História You just make me Crazy! - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Itachi Uchiha, Menma Uzumaki, Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Akatsuki, Itachi, Itadei, Menma, Naruto, Romance, Sasuke, Sasunaru, Satomenma, Satoshi, Yaoi
Exibições 66
Palavras 3.690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Capítulo 9


Fanfic / Fanfiction You just make me Crazy! - Capítulo 9 - Capítulo 9

‘’Horas e mais horas parado olhando para o mesmo lugar. Quanto mais olhava mais nítido ficava que repousado daquela forma ele parecia estar dormido relaxadamente, mas o moreno desconfiava completamente deste “parecer”.
Não conseguia simplesmente se despreocupar, ou ate mesmo sentir alivio por ver seu amado loiro ao menos vivo.
Qual fora a ultima vez que se sentiu tão perdido e desolado? Mas não mostraria isso a ele. Quando seu lindo loiro acordasse, e ele iria sim acordar não duvidava disso, estaria ali para abraçá-lo e protegê-lo.
O ranger da porta tornou-se presente anunciando que alguém estava entrando no local. Passos hesitante foi ouvido pelo moreno. Não levantou o olhar. Continuou a olhar somente para o corpo inerte no leito.
Sabia quem era e também sabia que deveria sair e dar privacidade a eles, mas nunca sairia de perto do seu amor. Apenas o pensamento de deixá-lo sozinho lhe causava vertigem e o deixava ocioso.
Viu com o canto dos olhos a pessoa aproximar-se lentamente, e ouviu o fungar. Sem demora a pessoa estava ao lado do enfermo.
Um pequeno ganido, e ele finalmente olhou para o outro lado da cama do loiro.
Como já sabia, era ele.
Voltou a olhar para seu amado e viu-o passando os dedos pelas madeixas longas e loiras, com delicadeza. Seus dedos passaram pela maça do rosto pálido e desceu ate segurar a mão do loiro. Claramente ele não iria sair. Tudo bem, o moreno também não.
Ele chorava muito, e os soluços e ganidos estavam ficando mais presentes.
Seu olhar amenizou em carinho não velado. Amava-o tanto quanto amava o loiro que estava inconsciente na cama.
Estava claro que o destino dos Uchihas era ficar com os Uzumakis.
_ Ele tem sorte por ter você com ele _ o homem que acariciava seu amado com a mão esquerda enquanto segurava a mão direita do acamado com também com a sua direita falou quebrando o silêncio do quarto.
_ Não estive lá quando precisava _ respondeu amargurado deixando claro que se culpava e sempre se culparia por não tê-lo protegido.
_ Estava ocupado e não sabia como estava Deidara, nem que ele estava em perigo _ ralhou lhe defendendo de si mesmo.
_ Eu deveria ter percebido, mas nem para isso eu servi.
O homem lhe olhou seriamente, avaliando-o.
_ Não se culpe _ falou mansamente _ Não fara bem a você e nem a ele quando acordar _ completou repreendendo suavemente, como o pai que era.
_ Não o via a um bom tempo, mas posso afirmar que não mudou nada Minato, continua tranqüilo e jovial como sempre, vejo o porquê de meu pai ser caidinho por você _ desconversou satisfeito ao ver que conseguiu distrair o loiro mais velho da bronca. Olhou para o loiro desacordado e sentiu-se triste _ Não há previsão de quando irão acordá-lo, pois ate o presente momento o risco de seqüelas era grande de mais, para que possam fazê-lo _ informou a ele.
As lagrimas voltaram com força ao rosto amorenado. Deidara ate parecia com o pai, mas os gêmeos eram copias quase perfeitos de Minato.
_ Seu pai vai cuidar do mau caráter que judiou dos meus bebês.
Itachi gostou dessa informação, mas teve uma leve sensação de que o loiro queria mais se assegurar disso do que informá-lo.
