História You Complete Me - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Romance
Exibições 204
Palavras 2.826
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Antes de começar a falar alguma coisa peço desculpas pela demora, é que essa semana estava meio corrida (Não esqueci vocês rsrs NUNCA) e também tive o famoso "Bloqueio de ideias" ( Que passou rsrs).
Então minhas lindas depois do último capítulo onde algumas ficaram bravas comigo por causa do beijo kkk estou aqui com mais um capítulo. Sei que querem o beijo dos dois (Eu quero mais que vocês kkk) mas é difícil para eles dar um beijo por causa da amizade que tem entre os dois, acho que nem mesmo eles tem essa estrutura ainda, por isso estou indo por etapas rsrs mas com a Fé no Senhor esse beijo vai sair sim kkk. Como uma leitora falou (Andrea) quando envolve amizade a coisa fica mais difícil, mas se Deus quiser sai kkkk. Como a Myrna_Sophia falou #beijonatestanaoeobastante kkkkk super apoio kkk.
Muito obrigada pelos comentários, vocês são fantásticas.
Espero que gostem, Boa leitura.

Capítulo 5 - Fogaça tudo Bien?


Fanfic / Fanfiction You Complete Me - Capítulo 5 - Fogaça tudo Bien?

O amor cai de surpresa em cima de você, joga os braços em sua volta e transforma toda a sua existência. Infelizmente, a maioria de nós não reconhece a experiência ou não entende o impacto quando está acontecendo. Talvez porque o amor raramente surja nos lugares em que esperamos ou tenha a aparência que imaginamos.

- Paola acorda! Querida acorda. - A voz rouca foi captada pelos ouvidos da cozinheira e interpretada pelo seu cérebro rapidamente fazendo-a acordar depressa um pouco assustada, por impulso sentou-se na cama meio atordoada.

Ainda com a visão embaçada ligou o abajur no criado mudo ao lado da cama e conseguiu ver o semblante ofuscado de Fogaça em sua frente. Sem conseguir controlar suas reações sentiu seu estômago embrulhar, seu coração acelerar e uma felicidade indescritível percorreu o corpo da própria, assim como uma criança fica quando ganha o presente que tanto anseia.

Tentou compor alguma frase coerente enquanto se agarrava confortavelmente em suas cobertas, porém nada foi pronunciado. Ela abriu a boca para falar algo, mas não sabia o que dizer.

Passou longos segundos olhando para o homem, era incrível como olhar para ele parecia estar o olhando pela primeira vez, sua barba mal feita encantava Paola, o sorriso sincero a deixava boba, poderia observar por horas sem se cansar.

- O que está haciendo aquí? - Indagou. Se culpou por ser a única coisa que lhe veio em mente no momento.

- Estava com saudades. - O homem respondeu passando a palma da mão no rosto da mulher, o toque calmo e macio de sua mão fez Paola fechar os olhos e almejar por mais contato, que lhe era dado devidamente como desejava.

- Eu queria tanto vê-lo novamente. - Paola falou com os lábios rosados e intumescido.

Enquanto as mãos aveludadas do tatuado acariciava o rosto da chefe uma sensação de calma e tranquilidade percorreu seu corpo. Tê-lo ali a deixava em êxtase, em uma viajem de prazer fora da realidade, uma viajem na qual não queria mais voltar.

Quando abriu os olhos novamente para olha-lo sentiu uma estranha mudança na atmosfera que a pegou um pouco desprevenida, Fogaça não estava em sua frente. Um turbilhão de pensamentos rondou seu consciente tentando encontrar respostas para o que tinha acabado de suceder. Acabara de ver Henrique e conversado com o mesmo sem ao menos ele estar ali.

Um tremor atingiu seu corpo acompanhado com um medo que nunca havia sentido, não medo do paranormal e sim de si mesmo por estar tão desconexa.

- Eu necesito de um pisciquiatra urgente! - A mulher conjeturou tentado relacionar os acontecimentos que estava acontecendo consigo. 

Sem muito pensar pegou seu celular com a intenção de ligar para o jurado, tinha que esclarecer essa situação para ela mesma, não queria enlouquecer sem saber o porque de tudo isso estar ocorrendo. Antes, porém, que discasse o primeiro dígito, o som de uma voz aguda atravessou o quarto que estava apenas com a iluminação fraca do abajur. Uma pequena sombra com um ursinho de pelúcia nas mãos apareceu na porta.

- Mamãe eu tive una pesadilla! - Francesca correu ainda amedrontada em direção a sua mãe que a ajudou a subir na cama, que para ela era grande.

- No foi nada mi amor! Eu estou aquí. - A chefe abraçou sua pequena sementinha tentando acalma-lá. - Eu estou aquí.

