História You Got it Bad - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Novela, Romance
Exibições 85
Palavras 1.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BOA LEITURA.

Capítulo 12 - She Wake


Fanfic / Fanfiction You Got it Bad - Capítulo 12 - She Wake

''You've gotta make a decision. You leave tonight or live and die this way.''
                                              Justin Bieber.




— ALICE WALDORF ONDE ELA ESTÁ? — a enfermeira me olhava assustado e não sabia o que responder — AONDE PORRA? 
—Justin se acalma.
—NÃO CHUCK EU QUERO SABER ONDE ELA ESTÁ!
—Justin? — olhei para o lado e Ryan se encontrava ali junto com alguns de nossos amigos e Dan. O que aquele babaca fazia ali? 
—Onde ela está Ryan? Por favor me diz que ela tá bem por favor. — sacodia os braços do meu amigo enquanto chorava esperando uma boa resposta.
—Ela tá na sala de cirurgia cara, relaxa vai ficar tudo bem. — Tripp disse vindo até mim e dando leves tapinhas nas costas. Chuck me empurrou até uma das cadeiras e me sentei entre ele e Vanessa.
—Você quer conversar? — a garota perguntou. 
—Primeiro eu preciso saber o que esse cara faz aqui? — disse apontando com a cabeça para o rapaz que caminhava em direção ao bebedouro. Dan.
—Oh... ele veio com Chris... ele também é amigo dela Justin. —ri sem humor.
—Ele é um babaca metido a chefe que flerta com ela.
As horas iam se passando, meu choro já estava menos dramático e encarava o tal Dan Randolf com o pior olhar, como se meus olhos fossem uma metralhadora e eu estivesse atirando sem parar. Já faziam 3 horas que estávamos ali, alguns já tinham ido pra casa mas e só sobraram eu, Vanessa, Nate, Ryan e.... o playboy encosto. 
—Justin, quer que eu peça uma água com açúcar? Você me parece nervoso cara. — agora o viadinho ainda resolveu dar pitaco?
—Não Randolf, já teria o feito se estivesse precisando.
—Tudo bem. Só acho que todos precisamos estar calmos.
—Eu acho que você nem deveria estar aqui, mas mesmo assim, está. — ele riu. 
—Bom, não estamos aqui baseados no que você acha não é? Tem uma garota lá dentro precisando do meu apoio.
—Ninguém precisa de você Randolf.
—Justin! — Ryan me repreendeu. 
—Só estou dizendo. 
—Justin? Será que podemos conversar? — Nate se levantou assenti e o segui pelo corredor. — Eu sei que tá sendo difícil pra você mas tenta se acalmar tá legal? Eu torço muito por você e Lis, mas preciso que você me ajude agora cara, é uma situação difícil.
—Tudo bem, me desculpa pelo que aconteceu lá dentro, mas aquele cara é um pé no saco.
—Eu sei... Entendo você. Mas relaxa tudo bem? — demos um breve abraço e voltamos a salas de espera, onde passamos toda a madrugada.....


Já faziam três dias em que Alice se encontrava em coma. E todos os dias eram monótonos. Sem ela não tinha vida, sem ela não tinha sentido, sem ela não tinha motivo. Sem ela nem eu me tinha. Olhava pela janela da sala pensando em sair logo daqui e ir até o hospital passar um tempo com minha menina. 
—Pessoal é isso por hoje — parece que os anjos ouviram minha prece - Bieber quero falar com você. — ou não.
—Sr. Simpson
—Você precisa tentar relaxar Justin, você ouviu alguma coisa da aula hoje?
—Professor você sabe... 
—Como ela está? — o olhei. 
—Ainda não acordou. 
—Oh garoto... seja forte tudo bem? E me mande notícias. — puxou sua pasta e saiu da sala.
Nos corredores as pessoas me lançavam sorrisos confortantes mas eu não retribuia nenhum deles, eu sentia que aqueles dias era como se eu estivesse apenas sobrevivendo, somente a espera de um sinal, que ela acordasse ou qualquer melhora em seu quadro. 
—Bieber!
—Estou atrasado Chuck. 
—Você está indo vê-la não é? Me mantenha informado, por favor. —fiz menção de entrar no carro e ele segurou meu braço.  —É sério. Você me conhece melhor que qualquer pessoa, você sabe que no fundo eu me preocupo com você, e ela causa em você sintomas que eu nunca senti e não consigo entender mas eu torço por vocês. 
—Eu sei que sim irmão. Te mando notícias de lá.
 
