História You Got it Bad - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Novela, Romance
Exibições 34
Palavras 1.532
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura, nos vemos nas notas finais!

Capítulo 14 - Conversa de Cozinha


Fanfic / Fanfiction You Got it Bad - Capítulo 14 - Conversa de Cozinha


I'm realizing how much you made a change in my life and I don't wanna spend it with nobody else. Hear me? Don't nobody deserve myself.
                                          Alice

 


Ai.meu.Deus o que acabou de acontecer? Olhei pra Justin que tinha seu semblante incrédulo e logo saiu marchando para o lado da cozinha com Ryan chamando por ele atrás.
— Parece que o ex namorado não gostou muito disso. — olhei indignada para o belo rapaz a minha frente, bom Dan, eu também não. Pensei. Não que ele seja de se jogar fora ou qualquer coisa do tipo, mas meu ''chefe'' acaba de passar de todos os níveis na intimidade que cá entre nós, nem existe! 
— Dan, você não devia ter feito isso. 
— Ah Lis.... Foi só um selinho. 
— Eu preciso falar com Justin. 
— Opa mocinha, calma aí — mamãe me puxou de volta para o sofá, de onde ela saiu? — Primeiro, eu e seu pai queremos te dar um presente. — olhei para o lado e encontrei Dan de costas conversando com meu irmão, que me tranquilizou com o olhar. — Nós encontramos esse colar, é um pequeno trevo de quatro folhas, a moça disse que era ótimo para sorte e proteção também, então seu pai mandou gravar a inicial de cada um da família das pétalas. 
— É lindo mãe, obrigada. Vamos pai, coloque-o em mim. 
— No cabo da folhinha nos mandamos gravar um P. para que Peter também esteja com você, eu sei que ele protege todos nós lá de cima. — os olhos de minha mãe não escondiam a dor dela mas agora estavam mais conformados. — Bom, é isso, eu e seu pai vamos voltar amanhã cedo, então já vamos ocupar o quarto de hóspedes. 
— Não durma tarde mocinha, você ainda precisa de repouso. 
— Tudo bem pai — ri. — Prometo que isso aqui não vai até tarde — pisquei. 

Olhei em volta e as pessoas conversavam animadas, mas nem sinal de Justin e Ryan. Eu estava um pouco incomodada sentada ali, e ansiosa, quer dizer, eu e Justin não voltamos, mas eu imagino o quão horrível deve ter sido isso pra ele, mas ele não tem direito de ficar tão histérico assim... tem? Eu estava confusa.

— O que você tá matutando aí, huh?
— Van... Oi.. Eu só estou um pouco confusa com minha relação com Justin.  Eu disse que a gente tinha voltado às boas, mas não voltado a namorar, eu quero começar do 0. 
— E então, Dan te beijou. 
— Foi um selinho Vanessa.
— Ué, e daí? 
— O negócio é que parece que o Justin louco voltou á tona à partir disso aí. 
— Ele tava feliz demais Lis, e aí do nada chega Dan e faz isso, claro que ele ia ficar frustrado, as esperanças dele acabaram de nascer de novo. 
— Vou falar com ele. — ela sorriu. 

Levantei com um pouco de dificuldade e caminhei até a cozinha onde Justin tava sentado de costas conversando com Ryan. Sua rizada dava pra ser ouvida, e ela um dos sons mais gostosos que eu já havia escutado, senti falta disso. 

