História You Could Be Mine - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Alicia Silverstone, As Patricinhas De Bervely Hills, Axl, Duff, Guns N' Roses, Izzy, Rock, Romance, Slash, Steven
Exibições 92
Palavras 1.602
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ooooi, tudo bom com vocês?

Bom, o capítulo está pequeno. Eu acabei de escrevê-lo. Mas o próximo vai ser melhor, e vocês vão ver o porquê. Encontro com vocês nas notas finais ♥

Boa leitura.

Capítulo 17 - Shit!


Fanfic / Fanfiction You Could Be Mine - Capítulo 17 - Shit!

Tinha acabado de acordar. Estava sentada no sofá da sala enquanto uma manicure fazia minhas unhas, mas meus pensamentos estavam bem longe dali. E ironicamente, era sobre Axl. Ele não havia voltado para casa desde ontem, depois daquela cena toda. Era extremamente estranho mas eu me sentia um pouco desconfortável quando isso acontecia, porque eu sabia que Axl não fazia isso para aparecer. Todos nós já sabemos que ele adora ser o centro das atenções, mas, eu acreditava que naquela situação, ele não estava fazendo isso para atingir esse objetivo. Rose realmente tinha problemas, e eu aposto que não são nada leves. 

Mas, eu realmente devia me preocupar? Definitivamente não. Então por que isso simplesmente não saía da minha cabeça? 

— Ai! — Eu gritei, voltando para a realidade. — Você não sabe tirar uma cutícula? Acabou de me machucar! — Bufei. Pelo menos não estava sangrando. 

— Me desculpe, Débora. Eu não cheguei a te machucar, só peguei um pouco mais sem querer... 

— Tudo bem, tudo bem. Não faça isso de novo. — Disse e ela assentiu. Suspirei e continuei observando seu trabalho, fazendo de tudo para não voltar naqueles pensamentos. 

Depois de um tempo, notei a presença de Alice. Ela estava parada encostada no final da escada, com os braços cruzados. Me observava com um sorrisinho humorístico no canto dos lábios. Decidi ignora-la, e continuei observando a mulher acabar de tirar minha cutícula. 

— Sabe, Débora... — Ah claro. É lógico que ela não ia passar reto e ia falar alguma coisa pra mim. Olhei pra minha prima com cara de desdém. — Acho que não vai adiantar nada você fazer essas unhas. Vai ter que me ajudar lavar as louças do almoço. — Ela piscou pra mim e eu escancarei a boca. É claro que aquilo era só pra me irritar, assim como 99;9% das coisas que ela faz. 

— Vai nessa, Alice! — Rosnei. — Eu não vou lavar louça de jeito nenhum! 

— Ah, Débora... 

— De jeito nenhum! — Insisti na minha decisão para ela ficar bem ciente que eu não mudaria de ideia. A morena ficou me observando por um tempo e depois rolou os olhos. Bufou alto e saiu em direção a cozinha. Suspirei aliviada. Dessa vez havia passado. Nesse mesmo instante, a porta de entrada se abriu e meu tio apareceu com um sorriso. Fazia um tempinho que eu não via ele. 

— Olá, Deb! 

— Oi, Nicholas. — Cumprimentei. Ele chegou mais perto de mim e saudou a manicure com sua rotineira empolgação.  

— Oh, não estou acostumado com manicures aqui em casa. Na verdade, não me lembro de ter visto uma. Eu acharia incrível se Alice também quisesse fazer as unhas... Acho que combinaria muito se ela as pintasse de rosa... 

— Só nos seus sonhos que isso vai acontecer, pai. — Alice apareceu na sala, provavelmente escutando tudo que meu tio falava, já que ele não se esforçava para falar baixo. Daquela vez, tive que concordar com ela. Era estranho só pensar em vê-la usando roupas ou fazendo as suas unhas na cor rosa. 

— Não custa nada tentar, filha. — Ele sorriu e a mulher que fazia minhas unhas, riu. Inclusive, me esqueci o nome dela... 

— O que está fazendo aqui essa hora? 

— Bom, basicamente estou de folga o resto do dia todo! Adiantei meus trabalhos de hoje ontem, não tem mais nada pra mim fazer por lá. 

— Isso é bom. — Minha prima sorriu. — Preciso mesmo de ajuda para arrumar a casa, já que Débora se recusou de levantar essa bunda da cadeira pra ajudar. 

— Alice, querida, eu estou fazendo as minhas unhas! 

— Mesmo se você não tivesse fazendo, ia recusar do mesmo jeito em colaborar. — Ela disse e eu fiquei em silêncio. Aquilo era verdade. 

— Mas não tem problema! Tenho muita energia pra gastar, eu te ajudo filha! O que quer que eu faça agora? Vou só trocar de roupa porque se eu sujar esse terno, vou custar lavá-lo depois, e provavelmente vou usá-lo amanha... — Nicholas continuou tagarelando enquanto subia as escadas e eu dei graças a Deus quando sua voz não podia mais ser escutada. 

— Você teve sorte, patricinha. — Alice disse me fitando. — Escapou de ter que me ajudar nos serviços de casa. — Ela saiu em direção a cozinha, mas eu rebati alto o suficiente para que ela escutasse. 

— Se acostume com isso, porque eu pretendo continuar não te ajudando nisso. — A casa ficou em silêncio por um tempo. Nicholas voltou com uma roupa básica e foi para a cozinha lavar a louça com Alice. 

— Qual cor de esmalte você vai querer? — A manicure perguntou, mostrando suas dezenas de esmaltes. Suspirei. 

— Decisão difícil... Mas quero algo com brilho. Você tem rosa com glitter aí? 

— Tenho. — Ela pegou alguns vidros. — Rosa mais escuro ou mais claro? 

