História You belong with me - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Garota conhece o Mundo (Girl Meets World)
Personagens Maya Hart
Tags Garota Conhece O Mundo, Girl Meets World, Lucaya, Maya, Riley
Visualizações 64
Palavras 2.833
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que vocês estejam gostando da história.

Capítulo 6 - Outra garota conhece a "ex namorada".


Fanfic / Fanfiction You belong with me - Capítulo 6 - Outra garota conhece a "ex namorada".

- MAYA! - Ele falou espantado.

- Então vai me apresentar a sua amiga? - Falei nervosa.

- Bom essa aqui é a Ana, ela acabou de vim do Texas. 

- E Ana é a sua ex namorada?

- Meio que é. 

- Eu e você temos muito o que conversar hucklebarry.

Saiu do Topanga's enfurecida. Lucas me segue.

- Quando exatamente o senhor estava planejando me contar que a sua ex voltaria?

- Ex é ex Maya.

- O problema não é exatamente ela ser sua ex Lucas. - Cuspo as palavras nele. - O problema é você ter me escondido isso, ter ficado de segredinho com o Zay e por quê exatamente? Eu posso saber?

- Porque ela pode te dizer coisas que não são exatamente verdades.

- Como o que Lucas? 

- Como que a gente transou. - Ele me olha. - Mas eu acho que isso não seja verdade.

- Você apenas acha? - Falo irritada. 

- Eu meio que estava bêbado demais e não lembro exatamente o que aconteceu naquela noite.

- Isso foi antes de vim pra cá, então está tudo bem.

- Meio que isso foi antes da gente começar a namorar. - Ele me olha tentando decidir se é seguro falar. - Foi na época do triângulo, quando eu não sabia ainda o que fazer. 

- Você voltou do Texas no dia em que foi na minha casa Lucas.

- Então Maya. - Ele se aproxima. - Me desculpa.

Empurro seu corpo.

- Lucas eu preciso de um tempo pra pensar. 

Caminho com raiva em direção a distribuidora de bebidas. Felizmente o garoto que está lá tem uma queda por mim e me vende uma garrafa de vodka sem pedir minha identidade. 

Coloco a vodka em uma garrafinha de água e vou para o parque bebendo.

O Lucas não o tinha o direito de ter me escondido isso. Estamos juntos a dois meses e ele sequer tinha tentado me contar. Se essa tal de Ana não tivesse vindo pra Nova York ele nunca tocaria nesse assunto.

Estou tão perdida em meus pensamentos que nem percebo quando sentam do meu lado.

- Oi Maya.

- O que você quer Josh. - Falo irritada.

- Nossa eu preferia quando você tinha uma queda por mim. Tu era bem mais gentil.

- Como se você tivesse sido gentil comigo ultimamente. - Olho pra ele. - É como diz aquele ditado gente gentil gera pessoas gentis?

- Gentileza gera gentileza Maya. O ditado é esse espertinha.

- Ah você entendeu.

- Maya não é por nada não mas você está fedendo a álcool. 

- Como se você achasse que álcool fede. 

Ele sorri. 

- E o que estamos bebendo hoje.

- Ah você vai adorar. É essa vodka barata também conhecida como kriskof.

Ele pega a garrafa da minha mão e bebe alguns bons goles.

Eu já havia bebido algumas vezes com o Josh. Eu sei que todo mundo achava que era só um amorzinho platônico que eu sentia por ele e era. Mas não da forma como os outros pensavam. Todos achavam que nós dois só nos encontrávamos na casa da Riley por acaso, mas isso não era bem uma verdade. Nos esbarramos na cidade algumas vezes e em todas elas fomos parar em algum bar. Nós ficávamos bêbados e curtiamos a companhia um do outro. Eram boas risadas e conversas nesses encontros. Na última vez que em saímos juntos o Josh me disse que isso tinha que acabar e que eu era muito nova pra ele e também pra beber daquele jeito. Eu sei que era nova. Isso acontecia bem na época que eu começei a sentir algo pelo Lucas. Eu não aceitava que podia está apaixonada por ele e como já tinha bebido uma vez com algumas amigas mais velhas não via problema em repetir a dose, mesmo ainda estando com 14 anos.

- E por que a senhorita voltou a beber? Posso saber?

- Hoje eu estava merecendo. Sabe, tem esse cara que está sendo um completo babaca comigo sem motivo algum e ele costumava ser meio que meu amigo. Não sei porque ele está agindo desse jeito.

