História You can leave your hat on - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Erwin Smith, Hange Zoë, Isabel Magnolia, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman
Tags Rivamika
Visualizações 124
Palavras 699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Telefonema


- Um garoto de programa?! 

Minha expressão era de completa surpresa enquanto olhava o cartão que Mina me deu. Como assim, ela me sugeria um negócio desses?! Como ela tinha acesso a um negócio nesses?! 

Tudo bem que ela era meio louca, e eu realmente queria uma boa reportagem, mas não era pra tanto. 

- Mais ou menos. 

- Como assim mais ou menos? 

- O que o Rivaille oferece é uma sessão, digamos, de fantasias sexuais. Sexo não obrigatoriamente está presente. 

A naturalidade dela me deixava boquiaberta. 

- Espera. Você paga por serviços sexuais, mas ele não transa com você? Não faz o menor sentido! 

- Se ambos quiserem, pode rolar. 

A conta simplesmente não fechava na minha cabeça. Como assim um serviço sexual em que o sexo não estava incluso, mas poderia estar? 

- Deixa de ser careta, Mi! Sexo é muito mais que só papai e mamãe ué. E bastante gente vai se interessar em saber disso. 

Olhei feio quando ela deu risada e continuei tomando meu milk shake, ainda tentando solucionar aquela estranha equação enquanto falávamos de outras bobagens mais amenas.  

A carona dela finalmente chegou e Mina foi embora, me deixando com o cartão de design elegante e discreto, onde apenas o nome Rivaille e um número de telefone estavam destacados. 

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O telefone tocou 3 vezes antes que uma voz masculina rouca e entediada atendesse. 

- Rivaille. 

- Oi.. Aqui é a... a... 

Desliguei o celular nervosa. Droga! Daria meu nome verdadeiro? Era melhor pensar em alguma coisa antes. O que diria? Esperei alguns minutos até me acalmar e tentar novamente. 

Afinal, eu queria apenas marcar um encontro para conhecer um pouco mais dessa realidade tão distante da minha... Como boa estudante de jornalismo, estava apenas curiosa. Se a história fosse realmente boa, podia até mesmo fazer uma reportagem, acho que Mina estava certa, muitos se interessariam. 

Eu mesma estava interessada. 

Novamente, foram necessários 3 toques. 

- Não ouse desligar. 

O homem assumira um tom de controle e eu emudeci desse lado da linha. A voz era realmente muito bonita, e fiquei instantaneamente curiosa em conhecer seu dono. 

- Não tem coragem de levar suas fantasias adiante? 

A modulação da voz sequer mudava, enquanto a adrenalina disparava pelo meu corpo. Realmente, não tinha coragem de contar minhas fantasias a um estranho; mas aquilo era uma reportagem.  

Precisava aprender a me controlar melhor diante de situações inusitadas se quisesse seguir essa carreira. Fui direta. 

- Sou Milena, e quero encontrar o senhor. 

- Uhm... Mas não é simples assim, Milena. 

- Como não? Eu pago, você vem, não é assim? 

- Definitivamente, não. 

Aquela voz era jovem demais, e eu não queria ter problemas. Além de não ser o perfil de mulher que costumava me procurar, era o tipo que eu menos gostava de atender: jovem e inexperiente, não raro se apaixonava. Era melhor confirmar. 

- Quantos anos você tem, pirralha? 

- Quê?! 

- Não atendo menores de idade. 

Era o que me faltava! O sujeito sequer me conhecia e achava que podia me sacanear? 

- Senhor Rivaille, eu não quero nem preciso dos seus serviços. Meu interesse no senhor é de outro tipo. 

- Que tipo? 

Confesso que aquilo me deixou curioso. Andava cansado desse trabalho, mas continuava precisando do dinheiro e não tinha alternativa. Sabe como é, não costumam dar emprego para sujeitos procurados internacionalmente. Quem sabe a moça tinha uma proposta boa? 

- Te conto pessoalmente. 

- Você sabe que eu cobro, não sabe? 

- Posso pagar por você. 

Que mocinha mais arrogante. 

- Não estou a venda. Você paga pelo meu tempo e pelas minhas habilidades. 

- Tanto faz. 

- É do tipo que faz jogo duro, Milena? 

Ela já tinha dito que não era isso que procurava, mas era praticamente um reflexo flertar. 

- Rivaille, me mande uma mensagem dizendo onde e quando, e eu estarei lá. Até mais. 

A abusada bateu o telefone na minha cara. Pelo seu bem, espero que sua proposta valha a pena, pirralha. 

Desliguei com o coração aos pulos, mal acreditando que tinha realmente feito isso. Nunca havia ido tão longe por uma reportagem, e agora estava de encontro marcado com o misterioso Rivaille.


Notas Finais


Gente, vale a pena continuar? *-*


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