Segui rumo a minha segunda casa, o hospital estava sendo meu lar nesses três dias. Nate ia na parte da manhã, e assim que eu saía da aula ia pra lá, almoçava por lá mesmo e ali ficava a tarde toda até os pais de Alice chegarem no fim de tarde ficavam com ela para eu ir em casa tomar um banho e voltar de novo já que insisti para que deixassem eu ficar cuidando dela na parte da noite. 
O dia passou rápido, vi tv, li algumas revistas, os pais dela chegaram, fui em casa, voltei, nos despedimos e agora estou aqui, olhando para minha garota deitada nessa cama, ainda desacordada. Me aproximo. Toco seu rosto. Sorrio.
—Trouxe meu violão. Você gostava quando eu tocava, lembra? Eu quero cantar uma música pra você.
''You've got a fast car
I want a ticket to anywhere
Maybe we make a deal
Maybe together we can get somewhere
Anyplace is better
Starting from zero, got nothing to lose
Maybe we'll make something
Me and myself, I got nothing to prove.''

—Ah meu amor.... Desse jeito que eu ando eu não sei se aguento mais uma semana. Entenda, é tudo demais pra mim. Nunca precisei tanto de alguém como preciso de você, nunca desejei tanto um sorriso como desejo o seu, nunca esperei tanto por um beijo como espero pelo seu. Eu nunca fui tão eu mesmo como sou com você Lis e perdão se às vezes meu jeito infantil de reagir te assusta ou te incomoda.  Me sinto uma criança confusa diante desse sentimento, me sinto frágil diante do medo de te perder, pequeno diante da perfeição que a cada dia descubro em você, e cego diante da luz e magia que flui naturalmente dos seus olhos e do seu sorriso. Eu não sei o porquê de tudo isso. Não compreendo a imensidão do meu desejo. Poetizam a dor como se fosse algo bom de sentir mas não é bem assim, não conheço um alguém que goste de chorar. Acham que sofrer é amar demais, mas pra mim o maior amor é aquele que nasce em meio a mil sorrisos. E já passou da hora de você acordar, e voltar a sorrir pra mim, já passou da hora de deixarmos os sorrisos falarem mais alto que as lágrimas não é? E.. eu sei que você pode me ouvir meu amor, então por favor responde ao meu pedido e acorda, volta pra nós, volta pra mim. — uma lágrima escapou caindo em sua boca, ri fraco, passei a mão por seu rosto e me deitei no sofazinho que até então estava sendo minha cama.

Quarto dia. Acordei, fiz minhas necessidades matinais, Nate chegaria daqui a poucos minutos, me despedi da minha garota e saí até o refeitório onde tomaria meu café antes de ir para a faculdade. Não tinha dormido bem essa noite, e no meio da noite Alice teve uma rápida parada respiratória, os médios correram até lá e ligaram a máquina que a faria respirar melhor, depois desse susto, mal consegui pregar o olho. Eu estava sentado sozinho em meio a várias mesas cheias de pessoas vestidas de branco, uma mão tocou em meu ombro e vi Mandy, a enfermeira que acompanhava Alice.

—Senhor Bieber?
—Sim, alguma coisa errada?
—Oh não Senhor, é a paciente Waldorf. Ela acordou

''Ela acordou'' a frase se repetia como um eco em minha cabeça, me levantei rápido e fui correndo pelos corredores até seu quarto, abri a porta bruscamente e ela me olhou um pouco assustada mas logo sorriu. ELA REALMENTE HAVIA ACORDADO.

—Lis — sussurei. 


Notas Finais


Relaxem, foi só um susto! Baby Lis já acordou, mas será que agora eles vão se acertar?
Comentem, compartilhem, e favoritem a fic <3


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