— Mais escuro. — Disse e ela assentiu, pegando o esmalte específico. — Qual seu nome mesmo? 

— Mary. — Assenti e observei ela começar a passar o esmalte cuidadosamente nas minhas unhas. Tudo estava calmo até a porta se abrir novamente. Eu quase bufei. 

— Olá, Deb. — Era Duff. Eu havia até me esquecido que ele morava aqui, não tinha o visto o dia todo. Ele usava suas típicas roupas de couro — provavelmente falso — e fumava. Embrulhei o estômago só de vê-lo soltando fumaça, mas notei que dessa vez o cheio era diferente do que estou acostumada vindo dele. Franzi a testa, fungando o nariz. 

— Que cheiro é esse? — Perguntei, mas Duff não estava prestando muita atenção em mim. Estava lendo algo em cima da mesa. — Que cheiro horrível é esse? Você sabe? — Perguntei para Mary, que me encarou. 

— Bem, eu sei... Você não sabe o que é? 

— É lógico que não! Que cigarro é esse? 

— É maconha. — Ela foi direta e eu arregalei os olhos. O que? Aquilo não podia ser verdade. Duff estava fumando... maconha? Eu estava mesmo sentindo o cheiro daquela droga horrível e fedida? Era ilegal! Onde ele havia conseguido isso? 

— Duff! — Eu gritei, assustando-o um pouco. Ele me encarou. — Que merda é essa? Você está fumando maconha? 

— Bom... Estou.... 

— Cadê o seu cérebro, seu idiota? Olha, eu não estou me importando nem um pouco com o fato de que você está se destruindo, mas fume isso bem longe de mim! Eu não quero sentir esse cheiro nunca mais na minha vida, ouviu bem? 

— Está bem, está bem, se acalme! Eu vou fumar lá no meu quarto, fica calma Deb! 

— Então vai! — Rosnei e ele assentiu assustado com meu estado. O loiro subiu as escadas correndo. Ouvi a manicure rir disfarçadamente. 

— Pensei que já estivesse acostumada com isso. — Ela murmurou. 

— Eu nunca vou me acostumar com isso. — Rebati, bufando. Fiquei em silêncio tentando me acalmar. Pelo menos o cheiro ruim estava passando. 

Passou algum tempo, e finalmente minhas unhas estavam finalizadas e secas. Paguei o dinheiro para Mary e ela foi embora, antes deixando seu telefone. Eu provavelmente chamaria-a na próxima vez, havia feito um bom trabalho. Suspirei, tentando decidir o que faria agora. Mas não foi muito difícil de saber assim que cheirei uma mecha do meu cabelo. Havia ficado com aquele cheiro horrível. Urgh! Que merda! Bufei alto e subi as escadas com raiva, chegando no meu quarto. Tranquei a porta e tirei todas as minhas roupas, colocando-as para lavar também. Comecei a lavar meu cabelo e passei shampoo quatro vezes para ficar bem cheiroso, como realmente deveria estar. 

 

ALGUNS DIAS DEPOIS.

 

Aquele era o típico dia que eu não queria nem levantar da cama. Eu quis chorar assim que abri meus olhos e tomei consciência do que viria mais tarde. Eu não queria permanecer ali jogada na minha cama o dia inteiro por preguiça.  

 

Era porque hoje é o dia. O dia que eu vou nessa merda de show com os meninos. 

 

Tortura. Eu só posso estar pagando pelos meus pecados mesmo. Oh Deus, me perdoe por todas as vezes que eu gritei com as minhas empregadas, agora posso ficar aqui trancada no meu quarto o resto da minha vida? 

— Débora! Abre a porta. — É, acho que não. Reconheci aquela voz como sendo de Dianna. Meio contra minha vontade, fui até a porta e destranquei-a. Dianna me encarava sorridente com Axl ao seu lado. Ele havia voltado para casa naquela mesma noite, porém demorou um pouco para voltar ao normal. Ficou um tempo sem conversar com ninguém e do nada começou a fazer suas piadinhas e chamar os meninos para ensaiar. Não preciso nem voltar a dizer o quanto ele é estranho, né? 

— Bom dia, garota! Está animada? 

— Olha para a minha cara de animação, Dianna. — Rolei meus olhos e me encostei no batente da porta, respirando fundo. 

— É uma pena você não estar animada para o grande dia, meu bem. — Axl e sua inconfundível ironia e chatice. Olhei-o com desdém. 

— Grande dia só se for para você. 

— Ah, para mim é mesmo. Vamos fazer um ótimo show. — Ele sorriu e Dih bateu palmas. 

— Vão mesmo! E o que vamos fazer depois do show? — Ela perguntou. Ia comigo, por que de forma alguma eu iria sozinha com os meninos. 

— Bom, estamos vendo ainda. Hoje vai ser programação especial, já que Débora Campbell vai nos acompanhar. Que honra, né? Vamos ver até quanto tempo ela suporta. 

— Suporta o que, Axl? — Cruzei meus braços. 

— Ficar sem interagir com a gente. Eu aposto que você vai acabar a noite bêbada pedindo pra mim te levar pra algum quarto. — O ruivo sorriu e eu arregalei os olhos. Senti a raivar se apossar de mim, e antes que eu fizesses alguma coisa errada, fechei a porta com tudo na cara deles. 

— Idiota! — Gritei e pude escutar Rose rir de mim. Passei a mão o meu rosto e pedi para os ventos para que aquela merda de noite passasse depressa.


Notas Finais


Booom, próximo cap finalmente vai ser esse show. Vamos ver o que acontece. Quero pedir desculpas por esse cap ser pequeno demais mas, era necessário. Por favoooor, continuem comentando que estão achando aqui pra mim, estou amando! ♥ E vocês, acham que vai acontecer o que nessa festa? HAHAHAH

Xx


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...