História You belong to me, princess - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino
Tags Adrinette, Marichat
Exibições 117
Palavras 1.974
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey! Voltei!
Esse capitulo ficou bem curtinho, mas muuuuuito Marichat =3
O outro vai ser maior, e vai mostrar melhor essa paixão que ambos estão desenvolvendo um pelo outro.
Não chamem o Adrien de idiota, o Plagg se encarregou disso, por mim u.u
O Adrien vai deixar de ser um idiota, ao longo, e já por agora ele vai perceber o erro que cometeu...
Enfim, chega de spoilers! Vamos ao que interessa =3

Capítulo 5 - Visitas


Fanfic / Fanfiction You belong to me, princess - Capítulo 5 - Visitas

Marinette se acordou mais ou menos um tempo depois de Tikki dormir. A garota queria estar com sono, e devia estar cansada, mas não estava. Mexeu-se mais ou pouco na cama, tentando pensar em algo que lhe desse sono. Mas toda vez que ela fechava os olhos, a única coisa que conseguia ver era a imagem do seu gatinho. Suspirou, ela sabia que aquele beijo havia sido errado, sabia que não podia tê-lo pegado assim de surpresa, mas na verdade a pega foi ela.

Ainda sentia o gosto doce dos lábios carnudos e vermelhos do gato. Era como se ela estivesse marcada por ele. Os lambeu bem devagar, ela não queria que aquele gosto saísse de sua boca. Depois tocou seus lábios com delicadeza, acariciando aquele local. Por algum motivo, ela ainda sentia aquele cheiro dele, no qual ela não sabia decifrar, e por algum motivo já havia o sentido antes. Talvez, algumas vez ele e Ladybug se abraçaram, e o cheiro ela gravou. Mas, estava quase impregnado em si. E estava cada vez mais forte, a cada vez que seu coração batia. Mordeu os lábios nervosa, estava começando a ficar louca? Era quase como senti-lo ali, era quase como tê-lo ali.

Ela se sentou na cama, esfregando seus olhos. Olhou para o escuro de seu quarto, onde nada pode enxergar. Até chegar a sua janela, onde refletia a luz da lua. Mas não era só isso. Ela estreitou os olhos ao máximo, para que a visão embaçada do sono pudesse sair, olhando assim para janela, ela viu aqueles belos olhos verdes. Assustou-se, e assim piscou anônima, na terceira piscada, os olhos verdes desapareceram de sua janela, como um vulto. Ela colocou a mão sobre sua testa, verificando sua temperatura.  Estava louca? Tendo ilusões? Não conformada com a resposta óbvia, ela decidiu ir até seu terraço, para ver se tinha algo lá.

Com um muito custo, ela tirou as cobertas quentinhas de cima de si, era um dia frio. Caminhou lentamente e com cuidado para não acordar Tikki, e quando chegou lá em cima, não havia nada. Sua única companhia era a lua. Suspirou frustrada, abraçando-se por conta do frio ali de cima.

— Sou tão idiota. — disse ela a si mesma. — Afinal, porque ele viria? Foi apenas um beijo sem valor, e ele deve ter outras fãs muito mais interessantes que eu. Isso já deve ser repetitivo para ele.

Ela caminhou até a varanda, e lá escorou seu tronco com os braços, olhando atentamente e distraidamente para lua. Suspirou o ar gelado da madrugada, fazendo sua garante ter coceira, e soltar uma tosse baixa. Colocou uma das mãos no queixo ainda encarando a bela lua. Nesses momentos, ela esquecia-se de seus problemas, e parava para refletir sobre algumas coisas. Ela estava chateada, porque, mais uma vez ela não foi suficiente para um garoto. Sentiu lágrimas querendo sair, e assim ela deixou que rolassem. Na verdade, espremeu mais os olhos, para que elas saíssem mais. Seus lábios roxos tremeram por conta do choro e do frio, triste ela abaixou a cabeça. Esfregou seus pés um no outro, em intuição de esquenta-los, não estava com sono, não voltaria para cama.

— Não devia estar na cama?

Marinette ergueu a cabeça rapidamente, ao ouvir a voz rouca soando em alguns metros. Lentamente ela virou para trás, e viu os olhos verdes de um felino lhe encarando. A única coisa que iluminava aquele local era a lua, deixando assim os cabelos loiros em destaque junto aos olhos verdes.  Ela virou todo seu corpo agora, o encarando confusa.

— O-Oque está fazendo aqui? — perguntou confusa e nervosa.

— Só passeando. — disse ele começando a se aproximar. — E você não devia estar na cama? — perguntou ele novamente.