Sentia que agora Minato estava em um momento pai e filho, mas não conseguiria sair mesmo se quisesse. Os médicos informaram-no que a probabilidade do loiro ficar com seqüelas após acordarem-no era muito grande, e que a mais temerosa e a mais provável também, era a de perca de memórias. Itachi não podia deixar que seu loiro acordasse sem saber onde esta, o que aconteceu, sozinho, totalmente perdido sem nem saber seu nome.
_ Sei que se preocupa, ate de mais às vezes, mas ele vai ficar bem _ falou o loiro fungando _ Ele é um menino forte _ apertou a mão pálida entres as suas e abaixou a cabeça _ Mais do que eu.
Itachi assistiu com o coração apertado o loiro deitar a cabeça em cima do peito do filho adormecido – provavelmente ouvindo o coração de o seu filho bater – e chorar como uma criança.
_ Volta Deidei, volta!? _ implorou _ Volta que o papai tá aqui _ seu tom era de suplica. Era difícil entender o que o loiro mais velho falava _ O papai quer o garotinho explosivo dele… _ e não conseguindo mais falar, o moreno só pode ouvir o choro desesperado e os soluços sofridos de um pai que via seu filho inerte e praticamente morto em uma cama sem fazer nada.
_ Por favor, volta pra mim _ sussurrou ajoelhando e levantando a cabeça gritando totalmente a mercê de sua dor.
Naquele momento – vendo Minato indo pra frente e pra atrás ajoelhado ao lado da cama de Deidara – desejou profundamente que seu pai fizesse aquele cara sofrer mais do que merecia.
Muito mais.

***
Sentia-se leve. Não sabia onde estava e não conseguia abrir os olhos para saber onde se encontrava. Tudo em si doía, parecia pesar três toneladas quando tentava se mexer. Mas queria saber onde estava, queria saber o que havia acontecido, queria poder ver seus irmãos e seu moreno. Pelo amor de Deus, queria acordar! 
Depois do que pareceram eras, conseguiu abrir os olhos.
Então o quarto todo branco lhe surpreendeu.
“Onde estou?” pensou olhando ao redor, “Porque estou em um hospital?”.
Não demorou muito para as lembranças invadirem sua mente, e sem pensar muito, levantou-se de uma vez e olhou ao redor, procurando alguém que pudesse lhe dizer como Hidan estava.
Seus olhos focaram na cama que estava ao seu lado. Levantou-se de vagar e ficou de pé, caminhou lentamente e parou ao lado da outra cama. Seu corpo relaxou e um sorriso apareceu, junto as suas lagrimas que se fizeram presentes.
Era Hidan.
Ele estava desacordado e respirando com ajuda de aparelhos. Estava coberto, mas as partes que apareciam mostrava claramente os vários hematomas.
Com medo, levantou o cobertor e ficou desnorteado ao ver a pele branca e macia dilacerada, rasgada e ferida.
Ajoelhou-se ao lado da caba, pôs sua cabeça na barriga do dono de cabelos roxo e chorou.
Ele estava tão machucado!
Chorava tanto que não ouviu a porta abrindo e os passos de alguém entrando, contudo sentiu quando ajoelharam atrás de si e sentiu o abraço na sua cintura.
_ Ele vai ficar bem _ falou a voz rouca e grave _ Precisou apenas de uma transfusão de sangue, e por sorte, Satoshi era compatível _ completou seu aniki, o tranqüilizando.
Naruto virou-se para seu irmão e abraçou-lhe de volta. Ficou com tanto medo naquele beco.
_ Vamos _ ordenou, levantando _ Você não pode fazer muito esforço, esta muito machucado ainda.
Só então o loiro pareceu sentir as dores pelo corpo.
Olhando mais atentamente para si mesmo, também tinha escoriações e hematomas espalhados, mas nem de longe chegava perto da situação que Hidan se encontrava.
_ Sasuke esta com Fugaku na mansão Uchiha _ esclareceu a duvida que estava no olhar do irmão.
_ Ah tudo bem _ falou desanimado.