Paola ficou acordada por algum tempo ainda, depois que o ritmo suave da respiração de Francesca a informou que ela já havia adormecido levou mais tempo para a mesma cair no sono, lembrando-se do quão paranóica estava ficando.

Seus olhos ficaram pesados, virou-se de lado, dobrou as pernas em posição fetal e agarrou ainda mais forte o pequeno corpo de sua loirinha. – Boa noite, meu anjo – murmurou, sonolenta, no quarto silencioso.

" Estou ficando louca!" - Pensou novamente silenciosamente para não acordar Francesca. - Realmente estou ficando louca.

+

No lado fora da janela o sol brilhava tépido e uma brisa agitava as poucas árvores que ainda eram encontradas em São Paulo. Como toda manhã o despertador avisou que era hora de acordar, arrancando Carosella das poucas horas de sono que conseguiu ter.

- Fran levanta! - Observou-a dormindo serena. Passou as mãos no rostinho angelical da menina, admirando cada traço, sua respiração estava calma assim como seu pequeno corpo que dormia entre as cobertas. Sempre soube que Francesca foi um dos melhores presentes que a vida podia te dar, talvez, até o melhor.

- Mamãe a Dalva vem hoje? - Fran perguntou ainda sonolenta, posto que tinha acabado de acordar.

- Hoje no mi amor! A Bebel que vai ficar com você. - Paola indagou enquanto seus olhos estavam vidrados em sua filha.

- Eu e o tio Fogaça fez um desenho pra ela. Você viu? - A loirinha deu uma leve levantada no tronco para olhar sua mãe.

- Sí, muy guapo. Parabéns.

- Será que ela vai gostar? - Francesca perguntou depois de um longo bocejo.

- Com certeza. - A chefe sorriu mostrando aceitação.

- O tio Fogaça desenha bem. - Fran coçava os olhos por conta do cansaço,  voltando a deitar-se.

- Ei, levanta pollito. Ontem quando cheguei você estava dormindo, no deve estar com tanto sono assim. - Paola levou seus dedos ao corpinho de Francesca e começou a fazer diversas cócegas ganhando várias gargalhadas.

- Mas eu brinquei muito ontem mamãe. - Fran sorrio, o cansaço que antes estava presente tinha ido embora. - O tio Fogaça é o melhor tio do MUNDO! - A pequena disse dando ênfase na última frase assim que se levantou da cama para pegar sua mochila em seu quarto. - Ele até me ajudou a arrumar meu uniforme. - Gritou no corredor segurando suas roupas, com a intenção de ser ouvida, o que não era difícil.  

Antes de tomar banho Paola respondeu algumas mensagens, duas eram de Jason que perguntou como ela estava. Depois de responder tais perguntas colocou uma música do David Bowie, Heroes, e foi tomar banho.

A pressão da água morna do chuveiro serviu como um antídoto para eliminar a preguiça matinal que estava sentindo. O banho foi rápido, não teve o luxo de demorar muito para não se atrasar como havia acontecido no dia anterior.

Saiu do banheiro vestiu apressadamente suas roupas, uma vez que ainda tinha que aprontar o café da manhã. Entrajou uma calça preta e uma camiseta com um profundo decote drapeado. Sua cor, jade, caiu bem com a sandália preta de salto grosso que escolheu.

Desceu para cozinha e preparou um delicioso suco verde com a ajuda de Francesca que estava pronta, pegou um pão artesanal que tinha e sentiu-se agradecida por ainda estar crocante por fora e macio por dentro.

Enquanto comiam um trovão ressoou pelos ares, antes de finalmente se reduzir a um ruído baixo e constante. Do lado de fora a chuva começou a cair com força e abundantes rajadas de ventos.

- Chuva. - A chefe jogou os ombros para baixo de forma que o ar de seus pulmões fossem liberados e ouvidos.

- Fica feliz mamãe, tá chovendo, as nossas verduras ficarão bem verdinhas. - Disse Francesca abrindo um sorriso de felicidade.

- Eu sei mi amor, mas vai estar um inferno as ruas agora! - Indagou vendo a chuva escorrer pelas janelas.

Em seguida do café da manhã foram para o carro. Paola colocou a chave na ignição e girou para dar partida, não obstante quando saiu para fora do portão o carro começou a dar uma "engasgada", quando dava partida uns "soquinhos" eram dados como se falhasse algo. O céu estava escuro, mais escuro que o céu de uma noite sem estrelas, a única força que reluzia a imensidão escura eram os diverso relâmpagos. As ruas além do carro não passavam de um borrão.

- Mamãe o que está acontecendo?

- No sei filha, o carro não está pegando! - Paola respondeu furiosa sem compreender o que estava acontecendo.

- Então não vou pra escola? - Fran perguntou surpresa com ar de empolgação.

