História You Come - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Romance
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Palavras 3.454
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 14 - Um Ruido, O Castelo Foi Encontrado


Desci do ônibus as pressas, corro pela as calçadas, quero chegar ao meu destino, minha respiração está ofegante, prometo para mim mesmo que já estamos chegando, paro por um momento em um muro florido para descansar um pouco da grade maratona do ponto do ônibus que está apenas 4 metros de onde estou agora, paro no sinaleiro que está aberto, agradeço, assim consigo tempo para retomar o folego.

Não tive uma noite agradável esta noite, pesadelos invadiram minha mente e transformou minha noite em um filme de terro. Pesadelos são horriveis e assustadores, aqueles sonhos sufocantes em que você tenta acordar mas não consegue, são os piores 

Na entrada da escola me agacho com as mãos sobre os joelhos, a corrida até aqui foi a morte para mim. Concerto minha posição e sigo em direção para dentro da escola. 

- Como é andar de ônibus ? 

Surpresa levanto minha cabeça em quando subo os degrau da escada. Paro ao olhar á minha frente duas garotas que impem de proposito minha passagem, Lee Yoon a namorada do Jimin e sua amiga me encaram no degrau á cima. 

- O quê ? - Pergunto confusa. 

- Eu nunca vejo você chegar de carro, sempre chega na escola sozinha, a pé, mais pessoas de classe alta não anda de ônibus, há não ser que você seja pobre, mas não é o seu caso não é ? - Ela se inclina para a frente com seus braços cruzados me encarando.

Sua postura de questionamento me irrita. Penso como ela sabe que chego sozinha, ou que ando de ônibus, como ela sabe disso ? Ela tem me observado então ?

Não me importo. 

- Não é da sua conta! - Respondo subindo um degrau. 

- Quem é você, garota ? - Ela me pergunta proibindo minha passagem. 

A encarei. - Ninguém que possa interessar a você. - Falei subindo as escadas passando por elas.

- Que garota insuportável! - Sua amiga fala em voz alta pelas as costas.

Subo os últimos degraus e me assustei ao colidir meu corpo com alguém no fim dos degraus.

- Ah! Me descu... Parei quando vi quem era, Jimin. 

- Porquê você não olha por onde anda ? - Ele reclama descendo as escadas.

Idiota mesquinho! Até parece que eu quis bater em você. 

Fui em direção ao meu armário, e aos poucos metros de distância me surpreendi com a espuma que transborda de dentro do armário fechado. Ao abri-lo, a espuma de dentro dele trasbordando pelo chão aos meus pés, mais uma vez sou presenteada com outra pegadinha de mau gosto. Isso está me enlouquecendo, estou aos nervos agora, não vou precisar ver meus livros para ter certeza que não irão servir mais. Eram os dois últimos.

 Me avalio e percebo que tenho que me acalmar, isso não é dana. " Isso não é nada Nicky, isso não é nada. Continue. " Penso em quanto dou as costas e caminho em direção a sala de aula. - OPS! - Um garoto se desculpa ao colocar o pé me fazendo tropeçar e cair de peito no chão, a dor é imediata. Todos dão gargalhadas junto com o garoto que agora sorrir com entusiasmo.

 Fico no chão, tentando encontrar coragem para levantar, meu seios doem e faço cara feia ao sentir o impacto da queda. Envergonhada me levanto devagar aos olhares e risos que me cercam, vejo que alguns me filmam, principalmente o garoto que me filma com seu celular orgulhosamente.

- Ohhhh! Ela vai chorar! - Uma garota zomba.

A tristeza que expresso agora dá seu lugar para a raiva que explodi como vulcão dentro de mim. Pisco algumas vezes para afastar as lagrimas, não derramarei uma lagrima se querer, não vou deixar que eles me vejam chorar, pego minha mochila e caminho com pressa para o banheiro, as vezes me colidindo com alguém pelo caminho.

Entro no banheiro e fecho a porta encostando sobre ela, eu choro por fim. Entro no banheiro e sento no vaso sanitário e choro. Pego meu celular e ligo para a tia Mary.

- Alô ? Nicky ? 

- Tia, sou eu! - Respondo com a voz indagada.