Deus sabe quanto tempo tem que estava desacordado, e quando finalmente acordou, o seu namorado não estava lá. Não diria em voz alta, mesmo sabendo que seu olhar e feição transpareciam, mas ficou um tanto decepcionado, se sentindo descartado. Será que o moreno não se preocupara nem um pouco consigo.
A expressão de Menma suavizou ao perceber o olhar desolado do irmão e a feição desapontada. Como era sensível, seu otouto.
_ Não se preocupe, ele esteve aqui há alguns minutos, mas Fugaku ligou exigindo sua presença e ele não teve escolha a não ir encontrar o pai.
Os olhos antes tristes do loiro mais gentil passaram a brilhar pela informação. Como era bom saber que seu moreno tinha se preocupado consigo.
Naruto voltou a deitar na cama e passou a fitar a cama com o outro paciente no recinto com pesar. Como podia alguém fazer mal a um ser humano? Como alguém poderia fazer mal a um amigo? A forma com que Kakuzu machucou Hidan foi tão cruel que o loirinho não sabia como tanta maldade poderia habitar um coração.
_ Não pense em coisas tão desagradáveis _ Menma repreendeu parecendo sempre saber o que o seu otouto esta pensando e sentindo _ Esta em recuperação e apenas piorar sua saúde se você adoecer emocionalmente também.
Naruto abaixou o olhar totalmente irritado. Queria a cabeça de quem fez tanta maldade. Queria que ele pagasse. Nunca quis que sangue fosse pago com sangue, mas nunca tinha visto tão de perto a crueldade humana.
Suspirou derrotado. Sempre foi superprotegido pelo pai, e depois que este foi embora cuidar da empresa e do marido, foi super protegido pelo seu aniki, então nunca tinha visto a crueldade tão de perto. Não conseguia entender como alguém poderia ser capaz de atos tão escabrosos. Deus queira que ele não precise presenciar tal cena novamente.
A porta se abriu e uma cabeleira negra entrou. Naruto sentiu seu peito aquecer quando olhos incrivelmente escuros olharam pra si com amor e ternura mesmo com o semblante impassível de sempre.
Menma se levantou da cadeira ao seu lado e dirigiu-se ao moreno.
_ Como foi? _ perguntou incrivelmente ansioso.
O loiro franziu o cenho e inclinou a cabeça em sinal de confusão.
Como foi o que?
_ Descrevi o desgraçado com bastante exatidão _ informou o moreno _ Kakashi, pelo o que eu entendi, já o conheci, então Oto-san saiu para caçá-lo, de hoje ele não passa.
Naruto não precisou de explicações, entendeu exatamente o porque de Fugaku ter convocado seu namorado e, mesmo se sentindo culpado por isso, o loiro ficou feliz em saber que seu outro pai estava caçando aquele homem infeliz.
Menma sorriu e Naruto sentiu-se grato de não ser o alvo daquele sorriso cruel. Seu aniki também causava muito medo. Mas o loiro sabia que aquilo era resultado do que Kakuzu causara. Seu irmão jamais causaria algum ato repulsivo como aquele homem nojento.
O moreno então dirigiu toda a sua atenção ao seu namorado. Seu ódio sempre se fazia presente quando lembrava que seu amor estava no hospital machucado por causa do desgraçado do Kakuzu.
Seu olhar amenizou quando viu o loiro corando pelo olhar intenso que o moreno lhe dirigia. Amava com todas as suas forças aquele loiro maravilhoso.
Sasuke deitou-se ao lado do loiro e beijou o topo da cabeça loira com carinho.
_ Como esta se sentindo?
O loiro abaixou a cabeça. Estava extremamente melancólico. Comparado a Hidan ele estava novo em folha.
_ Estou melhor agora _ disse baixinho.
O moreno, estranhando todo aquele jeito arredio do loiro que não costuma se portar assim, levantou delicadamente o roso amorenado e não se surpreendeu por vê-lo tão fragilizado a beira das lagrimas.
