História You can leave your hat on - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Erwin Smith, Hange Zoë, Isabel Magnolia, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman
Tags Rivamika
Visualizações 155
Palavras 2.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiee
Demorei dessa vez, tava sem pc.
Agradeço todos os comentários e favoritos, sempre levo em consideração pra tentar melhorar, então não deixem de me contar o que estão achando!
Bjo!

Capítulo 7 - Manias


Acordei com o toque incessante do celular e nem precisei olhar para saber que era Armin, provavelmente perguntando por que não fui para a faculdade. Abaixei o volume e simplesmente enfiei a cabeça no travesseiro de novo.

Não levantaria por nada nessa vida; meu corpo estava completamente moído e minha cabeça, pior ainda. Precisava dormir por três gerações para me recuperar. E o responsável por esse caos tinha nome. Dois, ainda por cima.

Me arrepiava só de lembrar de sua voz sussurrando meu nome, e mais ainda ao me dizer o dele. Se é que era o nome verdadeiro mesmo.

De qualquer forma, tinha mexido comigo desde a primeira vez que nos encontramos, e seu beijo acabou com todas as minhas tentativas de negar isso para mim mesma.

O tamanho da destruição foi tão grande que mandei mensagem pra Hanji com uma desculpa qualquer justificando faltar ao treino; precisava mesmo de descanso. E de distância.

O maldito luta duro, duro mesmo, e ela está certa: é simplesmente o melhor. Seu nível é tão alto que ficava difícil acreditar que teve apenas treinamento civil. Enfrentar aquele cara a sério deve ser apavorante. 

Um estalo de compreensão mudou meus planos. Poucos toques depois fui atendida por Armin. 

- Corre pra cá. Descobri informações importantes.

--- 

- Caraca, que coincidência!

Armin ficou passado. Até eu fiquei; o moreno tinha um nível de luta militar, e essa observação teria passado despercebida se não fosse o fato de eu saber que Hanji tinha um passado digamos, peculiar.

E eles não pareciam o tipo de pessoa que se conheciam na feira.

- Pois é. O destino caprichou...

O problema é que 'Levi' ou até 'Rivaille' não foram elementos suficientes para uma busca, tampouco 'Erwin' foi útil para as pesquisas do loiro. Eles pareciam não ter rastro digital.

- Mi, preciso de uma foto deles. Você consegue?

Pensei um pouco. Se tentasse tirar poderia ser pega, e sinceramente não queria descobrir na pele o que fariam para manter o segredo bem guardado. Poderia chama-los para jantar fora, e Armin se encarregaria de tirar a foto.

Foi a tática que usamos para obter as fotos para a reportagem sobre as lutas clandestinas, inclusive do Reiner, o finalista que seria desafiado por Levi.

- Consigo. Amanhã marco algo com eles.

Meu amigo me olhou longamente, com uma expressão esquisita.

- Tá tudo bem fazer isso Mi? Sabe, não precisa se expor desse jeito só pra me ajudar. 

- Gosto da Hanji. Só que minha simpatia não está acima dos erros dela. 

- Falo do Levi. Você parece balançada.

- É só um lance de pele, relaxa.

- Mi, como você descobriu o nome dele?

- Ué, era como os amigos o chamavam.

Menti descaradamente. Hanji e Erwin não o chamaram pelo nome, mas escondi de Armin o que tinha acontecido.

Nem eu entendi porque me revelou seu nome, e preferia continuar chamando de Rivaille; era mais impessoal. Chamá-lo de Levi me obrigava a lembrar ainda mais do que eu já não consigo esquecer.

Sorte que o próprio Armin desviou do assunto.

- E a reportagem? Precisa de alguma ajuda?

- Estou quase terminando. Vão publicar mês que vem, sob anonimato.

- Que bom. Quando terminar não precisará mais ir lá.

Ele pareceu aliviado ao dizer isso, mas a ideia de não vê-lo mais me deu um calafrio na espinha. Não consegui conter uma expressão desgostosa.

- Ahh não! Você vai continuar indo?!

Meu amigo me conhecia bem demais para aceitar uma desculpa qualquer, então falei a verdade.

- Talvez.

- Mikasa, por que você gosta tanto de problema?

- Nem sabemos ainda se ele faz parte do passado de Hanji. Que mal pode ter?

- Me diz você, não sou eu que gosta de brincar com fogo.

Engasguei com a frase e ele fixou em mim sua expressão curiosa. Diante do meu silêncio, seus grandes olhos azuis se fixaram nos meus e ele suspirou.

- Aconteceu alguma coisa entre vocês?