- Está tudo bem ? Aconteceu alguma coisa ? - Tia Mary no telefone me pergunta, sua voz está baixa, creio que ela acabou de acordar.

- Não, não aconteceu nada... Eu só... Queria ouvir sua voz. - Explico tentando não chorar. 

- Ah! Querida! Também sinto sua falta! Está tudo bem mesmo ? Você me ligando agora, pensei que tinha acontecido alguma coisa. - Tia Mary diz agora com sua voz normal.

- Sinto falta de casa! - Desabafo. Minhas lagrimas escorrem pelo meu rosto, mas tento manter a voz normal. 

- Eu sei! Aguente mais um pouco, você é forte, corajosa, destemida... As coisas podem está dificil mas em breve tudo vai mudar, tudo vai dar certo! É um novo pais, você ainda está se acostumando, já já você se familiariza e vai ver que não foi tão dificil assim. É uma questão de tempo, depois que você se acostumar tenho certeza que não vai nem querer voltar mais. 

Ouvindo suas palavras sinto ainda mais falta de casa, da tia Mary e dos seus abraços, sinto falta até dos gritos agudos de tia Rena pela casa, dos meus primos barulhentos, da minha vida. Quero minha vida de volta.

 Lembrei que lá já está noite, por causa do fuzo horário. Ao me despedir de tia Mary, me recompus, estendo minhas mãos e enxugo meu rosto molhado e saido do banheiro destemida a demostrar que não fui atingida e que estou bem. Não vou demostrar fraqueza, não aceito demostrar nenhuma fraqueza para eles.

Saindo do banheiro caminho em direção a sala de aula, Jimin está encostado na parede do corredor conversando com seus amigos e outros garotos. Passo no meio deles olhando para frente em marcha, sua presença, seu rosto, suas vingança, aquela garota metida, aquele garoto imbecil. Fecho meus punhos furiosa, eu os odeio ainda mais. Odeio essa escola.

Me dirigi para o laboratório de ciências, onde a última aula do dia vai acontecer. Entrei no local sem se importar com o lugar, sentei na última mesa da sala e minha atenção instantaneamente foi para a janela um pouco a frente de mim. Me perdi em meus pensamentos, apenas continuei a olhar o imenso jardim verde. 

A aula começa, mas não estou interessada. Meu coração sente o impacto das emoções que fluem sem controle, me sinto angustiada e ansiosa, o nevosismo toca conta me fazendo respirar rápido ao lembrar dos acontecimentos e pertubações que tenho tido ultimamente.

 Vejo em minha frente Jimin e seu grupo sentados na mesa,  Kim Taehyung ao se lado sorri entusiasmado com a fumaça colorida que sobe de dentro de um frasco magro de vidro, Hoseok que dança animado em seu lugar balançando o frasco de vidro nas mãos senta ao seu lado de Namjoon que está concentrado em quanto chacoalha o seu frasco em suas mãos, já Min Yoongi dormi com a cabeça sobre os braços, ignorando onde está.

O garoto que senta na mesa comigo faz todo o trabalho, ele não se importa, já que sua reação foi de desgosto quando viu que eu seria seu parceiro de trabalho. 

Eu não me importo.

- Muito bem! Agora troquem com seus colegas. - Ordenou o professor.

Os alunos trocam com as duplas de trás seus matérias, Lee Yooun namorada do Jimin levanta e vem em minha direção, eu estendo os braços para pegar, mas ela fingi um tombo e joga em mim o liquido verde que estava no frasco de vidro molhando meu uniforme.

- Ops! Desculpe! Escorreguei! - Ela fala colocando a mão na boca fingindo ser um acidente.

Congelei por um tempo, olho para o meu uniforme sentido tristeza do que vejo. Ela me olha com um sorriso de deboche, sendo seguida pela atenção silenciosa dos alunos que mantem em mim.

- O quê ? Quer dizer alguma coisa ? - Ela cruza os braços ao se inclinar para mim querendo uma resposta. - Ou vai chorar como um bebê ? Oh!  Também chamar a titia para vir te defender ? - Ela fala ao fingir estar triste. - Aqui! É de seda! - Ela joga um lenço sobre meu rosto que cai no chão.