Marinette rolou os olhos para o lado, ainda tremendo de frio. Quando voltou a encara-lo, sentiu a respiração quente sobre seu rosto. Se assustou com a aproximação repentina dele, fazendo assim ela por as duas mãos na barra de ferro da varanda. Prendeu a respiração e sentiu que iria suar a qualquer momento, mesmo com tamanho frio.

— N-Não estou com sono. — ela pôs as mãos em seu peito e o empurrou de leve.

O gato a olhou de cima a baixo, encarando a blusa de mangas compridas folgada, que deixava um decote enorme na garota por conta de ser grande, depois encarou o short curto que ela usava, ambos com a estampa de flores, mas diferentes. Ele rolou seu corpo para o lado pondo-se assim do lado dela em frente a varanda. A garota suspirou aliviada, e virou seu corpo para frente encarando o horizonte.

— Se você não dormir vai dormir muito, e se você estuda de manhã não vai ser muito legal. — disse ele sem olha-la.

Marinette o encarou pelos cantos dos olhos, vendo a luminosidade da lua refletir sobre a pele bronzeada do rapaz. O cabelo loiro voava e dançava com o ritmo do vento, os olhos verdes encaravam algum ponto especifico com precisão. Como nunca havia notado esses detalhes antes?

— Se preocupa comigo? — perguntou ela, e não pode negar o pequeno sorriso que se formava em seus lábios.

— Eu sou um herói, é meu dever me preocupar com as pessoas. — disse ele.

O sorriso foi sumindo aos poucos e dando lugar a uma face triste. Como ela mesma disse antes, ele já devia ter repetido isso com muitas antes. Fechou os punhos com um pouco de força, sentindo as lágrimas querendo sair novamente.

— Entendo. — disse ela decepcionada com ele, e consigo mesma. Ela espirrou levemente, pôs a mão no nariz e o limpou. — Bem, já está tarde, talvez eu deva...

Antes que Marinette terminasse a frase, ela sentiu algo quente e grande bater em suas costas, para logo depois sentir os braços fortes rodeando seu corpo. Se assustou. Sentiu sua respiração ficar pesada e começar a perder o sentido. As mãos deles foram até as suas, uma de cada lado, e segurou-as firmemente. Ao sentir o toque, ela se arrepiou com o contato das luvas de silicone com sua mão gelada. Ele pegou suas mãos e fez ela mesma de abraçar, fazendo assim com que os braços deles também rodeassem seu corpo. Sentiu-o colocar o queixo no topo de sua cabeça e respirar calmo.

— Está frio aqui fora, pode pegar um resfriado. — disse ele, a espremendo mais contra si.

Marinette sentiu que seu coração iria explodir a cada batida, porque ele estava tão agitado? Marinette também começou a sentir uma dor em seu peito, engoliu o seco, sentindo sua garganta seca. Por um momento era como se tivesse se esquecido de como respirar, pois sua respiração ficou seca e pesada. As mãos suadas em baixo das dele se encolheram, assim como o pequeno corpo, entregando-se ao abraço e se aconchegando ali. O garoto se sentiu quente por dentro, como se estivesse pegando fogo, algo nunca sentido antes, nem mesmo por sua Lady. Abraçou Marinette com mais força, ele pensava que se a soltasse aquela sensação iria sumir, e ele não queria isso. Seu peito começou a se agitar, e ele tinha certeza que ela estava ouvindo e sentindo seu coração acelerado. Aproveitando que seu queixo estava escorado ali, ele aspirou fundo o doce cheiro dos cabelos negros, tão negros que os refletiam azulados. Sentiu-a relaxar em seu abraço, ele sorriu sem ela perceber.

— O-Oque está fazendo? — perguntou ela engolindo o seco, e tentando não se desconcentrar.

Chat viu o nervosismo dela, mas ele não parou de abraça-la. Ele queria muito isso, e nem mesmo sabia de onde essa vontade absurda havia saído. Fez tanto mal para ela, que não se via no direito de estar ali em sua varanda a abraçando. Sentindo seu cheiro, e o calor de seu corpo. Sim, ele tinha noção, que não podia se relacionar com nenhum humano desse tipo, pois ele podia virar algum tipo de alvo. Mas ele, não se importava, só queria aproveitar aquele momento, pois sentia que talvez ele não se repetisse.

— Está frio aqui fora, já disse. — respondeu ele novamente. — Se quer que eu te solte, entre lá pra dentro. — respondeu.