- Já disse que não tem nada.

- Certeza?

- Absoluta!

- Ufa. Fiquei preocupado. Sabe, ele é um provável sociopata. Se afasta dele, pelo menos enquanto a gente não tiver certeza sobre isso.

Pensei naquilo. Caramba, eu quase tinha ido para a cama com um possível mercenário. Pior: eu ainda queria. Armin estava certo em se preocupar; eu devia manter distância.

Quem diria que eu cruzaria o caminho dele de novo. A vida é mesmo uma caixinha de surpresas. Ou de Pandora?

--- 

Já não durmo muito; pensando nela, dormi menos ainda.

Minha intuição não cansava de dizer que aquela menina era encrenca e de forma inédita, eu pouco estava me importando.

O mais engraçado é que eu devia ser a ponta problemática da nossa esquisita relação, jamais uma universitária inofensiva - ou quase, porque o que ela estava fazendo com a minha cabeça era tudo, menos inócuo.

Seu jeito desencanado me intrigava, e aquele tom abusado não saía da minha cabeça.

Pensei em ligar, mas não queria aparentar ansiedade. Aliás, não queria que soubesse o quão ansioso eu realmente estava para terminar o que começamos.

Me preparei pra sair de casa e estava já fechando a porta quando meu celular tocou.

"Treino cancelado. A Melissa não vem hoje".

"Pq?"

"Não está se sentindo bem".

Fiquei olhando para a mensagem, imaginando se era verdade ou apenas uma desculpa para me evitar devido ao acontecido do dia anterior.

Essa hipótese me incomodou profundamente. Tanto, que disquei seu número e torci para ser atendido.

- Alô?

- Oi Mikasa. Levi falando.

A ligação realmente me surpreendeu, e o nome que usou, mais ainda.

- Oi! Pois não?

A voz dela aparentou surpresa, mas de forma alguma era a voz de alguém que estava passando mal.

- Você está bem?

- Estou. Quer dizer, um pouco indisposta.

Era nítido que estava bem. Provavelmente, melhor que eu.

- Você mente mal.

O silêncio do outro lado da linha foi uma confissão que não queria ouvir. Era péssimo que ela tivesse se arrependido, e pior ainda que parasse de treinar e comprometesse o resultado da luta por isso. Hanji me mataria.

- Mikasa, se é por ontem...

- Claro que é por ontem. Treinamos pesado, mas amanhã compenso.

Ela me interrompeu assertiva e direta como sempre.

A desculpa era plausível, e poderia ser só isso mesmo. Talvez eu tivesse me sobressaltado à toa. Com certeza, tinha. Melhor encerrar o assunto descabido. Se não queria treinar por estar cansada, problema dela.

- Te espero amanhã, Mikasa.

- Até, Rivaille.

O nome foi como um tapa na cara, principalmente após eu ter dito o dela. Queria simplesmente fingir que nada tinha acontecido? Ou de fato, simplesmente não tinha tido relevância?! Não podia aceitar nenhuma das duas hipóteses.

Para completar, a atrevida desligou o telefone na minha cara. Ela tem dom para me provocar, e parece que se dedica a isso com especial sadismo.

Suspirei nervoso e passei a mão no cabelo, respirando fundo. Esses poucos minutos de conversa tinham definitivamente estragado meu dia; sequer queria treinar com Erwin.

A voz dela me chamando pelo nome errado não saia da minha cabeça, me deixando mais nervoso a cada vez que a cena se repetia em minha memória. Ideia fixa é mesmo uma merda.

Fui até o quarto e comecei a tirar a roupa. Assim que tirei a camiseta meu corpo se aqueceu ao lembrar dos olhares dela para mim, mas longe de ser uma sensação gostosa foi incômoda; tenho certeza que ela me quer, que também me deseja, e sua reação sempre tão imprevisível me desconcerta.

Me dirigi ao banheiro e entrei no box, ainda tentando concluir a partir de expressões, frases e olhares qual é o problema dela comigo. Será que namorava? Já tinha dito que tinha alguém, mas isso era muito vago.

Pro bem de nós dois, espero que não tenha expectativas românticas; tenho poucos limites, mas esse é um deles.

Abri o chuveiro e molhei meu cabelo, agora levemente irritado por intuir que decididamente, eu não sou o tipo de homem que Mikasa gostaria de se envolver. Os homens dela não têm preço, Levi. São homens sem passado, com presente claro e futuro garantido. Bem diferentes de você.

O que ela quer é o mesmo que suas clientes; só não teve coragem de dar o passo ainda.