— Oi — sussurrei  e os dois se viraram assustados.
— Hm, vou ver se Vanessa ficou com meu celular, fiquem a vontade — Ryan saiu. 
— Precisa de ajuda? 
— Não, tudo bem. — me sentei de frente para ele no lugar de Ryan. — Posso saber o que era tão engraçado?
— Coisas de homem. 
— Então agora vocês tem segredinhos? — estreitei os olhos e ele riu olhando pra cima. 
— Não Alice, não vou te contar nada. E não adianta fazer biquinho. — rimos. 
— Desculpa, tá? Eu juro que não esperava por aquilo, eu não sei o que deu nele.
— Eu sei. Ele sempre quis te comer, tá mostrando as asinhas agora.
— Justin!
— Desculpa. — suspirou — Alice, você sabe que eu sempre fui e sempre serei complicado. Você sabe da existência do meu lado birrento, que faz birra o tempo inteiro, sabe do meu lado marrento, que adora fazer marra só pra você me dengar, e sabe do meu lado complicado, ciumento e possessivo de ser... Mas você sabe que eu tenho meu lado de ser que é só seu, o lado que ninguém conhece, e que ninguém nunca vai ver.  Eu sempre te disse isso. 
—  Eu sei que você é problema de montão. 
— E você gosta.
— Gosto desse perigo 24 horas por dia —  sorri e levantei atrás de um copo de água. Justin me seguiu enchendo minha bochecha de beijinhos e logo colocou seu braço ao redor de mim puxando um pouco, atrapalhando o que eu queria fazer, resmunguei uns xingamentos e o empurrei pra trás com o ombro. 
— Larga, velho. 
— Que é, paixão? — sussurrou, mordendo minha orelha. 
— Tá me atrapalhando troglodita. — ele riu
— Você é péssima. Você que disse que gostava do meu perfume e sei lá mais o que naquela sua metáfora horrível. Era só dizer que me amava ainda. 
— Viu? Você é um troglodita. — me empurrou com a cintura para frente me fazendo encostrar com tudo no balcão.  — Justin!  — Fez sua cara de inocente. 
— Que é? 
— Como você é irritante, meu senhor. Por que tô contigo? 
Você tá comigo? — fiz uma careta. — Você com vergonha é tão fofinha. 
Saí de seu abraço e voltei para a geladeira, procurando algo para comer agora. 
— Ei. — ignorei. — Alice. —vem olhei. — Lis....
— Que é?
— Vem cá. — resmunguei e me voltei para ele, que num ato rápido me sentou no balcão de pernas abertas e se encaixou entre elas. — Tá de TPM por acaso?
— Talvez.
— Vai, admite que esse lance de estar de TPM não existe, é só uma desculpinha pra vocês mulheres surtarem, agirem que nem loucas, odiarem os homens de graça, comerem chocolate até se acabarem, chorarem até desidratar, tudo isso sem sentir culpa. 
— Olha, se você sangrasse uma semana pelo seu pinto você ia, com toda a certeza, surtar e fazer tudo isso também… Ainda mais do jeito que você é dramático. 
— É por isso que eu gosto de ti, sabia? Sempre colocando imagens tão belas na minha mente. Obrigado, Alicinha. 
— Odeio quando tu me chama assim… Mas então quer dizer que tu gosta de mim? — sorrisinho malicioso. Meu e dele. 
— Pra estar com alguém tu tem que gostar da pessoa, não tem, pirralha? — sorriso se alargando um pouquinho mais. 
— Não, a gente tem TPM mesmo, ok? Talvez um pouco exagerada, mas tem. 
— Adoro como você usa toda a sutileza do mundo pra mudar de assunto. Ahn… Pelo menos você não fica de pau duro por qualquer coisa. — rebolei um pouco em seu colo. 
— Tipo agora? 
— Alice. 
— Justin — com a voz um pouco gemida. 
— Bom, você não fica de pau duro, mas fica molhada. É. Pior, na minha opinião. Você, tipo, simplesmente vaza. Vocês vazam prazer quando ficam excitadas. — riu — Por que isso soa tão engraçado? — revirei os olhos, meu homem parecia uma criança. 
— Bom, vocês não engravidam. 
— Não tem erro, o filho é sempre de vocês. 
— Vocês podem andar sem camisa e mijar em qualquer lugar. 
— Vocês têm peitos. Quer coisa melhor do que peitos? Uh, eu amo peitos. Os seus principalmente. 
— Vocês não têm período fértil. Não tem que tomar anticoncepcional ou ir no ginecologista. 
— Vocês não broxam. Ou melhor, podem disfarçar. E outra, vocês não tem que fazer exame de próstata. 
— Vocês não precisam fingir orgasmos pra amaciar o ego de um imbecil. 
— Ui. Vocês conseguem sexo a qualquer hora. Pode ser a mina mais feia do universo, mas se ela quiser um cara bonito pra transar, ela consegue. 
— Claro, porque homem só pensa com a cabeça do pau, e só pensa em buceta. 
— Olha a boca. — me repreendeu. — Não fala buceta, é feio. 
— Viado. Vira homem. Bicha. 
— Achei que tu não falasse palavrão. 
— Vai te foder. — riu. 
— E outra coisa, viado? Se eu fosse viado não teria uma garota gostosa sentada assim na minha frente nesse momento. 
— Viado de atitude, não de orientação sexual 
— “Viado de atitude”?
— É. Quando o guri é um viadinho, mas não gosta de pegar homens. — deu uma risada alta. 
— Ur so gay and you don’t even like boys, Justin. 
— Ok… Continuando… Mulher sempre sai de vítima em todas as situações. 
— Homem pode comer meio mundo e ainda paga de fodão e se mulher faz metade isso, sai como puta e nunca consegue ninguém sério.  
— Se mulher quer esperar pra perder a virgindade, isso é meio que respeitado, se homem demora demais, é viadagem. 
— Vocês não têm que se preocupar em repetir de roupa, arrumar o cabelo, pintar as unhas, se depilar… 
— Vocês podem falar de sentimentos sem terem que ouvir que são gays, viados, bichas, boiolas e etc. — franzi a testa. 
— Essa discussão toda pra.....?
— Não sei, eu só queria te beijar.
— Então me beija. — ele nem esperou mais nada pra me atacar, eu estava com tanta saudade desses lábios, eu poderia ficar o beijando por horas e mais horas, mas alguém pigarreando nos fez parar instintivamente. 
— Eu.... só.... eu já vou e queria me despedir. 
— Oh... Dan — desci do balcão. — Obrigada por ter vindo. 
— Claro. Melhoras. — suspirou e deu um sorriso sem mostrar os dentes. — Justin. — O cumprimentou de longe com a cabeça e saiu. 
— Isso foi... um pouco constrangedor, huh?
— Dá pra voltar pra cá? A gente tem MUITO tempo à se recuperar. 

Sorri e voltei para os braços do homem que é e sempre vai ser meu refúgio. 


Notas Finais


Oi pessoal, eu sempre fico aqui me desculpando pela demora né. Mas dessa vez demorei porque fiquei internada duas semanas, agora ainda tenho mais uma de repouso... Tô bem malzinha, mas tá aí mais um cap e espero que gostem. <3


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