História You don't own me (Fanfic) - Capítulo 7


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino, Personagens Originais
Tags Adrien, Adrinette, Alya, Ladrien, Ladybug, Marinette, Miraculous Ladybug, Nino, Romance, Shoujo
Visualizações 479
Palavras 2.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo novoooo!!! UHUUUU!
Fiz uma coisa mais light, bem levinha e fofa, espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 7 - Sunday


O cabelo azul claro estava espalhado pelos lençóis, os braços para cima, presos por uma fita vermelha no dossel de madeira escura da cama, o corpo escultural completamente nu, deixando exposto cada detalhe. O loiro ficou por cima dela, delicadamente percorreu os dedos pelo pescoço da mulher, que se contorcia e sorria em resposta, então ele começou a beija-la, provando o doce gosto da sua pele, foi descendo pouco a pouco, sem deixar que seus lábios se afastassem, fazendo com que ela delirasse de tesão, até que chegou aos seus seios e lambeu levemente o mamilo rosado, fazendo ela gemer em resposta, sorriu perverso e começou a chupar sutilmente, deixou sua mão direita descer até a vagina dela e penetrou dois dedos, fazendo com que ela gemesse novamente.

Adrien acordou de supetão com o barulho insistente do despertador, sentou e passou as mão pelos fios dourados, tentando arruma-los, esfregou os olhos, olhou para baixo e viu que estava excitado, riu.

- Qual é, Adrien? Está parecendo um adolescente. – Falou para si mesmo.

Fazia um tempo que não tinha sonhos eróticos, principalmente com uma pessoa aleatória, só havia visto aquela mulher uma única vez, nem mesmo sabia quem ela era e estava assim, mas não precisava se preocupar, pois iria leva-la para cama na próximas vez que fosse na Miraculous, tinha certeza de que não seria uma tarefa difícil, estava acostumado com as mulheres caindo aos seus pês e tinha certeza que com Ladybug não seria diferente.

Levantou, tomou um banho morno e vestiu uma bermuda de tecido, uma camiseta e pôs um tênis, gostava de sair para correr nos domingos de manhã, principalmente pelas ruas estarem vazias aquele horário, o que lhe passava uma paz absurda. Desceu até o térreo e começou a correr pela calçada, percorrendo os parques que rodeavam sua casa e a Torre Eiffel, os raios de sol aqueciam a sua pele, fazendo com que ele se sentisse mais vivo.

Como uma flecha, ele viu uma cabeleira ruiva em um carro, congelou, tentou olhar mais atentamente, mas era impossível, estava a uma distância que era quase impossível ver o rosto com nitidez. Seu coração gelou, borboleta reviravam seu estomago, não podia ser ela, estava ficando paranoico, principalmente por ela o está cercando de todos os lados, ligando e mandando mensagens insistentemente, o loiro tentava ignorar, mas parecia ser muito pior.

Quando o sinal abriu e o carro partiu, o Agreste voltou a correr, mas dessa vez não estava focado, sua mente viajava por lugares distantes, que nem ele mesmo sabia aonde era, um impacto forte em seu peito fez com que ele voltasse instantaneamente sua atenção para o alvo atingido.

Viu a mulher de cabelo escuro no chão, cercada de livros, o encarando como se fosse um verdadeiro maníaco, sem pensar duas vezes abaixou e começou a recolher os objetos do chão e depois estendeu a mão para que ela levantasse.

- Desculpe, não estava prestando atenção. – Adrien a encarava um pouco sem graça.

- Eu também estava distraída, não se preocupe, foi um acidente. – Sorriu gentil e limpou a poeira em seu vestido esverdeado.

Ela pegou os livros e encarou o loiro, sabia que já o tinha visto em algum lugar, mas não sabia exatamente aonde, mas afastou a ideia da sua mente já que ele parecia ser um morador da região nobre de Paris, então a chance de conhece-lo era praticamente inexistentes e mesmo que fosse um frequentador da Miraculous, ela nunca saberia.

- Sou Marinette. – Sorriu, o que fez com que seus olhos azuis cintilassem.

- Adrien, quer ajuda com os livros? Acho que estou te devendo. – Retribuiu o sorriso dela.

- Agradeço a ajuda, mas não vou ficar por aqui, estou indo para longe, não quero te atrapalhar.