- Me desculpa Maya por está sendo um competo imbecil contigo. - Ele parecia realmente arrependido. - Mas é aquele ditado - Ele fala me imitando. - É preciso perder pra dá valor.

Me levanto do banco pálida. 

- Tá desculpado Josh, mas agora eu tenho que ir. Te vejo por aí tá bom.

Nem espero a resposta e já estou a caminho de qualquer lugar longe dali.

Eu não precisava ouvir aquilo justo agora, justo hoje.

Peguei meu celular para ver as horas e tinham 15 ligações perdidas do Lucas. Eu deveria ir conversar com ele mas agora não dava. Eu estava um lixo, tinham acontecido coisas demais naquele dia. Eu não estava preparada pra enfrentar tudo. 

Fui pra casa e me enfiei na cama. Não tinha nada melhor do que está cheia de problemas e resolver tudo dormindo.

Acordei na manhã de domingo me sentindo péssima. Eu tinha que conversar com o Lucas. Mesmo ele mentindo pra mim, tudo aquilo aconteceu antes de ficarmos realmente juntos e como eu já havia dito, não posso mudar o passado. Meu futuro com o Lucas não poderia ser estragado por isso.

Pego me celular e ligo pra ele.

- Alô? 

- Lucas a gente precisa conversar.

- Vem pra minha casa, meus pais saíram e ninguém vai atrapalhar nossa conversa. 

- To indo.

Desligo o telefone e vou me arrumar. Tomo um banho e me arrumo.

30 mimutos depois estou batendo na porta dele.

- Oi Maya. - Ele fala ao abrir a porta.

- Oi. - Sorrio e entro no apartamento. Me sento no sofá.

- Maya me desculpa por não ter te contado nada, eu fui um idiota por mentir pra você.

- Você foi mesmo, mas eu te desculpo. Não vou deixar uma parada dessas estragar o nosso relacionamento. 

- Graças a Deus. - Ele fala sorrindo. - Eu nunca mais quero ver aquela garota na minha vida.

- Me faria muito feliz se você não a visse mais.

- Você sabe que eu existo apenas pra te fazer feliz?

- É? - Levanto uma sobrancelha. - Eu não tava sabendo disso.

- Pois agora sabe. - Ele se aproxima e beija meu rosto. - Vamos sair? Meio que você ainda tá me devendo aquele encontro.

- Cinema então? - Pergunto sorrio.

- Com tudo que um encontro perfeito tem direito.

Ele se levanta e me puxa. Estamos andando em direção ao cinema. O clima está tranquilo e eu pedia silenciosamente que nada estragasse esse dia. 

Chegamos no cinema e vemos a Riley com o Evan. Corro pra falar com ela.

- Trovão. - Falo atrás dela.

Ela se vira.

- Relâmpago. - Tocamos nossos dedos em que estão os anéis como sempre fazemos.

- Tá fazendo o que aqui?

- Evan me chamou pra ver esse filme novo. - Ela fala apontando pra ele. - Ah Evan essa daqui é a Maya, também conhecida como a minha melhor amiga. - Dessa vez ela aponta para mim.

- Oi Maya.

- Oi Evan. - Falo sorrindo. - Esse daqui é meu namorado Lucas.

- E aí Lucas. 

Eles se comprimentam.

- Querem ver o filme com a gente?

Se a Riley tá chamando não deve ter nenhum problema em ver o filme com eles. Não quero estragar o encontro de ninguém. 

- Ah pode ser. - Olho pra Riley. - Se não for atrapalhar vocês. - Dou uma ênfase no "vocês".

- Tá suave vocês nos acompanharem. - Evan fala sorrindo. - Pode ser um encontro duplo.

Ficou decidido que os meninos comprariam os ingressos e que as meninas ficariam responsáveis pela comida. 

Riley e eu estávamos na fila. 

- Então Riley? - Sorrio.

- O que foi?

- Tá gostando de sair com o Evan?

- Ele é bem legal. Tá sendo bem divertido. - Ela me olha séria. - Acho que to começando a esquecer o Lucas e o melhor disso tudo é que não tem relação alguma com Evan. Maya, eu to ficando bem com toda essa situação sozinha. Simplesmente percebi que foi melhor assim. Eu não estava pronta pra ter um relacionamento sério como o que vocês tem. Me sinto bem melhor saindo com garotos de forma descontraída. 