- Claro que vai Francesca. - A chefe respondeu e a pequena passou a fitar a janela.

- Liga pro tio Fogaça então! - A loirinha sugeriu continuando a observar as gotículas de água formada no vidro, acompanhado-as com seus pequenos dedos. 

- Ele deve estar chegando na Band agora. - Proferiu a chefe tentando fazer o carro funcionar. 

 Sem muitas opções e com a chuva lutando contra as janelas para entrar no carro Paola decidiu que pediria ajuda para Henrique, ademais não era crime um amigo ajudar uma amiga. Deixou o orgulho de lado e a imagem do mesmo em seu quarto na madrugada e discou seu número.

Dois toques foram dado, no terceiro o chefe atendeu.

- Oi Fogaça, tem como você me dar uma carona? Meu carro quebrou. - Paola foi direta com medo de gaguejar.

- Oi tem sim! Estou saindo de casa passo aí e vamos pra Band. - A voz rouca provocou um tremor rápido e involuntário no corpo da cozinheira.

- También preciso levar a Fran na escola, tem algum problema? - Perguntou se recompondo.

- Claro que não, pensei que ela já tinha ido por isso não falei nada. Logo logo chego aí.

- Obrigada. No vai atrapalhar você?

- Você nunca atrapalha Pao. Tô saindo de casa.

- Okay.

- OI TIO FOGAÇA - A pequena loirinha gritou.

- Oi princesa! - Fogaça respondeu sorridente.

- Mamãe quero falar com o tio Fogaça. - Sem ao menos Paola perceber Francesca estava quase atacando sua mão e pegando o celular.

- Depois Francesca, ele está vindo pra cá. 

- Mas mamãe... - Antes mesmo da pequena concluir a frase Paola se despediu do homem e desligou.

A chefe com grande dificuldade encostou o carro na guia, uma vez que um acidente não estava em seus planos. Passado cerca de vinte minutos o carro de Henrique encostou ao lado do seu, mais que depressa as duas pegaram seus pertences e correram para o carro de Fogaça onde o mesmo se adiantou abrindo as portas para as duas.

Com algumas gostas no rosto e o cabelo levemente úmido Paola e Francesca estavam novamente em um lugar seco.

Ambos poderiam estar ligados a outras pessoas. Mesmo assim, no momento em que os chefes se viram, seus corpos começaram a palpitar e seus olhos a brilharem. Ficaram segundos fitando-se sem trocar nenhuma palavra, os olhos de Fogaça permaneceram vidrados na imagem da argentina com os cachos úmidos olhando para ele com um sorriso contagiante.

- No imaginei que o tempo fosse virar assim. - Paola indagou saindo do transe em que estava envolvida.

- Muito menos eu, tinha até sol de manhã! - Disse Henrique ligando o automóvel seguindo para o colégio de Francesca.

- Tio a mamãe adorou nosso desenho.

- Gostou? - Henrique perguntou surpreso.

- Claro que gostei. - Paola respondeu abrindo um sorriso.

O caminho foi normal, o número de carros estava alto mas sem tumulto. A chuva continuava a castigar as janelas do carro com um constante ribombar dos trovões. Francesca tagarelou o caminho inteiro, impossibilitando os jurados de trocar alguma palavra, apenas risadas, o que foi um alívio para Paola.

- É aqui? - Henrique perguntou estacionando o carro em frente a uma escola. 

- É sim tio. - A loirinha respondeu se soltando do cinto de segurança.

- Vem Fran! - Paola disse abrindo a porta do carro.

- Não Pao, deixa que eu levo ela. - Fogaça impediu a ação da própria, retirou sua blusa de couro e abriu a porta do motorista. - Vem pequena. - Pegou Francesca no colo e a cobriu com sua blusa correndo até a entrada.

Enquanto isso Paola olhou pela janela do lado do passageiro observado os dois na chuva. Perdida em seus pensamentos abriu seu Twitter e respondeu alguns fãs.

Uma frase em sua timeline a fez suar frio, e uma adrenalina indescritível faz seu coração disparar.

"Ainda vejo o teu rosto nos meus sonhos…

E queria que esses sonhos durassem eternamente. "

- Pronto, a  loirinha está entregue. - A voz do homem misturou-se com o ar frio que invadiu o carro fazendo a chefe levar um pequeno susto.

Sem perceber Paola bloqueou a tela e deu um sorriso de canto para Henrique.

Seguiram para a rede Bandeirantes, enquanto o céu se iluminava em meio aos relâmpagos os dois conversavam animadamente variados assuntos.

Os dois não perceberam mas seus corações estavam batendo na mesma velocidade, a cada palavra ou gesto que um fazia o outro interpretava na mesma sintonia. Mesmo que percebessem não saberiam o verdadeiro significado de tal conduta. 