- Não atrapalha, é o mínimo que posso fazer, posso ajuda-la até metade do caminho, o que acha? – A encarou com as sobrancelhas arqueadas e um doce sorriso.

- Tudo bem, obrigada. – Riu e entregou parte dos livros ao loiro.

Caminharam lentamente, conversando sobre assuntos aleatórios, sem nunca ir para assuntos muitos pessoais, Adrien não costumava ser gentil e amigável, mas tinha simpatizado com a mulher, parecia ser alguém interessante e doce, diferente das pessoas com quem estava acostumado a conviver.

- Então, para que tantos livros? – Perguntou curioso.

- Estou indo fazer uma doação, para um orfanato, tinha esses de quando era criança.

- É uma atitude muito nobre, Marinette. São poucas as pessoas que tem atitudes assim. Se importa se eu te acompanhar? 

- Não, seria ótimo ter mais alguém para ajudar. – Animou-se com a ideia. – Gosta de crianças? 

- Gosto, mas não tenho nenhum jeito com elas, estou acostumado a lidar com adultos. – Riu.

- Sério? É muito mais fácil lidar com ela e eu sei do que estou falando. Toda semana vou lá, fico com pena por elas crescerem sem o amor e o carinho de uma família. 

Adrien olhou admirado para a mulher, fazia tempo que havia desfrutado de uma companheira assim, que se preocupava mais com os outros do que com o próprio umbigo e foi inevitável conter o sorriso sincero, pela primeira vez não estava presente só nos lábios, como no sorriso também. 

Após alguns minutos de caminhada chegaram a um antigo prédio, com pintura de cor creme, um tanto quanto sem graça, a azulada dirigiu-se ao porteiro, que logo a reconheceu e deixou que os dois passassem. 

Foram até uma sala de estar, repleta de sofás e poltronas, com foto das crianças e adultos, que presumiu serem os funcionários, presos nas paredes, parecia ser um lugar muito aconchegante, com alguns problema estruturais, mas nada que um pouco de dinheiro não resolvesse. 

Foram recebidos por uma freira que trajava um hábito de cor preta e branca, ela sorriu ternamente para Marinette. 

- Que bom vê-la novamente, minha filha, vejo que trouxe mais alguém, quem é esse belo rapaz?  

- Adrien, prazer. 

- Ele está me ajudando com os livros. Aonde estão as crianças, Madre?  

- Estão no jardim, aproveitando esse dia maravilhoso para brincar ao ar livre. Elas vão ficar muito feliz em vê-la. 

Marinette entregou os livros para a senhora, que agradeceu com entusiasmo e se retirou para coloca-los na pequena biblioteca que mantinham, a azulada já conhecia o lugar, não tendo dificuldade em chegar no jardim.

Viu as crianças brincando animadas em um parquinho improvisado, outras brincavam de pique-esconde, pega-pega, entre outras. Tudo sob a supervisão rigorosa das freiras, necessária para evitar qualquer acidente ou briga. Eram crianças de um a sete anos, que esperavam todos os dias para encontrarem uma família, mas muitas ficariam ali até completarem 18 anos, uma realidade que fazia com que o coração da mestiça se partisse.

Adrien encarou sorridente as crianças, nunca tinha estado em um lugar como aquele, na verdade, nem sequer lembrava que existia algo além do seu mundo perfeito, cercado de luxo, havia passado tanto tempo preocupado em corresponder às expectativas dos pais e ficar ainda mais rico que se esqueceu completamente de fazer o bem e ajudar as pessoas.

Era um orfanato que precisava de tantas coisas, como uma pintura nova, móveis melhores, um espaço descente para as crianças brincarem, mas, apesar de tudo isso, era visível todo amor e carinho. Algo que ele tinha experimentado muito pouco em sua vida, sua mãe tinha um jeito muito peculiar de demostrar que o amava, sempre se preocupando com sua posição de herdeiro, sua imagem e futuras esposas, mas ele sabia que ela o amava, já seu pai sempre foi frio e distante, só se preocupava que seus filhos se manteassem na linha, assim não manchariam a imagem impecável dos Agreste, seu irmão era algo que nem valia a pena comentar. Só veio realmente descobrir o amor e carinho puros, quando estava com Marie, foram os três anos mais felizes de sua vida, até que tudo acabou em um passe de mágica.