Minha visão fica embaçada e a raiva me toma, meu coração acelerado chega a me causa dor de cabeça, me sinto envergonhada, humilhada, eu quero chorar, quero fugir dali e nunca mais voltar. 

- O que está acontecendo aqui ? - Pergunta o professor parando entre nós.

- Nada professor, eu escorreguei e derramei sem intenção nela. Eu sinto muito! - Ela se curvou levantando com um sorriso malicioso. 

- Voltem para os seus lugares. Continuem! - Ordenou o professor ao dá as costas.

Em pé sem reação e percebo olhares, volto a sentar em minha mesa envergonhada. Ela vira para trás e me dá um ultimo sorriso.

 Fecho meus punhos controlando o desejo de ultrapassar essa mesa e faze-la retirar cada palavra dita. Percebo que tremo, meus olhos estão em direção ao chão e não consigo esquecer , estou a ponto de explodir. 

A aula acaba e os alunos começam a sair aos poucos da sala, já eu continuo sem me mover sentada na mesa. Minha respiração está ofegante e respiro sem controle, começo a ter crise de asma. Abro ansiosa minha mochila á procura de minha bombinha, coloco minhas duas mãos dentro da mochila mas não encontro, começo a me desesperar. " Calma Nicky, você não está procurando direito, mantenha a calma e procure direito ". Penso tentando ajudar a mim mesma.

 Começo a tossir e sinto minha respiração enfraquecer ao ficar nervosa, mas continuo revirando tudo que está na mochila sobre a mesa. Toco no bolso do uniforme mas não está, ansiosa olhos para meus objetos sobre a mesa mas também não o vejo, fico desesperadamente inquieta e assustada.

 Me apoio sobre a mesa angustiada, meu caderno e alguns objetos cai no chão em quanto bagunço tentando encontrar, caiu de joelhos ao chão á procurar desesperadamente minha bombinha. " Ela não está aqui, ela não está aqui. Por favor, por favor! " . Suplico em pensamento engasgada. 

- Hey, você está bem ? - Alguém para em pé na minha frente.

Ignoro e continuo a procurar sem rumo no chão onde está alguns objetos que deixei cair.

- O que você tem ? - Abaixada agora a pessoa que fala comigo me olha. - Você está bem ? Hey ? - A voz me chama atenção. 

Já com lagrimas nos olhos, dessa vez olho para frente, Jimin, ele está abaixado em contato com meus olhos, uma parte do seu cabelo cai sobre sua testa, charmosamente em seus olhos. Eu o olho confusa, tinha certeza que estava sozinha, tinha certeza que todos haviam saido da sala. As lagrimas caem sobre meu rosto, caiu sentada no chão com uma das mãos em meu peito como se eu pudesse segura-lo, como se eu tivesse poder para cura-lo. 

- Hey, hey! - Ele segura em meu ombro ao me ver cair sentada. - O que você tem ? Está sem ar ? - Ele pergunta com seus olhos arregalados. 

Eu tento falar, tento explicar que preciso de ajuda, que a melhor maneira agora é ir para o hospital, mas não consigo, sinto frio, pensamentos ruins invadem minha mente, o terror como a escuridão de um pesadelo me amarra, começo a lembrar dos meus pais,  do acidente, da água que me sufocava, os pesadelos que tenho dito. " Por favor me ajude! Por favor... ". Eu imploro dentro de mim em quanto meu peito está seco, sem ar.

- Hey! Fique acordada, ok ? Vou chamar alguém, ele começa a levantar, mas é impedido quando toco em suas mãos. Ele volta seus olhos para mim e se abaixa novamente sem entender, tento avisa-lo para não cometer esse erro, não quero uma plateia me assistindo em quanto tenho um ataque de asma, não quero que eles me vejam assim, não assim.

- Ok! Apenas respire devagar, apenas respire. - Ele me instruiu pondo a outra mão sobre meu ombro. 

Fecho meus olhos por um momento, mas não consigo me concentrar em suas palavras, tudo ouço agora é o som que sai de minha boca, o som rouco, sem vida de um pulmão que trabalha em busca do ar.