_ O que houve?
Naruto, que já estava com os olhos marejados, passou a chorar copiosamente.
_ Ele esta tão machucado Sasu _ falou embolado enquanto chorava _ Nunca vi alguém tão marcado! _ abraçou seu namorado chorando cada vez mais _ Ele nunca mais vai esquecer Sasu, quem dirá superar.
Sasuke abraçou com todas as forças o seu pequeno namorado de coração tão grande. Duvidava que neste, ou em qualquer outro, momento lembrasse que o garoto que estava na cama ao lado havia causado muita dor a Deidara.
_ Shiii, não se preocupe Naru _ Sasuke embalou-o para confortá-lo e acalmando-o _ Vamos cuidar dele.
Naruto assentiu e com o conforto acabou dormindo pelo cansaço e pelas fortes emoções.
***
O ar cheirava a nicotina a álcool. A iluminação era escassa e podiam-se ouvir gemidos dos depravados que iam para o canto do bar transarem sem se importar de estar em um lugar publico. Na verdade ninguém se importava, pois todos os que iam naquele bar, iam para beber, se drogar e transar da forma mais suja possível.
_ Mais uma dose _ o moreno sentado em frente ao bar pediu.
Estava ali há horas, desde que saiu daquele beco imundo. Sabia que estava encrencado e precisava de dinheiro urgentemente para sair do país. Sua saída de dinheiro era o inútil que provavelmente encontrava-se morto agora. Ouviu o alvoroço no bar, mas não se importou. Precisava de um plano. Se o idiota estiver vivo, precisava seqüestrá-lo ou ameaçá-lo para conseguir o dinheiro. Poderia talvez entrar no hospital e ameaçar aquele loirinho estúpido, talvez...
_ Tenho um serviço para você.
Imediatamente olhou para o homem que sentara ao seu lado sem perguntar se podia. Ficaria bravo pela intromissão e poderia matar o homem, mas o fato de ter um serviço significa grana, e grana sem se arriscar mais ainda com aquela maldita família era o que precisava.
_ E o que seria esse serviço?
O homem estava bem vestido e com certeza era rico. O olhar alem de ser penetrante, transparecia ódio e crueldade. Kakuzu sentiu um frio na espinha. Ele que não queria ficar no caminho daquele homem.
_ Conhece os Uchihas? _ o homem perguntou com obvio nojo na voz.
Kakuzu revirou os olhos e suspirou. Tinha que haver com aquela maldita família, mas se não se enganava ele era risco, ou pelo menos filhos de pais ricos. Pensando bem, aquele homem deveria ter alguma rixa profissional com o pai deles, Uchiha Fugaku, ou era um homofobico severo.
_ Conheço _ respondeu com asco.
O homem sorriu.
_ Preciso que seqüestre o mais novo.
Kakuzu fez a conta mentalmente. Se não se enganava eram três pirralhos, havia apanhado para dois, Itachi quando pegou Deidara pela primeira vez e Sasuke no beco. Ao se lembrar disso seu sangue ferveu, aqueles merdas mereciam ter seu caçula todo dilacerado e quase morto.
_ O mais novo é o Satoshi não é? A bonequinha promiscua?
O olhar do homem brilhou perigosamente.
_ Sim, aquele vadia, nem homem pode ser considerado _ e cuspiu pelo asco _ Aquela família desgraçada. Os pais casaram e os filhos que deveriam ser como irmãos se pegam, não sabem o que moralidade.
Kakuzu quis rir daquela ironia. O homem que queria contratar um desconhecido para seqüestrar e torturar uma vadiazinha. Quanta moralidade.
_ Quanto vou ganhar?
_ Muito dinheiro.
Kakuzu não vacilou nem se deslumbrou. Aquele serviço requer muito dinheiro mesmo.
_ Preciso de exatidão e pressa _ retrucou, o homem, contudo, não demonstrou reação _ O pai daquele garoto é perigoso e já tenho problema de mais com eles para arriscar minha pele por pouca recompensa.