- Fico feliz por você Riley. - Desvio o olhar. - Está apaixonada é muito difícil. É aceitar coisas que você jamais pensou que aceitaria e você aceita porque está com a pessoa que você gosta é mais importante do que o seu orgulho bobo. Tem que gostar muito pra namorar, não é gostar mais ou menos. Por isso tantos namoros duram pouco tempo. - Olho pra Riley. - E eu quero fazer isso funcionar. Tem que funcionar. Quando estou com ele eu me sinto completa.

- Vai funcionar Maya. - Ela sorrir. - Vocês são perfeitos um pro outro.

Terminamos de comprar as comidas e vamos encontrar os meninos. Eles estão na fila pra entrar na sala de cinema. 

- Vocês demoraram. - Evan fala olhando para Riley.

- Ficamos conversando um pouco.

- Papo de menina? - Lucas pergunta.

- Isso mesmo hucklebarry.

Finalmente entramos no cinema e eu me sento no meio da Riley e do Lucas. Evan está sentado no outro lado da Riley.

O filme é incrível mesmo e nós nos divertimos bastante.

Nos despedimos da Riley e do Evan.

No caminho para casa.

- Fico feliz que a Riley esteja saindo com outro cara. - Ele sorrir. - Eu sei que virei aquele cara que partiu o coração dela mas ela é minha amiga, uma pessoa muito especial na minha vida. Não quero que ela sofra.

- Eu também fico. - Olho pra ele. - Minha mãe tá louca pra você jantar lá em casa. 

- Então eu vou jantar na sua casa hoje.

Entro em casa chamando minha mãe:

- Olha quem veio jantar aqui em casa.

Ela e o Shawn aparecem sorrindo. 

Pedimos uma pizza e os dois não param de fazer perguntas para o Lucas.

Percebo que já está tarde e aviso que é melhor o Lucas ir embora. Nos despedimos com um selinho rápido.

Após ele sair me despeço de todos e vou para o meu quarto. Pego meu caderno de desenhos e fico desenhando. 

Meu celular vibra quando chegar uma mensagem do Lucas.

(WhatsApp on)

Melhor pessoinha (ranger rick):

Escuta "Why"

É uma música da Sabrina Carpenter que é a gente.

Maya:

Vou escutar.

(WhatsApp of)

Abro o spotify e procuro pela música. 

Fico ouvindo e percebo a semelhança dessa canção com o nosso relacionamento. Essa com certeza era a nossa música. 

(WhatsApp on)

Maya:

MDS essa é muito a nossa música 

Melhor pessoinha (ranger rick):

Falei que era

Beijos bb eu vou dormir, até amanhã 

Maya:

Até amanhã e bons sonhos.

(WhatsApp of)

Desligo meu celular e vou dormir também. Amanhã já tem escola de novo. 

Acordo já querendo me matar. Odeio levantar cedo, odeio escola. Juro que se não fosse pelos amigos eu já teria largado essas porcaria de vez.

Me arrumo lentamente pra escola. Vou pra casa da Riley escutando "why", estava muito viciada naquela música. 

Entro pela janela.

- Bom dia Maya. - Riley fala sorridente.

- Bom dia. - Falo mal humorada. - Por que está tão feliz?

- Ontem o Evan me beijou e achei que seria horrível beijar outro cara que não fosse o Lucas mas foi incrível. Depois que eu e Lucas ficamos teve todo aquele clima estranho, eu não sabia como me comportar e dessa vez foi tudo diferente. Depois que ele me beijou tudo o que eu queria era o próximo beijo.

Riley senta na janela sem conseguir esconder a felicidade.

- Riley eu fico tão feliz por você. Isso é tão maravilhoso. - Me sento ao lado dela e a abraço. - Agora vamos tomar café porque eu to morrendo de fome.

- Você sempre está morrendo de fome Maya.

Caminhamos para a cozinha e nos sentamos a mesa. Tomo café da manhã com a família da Riley. Durante um bom tempo eles foram a minha única família, eu os amo demais e fico bem feliz por tudo está se encaixando e voltando a ser bom como antes. Sem triângulos amorosos, sem brigas, apenas um dia normal. 

Saímos pro metrô falando sobre a escola e em como as coisas estavam boas.