- Hey, hey, hey! Não feche os olhos! Hey! Nicky! - Ele aumenta a voz segurando com suas mãos meu rosto. - Nicky! Respire, respire, respire, mantenha a calma, respire. - Ele olha para mim angustiado. 

 Ao ouvir ele chamar meu nome eu o olhei surpresa ao ouvir meu nome. Como ele falou meu nome ? Ele... Como... 

Voltei imediatamente e já não conseguia mais continuar, meu peito ardia, pois o esforço que estava fazendo em tentar puxar o ar estava cansando meu peito. Eu queria pensar em alguma coisa boa como mamãe sempre me ensinava quando tinha crise de asma, tentei trazer de volta todos os bons pensamentos da minha infância com meus pais, o modo como mamãe me ensinava a controlar a respiração, tentava me manter nesses pensamentos, mas saia deles a todo instante. 

Inquieta sentada no chão eu me apoiava sobre uma de minhas mãos ao chão, com a outra atribulada segurava meu peito. Já não conseguia controlar e minhas lagrimas caiam sobre meu rosto. " Por favor! " . Eu clamava em pensamento.

- Nicky, nicky, acalme-se! - Ele suplica ajoelhado no chão. Nycki, olhe para mim, olhe para mim. - Ele levanta meu rosto em suas mãos me fazendo olhar em seus olhos. - Droga! - Ele exclama olhando em direção a porta  procurando ajuda.

Ele volta seus olhos para mim, passar por trás de mim e ao encostar suas costas no pé da mesa, ele me abraça jogando suas penas para os lados, me deixando sobre sua proteção. Ele me envolve em seus braços juntando meus braços sobre meu peito, me fazendo deitar sobre si. Estou agitada e começo a sentir frio, jogo meus pés em quanto tendo trazer o ar de volta, e mesmo assim não percebi o que ele tinha feito.

- Ok, está tudo bem. Não se preocupe. Vai ficar tudo bem. Apenas respire devagar e mantenha a calma. Eu estou aqui, não vou deixar você. Respire devagar Nicky, devagar... 

 Ouvi sua voz sobre meu pescoço, senti seu queixo sobre ele. Algum em sua voz me chama atenção, e paro de me debater e ouço sua voz que ecoa como uma brisa em uma caverna fria. Deito em seu peito em quanto ele fala com voz doce em meus ouvidos, minhas lagrimas molham seu uniforme que está amassado, creio que tenha sido eu. 

O laboratório vazio, está o silencio, pode-se ouvir a respiração rouca que ecoa na sala. Eu me permito fechar os olhos por um momento depositando minha cabeça sobre seu peito que parece ser o lugar que preciso. Seus braços me envolvem e percebo que me sinto segura, protegida. Ouço sua respiração, o seu vento que as cocegas  sobre a pele do meu pescoço. Sua respiração me faz querer ouvi-la, me fazendo me concentrar nela. No medo já se fora e sinto a calmaria de uma praia cuja as águas dançam sobre as pedras sobre a areia. Agora, ele eu respiramos em sintonia. Agora nossos corpos respiram junto em quanto fico sobre seu peito. Seguro seus braços com os meus, estou de olhos fechados e sinto meu pulmão voltar ao normal agora, ainda assim continuo a respira com dificuldade. 

A claridão que vem do lado de fora da janela invade a sala fazendo com que ela fique iluminada, sinto a luz bater em meu rosto me fazendo abrir os olhos aos poucos. Vejo a messa e a cadeira, o chão, olho curiosa para os braços fortes que me envolve. O terno caido sobre a metade do seu corpo para trás deixa sua camisa social branca visivel, revelando seu braço forte, eu nunca reparei o quanto ele era forte, pois pelo uniforme é dificil de ver. Ele parece que malha ou faz alguma coisa do tipo.

Voltei em sim e tomei um susto ao ver nós dois abraçados, jogados ao chão do laboratório, fiquei com medo de que alguém pudesse entrar aqui de repente e olhasse nós dois abraçados no chão da sala. Isso seria minha morte.

Me separei do seu corpo jogando seus braços ao cair em si, os afastando de mim. Me ajoelhei paralisada olhando para o chão e imaginando a cena que acabo de ver. 