_ Conheço Fugaku, aquele merda roubou tudo o que eu tinha e o que eu mais queria _ seu olhar tornou-se perdido e rancoroso _ Mikoto era tudo pra mim, mas ele a roubou, roubou minha família, nos faliu e vai sentir na pele quando eu matar aquela vadia que ele chama de filho. 
Kakuzu não se importou com o discurso nem com a triste historia de vida. Estava pouco se fodendo se o garoto iria morrer. O que importava era que teria sua vingança e dinheiro para fugir para bem longe.
_ Eu aceito.
O homem sorriu mordaz.
_ Hoje à noite você vai buscá-lo no hospital, alguns dos meus homens estão disfarçados de enfermeiro, irão lhe da cobertura. Traga-o para mim e terá 50 mil na mão.
Tudo bem, Kakuzu pensou enquanto apertava a mão do homem desconhecido concordando com o plano, àquela recompensa era o suficiente.
***
O dia havia sido excruciante. Precisava do seu loiro ao seu lado urgentemente, mas sabia que como o bom pai coruja que era, ele estaria no hospital mimando seus filhotes.
Suspirou frustrado. Logo agora que pensavam em fazer mais uma viajem de lua-de-mel aquele idiota estragava seus planos e machucava suas crias. Ah, mas ele iria pagar muito caro pelo o que fez a sua família.
Entrou no quarto enquanto tirava a blusa social surpreendendo-se ao encontrar seu loiro sentado na enorme janela do quarto com vista para a piscina. As lagrimas estavam presente no semblante apático e tristonho. Mais uma vez odiou aquele maldito Kakuzu.
_ Blue*? _ Fugaku chamou o loiro com o apelido intimo que era usado apenas nos momentos íntimos em que estavam sozinhos.
Minato olhou para o marido e secou as lagrimas de forma grosseira. Sabia que o moreno não gostava de vê-lo chorar.
_ Starry*, achei que voltaria mais tarde.
Fugaku sorriu, pois sabia que aquela fala era uma obvia confissão de culpa por estar chorando mesmo sabendo que o marido detestava vê-lo assim. O olhar de Fugaku era suave e carinhoso. Como não amar um ser extremamente fofo como o seu marido.
_ Blue, não fale comigo como se estivesse fazendo algo errado, seus filhos estão machucados, é normal que você esteja triste _ falou mansamente fazendo carinho nos fios dourados _ Você não é fraco por isso.
Minato se aconchegou no corpo mais másculo que o seu e ronronou pelo carinho no seu cabelo. Adorava aqueles momentos calorosos e carinhosos com o marido. A quem queria enganar? Era louco por aquele homem, sempre fora.
_ Blue, se continuar se aconchegando em mim como um delicioso gatinho eu vou esquecer que você precisa de carinho e vou te jogar na cama e te amar enquanto te fodo.
Não foi necessário mais do que isso para que o calor se espalhasse pelo corpo de Minato e seu membro respondesse ganhando vida.
_ Starry _ Minato gemeu baixinho e literalmente esfregou sua semi-ereção na perna do marido.
Fugaku puxou o cabelo do loiro firmando a cabeça bastante inclinada para receber sua boca faminta. Talvez, a única coisa boa disso tudo era que sempre que Minato sofria emocionalmente ele ficava extremamente carente e sempre ficava mais sensível e sensual, procurando seu marido para fuder a noite toda na maioria das vezes. Foi assim que Fugaku fez com que o loiro se redesse ao que sentiam um pelo outro.
O moreno dominava o beijo sôfrego enquanto terminava te retirar a blusa que ainda estava no seu corpo. O loiro nunca retirava a roupa. Minato era assim, sensual e guloso, mas receoso ao ponto de precisar que o marido retirasse a roupa do seu corpo enquanto lhe beijava com carinho e sussurrava o quanto ele era belo e maravilhosamente gostoso.
Tudo bem para o moreno, afinal amava degustar o seu marido.