O sons das risadas vindas em sua direção fez com que ele retornasse do seu devaneio, olhou para baixo e viu crianças agarradas nele, ficou sem jeito, encarando-as como se fossem as criaturas mais estranhas que já havia visto. Olhou para o lado e viu a azulada abaixada, acariciando a cabeça dos meninos e meninas, conversava animadamente com elas e um sorriso bobo escapou do seus lábios.

- Quer brincar? – Um garotinho muito pequeno, de grandes olhos castanhos e cabelos cacheados, encarava o loiro e o puxava pelo dedo indicador.

O Agreste achou impossível resistir aqueles olhos pidões e meneou a cabeça em um sinal positivo, fazendo o garoto sair correndo e puxando o mais velho para uma brincadeira de esconde-esconde. Logo Marinette e outras crianças se juntaram a eles, fazendo uma grande bagunça.

Ficaram toda a manhã lá, brincarem com as crianças, comeram a torta limão especial das freiras, que era realmente muito deliciosa, depois Marinette achou de bom tom levar o loiro para conhecer o local, mostrou cada canto do orfanato e como o sistema funcionava lá dentro, estava quase chegando a hora do almoço e acharam que seria melhor ir embora, assim evitaria uma baderna na refeição, além de precisarem cuidar de suas vidas pessoais.

Despediram-se das crianças e das freira, foram caminhando até a entrada, parando vez ou outra para reparar em algo e esperar a Madre superiora, que mandou avisar que já os encontraria.

- Aqui é realmente incrível, as crianças são ótimas. – Adrien sorriu.

- Sim, elas são maravilhosas, fico feliz que tenha gostado e obrigada pela ajuda. – Falou sincera.

- Não tem de que, era o mínimo que podia fazer, mas agora te devo mais um favor por ter tornado o meu dia tão agradável.

As palavras de Adrien fizeram com que a azulada corasse, algo que não acontecia a muito tempo, ela limitou-se a sorrir, sentiu um alívio percorrer seu corpo após ver a Madre superiora se aproximar.

- Tem certeza de que não querem ficar para o almoço? – A senhora perguntou com ternura.

- Agradeço o convite, mas realmente preciso ir. – Marinette respondeu.

- O mesmo vale para mim, tenho trabalho a fazer, mas quero deixar uma coisa.

O loiro pegou a carteira no bolso e tirou um talão de cheque, pegou a pequena caneta, que deixava junto, e o preencheu, destacou e entregou a freira que o olhou espantada.

- É muita generosidade, meu filho, Deus te abençoe. – Os olhos dela se encheram de lágrimas de alegria. – Esse dinheiro vai ser de grande ajuda.

- É um prazer ajudar. – Beijou as mãos da senhora, que corou.

Os jovens se despediram e saíram do orfanato, deixando para trás muitas sementes de felicidade, a azulada virou-se para ele, imediatamente as orbes azuis encontraram as verde oliva, fazendo despertar uma certa familiaridade.

- Acho que é aqui que a gente se despede. – Marinette ajeitou a mecha de cabelo que sai do lugar por causa do vento, colocando-a atrás da orelha.

- Infelizmente, sim. - O loiro a encarava com um certo encantamento, então um estalo veio em sua mente, pegou a carteira e tirou um cartão de visita e o entregou a mulher, que o olhou curiosa. – Me ligue, caso precise de algo, ou não sei... – Parecia que as palavras tinham fugido.

Não era um habito comum sair entregando seu cartão para estranhos, mas tinha simpatizado com a mulher, parecia ser uma boa pessoa, realmente achava que estava em dívida, pois sua manhã tinha sido maravilhosa graças a ela, uma simples garota de olhos azuis, que apenas sabia o nome. Esperava ter a chance de conhece-la melhor, no fundo estava esperançoso que dali surgisse uma boa amizade e que pudesse desfrutar mais vezes da sua agradável companhia.  

Se despediram e o loiro seguiu o seu caminho, a azulada pousou o olhar no cartão, era totalmente preto com inscrições douradas em auto relevo, estava escrito “Adrien Agreste, C.E.O”, virou e viu o nome da empresa Cerps estampado, juntamente com alguns números para contato. Sorriu para si mesma e colocou o cartão no bolso, não pretendia ligar, mas nunca se sabe.

 

 

 

 


Notas Finais


E aí? O que acharam?
Me digam aqui nos comentários.
Não esqueçam de Favoritar, caso tenha gostado e dar nota.
Até breve!


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