só um beijo. — disse se escondendo, envergonhada.

— Mari, heróis não podem se envolver com humanos, é perigoso.

— Se esqueceu que eu sou uma super heroína também?! — perguntou encarando a kwami que revirou os olhos.

— Não dê esperanças a ele. — disse Tikki com raiva.

— Tikki. — Marinette a chamou depois de pensar um pouco. — O que há de errado? Quer dizer, eu não me senti no meu máximo hoje. — disse.

— Você está com os sentimentos confusos e abalados, isso me afeta quando estou no seu brinco. — disse ela. — Tente se controlar.

— Então o Chat está assim também? — perguntou ela.

— Como assim?

— Ele me tratou mal...

— Ah, Marinette se tem uma coisa que ele não fez foi te tratar mal! — disse Tikki.

— Não eu! A Ladybug... — disse ela. — Será por causa do meu fora?

— É muito provável. — disse Tikki. — Mas agora vá dormir. — disse ela. “— Se eu não tivesse te chamado estaria perdida!”

Marinette mesmo relutante se deitou para dormir.

.x.

Era de noite na mansão Agreste, enquanto os outros dormiam, Plagg comia seu queijo e Adrien refletia sobre seu dia.

Deitado na cama ele olhava para seu teto, até sentir Plagg em seu rosto.

— O que aconteceu garoto? Está tão quieto, nem reclamou do meu queijo. — disse Plagg.

— Eu sei. — disse ele tirando o kwami de seu rosto. — Estou confuso. Posso te perguntar uma coisa.

Nessa hora Plagg o encarou.

— Tudo bem, eu sabia que esse dia chegaria. — disse Plagg. — Então Adrien, quando uma mulher e um homem se amam muito eles...

— Não, isso não! — tapou a boca do kwami.

— Não? Então o que é? — perguntou ele.

— Já se apaixonou? — perguntou ele. Plagg suspirou.

— Sim. — disse ele. — Eu amava Tikki, minha parceira. — disse ele. — Mas não estávamos destinados a acabar juntos, então...

Adrien se jogou na cama.

— O que te perturba? — perguntou Plagg. — O que você quer?

Adrien pensou um pouco, até que se levanta na cama, olhando para Plagg.

— Eu sei o que eu quero. — disse ele.

— Então o que você quer? — Plagg foi até a bancada de Adrien se deitando lá.

— Marinette. 


Notas Finais


Gostaram?
Desculpem a demora, efim.
Até o próximo! Lembrando que teremos #Marichat
Link da roupa da Mari: http://www.polyvore.com/marinette_dpr/set?id=211605926
Beijo inspirado na comic: https://www.youtube.com/watch?v=Y77RJEGQys0&t=11s
Kissus


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