Estando apenas de cueca box vermelha, cor que Minato adorava que seu marido usasse, pois ficava extremamente sexy e combinava com a personalidade do moreno, Fugaku passou a dedicar sua completa atenção ao corpo do seu namorado.
Desabotoou a camisa azul claro que o loiro usava, fazendo questão que seus dedos tocassem levemente a pele quente bronzeada. O moreno sabia que o loiro adorava o arrepio gostoso que isso lhe causava. Assim que a blusa desceu pelos ombros largos e caiu no chão, Fugaku passou a beijar cada pedaço desde os ombros, o pescoço, clavícula, mamilos (o moreno fez questão de brincar com cada um deles sabendo o quanto o loiro era sensível nessa área), abdômen e parou quando chegou ao cós da calça social que o loiro usava.
Ah, adorava observar a bunda redondinha e firme do marido balançar suavemente de um lado ao outro quando ele caminhava com aquelas calças sociais apertadas. Seu marido era uma perdição de todas as formas.
Desabotoou a calça e a abaixou raspando os dentes pela virilha coberta pela box preta do amado. Amava quando ele colocava cueca box preta. Aproveitou para arrastar os dedos com unhas muito curtas pelo bumbum delicioso do marido enquanto descia a calça.
Com o marido devidamente abusado e seminu, Fugaku o pegou no colo e jogou ele na cama. Minato riu gostoso com o carinho-meio-bruto do marido.
Minato agora mais confiante, menos carente e muito safado, subiu animadamente no colo do moreno e passou a rebolar no pau grosso do marido enquanto se beijavam com fervor.
Caramba, parecia que havia anos que não brincavam na cama. Estavam famintos!
Minato virou de costas para o marido e continuou rebolando enquanto ele lhe auxiliava com as mãos. Claro, auxiliar era apenas um pretexto para manter as mãos grandes no moreno na bunda e coxa do loiro.
Ah, aquele loiro pecaminoso lhe enlouquecia.
Fugaku revirou os olhos sentindo a necessidade de meter furiosamente e profundamente naquela bunda que rebolava gostoso no seu pau.
Um sono tapa se fez presente junto ao gritinho deliciado do loiro. Minato olhou por sob o ombro para o moreno e sorriu safado mordendo o lábio inferior sentindo o tesão crescer. Estava com tanta vontade de ser fudido que seu pau babava na cueca.
_ Blue, precisamos tirar essa cueca, porque meu pau não consegue mais ficar longe do seu buraquinho _ falou gemendo enquanto espremia as popas durinhas com vontade.
Minato como o bom provocador que era, levantou ainda mantendo Fugaku no meio da suas pernas, e com a bunda completamente empinada, tirou a cueca.
Fugaku puxou a cintura do seu safado marido e meteu a língua naquela entradinha rosada. Minato gemia e rebolava na língua do marido enquanto tirava aquela cueca.
Assim que a ultima peça de roupa que atrapalhava aquele casal saiu, um 69 foi iniciado, e os dois teriam gozado se a vontade de meter não fosse mais forte.
Fugaku então deitou Minato na cama e meteu devagarzinho, sem pressa, sentindo cada centímetro daquela parede veluda e quente lhe apertar. Amava aquele lugar, era realmente como estar em casa.
Os comentários safados e sem pudor deu lugar a sussurros apaixonados e  os tapas e reboladas despudoradas deu lugar a afagos carinhosos.
O fuder passou a ser fazer amor.
Era assim com eles.
Nas preliminares era pura safadeza e promiscuidade. Mas o ato de se unir era puramente amar e ser amado. 



*Blue, como todo mundo deve saber, significa azul em inglês que é uma clara referencia aos olhos incrivelmente azuis de Minato.
* Starry, ou Starry Night, significa noite estrelada que é também uma referencia aos olhos negros como a noite e com o brilho apaixonado que seria a parte estrelada.


Notas Finais


Comentem ^^


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