Chegamos na escola e vamos direto para a sala. Era aula de química e o Lucas era meu parceiro. Eu odiava aquela aula. Detestava exatas. Eu simplesmente não conseguia entender o que aquele cara estava falando.

O professor iria entregar a nossa última prova e eu tinha certeza que tinha bombado naquele troço. 

- Senhorita Hart.

Me levantei e fui pegar a prova.

- Seria bom arrumar um professor particular porque você provavelmente vai repetir na minha matéria. 

Voltei para a mesa.

- E aí, como foi?

- Fui bem. - Não queria contar pra ele que estava quase repetindo em química, não queria que ele soubesse que estava tão ruim. O Lucas era bom em todas as matérias, na verdade, todos os meus amigos eram e eu não podia pedir ajuda pra eles. Só havia uma pessoa que podia ajudar e eu não queria ter que recorrer a ela. Mas não havia outro jeito. Eu não iria repetir em química.

O sinal tocou e agora era a aula de artes. Finalmente alguma coisa em que eu era realmente boa.

A aula foi incrível e passou voando. Estava na hora do intervalo. 

Fomos todos para o refeitório e nos sentamos juntos.

- Eu to falando gente, precisamos de uma festa. - Zay falava empolgado. - Tá tudo muito parado, eu to precisando meter o louco.

- Sua namorada vai ficar bem feliz em sabe que você está querendo meter esse tal de louco. - Farkle debochou dele.

- Que namorada bicho?

- Terminaram? - Lucas indagou. 

- Eu lá sou homem de namorar a distância. - Ele riu. - To nem querendo ser corno. 

Todos riram.

- Zay está certo. - Era a Riley falando? - Estamos precisando de uma festa.

- Riley é você mesmo? - Falei zoando. - Desde quando tu gosta de meter o louco?

- Estamos no ensino médio gente. Adolescência só se vive uma vez. Eu é que não quero me arrepender de não ter curtido a minha. 

- Então está decidido. - Zay levanta num pulo. - Sábado eu quero todo mundo lá em casa a partir das 19 horas.

- E os seus pais? - Smakle perguntou. 

- A casa vai tá banda meus caros. Levem o que forem beber e por favor nada de ilícitos. - Ele olhou pra cada um de nós. - Pelo menos não antes deles passarem no meu teste. Só quero coisas de qualidade. 

- Cala a boca Zay. - Dou um tapa nas costas dele. - Você nem é tudo isso.

O sinal tocou novamente o que significava que o intervalo tinha acabado e que estava na hora de voltar para a tortura.

- Aaah, não quero ir. - Falo fazendo manha.

- Vem que eu te levo. - Lucas abaixa para que eu possa subir em suas costas.

Pulo nas costas dele e ele me leva pra sala.

Era aula de literatura e felizmente eu gostava dessa aula. Depois tivemos aula de matemática e física. O dia se arrastou. Odeio segunda-feira.

Depois da aula a turma toda foi pro Topanga's. Ficamos a tarde inteira resolvendo como seria a festa.

- Regras do rolê. - Zay fala alto para que todos possam ouvi-lo. - Nada de morrer. Nada de polícia. E - Ele nos olha. - Ninguém é de ninguém. 

Todos começam a rir.

- Esquece Zay. - Eu falo olhando pro Lucas. - Você não vai pegar ninguém dessa rodinha. São todos muito bem comprometidos.

- Até mesmo a Riley. - Ele fala olhando pra ela. 

- Isso mesmo senhor Zay. - Ela retruca.

- As senhoras estão me fazendo muito infeliz. - Ele fala cabisbaixo e nós rimos.

E quem é o sortudo Riley? - Farkle pergunta.

- É um carinha novo, vocês não conhecem ele. - Ela fala fazendo suspense. - Mas se tudo ocorrer bem, vocês o conhecerão na festa.

- Aaaaah por isso você se animou toda com essa festa. - Zay fala tirando sarro.

- Cala a boca Zay. 

- Eu ia falar vem calar, mas em respeito ao nosso desconhecido eu não vou falar nada.

Todo rimos.

Ficamos assim por mais um tempo e depois todos decidem ir para casa. Lucas me acompanha. Ele me deixa em casa e nós ficamos nos beijando por um tempo. Nos despedimos e eu entro direto pro meu quarto. Estava na hora de ver se o meu professor particular aceitaria ser meu processor particular. 

Pego meu celular e ligo pra ele.

- Oi alcoólatra.

 

 

 

 

 



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