E é o que eu devia querer também; apenas uma aventura. Era o que eu queria, droga. Quanto mais penso, mais confuso fico. Que desgraça.

Apoiei o braço na parede e apenas deixei a água fria cair sobre minha pele me distraindo temporariamente das minhas dúvidas e questões.

---

Acordei bem-disposta depois de ter dormido quase o dia anterior inteiro, mas foi só olhar para o Rivaille pela manhã e todo o meu bom humor foi embora.

O motivo da minha raiva era idiota: olhar praquela cara de sono dele me fez pensar que provavelmente tinha trabalhado muito durante a madrugada. Em pouco tempo, imaginei se também não teria trabalhado no dia em que ficamos.

E poxa, não vejo problema nenhum com sexo casual... Mas um mínimo de noção cai bem. Se pega comigo e poucas horas depois, com outra? Pouco interessa que seja trabalho, não sou só mais uma da lista.

O absurdo da ideia bateu em mim: eu era exatamente apenas mais uma. Nem tinha chegado a ser na verdade, porque a mulher que estava nesse exato momento embaixo de mim tinha me feito esse favor.

Mikasa parecia fria e distante quando chegou, mal se dirigindo a mim, e eu não quis piorar a situação. Pedi que a quatro olhos treinasse com ela no chão; seria melhor para nós dois.

Sim, para a alegria do meu lado racional, Hanji fez os exercícios de solo comigo e ele só orientou. Isso facilitou um bocado as coisas, e ficaram surpresos como evolui em tão pouco tempo. Bem, dominar um adversário no chão é bem mais fácil quando não se está pensando indecências.

A quatro olhos pediu um intervalo e foi buscar o celular, certamente para futricar com o Erwin. Mikasa aproveitou o tempo livre para começar a fazer uma sequência de socos no saco de pancada.

Estava concentrada, socando com raiva. Nem viu quando me aproximei e me posicionei ao lado do saco e só quando o segurei para aparar seus golpes se voltou para mim.

- A raiva não é boa conselheira numa luta, pirralha.

- Só estou treinando.

- É pra isso que estou aqui.

- Mal tá parando em pé. Vai dormir.

Além de ser a responsável pela minha insônia, ainda usa o fato como desculpa. Mas não é muita cara de pau?

- Para de me evitar. Se você não bater, eu vou.

Duvidei do que disse mas bastou uma breve hesitação minha e ele partiu para cima de mim, me obrigando a lutar e me deixando ainda mais furiosa. Tudo o que eu precisava era bater naquela cara e deixá-la um pouco menos bonita, e tinha certeza que ia me sentir instantaneamente bem!

Parece que a cada vez que eu o acertava, um pouco da minha raiva ia embora; e eu devia estar mesmo muito puta, porque bati mesmo, e muito.

O louco da situação é que estava me divertindo muito com aquilo, como só me divertia quando treinava com o Erwin ou Hanji; até me arrisquei a acertá-la moderadamente algumas vezes e ela nem diminuía o ritmo.

Estava empolgado e nem era com segundas intenções, e isso bugou meu cérebro. Fiquei impressionado com a rapidez e firmeza da reação dela. Me sentia confortável; lutar era uma parte importante de mim e raramente podia partilhar isso com alguém.

Pelo menos nisso nossas expectativas se encontravam.

Rivaille parou de bater e começou a tirar a bandagem da mão.

- Deu por hoje, pirralha. Se sente melhor?

Realmente me sentia bem; não estava tensa ou nervosa, apenas cansada e faminta. Ótima oportunidade de leva-los para onde Armin pudesse fotografá-los.

- Só sobrou a fome.

Ele tinha um jeito de rir sem rir; Era uma expressão interessante que não alterava nenhum músculo da face, mas mesmo assim, dava para saber que ele estava achando algo divertido ou não.

- Vamos comer alguma coisa?

- Hey Hanji, vamos? Liga pro Erwin, vamos todos!

Tentei parecer despretensioso e acho que interpretei bem demais, pois ela chamou a empata foda para ir junto. Não bastasse a quatro olhos fazer isso sem ser solicitada, agora tinha aval da Mikasa. Mereço mesmo.

Fora aquele interesse repentino no Erwin.

O rosto da dona da casa se iluminou e fiquei contente. Geralmente, se ela queria algo conseguia arrastar os outros dois. No entanto, Levi apenas olhou em sua direção e sua expressão mudou levemente.

- Obrigada, mas hoje não posso. Fica pra próxima.

Barbaridade. Depois da conversa com Armin queria evitar ficar a sós com ele, mas o universo quando decide conspirar contra, ninguém segura. Bem, pelo menos conseguiríamos a foto de um deles.

