História You Don't Own Me - Capítulo 30


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Pamela Lillian Isley, Personagens Originais, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Arlequina, Coringa, Esquadrão Suicida, Harley Quinn, Hera, Joker, Poison Ivy, Relacionamento Abusivo, Romance
Exibições 275
Palavras 684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu demorei :( mas eu amo vocês

Capítulo 30 - Os mortos voltam a vida


Harley Quinn apertou o seu bastão contra as mãos e o golpeou em uma das grandes árvores que esculpiam a enorme floresta. Tudo que poderia ser ouvido naquela floresta era os gemidos de raiva da palhaça, as fungadas rápidas que a mesma fazia e o barulho da árvore sendo um ótimo saco de pancadas ao qual Harley descontava toda a sua raiva e dor.

— Já chega, Harley. A pobre árvore não tem culpa disso tudo — Hera exclamou andando até a palhaça, que cerrou os dentes, se afastou com alguns passos para trás da árvore e depois correu até a mesma, golpeando-a com um soco furioso.

Sua mão ardeu como o inferno, sentiu os ossos dos dedos estralarem e alguns pedaços da madeira perfuraram sua pele, fazendo algumas feridas serem abertas e expostas, o sangue começou a pintar a pele da mesma.

— Eu vou matar o Batman! — Ela gritou de dor e fúria, os olhos inchados de tanto chorar e as mãos com calos de tanto segurar coisas para ferir e descontar sua raiva no tronco da pobre árvore.

Harley Quinn foi puxada pelo braço — Pare com isso! Está agindo como uma cachorra sem osso! — Hera exclamou irritada, a palhaça já estava assim a horas e tudo que a mesma fazia era negar que o seu amante morreu e quebrar coisas.

— Estou morrendo aos poucos! Me deixe sozinha! — Harley cerrou os dentes saindo de perto da ruiva, que suspirou pesadamente e encolheu os ombros em derrota.

Um barulho de motor chamou a atenção das duas, que arregalaram os olhos e esticaram o pescoço ao ver uma figura de preto, montado numa bela moto e com seu rosto escondido pelo capacete.

A pessoa estacionou e então a ruiva e a loira perceberam e reconheceram quem era. Selina.

— Harley — A gata correu até a palhaça com uma maleta em mãos — Joker pediu para eu te entregar...

Harley Quinn cerrou o punho e golpeou o rosto de Selina no mesmo instante que a morena ergueu a maleta de medicamentos.

— Oh, q-qual o seu problema?! — Selina falou exasperada, ela deu dois passos para trás e passou a mão no nariz, que escapava um fio de sangue brilhante

— Sua gata estúpida! — Harley andou em passos pesados até Selina, que em primeiro momento estremeceu mas em seguida ergueu a cabeça e cerrou os dentes brava.

— A morte dele não é minha culpa! — A morena disse.

— Você estava lá! Poderia ter ajudado! — Harley rebateu segurando o máximo possível a vontade de pular em cima da ladra.

— Quando cheguei eles estavam lutando! Batman queria matá-lo à todo o custo! Harley, eu juro, eu tentei, mas o último pedido antes de morrer foi te entregar isso — Selina abaixou o olhar para a maleta, Hera apenas olhava a discussão de longe.

Harley Quinn pegou a maleta e fungou alto, as lágrimas sendo engolidas porque se escapasse alguma, a loira saberia que não conseguiria parar as outras.

— O corpo dele já foi enterrado. Tudo foi tão rápido, Amanda queria abafar o caso o máximo possível — Selina continuou — Ele realmente morreu, Batman optou em um caixão barato já que o comissário iria queimar o corpo, por algum motivo Batman não deixou.

— Como sabe de tudo isso? — Hera indagou aproximando das duas mulheres, que agora encaravam a ruiva.

— As paredes tem ouvidos, como vocês não sabiam disso tudo? — Respondeu e o silêncio vagou pela floresta calma e ao mesmo tempo tão agitada.

— Harley, o que você quer fazer agora? — Hera finamente se pronunciou, Harley levantou o olhar triste, puxando a maleta de medicamentos e falando decididamente:

— Onde o corpo dele foi enterrado? Vamos vê-lo, por uma última vez, não? E depois Amanda será a próxima a ter uma visita minha.

(...)

Joker abriu os olhos agitados e os vagou por todo o ambiente. Ele se deparou com a escuridão, seu corpo estava esticado, sua boca estava seca e o ar era limitado.

"Hora de improvisar" Ele pensou assim que se deu conta que estava dentro de um caixão barato. 


Notas Finais


É curto mas foi feito com amorzinho rs


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