História You is the drug that I addictive - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Louis Tomlinson
Exibições 8
Palavras 1.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, por favor comentem, compartilhem e favoritem a fic pq esse capítulo eu excluí ele sem querer, tipo, eu fiquei estressada, comecei a chorar e tive que repostar ele novamente. Então eu acho que vale a pena vcs ao menos comentar um "continua".
Mas vamo deixar de falação e ir ao que interessa!

Capítulo 2 - I'm not made out steel


Fanfic / Fanfiction You is the drug that I addictive - Capítulo 2 - I'm not made out steel

Louis Tomlinson Point Of View



Estou a caminho do galpão do Phillip, que é onde eu compro minhas drogas. Hoje mais cedo quando eu ia sair de casa fiz de tudo para não ser percebido por alguém, mas foi em vão porque minha mãe me viu e isso já me irritou, eu tinha certeza de que ela começaria com seu interrogatório e sermões que sinceramente eu não dou a mínima.



Eu odeio ser grosso com ela, eu já tentei de várias formas ser coerente e menos grosso, mas isso já faz parte de mim agora e eu não consigo agir com tranquilidade. Na maioria das vezes eu soo rude com as pessoas, algumas merecem, mas minha mãe não. 



Da minha casa até o galpão velho que servia de esconderijo para as drogas que Phillip traficava era mais ou menos uns dez a doze minutos. Passei ainda um bom tempo andando até que eu vejo a placa de "vendido" em frente a grande estrutura e também percebo que tem um carro de grande porte todo preto estacionado também em frente ao galpão.



Vejo dois caras com roupas escuras e pegando uns pacotes envolvidos em fita isolante, mas não dou muita atenção, provavelmente estão fazendo o descarregamento das drogas. Adentro o lugar e logo vejo Phillip vindo em minha direção com uma sacola preta que julgo eu, ser minhas drogas. 



— e aí, cara! Olha estão aqui todas as belezinhas que você pediu. – falou me entregando a sacola -


— fala, cara! Bom, toma a grana, eu estou com pressa de voltar para casa. A gente se vê! – ele acenou com a cabeça e eu fui embora –



Saí do galpão e vi que o carro que estava lá fora já não ocupava mais o lugar na frente do mesmo. Fui andando e dessa vez com pressa, eu queria chegar em casa o mais rápido possível. Andei, andei quando eu estava na frente de casa, pensei no jeito que eu tratei minha mãe mais cedo e decidi que eu entraria em casa pelos fundos. Não queria vê-la depois de ter a tratado com ignorância.



Abri o portão e dei a volta na casa e entrei pela porta dos fundos. Olhei atentamente de um lado para o outro, eu tinha que me certificar de que eu não esbarraria com a minha mãe a caminho do porão, com certeza o clima iria ficar pesado e estranho.



Passei pela cozinha e graças a Deus ninguém me viu. Fui até o porão e adentrei nele, fechei a porta por dentro para não ter o risco de ninguém entrar aqui e me ver drogado. Digamos que eu fico muito emotivo e bipolar quando uso drogas, além da aparência que não fica uma das melhores.



Me sentei no chão frio e encostei as costas na parede úmida, peguei uns papéis e um pouco de maconha e preparei o equivalente a uns seis cigarros da mesma. Acendi o isqueiro e fumei um, dois, três e quando me dei por si já estava no oitavo, então vi que a maconha estava quase acabando e resolvi guardar o resto que sobrou com as outras drogas que eu havia comprado horas antes atrás de umas prateleiras.



Resolvi ir tomar um banho e dormir. Com muito custo eu abri a porta do porão e saí meio que tropeçando nos meus próprios pés. Meus olhos ardiam, talvez por causa da fumaça feita pelo cigarros.



Julie Benson Poin Of View



Acordei ao ouvir o som estridente e escandaloso que meu despertador fazia me avisando que já eram sete da manhã e que se eu não quisesse perder o curso era melhor acordar. Levantei da cama, muito a contragosto devo acrescentar, e fui ao banheiro fazer minhas higienes matinais e tomar um banho quente.



De banho tomado, fui até meu closet onde escolhi uma calça jeans Skinny preta e uma camiseta folgada dos Gun's n Roses. Passei uma base, pó, rímel e um hidratante labial. Desci até a cozinha com minha mochila e as apostilas do curso, e encontrei minha mãe terminando de fazer minhas panquecas e meu pai lendo o jornal e bebericando seu café.



— bom dia, pessoal! – cumprimentei meus pais cada um com um beijo na bochecha –


— bom dia, Smurf! – disse meu pai e eu ri–


— bom dia Avatar! – falei e mostrei a língua para meu pai que semicerrou os olhos ––


 parem de graça e comam logo porque daqui a pouco dá oito horas! – disse minha mãe autoritária e nós prontamente obedecemos –



Durante todo o café da manhã ouvimos meu pai contar suas piadas que particularmente me faziam rir muito. Terminei de comer e fui literalmente correndo até o ponto de ônibus mais próximo, e para minha sorte, ele ainda não tinha passado porque ainda eram sete e vinte e quatro e ele só passa as sete e trinta.



Me sentei em um dos bancos que ficam normalmente nas paradas. Passou uns sete a seis minutos e ele chegou e graças a Deus não estava lotado como geralmente fica. Logo após o motorista abrir as portas do ônibus eu entrei e me sentei em uma poltrona que ficava bem ao lado da janela.



Durante todo o trajeto eu fiquei observando a paisagem fria e sem graça. Naquela cidade era tudo tão cinza e frio que parecia cenário de filme da Saga Crepúsculo, só que Forks (a cidade onde a Bella e os Cullen moravam) era mais sinistra. Quando me dei conta já estava na minha parada, então eu aviso ao motorista para ele parar, ele para e eu desço.



Daqui até o curso levam cinco minutos então pra mim está ótimo. Caminho cantarolando Stone Cold da minha cantora predileta, Demi Lovato, e quando percebo já estou na portaria do curso. Olho no relógio e sim, eu cheguei na hora exata!  

Ai, o dia vai ser longo!



Louis Tomlinson Point Of View



Para ir até meu quarto terei que atravessar a cozinha e a sala de estar, se eu não esbarrasse com a minha mãe por aí seria sorte demais. E como se ela lesse meus pensamentos, a mesma para de frente para mim com os braços cruzados e uma feição de decepção.



— você já está se drogando as sete da manhã? – perguntou minha mãe fazendo com que meu olhar fosse atraído para ela –


— ah, me deixa! Eu me drogo quando e a hora que eu quiser! Eu sei que eu estou me matando aos poucos, mas quem se importa? Eu não sou feito de ferro. Será que é tão difícil assim entender? – a essa altura eu já berrava e a minha mãe derramava litros de lágrimas. A sorte é que nenhum dos meus irmãos mais novos não estavam em casa, estavam uns na escola e outros na creche. Assim não precisariam presenciar esse momento –


— você é meu filho, eu me importo sim com você! Eu te amo, Louis! – meus olhos começaram a marejar e eu ignorei ela e passei direto deixando-a aos prantos lá –



This life's not easy, I'm not made out of steel 

Don't forget that I'm human 

Don't forget that I'm real
You act like you know me, but you never will

But that's one thing that I know for sure
I'll show you...







Notas Finais


Até o próximo capítulo!


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