Assenti com a cabeça quando ele me chamou e fomos em silêncio até o meu carro. Voltei a me sentir tensa; considerar que Armin pudesse estar certo sobre ele me deixava perturbada, embora de alguma forma estranha eu sentisse que apesar de tudo, ele era uma boa pessoa.

- Quer passar num drive-thru? Assim não atrapalha seus planos pra essa noite. Digo, com alguma cliente.

Olhei para ela sem entender a pergunta, ou como o assunto chegou nisso. Resolvi ser sincero.

- Meu único plano essa noite é com você.

Sua resposta soou estranha e fora do lugar. Não precisava falar desse jeito comigo; decididamente era desnecessário bancar o Rivaille agora.

Ela demonstrou certa impaciência.

- Qual é o problema?

- Prefiro quando você é... Sei lá, você. 

- E como eu sou, quando estou sendo eu? 

Ele soou irônico mas parecia interessado, pois apesar de não ter virado a cabeça em minha direção seus olhos me fitavam de canto. 

- Prático, direto, embora muitas vezes grosseiro. Mas sem essa gentileza forçada.

- E você prefere minha versão grosseira?

- Pelo menos é você.

De certa forma fiquei feliz, mais ainda porque ela não viu o meio sorriso bobo que deixei escapar ao ouvir isso. Nem eu entendia o motivo da minha reação. Provavelmente porque poderia baixar a guarda um pouco.

Minha personalidade não era exatamente querida e as mulheres que me contratavam detestariam me conhecer de verdade. Mas Mikasa tinha essa mania de nadar contra a corrente e não se contentar com o superficial; preferia uma verdade dura do que uma mentira conveniente e admirei isso.

Chegamos na lanchonete em que eu havia combinado com Armin e assim que estacionei o carro ele me olhou com a expressão mais chocada do mundo. 

- Lanche? Jura? 

- Ué, eu tô morrendo de fome. 

- Sério, a gente não vai entrar aí. 

- Olha, você pode não entrar, mas eu vou.

- Quer tanto perder a aposta pra mim, pirralha? 

Vi que Armin estava já estava nos esperando e saí do carro, sendo seguida por ele, que realmente estava irritado, por nenhuma razão aparente. O que raios tinha de errado com uma lanchonete, afinal?

Me perguntei se o loiro tinha conseguido tirar algumas fotos, e temporariamente parei de prestar atenção em Rivaille, que ficou ainda mais possesso.

- Caralho! Você acha que a Annie está se entupindo de merda? 

- Merda? É só lanche.

Céus, como ela estava sendo irracional. Na verdade, quando se tratava desse assunto todos costumavam ser; nunca percebiam os perigos da falta de higiene.

- Isso pode ter salmonela! Você não sabe as condições de higiene desse local! 

 Olhei incrédula. Salmonela. S-a-l-m-o-n-e-l-a.

Tentei argumentar para que fosse razoável.

- Para com isso! Você não sabe as condições de higiene de todos os restaurantes que você frequenta. 

- Na verdade, sei.

Meus olhos se arregalaram quando eu percebi. 

- Por isso você sempre vai no francês?!!

Ele não me levou no francês para jogar charme com aquele sotaque maravilhoso, e tampouco no japonês porque eu tenho ascendência oriental; ele o fez porque passaram no seu critério de limpeza!

Até esqueci meu mau humor, principalmente depois que Armin entrou na lanchonete, indicando que tinha conseguido as fotos. A noite parecia estar virando a meu favor.

A descarada começou a rir, e eu senti vontade de dar umas palmadas nela enquanto lhe enumerava os riscos da intoxicação alimentar. Ergui a sobrancelha confuso quando ela me estendeu a chave do carro.

- Estou com muita fome pra discutir. Você assume daqui.

- Tem certeza? Posso te levar em qualquer lugar?

A expressão dele era maldosa, e comecei a rir de novo. Era como uma pequena fragilidade na personalidade polida dele; um defeito.

- Qual é. Não existe nenhum lugar impróprio que seja limpo o suficiente pra você comer!

Na verdade, existe.

Ele não discutiu. Apenas trocou de lugar comigo no carro e começou a dirigir tranquilo. Encostei minha cabeça no banco, cansada, e fiquei olhando a rua. Pelo reflexo da janela, podia ver a beleza de cada movimento que ele fazia ao trocar de marcha, ou quando passava os dedos pelo cabelo, sempre que parávamos em um semáforo. Mais uma mania.

Poderia passar horas vendo cada uma delas.



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