— Mas eu quero ficar aqui fora. — Marinette inflou as bochechas. — Afinal a varanda é minha, você é que está a invadindo.

Chat riu pelas narinas, o que fez fazer bico. Ela nunca se imaginou desse jeito com o herói, sempre o viu como um parceiro e amigo. Mas aquele momento estava sendo tão mágico quanto foi o beijo. Será que ele ainda lembrava? Será que ele... Sentia a vontade de lhe beijar novamente? Marinette mordeu os lábios, porque estava tendo esses pensamentos, aquilo foi um beijo sem valor, ela não devia estar sob seu efeito. Balançou a cabeça, que no momento estava uma confusão, tentando expulsar esses pensamentos impróprios com o herói. Sua presença nunca lhe intimidou, então porque ela se sentia tão vulnerável naqueles braços, ali naquele momento? Engoliu o seco pela décima vez, ela não sabia o que fazer.

Até que então, Chat decide a encarar. Ele vira gentilmente o corpo de Marinette para si, e a encara com olhos faiscantes. Até ele perceber os rastros úmidos em seu rosto, ele encarou a bochecha rosada de Marinette, lá ele passou o dedo polegar, o que a fez sentir um arrepio na hora. Depois de passar o dedo lá, ele encarou-o. Seu dedo estava úmido com pequenas gotas de água, ele encarou Marinette.

— Você estava chorando? — Marinette gelou. Sim, ela havia chorado por ele, mas ela nunca diria isso. Travou num momento tão crítico, e sem saber o que fazer. — Por quê? — ele perguntou, silêncio. — Anda, me responde. — disse ele impaciente a olhando, obviamente Marinette não sabia o que responder.

Num ato de desespero, ela segurou a nuca do rapaz, e como antes cedo o puxou para si, selando seus lábios. Sentiu-o ficar surpreso novamente, mas dessa vez por menos tempo, pois logo ele segurou seu rosto e puxou.  Marinette aliviou o aperto em sua nuca, dessa vez a acariciando. Ele colou mais seus corpos, sentindo-a soltar-se um pouco das barras de ferros frias da sacada. Tirou as mãos de seu rosto e pôs delicadamente em sua cintura. Marinette o empurrou de leve, para que eles saíssem de perto da varanda um pouco. Chat ainda a beijando, a prensou contra a parede. Marinette puxou os cabelos dele, embaraçando seus cabelos notavelmente. Chat já começando com as sensações passadas introduziu a língua na boca dela, que não pensou duas vezes em aceitar.

E, como mais cedo, lá estavam eles. Amaçados contra a parede se beijando loucamente, algo nunca pensado por nenhum dos dois. Chat segurava sua cintura com cada vez mais força, e aquilo estava a deixando maluca. Sentiu-o colocar os dedos em suas costas, a fazendo suspirar. Depois, as caricias foram descendo para seu pescoço desprotegido.  Ele praticamente caiu de boca ali.

Alternando entre morder, lamber e beijar, ele foi fazendo isso por um longo tempo. Marinette puxou ele novamente para seus lábios, erguendo seu rosto e depois selando. Até que então ela percebeu o que estavam fazendo e aonde isso iria dar. Então ela o empurrou de leve, o que não adiantou. Pois ele nem sentiu. Então, com muito custo, ela mordeu os lábios dele com um pouco de força, o que o fez recuar imediatamente.

Ele encarou-a, confuso e com a mão no lábio inferior.

— O que foi? — perguntou ele.

— Como o que foi? — ela perguntou indignada. — Você vem aqui, invade minha casa, e me beija! — disse ela.

— Tecnicamente, eu não invadi sua casa, eu estou na varanda. — disse ele. — E não foi eu que te beijei, você me beijou. — disse ele.

Marinette bufou, e sem dizer uma palavra, entrou furiosa para dentro do quarto.

Chat ficou ali fora sozinho, pensando em tudo. Pôs as mãos sobre os lábios delicadamente, acariciando minuciosamente. Ele mordeu os lábios, e com um sorriso malicioso ele respondeu:

— Mas não se preocupe, vai ter volta...


Notas Finais


Curto demais? Vou melhorar, prometo...
#ForaCapitulosCurtos!
Bem, aqui temos o lado "malicioso" do Chat aparecendo (não vou mentir, eu aaaaaamo ele assim =3)
Mas acalmem, ele não vai ser só tarado com ela, vai ser carinhos né gente. Senão vocês matam ele e a mim :')
Comentem! Sério, fico tristinha com poucos comentarios :/
Se não comentarem, não saberei se gostam...
Bem, enfim, eu já vou indo!


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