Ademais, não sabiam que estudos afirmam que, quando a pessoa está apaixonada, o coração de ambos batem na mesma velocidade do que a de seu parceiro, mantendo o mesmo ritmo.

A conversa entre os dois estava tão prazerosa que nem perceberam quando chegaram em seu destino. 

- Gracias Fogaça. - Paola agradeceu fazendo um leve carinho na face do homem, logo foi arrebatada por suas paranóias e recolheu sua mão levando-a em seu colo.

- Não foi nada. Eu que agradeço, você e a mine Paola animaram meu dia, não me deixaram nublado como o tempo. - Fogaça deu uma gargalhada acomlanhado de Paola. - Vou deixar você aqui na entrada e vou estacionar o carro, assim você não se molha muito.

- Obrigada meu tatuado. - Paola agradeceu novamente saindo do carro e mandando um beijo no ar para o homem.

Quando adentrou emissora o vento gélido que sentia a minutos atrás se transformou em um ambiente quente e confortável. Seguiu para o camarim sabendo que tinha que se trocar, fazer maquiagem e cabelo.

- Oi. - Uma voz reconhecida começou a chama-lá, olhou para trás e era Ana correndo com suas pequenas pernas para alcanca-lá. - Dessa vez chegou cedo! - Ironizou.

- Ana necessito falar com você, se não vou explodir ou me internar. - Paola falou séria preocupando a jornalista.

- Conta tudo, vamos indo para o camarim então conversamos.

Chegaram no camarim e Ana correu para o espelho enquanto Paola não parava quieta, andava de um lado para o outro com as mãos na cabeça.

- Aninha eu estou ficando louca, não sei o que eu faço. - Enquanto Paola falava a apresentadora apenas balançava a cabeça em sinal de concordância. - Ana você tá pior que o Narciso, se preocupa não porque está linda, presta atenção em mim mulher. - Carosella aumentou o tom de voz recebendo a atenção de Ana para ela. - Depois que sonhei com o Fogaça... - Ana interrompeu a Argentina impossibilitando a mulher de continuar.

- Você sonhou com o Fogaça e não me disse nada?

- Claro que falei, mas não falei que foi com ele. Então... - A mulher continuo. - Depois do sonho vi o rosto do Fogaça invés do Jason e ainda falei com ele e toquei nele sem ele estar presente. Aninha o que está acontecendo comigo? - Paola perguntava confusa com as mãos na cabeça preocupada e assustada ao mesmo tempo.

- No céu tem pão? - Ana perguntou curiosa.

- O quê? Ana Paula eu estou aqui precisando de ajuda e você vem dizer isso? Obrigada pela grande amiga que você é. - Paola mostrou indignação pela atitude da amiga.

- Paola acorda! Você está apaixonada.

- Você está doida...

Duas batidas ecoaram pela sala e depois duas mulheres apareceram para iniciar a produção da chefe.

- Depois conversamos Pao. Conversa com ele! - Ana sussurrou e deu uma piscadela. 

- Ana volta aqui... - A cozinheira chamou tarde demais, Ana já tinha se retirado.

As gravações correram normalmente, levando em conta a tenção das provas que aumentavam a cada programa e o nível de dificuldade que seguia um padrão com o intuito de apenas se elevar.  O tempo todo Paola e Fogaça trocavam alguns olhares, Carosella tentou se livrar das imagens que viu de madrugada, imaginando o por que delas ter aparecido com tanta clareza, aparentando ser tão real. Levando-a então a concluir que após as gravações conversaria urgentemente com Fogaça, esclarecendo tudo.

Depois das provas foi hora de dar a nota de degustação, sempre levando em conta as técnicas utilizadas e as descrições de paladar. Houve algumas discordâncias mas os jurados chegaram aos resultados que queria, decidindo quem deixaria o programa.

Antes de voltarem ao estúdio e anunciarem a pessoa que voltaria para casa os chefes, a apresentadora e os participantes tiveram um momento de descanso.

Fogaça tinha saído na frente impossibilitando Paola de alcança-lo. A própria procurou pelo homem em todos os cantos que conhecia do lugar, encontrando-o impaciente encostado em uma parede branca com o punho esquerdo fechado e a coloração de sua face avermelhada. 

-  QUE PORRA É ESSA FERNANDA? - O homem gritou estressado sem perceber a súbita aproximação de Paola. 

- Fogaça tudo bien? - A chefe perguntou preocupada. 
  


Notas Finais


Então é isso meus amores, como a leitora BowieLover falou, eu quero um tio tatuado desse pra mim kkk. Espero do fundo do meu coração que tenham gostado. Desculpe pelos erros. Até a próxima. Beijos, adoro vocês!!!


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