- Você está bem ? - Ele pergunta me olhando. 

Demoro a responder, pois estou em choque. 

- Estou, só... Só preciso... - Explico respirando fundo. 

- Seus lábios estão azuis... Você está bem mesmo ? Não quer ir na enfermaria ? - Ele me pergunta com um dos joelhos no chão. 

Eu olho em sua direção, a luz do dia reflete em seu rosto, seu cabelo caido sobre seus olhos, ele me olha com uma nova expressão, uma expressão que eu nunca vi antes. Seu olhar, seu rosto... Nunca tinha prestado atenção... Ele é lindo. Seu terno está caido para trás, mostrando sua camisa social que agora mostra um pouco do seu pescoço e seu peito, percebo que passei tempo demais o encarando, ele o mesmo, e coloco minha visão para o chão, apenas olho para o chão.

- Tome! - Ele fala tirando seu casaco, deixando seu ombro a mostra em quanto tira para me dar. - Está ficando frio aqui dentro. - Ele coloca sobre minhas costas. 

- Não! - Eu recuso caindo sentada no chão intimidada. - Tudo bem. Já me sinto melhor. - Falo tirando seu terno e o entregando. 

Ele me olha e começo a guardar dentro da mochila os objetos que estão no chão, me levanto em quanto ele me olha, e se levanta também junto comigo. Com minha mochila em mãos eu o olho timidamente. Nesse momento eu já não sei com que cara devo ter agora, apenas sei que estou envergonhada o suficiente para não encara-lo novamente. Isso não vai ser muito fácil pois ele está na mesma sala que eu. " Droga! ". Pensei fechado os olhos sabendo que existe um problema grande. 

- Está sentindo algo mais ? - Ele ele abaixa a cabeça me avaliando. 

Abro meus olhos e encontro seu olhar. Seu olhar é doce e calmo, ele está realmente preocupado comigo ele quer saber se estou bem de verdade. Seu rosto belo como se foi polido pela nuvem do céu graciosa, seu olhar de encontro ao meu meche com meu coração, de alguma forma.  1...2...3...Tum...Tum...Tum...

- Não, estou bem. - Respondo desviando meu olhar do seu. - Tenho que ir. - Falo dando as costas.

Sentada no ônibus de depois de um dia cansativo de emoções, relembro tudo que aconteceu. Como ele sabia que eu estava precisando de ajuda ? Como ele me viu ? Penso no momento em que abri meus olhos e vi que estava sentada sobre seu peito, seus braços a me envolver, sua respiração que cantava sobre meus ouvidos, sua voz doce, como o mar me acalmando, minha cabeça sobre seu peito e seus braços fortes me envolvendo... Ele tem braços fortes, musculosos, de alguém que faz academia ou algum assim, não exagerado mais o suficiente para combinar com seu corpo. " Oh céus, porquê estou pensando nesse garoto ? ". Penso chacoalhando a cabeça jogando fora meus pensamentos. 

Chego em casa cansada e vou para o quarto de pois de me despedir dos meus avos, visto meu pijama, pego meu cobertor, e me cubro aconchegada na cama. Fico de olhos abertos olhando para a parede em pensamento. Não há nada que tire de minha mente tudo o que ocorreu hoje, mesmo que eu tente ainda sinto meu coração abalado, mas isso é o mais estranho, ele está diferente. 

Balanço minha cabeça e resolvo apagar de minha mente, seja o que for que agora tenta tirar meu sono. Pisco os olhos tentando apagar as memorias daquele garoto, só de pensar no constrangimento que passei, eu tive um ataque de asma horrivel na frente dele, ele me viu chorar igual uma criança, já posso imaginar como será amanhã na escola, e sinceramente não estou preparada para ser o mascote da escola. Ele agora sabe qual é a minha fraqueza, pois ele me viu como nunca imaginou que poderia me ver, fraca. Estou em suas mãos. Ótimo! Não poderia ser melhor! Fecho meus olhos e para minha surpresa, Park Jimin foi meu último pensamento antes de perder os sentidos.

Um ruido fraco ecoa. O castelo foi visto. 



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